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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Mambinhas testam-se com ABB a pensar no Eswathini

abb

 

Mambinhas sub-23 defrontaram e venceram a Associação Black Bulls, esta terça-feira, em jogo de preparação para o embate da sexta-feira, diante do Eswathini, da primeira mão da primeira eliminatória de qualificação ao CAN da categoria, em 2019.

Sob orientação de Victor Matine, selecionador nacional deste escalão, os Mambinhas experimentaram algumas dificuldades para derrotarem o campeão da cidade de Maputo, por duas bolas a uma, um resultado que, de uma ou de outra forma, serviu para espevitar os jogadores a alcançarem um bom resultado na sexta-feira.

Com uma formação que está próxima de ser a base para o jogo diante do Eswathini, onde se destacavam jogadores como Danilo, Mexer, Raúl, Kamo Kamo, Candinho, Nilton, Mário, Kabine e outros, os Mambinhas abriram o marcador ainda na primeira parte, através do avançado da Liga Desportiva de Maputo, Kabine, resultado com que foram ao intervalo.

Na segunda parte, já com muitas alterações feitas como forma de experimentar todos os jogadores, os Mambinhas ainda dilataram o marcador por intermédio de Milton, antes de Ejaita reduzir a desvantagem do Black Bulls, que apesar de ter sido um jogo treino, de preparação do combinado nacional dos sub-23, deu muita luta, mesmo porque a missão era dificultar e fazer com que o colectivo da equipa técnica encontrasse os pontos-chave da selecção, as dificuldades, as vantagens e os tremedeiras, para colmatar os erros e não ser surpreendido pelo seu adversário, na sexta-feira.

O destaque desta partida foi para os jogadores Martinho e Genny Catoma, este último um dos melhores marcadores do campeonato da cidade de Juniores, que sendo jogadores do Black Bulls, envergaram a camisola dos Mambinhas.

Entretanto, os Mambinhas sub-23 viram-se desprovidos de dois três jogadores inicialmente convocados serem “desviados” para os trabalhos da selecção nacional, nomeadamente o guarda-redes Franque e os médios Amadu e Victor, devido a ausência de alguns jogadores, mas viu-se reforçado, não só pelos dois jogadores do Black Bulls, mas também por mais dois jogadores que vão substituir Bruno, Jonny e Neymar, que não se deslocaram ao país para o embate da sexta-feira.

Os Mambinhas voltam a treinar quarta-feira, mas à hora do jogo, 18H00, no relvado natural do Estádio Nacional do Zimpeto. Sexta-feira defronta o Eswathini, domingo assiste o jogo dos Mambas e segunda-feira parte para Manzini, onde na terça-feira joga a segunda mão desta eliminatória de acesso ao CAN da categoria, que terá lugar em 2019, no Egipto.

Para esta primeira mão, um trio proveniente do Burundi vai apitar o jogo, nomeadamente Georges Gatogato, árbitro principal, Shabani Niyungeko e Pascal Ndiminzigo, assistentes.

 

Fonte:Opais

Lançada Copa Paulo Rossi que junta equipas da periferia

COPAPAULOROSSI

 

Antigos futebolistas consideram que os torneios dos bairros são uma fonte de descoberta de novos valores do futebol nacional. Estes falavam durante o lançamento da Copa Paulo Rossi, uma prova que junta nove equipas da periferia da cidade de Maputo.
 
Trata-se de um torneio com mais de 30 anos. Antigamente designado torneio das mangueiras, agora é chamado Paulo Rossi em homenagem ao seu criador falecido há dois meses. Saídos deste torneio, Nonó, antigo jogador do Desportivo e Bebé antigo jogador do Matjedje, defendem maior valorização dos torneios dos bairros.

Faruk Simango, amante do desporto rei, considera que os torneios dos bairros ajudam as crianças a ter referências.

O pontapé de saída da edição 2018 do torneio Paulo Rossi, foi dado por Josimar jogador do Ferroviário de Nampula que igualmente foi descoberto no mesmo torneio. Lembre-se que o torneio conta com nove equipas sendo que é disputado num sistema de todos contra todos numa única volta.

 

Fonte:Opais

Duas americanas para o “sonho de África”

Carmen Tyson

 

Uma Poste e uma Extremo, parecem ser as únicas coisas que Leonel Manhique precisava para, quem sabe, desta vez mudar a história e levar o Ferroviário de Maputo ao inédito titulo africano.

Cierra Robertson-Warren e Carmen Tyson Thomas são ambas norte-americanas e vão cumprir a sua primeira experiência em África.

As duas jogadoras têm 27 anos, sendo que Cierra está vinculada aos turcos da Urla BLD e, segundo o Jornal Ferroviário, conta com passagens por principais ligas de países como Bulgária, Polónia ou Hungria.

Ainda segundo a mesma fonte, a extremo Tyson Thomas provém das australianas Easter Mavericks, da Primeira Liga e já sagrou-se campeã na Eslovénia e Chile.

Portanto, equivale isto dizer que, as duas atletas são, em principio, de créditos firmados e vão agregar valor às campeãs nacionais para a empreitada que se avizinha.

Ao Ferroviário de Maputo só falta mesmo o título africano, que no entanto, esteve próximo em pelo menos três ocasiões.

As locomotivas falharam em 2006, 2016 e 2017, sendo que em 2007 e 2015 tiveram que conformar-se com o terceiro posto.

Vontade e ambição sempre estiveram lá e desta vez espera-se que haja festa e fogos-de-artifício no pavilhão do Maxaquene, palco da prova.

O técnico do ferroviário de Maputo, Leonel Manhique que levou a equipa ao terceiro lugar em 2015 e ao vice-campeonato em 2016, quer escrever uma historia diferente, por isso, a visão também tem que ser diferente.

Em função do nosso desempenho no passado, olhamos para esta edição com ambição e missão de tudo fazer diferente para chegar ao título. Depois dos três últimos posicionamentos, não há nada neste momento que seja diferente de chegar ao primeiro lugar”.

Em relação aos dois reforços, Manhique diz que foram buscar o que não tinham no plantel.

O Ferroviário de Maputo sempre quis trazer as melhores jogadoras para este tipo de competições. Fomos ao mercado a procura do que não tínhamos e acreditamos que fizemos melhores escolhas, dentro daquilo que pretendemos, para conquistar a prova”, referiu.

Entretanto, a capitã Ingvild Mucauro e a experiente Anabela Cossa são as que apareceram na conferência de imprensa para a projecção da prova.

Fundamental nas últimas três edições da Taça de Clubes, Mucauro já foi campeã africana em 2012 pela extinta Liga Desportiva e assume, quer mais.

 “Já temos Licção estudada e acreditamos que estamos preparadas para enfrentar esta fase. Nós, como atletas, em primeiro lugar queremos este título. O Ferroviário de Maputo como clube e Moçambique merecem esse título. Vamos fazer tudo o que podermos para conquistar a prova e garantir o título africano” sustentou a capitã Locomotiva.

Uma das mais relevantes no plantel locomotiva, esteve nos cinco ideais em 2016, para além de ter sido a melhor triplista.

Anabela Cossa foi três vezes campeã africana, duas pelo Desportivo e uma pela Liga Desportiva.

A jogadora diz que há muito que a luta começou. Os últimos três anos foram de quase, desta vez, Cossa quer que o Ferroviário termine em grande.

Estamos a trabalhar há bastante tempo, devo dizer que esta luta começou há três anos e acho que a equipa já tem experiencia suficiente para encararmos esta prova de forma diferente. Estamos preparadas e concentrados para o efeito” explicou Cossa, para quem a pressão de estar a jogar em casa não vai afectar as atletas, ate porque o publico galvaniza mais a equipa”.

A direcção do clube não podia fazer diferente. O presidente Sancho Quipisso Jr. diz que estão a fazer de tudo para que a Taça, que seria a primeira desta dimensão, fique na vitrina do Ferroviário de Maputo.

Um dos objectivos pelo qual organizamos esta prova é, justamente, para lutarmos pela conquista ao título. Tenho a impressão de que tudo está a correr bem e sinto que é desta vez” finalizou. 

 

Fonte:Opais