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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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14.Jun.16

“Tricolores” não terminam mandato há cerca de 20 anos

 

Mais uma vez, os sócios do Clube de Desportos da Maxaquene optaram pela destituição duma direcção, acreditando que desta forma vão inverter o espectro de crise que se vive há cerca de cinco anos e que só tende a piorar, sobretudo este ano em que as contas das empresas integradoras não se mostram saudáveis, sobrando, por isso, pouco para o clube.

 

A história dos últimos vinte anos mostra mesmo que nenhuma direcção “tricolor” terminou o seu mandato. Nem mesmo José Solomone Cossa, o último presidente ganhador, escapou desta situação, acabando por desistir em 2012, após vencer tudo o que havia por ganhar nas duas principais modalidades do clube. Lembre-se que foi sob sua direcção que o Maxaquene conseguiu os seus últimos êxitos: Taça de Moçambique (2010), dois Campeonatos Nacionais de Basquetebol seguidos (2009 e 2010) e um Campeonato Nacional de Futebol (2012).

 

Ainda que tenha caído prematuramente, como sucedeu com os anteriores presidentes, Ernesto Júnior pode-se gabar de, no mínimo, ser dos poucos, senão o único, que nos últimos tempos viram um relatório de contas aprovados, facto que aconteceu em 2015 quando se aprovaram os documentos referentes a 2014.

 

Eleições podem não ser em Julho

 

 

Apesar de a última assembleia-geral ter decidido mandatar o presidente da Mesa da Assembleia-Geral, Sérgio Pantie, para convocar eleições para 15 de Julho, fontes próximas do clube afiançaram que dificilmente este acto terá lugar nessa data.

 

É que nos “tricolores” as grandes decisões são tomadas pelos sócios (empresas) integradores, que normalmente são os que indicam os candidatos ou aprovam as propostas que são apresentadas pelos sócios. Aliás, somente Rafindine Mohamed é que foi excepção à regra.

 

Nos últimos dias, alguns sócios estão em várias frentes à busca de um candidato que pode ser consensual, a avaliar pelo histórico do clube, onde normalmente se aposta em lista única. Aliás, Fortunato Abrinho retirou sua candidatura quando percebeu que o favoritismo era de Rafindine Mohamed em 2005.

 

Entretanto, sem se preocupar com estas cogitações está Entiaz Amugy, que se assume como sendo até ao momento o único que manifestou intenção de concorrer à presidência “tricolor”.

 

 

Fonte:Desafio

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