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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Moçambique no Pré-Olímpico Mundial

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A Selecção Nacional de basquetebol sénior feminina está qualificada ao Torneio Pré-Olímpico Mundial, a disputar-se em Fevereiro de 2020, numa cidade por indicar. Trata-se da derradeira etapa que qualifica as equipas aos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.

Para conseguir a façanha, a equipa liderada pelo estreante Leonel “Mabê” Manhique derrotou, esta na noite, o Senegal por 56-49 no encerramento da zona africana do Torneio Pré-Olímpico, disputado no pavilhão do Maxaquene, na cidade de Maputo.

Além de Moçambique, representará o continente africano a Selecção Nacional da Nigéria.

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Na fase regular, o combinado nacional apenas realizou uma partida, depois da desistência da República Democrática de Congo, horas antes do evento. Assim, Moçambique disputou apenas um jogo naquela fase, tendo perdido, no sábado, diante da forte equipa da Nigéria (58-47), que há quatro anos não perde nenhum jogo com equipas africanas.

O resultado relegou a equipa de todos nós ao segundo lugar do seu grupo “A”. A segunda posição colocou Senegal, primeira classificada do grupo “B”, como nosso oponente. De resto, era o adversário mais difícil e com contas a ajustar com Moçambique. No último Afrobasket disputado em Dakar, em Agosto, Senegal eliminou Moçambique nas meias-finais por 60-57, tirando qualquer possibilidade de chegar à final.

Ontem, as também chamadas “guerreiras” limitaram o Senegal que nos primeiros seis minutos não marcou nenhum ponto. Moçambique fez um parcial de 5-0. Mas o primeiro quarto chegaria com vantagem de Senegal por um ponto (10-9).

No segundo quarto Moçambique teve uma entrada avassaladora. As senegalesas não baixaram os braços, e responderam à medida. Todavia, a pressão alta que a Selecção Nacional fazia a todo campo bloqueou literalmente o seu adversário. Moçambique foi ao intervalo a vencer por oito pontos (18-26).

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Se à longa distância continuavam a escassear soluções, o mesmo não se pode dizer em relação às penetrações, com boas combinações entre Tanucha e Tamara. De resto, foi um terceiro quarto bastante sofrido. Embora estivesse a vencer por uma margem de 10 pontos, Moçambique saiu com apenas dois de vantagem (32-34).

Entrávamos no momento decisivo. A equipa de todos nós estava a 10 minutos de definir o seu futuro: vencer para se qualificar à fase mundial dos de qualificação aos Jogos Olímpicos Tóquio-2020. Com apenas um minuto do jogo a diferença era tangencial (35-36).

Senegal pediu desconto de tempo. Passou a defender a todo campo. A equipa de Mabê acusou a pressão e o nervosismo. Moçambique vencia por seis pontos (39-45). Um triplo de Elizabeth Pereira (41-48) devolveu as esperanças, para depois garantir praticamente a qualificação com mais um triplo (43-53), com um minuto e 20 segundos do fim, estabelecendo o resultado final em 49-56.

 

Fonte:Jornal Noticias

Veneno dos Mambas apontado aos Tubarões Azuis

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Selecção nacional de futebol, os Mambas, defronta amanhã a sua congénere do Cabo Verde, em partida da segunda jornada do grupo F de qualificação ao CAN-2021. Os Mambas só pensam na vitória, no jogo de hoje.

Partiram na passada sexta-feira, tiveram uma escala em Luanda e foram a Lisboa, onde realizara um treino, num sintéctico daquela cidade portuguesa e pernoitaram num dos hotéis que é utilizado pela Federação Portuguesa de Futebol para albergar suas selecções. Na manhã de hoje, domingo, seguiram para cidade de Praia, onde ainda hoje realizaram o treino de adaptação ao jogo desta noite, diante do Cabo Verde, em partida a contar para a segunda jornada do grupo F de qualificação ao CAN-2021.

Levam consigo o estatuto de líderes do grupo, depois da vitória frente ao Ruanda, na passada quinta-feira, numa partida em que tiveram uma brilhante exibição, que não condizia com as inúmeras oportunidades de golos desperdiçadas.

Amanhã, bem mais difícil, terão pela frente os Tubarões Azuis, que vem de um empate encorajador, em Yaoundé, diante dos Camarões, sem abertura de contagem. Difícil porque defronta uma selecção composta por jogadores, maioritariamente nascida e que joga na Europa, mas que representa os Tubarões Azuis. E mais: uma selecção com ambições claras de regressar a fina flor do futebol moçambicano, depois de ter falhado duas edições.

E por isso os Mambas vão a Santiago com muitas cautelas, mas querendo manter a senda vitoriosa que vem tendo com Luís Gonçalves no comando, nomeadamente conquistando a sexta vitória consecutiva, cinco delas com a nova equipa técnica.

É por isso que o selecionador nacional, Luís Gonçalves, pede alguma calma na abordagem do próximo jogo. "É verdade que a exibição da quinta-feira (dia 14 de Novembro) foi muito boa, faltou-nos mais um ou dois golos, mas Cabo Verde é uma equipa diferente do Ruanda, e tem características próprias" alertou, na hora de partida, na passada sexta-feira.

Aliás, "ainda temos que saber com quem podemos contar para este jogo, pois neste momento ainda não consigo dizer se tenho todos jogadores operacionais " explicou Gonçalves, mesmo antes da viagem desgastante que os levou a cidade de Praia, dois dias depois de terem deixado Maputo.

 

Jogadores querem vitória

Telinho, que fez um grande jogo diante do Ruanda, tendo até marcado um dos golos da vitória, garante que apesar do pouco tempo de repouso, os Mambas vão a Cabo Verde para conquistar os três pontos. "Sabemos que não será um jogo muito fácil, mas todos nós estamos cientes, tranquilos e com mentes limpas para fazer o nosso melhor, que é chegar lá impor o nosso futebol, e conquistar os três pontos" disse o artilheiro da União Desportiva de Songo.

O avançado que pode jogar também a médio, Luís Miquissone, e o experiente defesa esquerdo, Edmilson, suplentes não utilizados contra o Ruanda, dizem estar prontos para responder quando chegar a sua vez.

 

Todos jogadores estão aptos para mais logo

Os Mambas realizaram apenas dois treinos antes do jogo desta noite, nomeadamente em Lisboa, no sábado, e hoje, na adaptação ao relvado sintéctico que vai acolher o jogo. Ambos os treinos foram ligeiros, até porque as longas viagens não permitiram que fossem sessões mais duras para o seleccionador poder montar o melhor esquema para defrontar o Cabo Verde.

Mas em termos clínicos, ainda assim, o combinado nacional está estável, com todos jogadores disponíveis para defrontar os Tubarões Azuis, segundo garantia do massagista dos Mambas, Solomone Cossa. Tirando Reginaldo que esteve acossado por uma gripe, prontamente estancada, todos estiveram bem em todos os momentos, tendo respondido positivamente aos esforços pedidos por Luís Gonçalves.

Facto mesmo é que o seleccionador nacional terá que montar uma equipa forte em todos os sectores, para colmatar os pontos fortes do seu adversário e aproveitar as fragilidades que possa apresentar.

O jogo entre Cabo Verde e Moçambique inicia quando forem 18H00 desta segunda-feira, no Estádio Nacional, na Cidade da Praia, e terá a arbitragem nigeriana, comandada por Joseph Odey Ogabor, tendo Efosa Celestino Igudia e Isan Usman como assistentes. Patience Madu Ndidi (Nigéria) será o quarto árbitro e Abdellah Aboulkacem, de Marrocos, é o comissário desta partida.

 

Tolerância de ponto em Santiago para ver Cabo Verde vs Moçambique

O Governo de Cabo Verde concedeu tolerância de ponto para a tarde desta segunda-feira, isto para que os cabo-verdianos possam ir ao Estádio Nacional ver o jogo da selecção local de futebol, que defronta Moçambique.

Segundo uma resolução do Conselho de Ministros, citada pelo Inforpress de Cabo Verde, a tolerância de ponto é concedida a todos os agentes do Estado, dos institutos públicos e das autarquias, da Ilha de Santiago, durante o período da tarde.

De acordo com a publicação cabo-verdiana, esta medida é um forte apoio que o Governo dá aos Tubarões Azuis, tendo em vista a alcançar o seu objectivo de obter um bom resultado, no jogo desta tarde, mas a mesma não abrange trabalhadores cuja natureza não deve ser interrompida, casos de policias, bombeiros, pessoal de saúde, entre outras.

 

Rui Águas desconhece Mambas

Depois do empate na passada quarta-feira, o combinado cabo-verdiano, está moralizado para defrontar os Mambas, tendo realizado três sessões de treinos para o jogo. Rui Águas, seleccionador nacional de futebol dos Tubarões Azuis, diz que não sabe se conhece o combinado moçambicano, tendo em conta os últimos resultados.

Rui Águas, que já conta com todos os convocados e alguns que não estiveram presentes no jogo diante dos Camarões, diz que o empate de quarta-feira fora de casa deu outra embalagem aos Tubarões Azuis para encarar o jogo com Moçambique. Rui Águas diz confiar nos seus jogadores, mas alerta para o momento de confiança que os Mambas atravessam, depois de cinco jogos sem perder, quantro deles sem sofrer golos.

Heldon, um dos jogadores mais experientes nos Tubarões Azuis, olha para o grupo e conclui que a camaradagem no balneário neste momento está muito forte e apto para o jogo desta noite.
A equipa técnica conta com o avançado Zé Luís, o guarda-redes Mário Évora e o defesa Elvis Mendes, os três jogadores que não conseguiram chegar aos Camarões.

No confronto directo entra ambos, os Mambas levam vantagem, em virtude de terem vencido dois jogos, enquanto os Tubarões Azuis venceram apenas um jogo.

 

Fonte:Opais

De menina à Deusa das águas africanas

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A moçambicana Daisy Nhaquila é uma das duas atletas de África a conseguir acesso directo aos jogos Olímpicos de Tóquio 2020, após vencer o africano de vela deste ano. Conheça nos próximos parágrafos um pouco da vida de uma das mais promissoras velejadoras de Moçambique, de África e do mundo. 

O que começou forçado, acabou amado. Da birra para não velejar, a conquista do Africano deste ano e consequente qualificação aos Jogos Olímpicos de 2022 por mérito próprio, ou seja, sem um convite.

A verdade é que a Deisy Nhaquila que hoje a conhecemos começou, em parte, como muitos astros do desporto. É que por um lado ela iniciou nas camadas de formação, e por outro sem a sua vontade. 

Na prática hoje as crianças esbanjam beijinhos a camera. Sorriem empolgadas dirigindo-se ao mar para velejar, mas a primeira vez que lá foram (ao mar) a história foi, no mínimo, engraçada. 

"É um comportamento de crianças" disse Ernesto Rogério, o primeiro técnico de Deisy Nhaquila, antes de soltar uma gargalhada, provavelmente recordando o choro de centenas de crianças que passaram pelas suas mãos.    

Quanto ao choro, Deisy Nhaquila não foi uma excepção, ou melhor, ela também não queria por nada se fazer a água, e muito menos entrar no barco a vela para disputar uma prova. 

Quando o jornalista a questionou sobre os seus choros, ela começou sorrindo, incrédula. Tapou a face com as duas mãos, revelando alguma timidez. Uma reacção que surpreendeu o jornalista, afinal, a vergonha não é uma de suas características. 

"Eles estão a exagerar um pouco, mas é sim verdade, eu chorava muito" Deisy reconhece e justifica que "para uma criança de oito, nove anos, estar no meio do mar não é algo fácil de se encarar".     

E a dificuldade as vezes chega ao extremo. "Uma vez eu fazia a travessia Maputo – Chefina, e no meio da prova eu desisti, voltei e o meu coach mandou-me para casa" ela conta entre sorrisos e gargalhadas, e depois acrescenta, "eu disse a minha mãe que não queria mais velejar, mas meu pai ouviu e forçou-me a continuar".

Hoje eu agradeço pelo que ele fez” concluiu. 

 

Forçada pelo pai a saber velejar

O pai forçou-a a continuar, mas no clube Marítimo viu-se obrigada a começar a nadar (requisito necessário para velejar), e começar a velejar, tal como outras crianças da Escola Primaria do bairro do Triunfo, como explica o seu primeiro treinador.

"Tivemos um trabalho com a escola e elas cederam-nos um grupo de crianças (entre elas Deisy), e eu trabalhei com elas para os Jogos Africanos em 2011" recordou o coach Ernesto Rogério, que descobriu a campeã africana. 
Em 2011, tudo mudou para o clube marítimo e, no ano seguinte, tudo começou a mudar para a velejadora de 19 anos de idade, assim como para o novo treinador, César Sanchez. 

"Iniciou a treinar comigo em 2011, e aí começamos a fazer uma carreira de optimist, assim, desde 2012 até 2015 ela foi campeã africana" relembrou o segundo treinador de Deisy.  

 

Uma campeã num país desconhecedor da modalidade

Moçambique, um país novato na modalidade de vela, representado por uma atleta, até então desconhecida no mundo a fora, construía o que já se considera um reinado nas águas africanas.

Em 2016 foi campeã africana apela primeira vez já na classe Laser, já não na classe infantil, mas na classe Olímpica que ela apurou agora, já cada vez mais traquina, mais mulher, e nos últimos anos, a contar desde 2016 ano em que ela foi campeã africana, começamos a apostar num trabalho olímpico” recordou o treinador.  

 

Qualificação aos Jogos Olímpicos 2020 é uma grande responsabilidade

A aposta não podia ser a mais acertada, e veio a confirmar-se com a conquista de mais um africano, mas agora na classe Laser Radial, e que garante o ingresso aos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020. 
É uma responsabilidade por eu ter sido a primeira classificada nos africanos de vela (deste ano) e por isso, uma das duas atletas africanas qualificadas aos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020” disse. 

Ao primeiro qualificado exige-se trabalho árduo, porque mais do que representar a si mesma, “representa Moçambique, representa toda a África que vê em mim um potencial enorme como velejadora” explicou Daisy.  

 O desejo de chegar aos jogos Olímpicos não é novo, e a melhor amiga, Elisangela, recorda que “ela fala sobre qualificar-se para os Jogos Olímpicos desde 2015, e sempre manteve o foco nisso”. 

E o foco agora é mostrar ao mundo que por cá há muito mais do que simples velejadora, que por aqui (em Moçambique e África) há verdadeiros diamantes por lapidar.

O meu colega tem dito que uns tem talento outros são esforçados, mas tu tens dom, tu nasceste para isso, e eu gosto porque é uma das coisas que ele diz que tenho, e que me destacam dos outros atletas” explica a velejadora.

 Mas dom apenas não basta para alcançar os objectivos, “é preciso trabalhar e moldar este dom, treinar arduamente, se esforçar, nunca faltar aos treinos, ter uma alimentação equilibrada, tem de estar tudo perfeito” clarifica. 

Para os Jogos Olímpicos, a melhor velejadora africana tem um único medo, o de não ter apoio quer para treinar fora e em centros de alto rendimento, quer dos familiares, a fonte das suas forças. 

 

Deyse: uma rol model
Para o clube Marítimo, Deisy tem sido um farol para as gerações vindouras. “Ela é o rol model, pois ela faz todos acreditarem que é possível chegar longe uma vez que ela conseguiu” disse Stalino Duarte, representante do clube Marítimo.  

O facto da promissora velejadora ter alcançado os Jogos Olímpicos é um feito que mostra avanços na qualidade dos velejadores nacionais, pelo menos aos olhos de Hélio Alberto, Presidente da Federação Moçambicana de Vela e Canoagem.

 Deisy Nhaquila treina arduamente com uma coach que não se encontra no país, mas que acompanha o progresso da atleta através de vídeos, para tentar ajudar a menina a velejar cada vez mais distante, hasteando a bandeira de um país com dificuldades de apostar a sério em modalidades individuais. 

 

Fonte:Opais

Moçambique entra com pé direito

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A Selecção Nacional de futebol entrou com o pé direito na fase de qualificação para o CAN-2021, ao vencer na noite de ontem, no Estádio Nacional do Zimpeto, o Ruanda por 2-0, jogo da primeira jornada do Grupo “F”.

Os golos foram apontados na primeira parte, primeiro por Mexer, na transformação de uma penalidade, e depois por Telinho.

Com esta vitória, os “Mambas” comandam o grupo com três pontos, mais dois que Cabo Verde e Camarões, que empataram quarta-feira sem abertura de contagem em Yaoundé. O Ruanda está na última posição, sem nenhum ponto.

Os “Mambas” seguem ainda hoje para Cabo Verde, onde vão jogar segunda-feira, na cidade da Praia, para a segunda jornada desta qualificação. Antes de desembarcarem na capital cabo-verdiana na manhã de domingo, têm programado um treino amanhã em Lisboa, onde farão escala.

Para o embate frente a Cabo-Verde, Moçambique vai, segundo o seu treinador Luís Gonçalves, ao ataque, mas sem descurar questões defensivas.

Aliás, a Selecção Nacional está bastante motivada, uma vez que ontem alcançou a quinta vitória consecutiva, portanto, a quarta de Luís Gonçalves.

 

Fonte:Jornal Noticias

RDCongo desiste e Moçambique estreia-se diante da Nigéria em Basquetebol

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A SELECÇÃO Nacional da República Democrática de Congo desistiu da fase africana do Torneio Pré-Olímpico em Basquetebol Sénior Feminino, que ontem arrancou no pavilhão do Maxaquene, na cidade de Maputo. Inseridas no Grupo “A”, juntamente com Moçambique e Nigéria, as congolesas tinham o seu primeiro embate marcado para as 15.30h, diante da Nigéria, o que não chegou a acontecer.

Ainda não há informações oficiais da desistência da equipa que ocupou o sexto lugar no último “Afrobasket”. Por seu turno, a Nigéria até deslocou-se ao pavilhão, mas às 15.00h retirou-se de regresso ao hotel, depois da confirmação do adiamento do jogo.

 

Fonte:Jornal Noticias

Mambas vencem Ruanda por 2-0 no Zimpeto

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A selecção nacional de futebol venceu, esta noite, o Ruanda por dois zero, em jogo da primeira jornada do grupo F de qualificação ao CAN-2021 nos Camarões.

Os golos dos Mambas foram apontados por Mexer, na marcação  de uma grande penalidade, e Telinho. Com esta vitória, Moçambique assumiu a liderança do grupo com três pontos.

Os Mambas voltam a jogar na segunda-feira, 18 de Novembro, na cidade da Praia, com a sua similar de Cabo Verde.

 

Fonte:Opais

Históricos à beira do abismo!

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Para os menos cépticos e pragmáticos, as crises directivas que têm vindo a caracterizar os clubes históricos, em particular, já não constituem nenhuma surpresa, considerando que vários factores estruturantes estão na origem deste “flagelo”. dentre eles, o maisvisível de todos é a crise financeira que se faz sentir à escala planetária!
 
A grandeza histórica de clubes icónicos e quase centenários, como são os casos do Clube de desportos da maxaquene (ex-Sportingde lourenço marques) e do Grupodesportivo de maputo (ex-des-portivo de lourenço marques), está descaracterizada por conta das crises que vêm assolando os mesmos.
 
A incapacidade de resolver problemas elementares, como o pagamento de salários aos seus colaboradores e outras despesas afins, colocam os clubes em lutas constantes pela sobrevivência e a incerteza sobre o futuro tem acompanhado o dia-a-dia dos mesmos.
 
 
 
Fonte:Opais

Mambas, vamos a eles…

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É já esta noite  que os Mambas iniciam a campanha de qualificação rumo ao CAN-2021, quando defrontarem o Ruanda, no Estádio Nacional do Zimpeto, para a primeira jornada do grupo F. Luís Gonçalves e os jogadores, estão cientes do adversário que vão enfrentar, mas o ambiente é favorável para iniciar com uma vitória.

Arrancar a fase de qualificação com uma vitória é sempre essencial para atingir as aspirações do combinado nacional, de regressar a fina-flor do futebol continental, nove anos depois da última participação, em Angola, em 2010. É com este espírito e determinação que os Mambas vão entrar em campo, mais logo, quando defrontarem o Ruanda, para a primeira jornada do grupo F de qualificação a fase final do CAN, Camarões-2021.

Uma partida que não se avizinha fácil, tal como os próprios assumiram, na antevisão, hoje, durante a conferência de imprensa conjunta. Reinildo, Zainadine Jr. e Luís Gonçalves assumem o desejo de vencer e iniciar da melhor maneira a fase, mas reconhecem que o adversário não será pera-doce.

Jogamos no nosso meio, diante do nosso público, que será a nossa fonte para realizarmos um bom jogo e vencer o nosso adversário. Respeitamos o adversário, mas o que nós queremos é sair do campo com os três pontos. É sempre bom começar a vencer e é isso que vamos procurar fazer. O ambiente no balneário está bom, estamos mais coesos e unidos e vamos implementar em campo as orientações do treinador”, foram algumas das frases mais ditas por Reinildo e Zainadine Jr., dois dos principais maestros da defensiva moçambicana.

 

Jogos do passado ficaram no passado

Luís Gonçalves, o seleccionador nacional, conseguiu um facto histórico ao nível do combinado nacional. Venceu os primeiros três jogos a frente dos destinos dos Mambas, facto nunca antes conseguido, pelo menos nos últimos 20 anos, em que passaram pela selecção nacional mais de cinco treinadores.

Gonçalves foi peremptório na sua explanação! Os resultados do passado fazem parte do passado e agora há que iniciar tudo do zero, tanto mais que “estamos a iniciar uma nova campanha e, por isso, do zero”. Diz que as expectativas são elevadas no seio dos jogadores, mas que estão a ser geridas “de forma positiva e profissional”, por forma a “sermos fortes e competentes em campo”, para vencer.

 

Não se ganham jogos por antecipação

Os Mambas querem vencer o jogo desta noite, isto é um facto, mas ainda não venceu! Ou seja, não se ganham jogos por antecipação, tal como reconhecem os jogadores e a equipa técnica. O mais importante é entrar determinados e focados para chegar aos golos necessários para terminar com vitória e os três pontos “na sacola”.

 

Treinos à porta fechada

Depois de um primeiro treino em que os moçambicanos e a imprensa esteve presente, na segunda-feira, a equipa técnica nacional decidiu fechar as portas para os treinos da terça e quarta-feira, respectivamente, tanto para o público, bem como para a imprensa.

E o motivo para tal acção não surpreendeu a ninguém: “nos fechamos dentro do grupo para nos conhecermos melhor, nos concentrarmos e traçarmos estratégias, sem que ninguém nos atrapalhe”, mas também porque “o adversário chegou na segunda-feira e não queremos dar qualquer espaço para eles nos estudar. Qualquer informação nas mãos do adversário é vital e pode nos custar alto”. Foram os dois motivos que levaram Luís Gonçalves a preferir pelos treinos a porta fechada, terça e quarta-feira.

 

Vencer para presentear aniversariante Dominguez

Mas há ainda um outro factor determinante para os jogadores somarem um triunfo no jogo de amanhã: o aniversário de Dominguez. Tal como acontecera diante das Maurícias, em que nas vésperas Mexer completou anos e os Mambas venceram por duas bolas sem resposta, desta feita é o capitão que está na expectativa de ser presentado com uma vitória. O internacional e capitão da selecção nacional completou 36 anos de idade hoje, quarta-feira, e os jogadores querem vencer amanhã para darem um presente e molharem o jogador com champagne em sua homenagem.

Por isso pedem que o público esteja na máxima força nas bancadas do Estádio Nacional do Zimpeto, para ajudar a felicitar o capitão dos Mambas, o “puto maravilha”.

O embate entre os Mambas e os ruandeses vai iniciar quando forem 18H00, no ENZ, e os bilhetes já estão a venda nas lojas da Shoprite e no local do jogo, aos preços de 150 meticais para as bancadas sol e topos, e 250 meticais para a bancada central.

 

Fonte:Opais

Witi seguro de uma vitória diante do Ruanda

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À saída do Aeroporto Internacional de Maputo, nas malas, Witness Quembo ou Witi como é conhecido, trazia roupas e outros utensílios, na mente ele carregava a certeza de que o hino moçambicano será entoado nos Camarões, mas para já o Ruanda é o foco.

Aliás "nós sabemos que o adversário vem aqui para nos tirar pontos, mas nós estamos preparados mentalmente para um jogo difícil" garantiu o defesa esquerdo que evolui no C.D Nacional de Portugal.

O atleta que tem sido vital naquele clube, assim como na seleção nacional, explica que até há algumas ideias para ultrapassar tais dificuldades e, assim, evitar danos maiores. "Temos de jogar o nosso futebol e focarmo-nos o máximo no nosso trabalho" explicou.

Witi garante que o sucesso poderá passar igualmente por boas exibições individuais que, por conseguinte, podem catapultar a prestação colectiva da selecção Nacional do país.

O jogador de 23 anos de idade reconhece que bater o Ruanda não serão "favas contadas" porque em jogo está apenas um lugar no grupo H para as três seleções (Moçambique, Ruanda e Cabo Verde), uma vez que o Camarões está automaticamente qualificado por ser a anfitriã.

"Na fase de grupos não há jogos fáceis, não há adversários fáceis porque são todos jogos importantes" começou por explicar Witi, tendo depois vaticinado que "se encararmos os jogos com a mesma sinceridade, com o mesmo objectivo que temos vindo a encarar, venceremos a partida".
 
Para ganhar será importante também o apoio da família moçambicana, ou seja, todos Moçambicanos, por isso é que Witi apela ao público a apoiar os Mambas se fazendo presentes no Estádio Nacional do Zimpeto na quinta-feira.

Depois do Jogo de domingo no Estádio Nacional do Zimpeto, os Mambas viajam para Praia, no dia 18, para defrontar o Cabo Verde.   

 

Fonte:Opais

Galp apoia selecção nacional de futebol

A Galp irá financiar actividades da selecção nacional de futebol por um período de um ano renovável. O acordo, cujos valores envolvidos não foram revelado, foi assinado hoje entre a petrolífera portuguesa e a Federação Moçambicana de Futebol.
 
Há vinte anos como parceiro da selecção portuguesa de futebol, actual campeã europeia e vencedora da Liga das Nações, a Galp energia associou agora sua marca aos Mambas, no quadro das várias actividades de responsabilidade social que tem levado a cabo no país.
A empresa portuguesa de energia espera, com este passo, ajudar a transformar a selecção nacional de futebol de Moçambique cada vez mais numa referência e a afirmar-se ao nível internacional.
 
De forma simbólica, e como registo do início de uma parceria que se espera frutuosa e duradoura, o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Alberto Simango, ofereceu a nova camisola dos Mambas ao CEO da Galp, Paulo Varela.
 
Na sua intervenção, Paulo Varela começou por recordar que esta empresa do sector de energia está baseada em Moçambique há 60 anos e, durante este período, tem actuado em diversos sectores da sociedade.

Mais: que a Galp tem actuado de forma relevante em vários sectores da sociedade moçambique e, por isso, o apoio ao desporto e um passo natural no desenvolvimento do país.
 
 “Temos uma actividade bastante relevante em termos de responsabilidade social. Nós estamos altamente comprometidos com as sociedades em que estamos inseridos. Temos desenvolvido diversos projectos nos sectores da educação e das energias renováveis, e, por isso o apoio ao desporto e em particular ao futebol, pareceu-nos ser um passo natural neste nosso desejo de juntar sinergias para energia da Galp a energia dos Mambas e, em conjunto, ajudarmos a transformar a selecção nacional cada vez mais numa referência para os moçambicanos”.
 
Este acordo enquadra-se na estratégia da Federação Moçambicana de Futebol de reforçar a capacidade financeira da agremiação para dinamizar as suas actividades.
 
Para o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Alberto Simango Jr., é um privilégio e satisfação celebrar este acordo que vai dinamizar as actividades da selecção nacional.
 
Simango prometeu ainda uma gestão criteriosa dos valores a serem alocados pela Galp no quadro deste acordo.

Assumimos o compromisso de usar, de forma correcta, este valor em prol do futebol. Com a assinatura deste memorando, abre-se uma porta para alavancarmos o futebol moçambicano. Os Mambas e o futebol agradecem”.

 

Fonte:Opais

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