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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Oito países confirmados no “Africano” de vela

VELA

 

ARRANCA já no domingo, na capital do país, o Campeonato Africano de Vela em juniores, prova que terá lugar na zona da Miramar até ao dia 2 de Dezembro. Até ao momento está confirmada a presença de Angola, África do Sul, Seychelles, Tanzânia, Tunísia, Oman, Sudão e ainda o anfitrião, Moçambique.

 

Fonte:Jornal Noticias

Ferroviário de Maputo cruza-se com KPA do Quénia nos quartos-de-final

Quartos de final

 

O Ferroviário de Maputo vai jogar, sexta-feira, com o KPA do Quénia nos quartos-de-final da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos.

Três vitórias diante do Equity Bank do Quénia, Vita Club da República Democrática do Congo e FAP dos Camarões, e uma derrota frente ao Inter Clube, colocam o Ferroviário de Maputo na segunda posição do grupo “A” da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos com sete pontos.

No cruzamento dos quartos-de-final, a equipa moçambicana joga com o terceiro classificado do grupo “B”, neste caso o KPA do Quénia. É um adversário o qual o Ferroviário de Maputo venceu, a 15 de Novembro de 2017, em Luanda, Angola, por 68-34, em jogo da terceira jornada do grupo “B” da competição.

Para, primeiro, qualificar-se as meias-finais e depois assegurar a terceira presença consecutiva numa final da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol, há que corrigir os erros cometidos no embate com o Inter Clube. O jogo Ferroviário de Maputo – KPA do Quénia está marcado para sexta-feira, às 18 horas, no pavilhão do Maxaquene.

 

Fonte:Opais

Francisco acredita que ainda vai jogar num clube grande da Europa

francisco

 

Francisco saiu ano passado da Liga Desportiva de Maputo para Portugal, onde foi prestar testes no Marítimo. Não conseguiu singrar na equipa principal, que já tem no Zainadine Jr. um dos capitães e titular indiscutível na defensiva madeirense. Mas porque tem muito talento, a equipa da Madeira optou por ficar com o jogador, que tem estado a evoluir na equipa B.

Diz que a experiência está a ser boa e o facto de já estar a jogar na equipa secundária, abriu espaços para ser chamado à selecção nacional de esperanças, os sub-23. “Pude vir ajudar a selecção a qualificar-se para a eliminatória seguinte com um golo e estou feliz. Vou continuar a trabalhar para ajudar o meu clube e a selecção quando me chamarem”, promete Francisco, autor do golo do empate em Eswatini, que garantiu a passagem dos Mambinhas à segunda fase de qualificação ao CAN-2019, onde vai defrontar o Zimbabwe.

O jogador moçambicano acredita que estar no Marítimo é um trampolim para chegar a grandes clubes europeus, pois: “durante o trabalho dou o meu máximo. Acredito nas minhas capacidades e que com mais trabalho vou chegar lá”, afirma esperançoso Francisco.

Jogar no Real Madrid, Barcelona, Manchester ou outro qualquer clube grande é a ambição de Francisco que agradece a todos que tem apoiado a sua carreira. “Quero agradecer a todos os que me apoiam e dão força para vencer, dizer que vou superar tudo e acredito que estarei no topo e pedir a essas pessoas para que continuem a me apoiar”, terminou satisfeito Francisco, logo após o fim do jogo entre Eswatini e Moçambique, que terminou com empate a uma bola, que qualifica a formação nacional à segunda fase de acesso à fase final do CAN-2019, que por sua vez qualifica as três primeiras posicionadas aos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

 

Fonte:Opais

“Não estou acima de ninguém, mas estou com aqueles que estão comigo”

abel

 

O seleccionador nacional, Abel Xavier, diz que o seu trabalho é definido em função das etapas e projectos já elaborados e que tem conteúdos que muitos desconhecem. Xavier garante que o principal objectivo do projecto é ver o crescimento e comportamento dos jogadores nacionais. “Desde o primeiro dia, quando cheguei ao país que me viu nascer e cheguei a FMF, sempre defini que as etapas que iria enfrentar eram suportadas por um planeamento que muitos chamam de projectos. O nosso projecto tem conteúdo e etapas cujas decisões não são visíveis ao povo, mas o que queremos é ver o crescimento e o comportamento dos jogadores”, disse o seleccionador nacional.

Abel Xavier esclareceu que em todas selecções nas quais vem trabalhando “com muito curto espaço de tempo”, os jogadores sempre deram sinais de crescimento, desde os sub-17 e os sub-20, garantindo que “há objectivos que queremos consolidar e ultrapassar que é competir com os demais que tem melhores condições”, nomeadamente selecções de grande potência ao nível africano.

O seleccionador nacional diz que há muita matéria-prima no país e “devemos estruturar da melhor maneira para que esta matéria-prima possa entroncar nas equipas do campeonato oficial que temos, que é o Moçambola, como forma de haver continuidade no seu crescimento e comportamento.

Relativamente a selecção sub-23, Xavier disse sentir-se satisfeito com o seu comportamento, pois é composta por jovens com ideias de uma nova mentalidade. “Por isso sempre disse que Moçambique tem futuro, tem geração de continuidade e penso que estes resultados devolvem uma crença ao povo” em relação às selecções nacionais.


MENSAGEM AOS MOÇAMBICANOS

Àqueles que acreditam e apoiam o trabalho que é desenvolvido na selecção nacional, o seleccionador nacional diz que não há dia sequer que quando entra para trabalhar não esteja a pensar nas vitórias. “É que muitas vezes estamos expostos a questão resultadista e depois exigem coisas que depois não nos dão para essa mesma exigência”, disse Abel Xavier para explicar aquilo que considera estar a acontecer e que é um estender da alegria que “queremos dar ao povo”.


VOZES QUE CRITICAVAM O MISTER

No que diz respeito aos críticos, Abel Xavier diz ter nenhuma mensagem, mas “penso que existe um espaço para eles”. “O que estamos a fazer por Moçambique nunca foi feito, mas não quer dizer que não podemos perder”, começou por dizer e assumir Abel Xavier, para depois deixar aquilo é o seu pensamento e desejo no trabalho que está a fazer na selecção nacional: “fazer Moçambique ser uma selecção forte”, mas para isso, “tem que haver continuidade e compreensão alargada de vários executores internos e externos”, pois o país tem futuro.

Abel Xavier diz que não está acima de ninguém, mas está “com aqueles que estão comigo”, tendo em conta que o seu compromisso e da estrutura técnica que acompanha o luso-moçambicano é “máxima à causa nacional”. E o compromisso dos jogadores é uma extensão daquilo que é pedido pela equipa técnica.

BALANÇO PRELIMINAR DO ANO

O seleccionador nacional terminou dizendo que não pode avaliar o ano desportivo 2018, até porque não comanda um clube, mas sim uma selecção. Xavier diz que age em conformidade com as datas que existem para as selecções nacionais. Portanto, “a equipa pode ser mais competitiva tendo mais capacidade de treinos e jogos, tal como aconteceu em 2017. Neste ano criamos competições em maiores quantidades para a formação e vamos ter actividades de formação”, referiu Abel Xavier.

 

Fonte:Opais