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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Quatro treinadores já foram afastados

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NÃO tem sido fácil a vida dos treinadores neste primeiro terço do Moçambola. É que em apenas dez jornadas quatro “cabeças” já rolaram, e num espaço de 20 dias.

 

As primeiras chicotadas psicológicas aconteceram em menos de 24 horas, ou seja, depois de confirmada a saída de Lucas Barrarijo do Ferroviário da Beira na tarde de 28 de Abril, na manhã do dia seguinte foi a vez de Antero Cambaco ser afastado do Desportivo de Maputo. Para os seus lugares foram escolhidos Wedson Nyirenda e Dário Monteiro, respectivamente.

 

Se o final do mês de Abril acabou sendo negro para os treinadores moçambicanos, o mês de Maio tem sido maléfico para os técnicos portugueses. No último domingo Victor Urbano, que estava ao serviço do Clube do Chibuto, deixou de ser treinador e na terça-feira foi a vez Victor Pontes ser afastado do comando técnico do Ferroviário de Maputo. Lopes Cumbane e Carlos Manuel “Caló” assumem interinamente os cargos de treinadores do Chibuto e Ferroviário.

 

As quatro chicotadas psicológicas têm um denominador comum: maus resultados.

 

O Ferroviário de Maputo, na qualidade de um dos candidatos ao título, averbou duas derrotas consecutivas, diante do Desportivo de Maputo e de Nacala, facto que precipitou o afastamento de Pontes.

 

Victor Urbano perdeu no domingo, em casa, com o Ferroviário de Nacala, uma equipa que se pode considerar do seu campeonato e ele mesmo no final do jogo pós o seu lugar à disposição. Com essa derrota o Chibuto caiu para a zona de despromoção com apenas nove pontos.

 

Cambaco e Barrarijo foram afastados numa altura que tanto o Desportivo como o Ferroviário da Beira estavam abaixo da linha de água, ocupando a décima quarta (última) e décima segunda posições, respectivamente. 

 

Pelo andar da carruagem a terra está fértil para “dança” de mais treinadores. Neste momento Nelson Santos, do Costa do Sol, Nacir Armando, do Ferroviário de Quelimane, Eurico da Conceição, do ENH, Artur Semedo, do HCB, estão na corda “bamba”, já que um deslize na próxima jornada pode significar o “tombo” de um deles.

 

Para já têm duas semanas para preparem os seus pupilos para a etapa que se segue, já que o Moçambola vai parar para dar lugar à participação dos “Mambas” no Torneio da COSAFA.  

 

Fonte:Jornal Noticias

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