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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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21.Nov.17

Voltarei para encantar o público moçambicano com bom futebol

 

O avançado Hélder Pelembe interrompeu o vínculo que o Baroka, da primeira liga sul-africana, e está perto de abraçar um novo projecto em Moçambique. O jogador dos Mambas, pretérito das últimas convocatórias dos Mambas, revela que está em conversações com vários clubes, sendo que o Songo parece ganhar vantagem na corrida pelo avançado.

 

O avançado internacional, Hélder Pelembe, esta de volta ao futebol moçambicano depois de, nos últimos quatro anos, ter evoluído na África do Sul, onde, segundo ele, não foi muito feliz como desejava, mas considera ter sido uma experiência.

 

Hélder, depois de ter dado um passo ao futebol luso, pela porta do Portimonense, na mesma altura que Eduardo Jumisse, retornou ao país, onde já tinha jogado pelo Ferroviário de Maputo, Sporting de Nampula, Têxtil do Púnguè e Maxaquene, para representar a Liga Desportiva de Maputo, de onde, em 2013, num bom momento da sua carreira, rumou para a África do Sul para representar o Roses United, um clube secundário, que acabou entrando em falência. Dada a ligação entre o treinador com o Orlando Pirates, Pelembe foi indicado ao clube com bases fortes no Soweto, uma região de Joanesburgo.

 

Uma vez no Orlando Pirates, o jogador moçambicano, lembre-se encheu-se de esperanças de fazer uma carreira de grande realce, no entanto, um ano depois, embora tenha contribuído para a conquista da Netbank, com cinco golos.

 

Não fui a primeira opção e os treinadores acharam que eu devia ser emprestado a uma equipa onde pudesse jogar mais. Acordamos que eu fosse ao Celtics, lembrou Pelembe.

 

Foi jogando pelo Celtics que Hélder Pelembe conheceu os seus melhores momentos na terra de Madiba, aliás, nesse período, voltou a ser chamado à selecção nacional e foi o autor do único e grande golo frente ao Gabão, de qualificação a fase de grupos do Mundial-2018, embora sem ter conseguido levar o país mais além, face ao resultado da segunda mão, altura em que o combinado nacional foi treinado pelo croata Boris Pucic, coadjuvado por Dário Monteiro.

 

Foi um bom momento. As minhas exibições na selecção tinham sido boas devido ao espaço que encontrei no Celtics. A equipa técnica tinha plena confiança em mim, o que foi fundamental para a minha evolução, disse Hélder Pelembe sem esconder a sua satisfação pelas recordações tidas. 

 

Texto de Joca Estêvão

 

 

Fonte:Desafio