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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

FMP “pisca o olho” a Pedro Nunes

PEDRO

 

É responsável pela melhor classificação de sempre de uma selecção nacional de hóquei em patins no Mundial do grupo A:  quarto lugar alcançado em 2011, em San Juan, na Argentina.

Pedro Nunes, treinador português que nos últimos cinco anos orientou o Benfica, poderá estar de regresso à selecção nacional de hóquei em patins.

Nunes foi contactado telefonicamente pela Federação Moçambicana de Patinagem (FMP) para orientar os “ngonhamas” no Campeonato Africano de hóquei em patins, prova a realizar-se em Luanda, Angola.

O facto foi confirmado ontem ao “O País” pelo presidente da Federação Moçambicana de Patinagem, Nicolau Manjate, que adiantou que Pedro Nunes manifestou interesse em voltar ao banco da selecção.

Ontem, já houve a formalização do convite através de uma carta enviada ao técnico português que, em 2015, em La Roche-Sur-Yon, França, também orientou a selecção nacional no Mundial, onde Moçambique ocupou o sétimo lugar.

A ideia passa por Pedro Nunes juntar-se à selecção nacional de hóquei em patins a 6 de Março, em Luanda, Angola, palco da prova que apura o único representante africano ao Mundial, competição agendada para os dias 7 a 14 de Julho, em Barcelona, Espanha.

Posso sim confirmar que contactámos telefonicamente o senhor Pedro Nunes para orientar a selecção nacional de hóquei em patins. Ele já trabalhou connosco e conhece o grupo de trabalho”, disse Nicolau Manjate.

O presidente da FMP disse ainda ao “O País” que o processo de preparação irá decorrer sem sobressaltos, uma vez que “termos já criado todas as condições logísticas para a selecção nacional”.

Nesta competição, a selecção nacional de hóquei em patins vai certamente discutir o acesso ao Mundial com Angola, Egipto e África do Sul.

Os atletas que evoluem na Europa somente irão juntar-se ao grupo de trabalho em Luanda. A delegação moçambicana deixa Maputo no dia 6 de Março, rumo ao palco da prova que apura o representante africano ao Mundial de Barcelona, na Espanha.

Para já, Pedro Tivane, seleccionador-adjunto, e Pedro Pimentel, director técnico da FMP, têm trabalhado com Arnaldo Queiroz, Alfredo Mandlate, Kevin Pimentel Simões, Pedro Pimentel Júnior, Rafael Elias, Rodrigo Xaviet, Ivan e Spiros Esculudes, Artur Jorge Mapinguissa, Mário Alcides e Macário Joaquim, Lucas Salvador Cossa, David Severino Tuaibo, Manfrede Calange e Michael Machaule.

 

Fonte:Opais

MABJAIA PODE ABANDONAR FEDERAÇÃO NESTE SEMESTRE

mabjaia1

 

A decisão é da nova Direcção do Conselho Nacional do Desporto (CND), eleita em Dezembro, presidida por Ricardo Portugal, este que manteve uma conversa telefónica com desafio mostrando-se chocado pelos últimos acontecimentos que se verificam nas federações nacionais, tendo destacado o caso da Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB).

Francisco Mabjaia, recorde-se, terminou o seu segundo mandato em Junho do ano passado, pelo que, como rezam os estatutos, já não deve recandidatar-se para continuar a dirigir os destinos da “bola ao cesto”. Depois de muitos alaridos, foi finalmente marcada a Assembleia-geral no passado mês de Janeiro, à margem dos campeonatos nacionais de juvenis masculinos e femininos, que tiveram lugar em Chimoio (Manica). Entretanto, a AG de Chimoio não era electiva.

A magna reunião serviu, entre outros pontos, para preparar as eleições que deverão acontecer no dia 14 de Dezembro, depois da discussão e posterior aprovação das nove associações provinciais que discutiram os cinco pontos. A de Nampula foi a única ausente.

 

Fonte:Jornal Noticias

“É importante que encontrem um modelo sustentável”

ANA

 

Os moldes de disputa do Moçambola 2019 só serão conhecidos na assembleia- geral da Liga Moçambicana de Futebol, agendada para finais do mês em curso, e resultarão das condições financeiras que o organismo apresentar à data.

A situação já foi a debate deste final do ano passado, sobretudo, porque a última edição da prova esteve para ser interrompida, devido à falta de fundos.

Uma engenharia que contou com a intervenção do Presidente da República, Filipe Nyusi, permitiu que o principal campeonato nacional fosse até ao fim.

Entretanto, os problemas mantiveram-se. No fim do campeonato, antecipando-se a prováveis problemas, a LMF sugeriu aos associados quatro modelos e apresentou os respectivos prós e contras.  

Ora, o Moçambola arranca a 30 de Março, mas o modelo, esse, continua incógnita.
A vice-ministra da Juventude e Desportos, Ana Flávia Azinheira, diz que os responsáveis pela decisão, devem pensar num modelo que garanta cobertura financeira sem sobressaltos.

Estamos confiantes que a Liga e a Federação Moçambicana de Futebol estão de facto a pensar num modelo sustentável. O mais importante é encontrar sustentabilidade nesta prova, porque não vale apenas pensarmos numa prova em que não vamos conseguir sustentar.

Quando falamos em sustentabilidade, falamos de angariar mais parceiros. Trazer mais valia e valor à competição e à marca Moçambola, para que possa facilmente sustentável”, disse.

Anualmente, o Governo renova apoio às federações e associações desportivas através do Fundo de Promoção Desportiva nos Contratos-Programa.


O futebol é a modalidade que maior bolo tem recebido no âmbito destes financiamentos, Ana Flávia diz que o apoio vai continuar, mas vinca que a escolha de um modelo ideal será a solução, tal como o é em outros quadrantes.

O Governo está continuamente a investir, apoiar e sempre vai investir no desporto nacional. A própria competição em si, como acontece em todo o mundo, é dinamizada através de modelos sustentáveis. É esta engenharia que nós gostaríamos que fossem encontradas pelos nossos gestores de futebol”, considerou.

Lembre-se que, apesar do défice financeiro que sempre representou, a Liga Moçambicana de Futebol sempre assumiu que o actual modelo de disputa do Moçambola é o ideal.

 

Fonte:Opais

Costa do Sol ergue Supertaça

SUPERTACA-I

 

O COSTA do Sol conquistou, na tarde de ontem, mais uma Supertaça nacional em futebol, a segunda consecutiva e oitava no cômputo geral, após vitória sobre a União Desportiva do Songo, por 2-0, no Estádio Nacional do Zimpeto, o mesmo resultado que impôs a este mesmo oponente na edição-2018.

 

Fonte:Jornal Noticias

Artur Bandeira apita jogos do grupo “D” da Afro Liga

BANDEIRA

 

Mais uma nomeação, mais um reconhecimento das suas qualidades. A FIBA-Africa indigitou, há dias, o árbitro internacional de basquetebol Artur César de Castro Bandeira para apitar jogos do grupo “D” da Afro Liga de Basquetebol, prova realizar-se de 15 a 17 de Fevereiro, no Madagáscar.

O grupo é composto pelo Petro de Luanda (Angola), Smouha S.C (Egipto), ASDB Mazembe (República Democrática do Congo) e Club Omnisports Police Nationale (Madagáscar).

Experimentado, Artur César de Castro Bandeira apitou ano passado, por indicação da FIBA-MUNDO, jogos do grupo “F” da quarta janela de qualificação da zona africana para o Campeonato do Mundo da China-2019, em Lagos, Nigéria.

Ainda no ano passado, precisamente entre os dias 28 de Junho e 1 de Julho, o único árbitro internacional moçambicano na actualidade dirigira partidas do grupo  “C” da terceira janela das eliminatórias para o Mundial, no Cairo, Egipto.

Bandeira tem sido presença constante nas provas da FIBA-Africa. Em 2018, foi juiz-acompanhante do Ferroviário de Maputo na Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol, prova na qual a equipa moçambicana conquistou ao derrotar na final o Inter Clube.


Em 2017, marcou presença em Angola quando o Ferroviário de Maputo perdeu na final diante do 1º de Agosto de Angola.

Em 2016, em Maputo, e 2015, em Angola, foi igualmente nomeado para dirigir jogos desta competição africana de clubes.


O Bandeira foi  um dos juízes acompanhantes designados pela FIBA-África para apitar o Campeonato de Africano de Basquetebol Feminino (Afrobasket-2017).

Bandeira esteve presente, em 2015, no "Afrobasket" de Yaoundé, nos Camarões, prova na qual a selecção nacional de basquetebol sénior feminino ocupou a sexta posição.O árbitro internacional apitou ainda jogos do "Afrobasket" de Antananarivo, no Madagáscar, em 2009; Mali, em 2011; e Maputo, em 2013.

Conta, igualmente, com aparições nas fases finais da Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol em seniores femininos.


Este ano, foi um dos árbitros que dirigiu a final da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, prova que teve como vencedor o Ferroviário de Maputo.

 

Fonte:Opais

Jogadores de futebol no tribunal por agressão física aos árbitros em Pemba

tribunal

 

Três jogadores do Ferroviário de Pemba foram julgados esta quinta-feira pelo Tribunal Judicial da cidade de Pemba, pelo crime de ofensas corporais a uma equipa de arbitragem em pleno jogo, em Agosto de 2018, no Estádio Municipal da capital da província de Cabo Delgado.

Dos três acusados no processo, todos do Clube Ferroviário, apenas um compareceu ao julgamento, onde na presença de um dos árbitros supostamente agredidos, e do Presidente do seu Clube, o arguido, confirmou a sua presença no local do crime, no entanto, jurou a sua inocência.

Todos os jogadores manifestaram contra a decisão do árbitro que por ter sido corrompido para favorecer  a equipa adversária, assinalou um golo quando a bola não chegou a atravessar a nossa baliza. Eu também fiquei furioso com a situação, mas sou inocente porque não bati ninguém, apenas tentei acalmar os colegas que inconformados partiram para violência”, jurou o único arguido do caso ouvido em sede do julgamento.

O interrogatório durou cerca de 2 horas e nas  alegações finais o  Ministério público considerou haver provas suficientes da participação dos três acusados no crime, e pediu a condenação exemplar para evitar violência e vandalismo nos recintos desportivos, no entanto, a defesa pediu absolvição de todos arguidos por falta de provas matérias do  seu envolvimento no crime.

Está provado que os três jogadores violentaram fisicamente os árbitros, e para travar violência nos recintos desportivos, é necessário que sejam aplicadas penas exemplares”, Isaura Mariano, Ministério Público.

Para nos Meritíssimo, pedimos absolvição dos três acusados, porque nas imagens usadas como prova, não identificam as pessoas que protagonizaram os actos”, alegou Ussene Abdul, a defesa.

Os outros dois jogadores que não compareceram ao Tribunal foram julgados a revelia, e só serão procurados pela justiça, caso sejam condenados durante a sentença marcada para o próximo dia 19 de Fevereiro, de acordo com a decisão do Juiz da causa, Bruno de Castro.

 

Fonte:Opais

Cabo Delgado ainda em risco de não acolher jogos do Moçambola

campo

 

Cabo Delgado ainda corre o risco de não acolher jogos do Moçambola, devido a problemas financeiros da Baía de Pemba Futebol Clube, único representante da província na alta competição do desporto rei.

Baia de Pemba Futebol Clube não tem dinheiro para concluir as obras de reabilitação do Estádio Municipal de Pemba, que ainda precisa de uma grande intervenção nos balneários, vedação de segurança, bancadas e remoção dos postes de iluminação que foram implantados a cerca de um metro dos limites do campo.

Entretanto, para além de infra-estruturas, o clube também não tem dinheiro garantido para o pagamento de salários para os jogadores, segundo confirmou o Presidente do Clube, Abdul Satar Gani, que nos últimos dias começa a duvidar uma participação condigna de Cabo Delgado no Moçambola 2019.

Entretanto, para além do Clube, os governos provinciais e locais também estão preocupados com o Moçambola, e o novo Presidente do Conselho Autárquico de Pemba, prometeu trabalhar para que a capital de Cabo Delgado, acolha a maior prova de futebol do país.

Fundada em 2016, por um grupo de jovens do Histórico bairro onde Paquitequete, Baía de Pemba Futebol Clube, entra pela primeira vez na mais alta competição de futebol do país, representando Cabo Delgado, uma província que estava fora do Moçambola há cerca de 3 anos.

 

Fonte:Opais

CNAF confirma recepção do valor de 2018

acacio victor

 

O PRESIDENTE da Comissão Nacional de Árbitros de Futebol (CNAF), Acácio Victor, confirmou ao “Notícias” que o organismo que dirige recebeu quatro milhões de meticais da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) referentes à dívida de 2018, avançando que o mesmo chegará às contas dos homens do apito a qualquer momento.

 

Fonte:Jornal Noticias