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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Ferroviário vence Costa do Sol

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O “derby” entre o Ferroviário de Maputo e o Costa do Sol, o mais esperado da quarta jornada da segunda volta do Campeonato de Basquetebol da Cidade de Maputo, em seniores femininos, terminou com uma vitória das “locomotivas”, por 53-49.

 

No parquet do pavilhão do Desportivo exibiram-se as melhores equipas da capital do país e brindaram o público presente com uma agradável partida de basquetebol.

 

Com esta vitória, o Ferroviário isolou-se ainda mais na liderança, enquanto o Costa do Sol continua sólido no segundo lugar.

 

No campo do Ferroviário, as “locomotivas” das Mahotas venceram o Desportivo, por 69-55, um desfecho já esperado. O que não se esperava era que o Maxaquene triunfasse diante no reduto da A Politécnica. As “tricolores” em dia inspirado venceram por 74-62, em mais uma partida dos seniores femininos.

 

Numa dupla jornada dos femininos (sexta-feira e sábado), o Costa do Sol redimiu-se da derrota frente ao Ferroviário, tendo batido A Politécnica, por 70-41.

 

Já o Ferroviário passeou a sua classe diante do Desportivo, vencendo-o por expressivos 102-30, euquanto, as “locomotivas” das Mahotas, num fim-de-semana positivo, bateram o Maxaquene, por 54-37.

 

Nos seniores masculinos, a sétima jornada da terceira volta abriu com o Costa do Sol a “esmagar” o Atlético, por 75-58, mas destaque foi para a vitória do líder, Ferroviário, sobre A Politécnica, por 62-60.

 

Com esta vitória, o Ferroviário de Maputo, que antes, na sexta-feira, tinha vencido o Maxaquene, por 90-64, manteve a sua invencibilidade na fase regular.

 

Noutros jogos, A Politécnica venceu Matolinhas, por 81-61, e o Desportivo aplicou  chapa 100 ao Atlético, ganhando por 102-63.

 

Fonte:Jornal Noticias

Têxtil assalta comando no centro

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O TÊXTIL do Púnguè é o novo líder da Zona Centro do Campeonato Nacional de Futebol da Divisão de Honra, ao fim da quinta jornada disputada no fim-de-semana. Para o efeito, os “fabris” da Manga derrotaram o Sporting da Beira, por 2-1, e aproveitaram-se do empate, sem golos, registado no embate mais esperado da ronda entre o anterior líder Ferroviário de Quelimane e o Chingale, para assaltarem o comando, agora com 12 pontos. À entrada para esta ronda, o Têxtil era segundo e com a vitória trocou de posição com os “locomotivas” de Quelimane, com 11. Enquanto isso, o Chingale permanece na terceira posição com oito.

 

Noutros jogos da zona, o Desportivo de Manica bateu o seu homónimo de Tete, por 1-0, e já soma sete pontos, os mesmos que os “leões” beirenses e o Matchedje de Mocuba, este que empatou com o Benfica de Dondo a uma bola. Os “encarnados” contabilizam cinco, atrás do Pipeline da Maforga (seis), este que desferiu um forte golpe ao Estrela Vermelha da Beira vencendo por 1-0. Na penúltima posição está o Desportivo de Tete com quatro e, por último, o Estrela da Beira com apenas três.

 

Desportivo e Baía de Pemba mantêm-se na liderança

 

Os líderes das zonas sul e norte, designadamente Desportivo e Baía de Pemba, mantêm-se na liderança das respectivas provas. O Desportivo venceu à tangente o ESFA de Boane (1-0) e alargou a vantagem pontual em ralação o seu homónimo de Macuácua, que foi travado com um empate a um golo pela UP da Maxixe. Os “alvi-negros” somam actualmente 15 pontos, mais quatro que os gazenses.

 

Na terceira posição está o Clube de Gaza, que com a igualdade consentida frente ao “lanterna vermelha”, Ntumbuluku, soma oito. O trio constituído pelas formações da Académica, Ferroviários de Gaza e Inhambane segue com sete pontos. Enquanto os “estudantes” empatavam no duelo com o Estrela Vermelha, sem golos, os “locomotivas” gazenses e de Inhambane superavam as Águias Especiais (2-1) e Clube da Manhiça (6-0). Nas posições subsequentes estão as Águias Especiais e ESFA, ambos com cinco, UP da Maxixe (quatro), Clube da Manhiça (três) e Ntumbuluku (dois).

 

No norte, Baía de Pemba derrotou Angoche FC, por 3-1, e soma 12 pontos. Com o mesmo resultado, o Ferroviário de Lichinga venceu ao Desportivo de Pemba e conquistou a segunda posição, agora com 10 pontos, lugar antes partilhado por ambos. O Desportivo de Pemba divide a terceira posição com Benfica de Monapo, que saiu vitorioso no encontro com a Liga Desportiva de Cuamba, por 1-0.

 

Enquanto isso, o Ferroviário de Pemba não foi para além do nulo com a União Desportiva da Ilha de Moçambique. As duas equipas estão igualadas a cinco pontos. A Liga Desportiva de Cuamba segue com quatro e em último lugar está o Angoche Clube de Desportos.

 
 
 
Fonte:Jornal Noticias

AG da AFCM termina em polvorosa

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DEPOIS de relativa tranquilidade na apresentação e aprovação dos relatórios das actividades de 2016 e 2017, bem como as respectivas contas e planos de actividades e orçamento para a temporada 2018, a Assembleia-Geral da Associação de Futebol da Cidade de Maputo (AFCM), que teve lugar terça-feira, ganhou outra intensidade com acusações mútuas entre dirigentes de clubes e o presidente da agremiação.

 

Em causa está o processo de filiação dos clubes, inscrições dos jogadores, homologação das transferências, pagamento de taxas e o contributo das várias parcerias para a vida da AFCM que, segundo muitos clubes, estas não passam de letra morta, limitando-se a comprometer a agremiação, mas sem qualquer contrapartida.

 

Uma destas parceirias foi firmada com a Prosport (desde 2016), na área de formação, que preconiza que os campeonatos das camadas de base devem ter no máximo 12 equipas (no primeiro escalão), todos jogando com apoio material e financeiro daquela empresa de organização de eventos desportivo, o que nunca se efectivou.

 

Representantes da Académica, Black Bulls, Liga Desportiva e Maxaquene são os que mais questionaram estas parcerias. Em relação a Prosport, esta é acusada de ter abandonado o acordo, mas, mesmo assim, a AFCM continua a respeitar escrupulosamente os termos do memorando, pois no ano passado os campeonatos das camadas inferiores até arrancaram tardiamente, à espera dos equipamentos e materiais prometidos, que nunca chegaram.

 

E, porque na cidade de Maputo há 17 clubes/equipas que movimentam camadas jovens, estes são divididos em dois escalões, um com 12 (primeiro) e outro (segundo) com cinco equipas. Ora, os clubes que estão no segundo escalão sugerem o agrupamento de todas as equipas num único escalão para conferir maior competitividade, até porque o projecto de 12 equipas pertence a uma empresa que não honra com os seus compromissos (Prosport).

 

O representante da Académica, António Santinha, sugere, por sua vez, que a AFCM pare de apoiar o futsal através das receitas provenientes dos associados, pois, esta sub-modalidade é disputada por equipas, não por clubes, salvo raras excepções.

 

Em relação às taxas de filiação, o representante da Liga Desportiva, Rafik Sidat, um dos clubes devedores a par do Maxaquene, Costa do Sol e Desportivo, foi categórico ao afirmar que nunca os irá pagar, pois não faz sentido arcar com despesas que no fim do dia são da própria AFCM que utiliza os campos dos clubes sem os compensar.

 

Não podemos dar o nosso campo a AFCM de borla, para depois voltar a pagar. Pior agora que estamos em crise financeira, nem pensar, não vamos fazer isso, se quiserem, nos retirem das competições”, desafiou.

 

No ramo das inscrições, a Black Bulls é o clube mais prejudicado, pois tem quatro jogadores nucleares não inscritos, portanto, sem competir devido à burocracia da AFCM, sendo dois deles titulares indiscutíveis da Selecção Nacional de sub-20, nomeadamente Geny e Maestro, ambos contratados ao Maxaquene este ano.

 

Estes pontos aqueceram a sala, com o representante da Black Bulls, Junaide Lalgy, a acusar o presidente da AFCM, Amílcar Jussub, de dirigir a agremiação de forma anti-desportiva e como que de uma coisa pessoal se tratasse.

 

Depois somos acusados de investir fora do país (em alusão à recente compra do Amora de Portugal) por causa de coisas como estas. Investimos num bom plantel para depois competir no segundo escalão, que é pouco competitivo e com poucas equipas. Por outro lado, temos jogadores de qualidade sem competir, por negligência da AFCM. Trata-se de jogadores úteis inclusive às selecções nacionais de base. Isso é anti-desportivíssimo e má-fé”, acusou.

 

Amílcar Jussub, por sua vez, respondeu, agarrando-se nos regulamentos das competições da AFCM. “Temos regras por cumprir em tudo que fazemos. Não tenho nada contra ninguém, até porque pessoalmente não conheço o representante da Black Bulls. Há que se cumprir com os regulamentos e temos de aceitar que há processos e etapas por fazer quando se entra numa determinada prova”, explicou.

 

No fim do encontro foi apresentada a nova bola oficial para o Campeonato da Cidade em seniores masculinos, que surge na sequência da parceria entre a AFCM e uma empresa de venda de equipamentos e materiais desportivos, que fez questão de oferecer cinco por cada clube que disputa aquela prova.

 
 
Fonte:Jornal Noticias