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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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A vez dos “madodas”

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No passado, colocaram África a seus pés. Marcaram uma geração, fizeram o público exultar com as suas qualidades. Hoje, quais saudosistas, criaram um movimento para celebrar a sua paixão: basquetebol!

 

E o ponto de encontro é o Torneio Internacional de Maputo de Bola Ao Ar, TIMBA, evento que junta antigas glórias da modalidade da bola ao cesto. Este ano, a prova terá lugar entre os dias 28 e 30 de Abril corrente nos pavilhões do Maxaquene e Desportivo.

 

Estarão, em prova, vinte e nove equipas divididas nos escalões dos 30 aos 60 anos em masculinos e femininos.

 

De Angola, 11 vezes campeã de basquetebol, ciclo dominador iniciado em 1989, vem a Maputo quatro equipas sendo duas em masculinos e igual número em femininos.

 

Da África do Sul, apenas uma formação do sexo masculino entrará em cena na edição 2018 do TIMBA.

 

Será uma oportunidade para rever, do lado de Moçambique, nomes como João Paulo Vaz, ex-estrela do Desportivo de Maputo onde jogou ao lado de Amade Mogne, Nuno Narcy, Naimo Mogne, Marta Monjane, campeã africana de clubes pelo Maxaquene, em 1991, Sílvia Langa e Ana Flávia Azinheira, campeãs africanas pela Académica, Mário da Conceição, entre outros

 

Miguel “General” Lutoda, outrora fabuloso base da selecção angolana e do 1º de Agosto, ASA e GD Nocal, Nacissela Maurício, bicampeã africana em 2011 e 2013 e campeã africana de clubes pelo 1º de Agosto, Valter Costa, entre outros.

 

Porque referências obrigatórias do basquetebol moçambicano e africano, há um legado a deixar as novas gerações que precisam de modelos para se inspirarem.

 

No concreto, existe no Moz Basket, organizador do TIMBA-2018, o conceito claro de que nós temos que fazer as coisas acontecerem para a formação, para permitir que deixemos um legado enquanto antigos praticantes desta modalidade”, disse Carlos Alima, figura ligada a organização do TIMBA.

 

Alima assegurou que “estamos a criar condições para, em breve, podermos falar de que só com uma formação forte ao nível das escolas e ao nível de onde for possível nos bairros e termos a possibilidade de metermos o nosso dedo”, frisou. E acrescentou: “nós trabalhamos sempre na perspectiva e na ideia clara de que o nosso legado tem que ser a nossa humildade e trabalho e nunca outro”.

 

Uma das formas de atrair público ao evento, segundo a organização, passa por envidar esforços para que a prova seja coberta pelos patrocinadores. “Quero, desde já, agradecer a todos os patrocinadores porque sem eles nos não iriamos conseguir realizar esta prova nestes moldes”.

 

Fonte:Opais

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