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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Moçambique mantém-se no pódio da zona IV

BOXE (3)

 

A selecção nacional de boxe de Moçambique manteve-se no pódio da Zona IV de África no boxe, não obstante ter falhado a revalidação do título que ostentava desde Maputo-2018.

Mercê das nove medalhas conquistadas (duas de ouro, três de prata e quatro de bronze), o combinado nacional conseguiu o que mais se temia: a manutenção do pódio, ao ocupar o segundo posto, atrás da anfitriã Botswana, que amealhou seis de ouro, uma de prata e duas de bronze.

O bom desempenho do boxe feminino voltou a ser determinante para este sucesso efusivamente festejado no “improvisado” pavilhão da Botho University, em Gaborone, onde entre quarta-feira e sábado se disputou a edição 2019 do Zona IV.

Das três finais de femininos, Moçambique venceu duas, com a particularidade de ter sido revalidado o título por parte de Rady Gramane (75kg), que já vai no seu sexto, e de Alcinda Panguana (69kg). Esta última teve a particularidade de ter sido a única dos 12 atletas que conseguiu impor abandono através do TKO. Aliás, foi assim como havia ganho em Maputo ano passado. Desta vez, a vítima foi a angolana Liliana André. Rady Gramane também conquistou o campeonato à custa doutra angolana, Suzana da Conceição. A terceira moçambicana que esteve na final foi Isabel Mulungo (57-60kg), que perdeu a final diante de Aratwa Kesemang, do Botswana, enquanto a quarta moçambicana presente na prova, Benilde Macarringue (48-51kg), contentou-se com a medalha de bronze, depois de ter perdido o acesso à final frente a Magret Tembo, da Zâmbia.

Em masculinos, o melhor que Moçambique fez foi disputar duas finais, através de Augusto Mathule (75kg) e Miguel Microsse (91kg).

Mathule, que procurava revalidar o título, perdeu diante de Arena Pakela, do Lesotho, por 5-0, mesmo resultado com que Miguel Microsse falhou ouro, ao perder perante Cuca Pedro, de Angola, na categoria dos 91kg. Moçambique somou ainda mais três bronzes, através de Juliano Máquina (52kg), Paulo Jorge (64 kg) e Solomone Jr (81kg) enquanto Yassine Nordine (46-49kg), Uache António (56kg) e Carlos Mucamba (69kg) foram os únicos nacionais não medalhados.

Em comparação com o campeonato disputado em Maputo, Moçambique ficou-se pelas nove medalhas, menos cinco que em 2018 e como se não bastasse obteve menos ouro (apenas dois em femininos), se comparado ao ano passado.

Entretanto, o novo campeão absoluto da zona é Botswana – quarto em Maputo –, passando Moçambique para segundo posto, enquanto a África do Sul passa a ocupar o último lugar do pódio a frente de Angola, em quarto e da Zâmbia, em quinto Somália, que esteve presente com uma atleta, é oitava classificada.

Entretanto, a delegação de 20 elementos, que é chefiada por António Paulo, integrando para além dos doze atletas, dois técnicos (Lucas Sinóia e Custódio Macie), um massagista (Alberto Manhiça), chegou a Maputo na tarde de ontem, depois de cerca de 11 horas de viagem terrestre.

 

Classificação final

 

País                  Ouro    Prata    Bronze Total

 

1º Botswana                6          1          2          9

2º Moçambique           2          3          4          9

3º África do Sul          2          1          7          10

4º Angola                    1          5          4          10

5º Zâmbia                    1          3          4          8

Lesotho                       1          1          3          5

Seychelles                   1          1          1          3

Somália                       1          0          0          1

 

ATANÁSIO ZANDAMELA 

 

Fonte:Jornal Noticias

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