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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Apesar da desqualificação houve festa

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O FERROVIARIO da Beira recebeu e venceu no último domingo no seu campo principal a formação do AS Vitta, da RD do Congo, por 1-0 em jogo pontuável para 2.ª mão da Taça das Confederações Africanas de Futebol, resultado insuficiente para o combinado moçambicano seguir em frente na prova. Mesmo assim, houve alguma festa na capital provincial de Sofala.

 

A turma beirense, que era único sobrevivente moçambicano nas Afrotaças, ficou por terra com um agregado final de 1-3. Apesar da desqualificação dos “locomotivas” do Chiveve, os adeptos não deixaram de festejar a vitória diante de um colosso do futebol africano que se chama AS Vitta. O “caldeirão” registou um ambiente de verdadeira festa, no último domingo desde o tempo da entrada ao recinto do jogo até à saída, o público presente, que quase lotou a capacidade do campo, mostrava o seu calor humano e expectativas em relação ao encontro algo transmitido não só por palavras, mas também em vestes rigorosas e semblantes de felicidades. No final do encontro a nossa Reportagem colheu o sentimento de algumas pessoas que estiveram presentes no campo.

 

A SORTE FOI MADRASTA – afirma Valy Ramadane, técnico-adjunto dos “locomotivas”

 

Foi um bom jogo, em que durante os noventa minutos foi dividido. Entrámos de rompante nos primeiros 30 minutos e depois caímos, criámos oportunidades claras do golo, mas não soubemos aproveitar. Poderíamos marcar mais golos, mas nos faltou sorte. Na segunda metade operámos algumas substituições que resultaram naquele que foi o único golo da partida. Ficámos por terra, mas de cabeça erguida e com dignidade. Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance, mas não conseguimos. Agora é levantar a cabeça e pensar no “Moçambola’’- explicou Valy Ramadane.

 

 

Fonte:Jornal Noticias