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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

Moçambique na Cosafa em busca da afirmação

 

Moçambique irá participar na quinta edição do Torneio Feminino da COSAFA, a ter lugar em Bulawayo, Zimbabwe, a partir do dias 13 a 24 de Setembro, no que constitui um momento único para o conjunto moçambicano resgatar o seu nome e apagar as más memórias tidas nas anteriores participações neste evento.

 

Depois de dois anos de ausência em competições internacionais, Moçambique regressa ao palco das acções, após ter sido levantada a suspensão imposta pela Confederação Africana de Futebol (CAF).

 

Recorde-se que em 2013 a nossa selecção esteve impedida de participar em todas as competições internacionais em virtude de ter averbado uma falta de comparência num jogo que deveria ter acontecido no Quénia, referente às eliminatórias do CAN da Argélia.

 

Quénia será o primeiro adversário de Moçambique no desafio da jornada inaugural agendado para o dia 14 de Setembro, no Luveve Stadium, quando forem 14.00 horas. Mas antes disso, Maurícias, que também se encontram no mesmo grupo (B) que Moçambique, medirá forças com a Suazilândia (10.30h) e a África do Sul, que está no Grupo “C”, terá pela frente o Lesotho.

 

Moçambique só voltará a entrar em cena no dia 16 de Setembro, quando jogar diante da Suazilândia, devendo terminar a fase de grupos com as Maurícias no dia 18 de Setembro.

 

Raimundo Zandamela

 

Fonte:Desafio

Vamos reflectir sobre selecções sub-20 e sub-17

 

As Selecções Nacionais Sub-20 e Sub-17 estão arredadas de competições oficiais há já algum tempo, em razão das eliminações precoces.

 

– Estão previstas algumas medidas para estes níveis?

 

– Ao nível destas selecções – Sub-20 e Sub-17 – temos duas equipas técnicas às quais demos oportunidade para trabalharem e trazerem resultados possíveis, tendo em conta as competições em que estávamos inseridos. Fomos eliminados muito cedo nos Sub-20 e este ano não temos nenhuma competição para esta selecção. Até Dezembro vamos ver o que fazemos, pois esta selecção volta à competição no próximo ano.

 

César Langa

 

Fonte:Desafio

Construir um castelo para depois destrui-lo

 

Caiu ontem o pano sobre o primeiro Mundial de Patinagem, evento que durante duas semanas tornou as movimentadas ruas de Nanjing ainda mais agitadas.

 

Moçambique entrou bem na fase de grupos, onde terminou em segundo lugar. Mas depois veio o descalabro, terminando a prova em último lugar da tabela geral. Enquanto isso, a Espanha sagrou-se campeã do evento, ao vencer no desempate das grandes penalidades a sua similar de Portugal (2-1), depois de empate a três no tempo regulamentar e no prolongamento.

 

A selecção de Moçambique, que se fez presente no Mundial de Hóquei em Patins, terminou em oitavo lugar, após a derrota de sábado diante do Chile, 9-7, mas no mínimo assegurou a manutenção no Grupo “A”.

 

Os hoquistas nacionais têm presença assegurada entre a elite do hóquei pela sexta vez consecutiva, depois de Montreux-2007, Vigo-2009, San Juan-2011, Luanda-2013, La Roche Sur-Yon/2015 e, agora, Nanjing-2017. 

 

No seu último jogo nesta competição os hoquistas nacionais fizeram quase tudo bem na primeira parte diante do Chile. Venciam por 3-1, vitória que até pecava por ser escassa, dada a grande avalanche ofensiva que haviam exercido sobre o adversário. Depois foi tudo abaixo.  Foi mesmo assim como se tivessem destruído um castelo depois de termos trabalhado feito escravos para construi-lo.

 

Deixámos de finalizar situações claras de golo e perdemos coesão defensiva. Os aguerridos chilenos - nunca desistem - deram a volta ao marcador. Chegaram a estar a vencer por 5-4 nos segundos finais da etapa complementar. Quando se pensava que o jogo estava acabado, aquela estrelinha da sorte que faltou em muitas ocasiões tratou de aparecer, quando Filipe Vaz fez o 5-5, levando a partida para o prolongamento. Nos 10 minutos do tempo extra houve mais Chile e menos Moçambique.

 

Ivo Tavares, em Nanjing

 

Fonte:Desafio

Selecção Nacional a caminho do Zimbabwe

 

A SELECÇÃO Nacional de Futebol sénior feminina já está a caminho da cidade zimbabweana de Bulawayo, onde de amanhã até ao dia 24 do mês em curso disputa o torneio da COSAFA.

 

O combinado nacional deixou Maputo na manhã de ontem via terrestre, numa viagem com escala em Chimoio, onde a comitiva pernoitou para concluir o percurso hoje.

 

No torneio, Moçambique está inserido no Grupo B, juntamente com o convidado Quénia, Maurícias e Suazilândia. O nosso país estreia-se na quinta-feira, segundo dia do evento, defrontando o Quénia, no Luveve Stadium, às 14:00 horas.

 

O segundo jogo está marcado para sábado, frente à Suazilândia, no mesmo local, às 16:30 horas. No terceiro e último jogo da primeira fase, Moçambique vai medir forças com as Maurícias, às 14:00 horas de segunda-feira, novamente no Luveve Stadium.

 

Na competição, participam 12 selecções, sendo quatro por cada um dos três grupos. O Grupo A é composto pelo anfitrião Zimbabwe, Zâmbia, Madagáscar e Malawi. O Grupo C tem como componentes África do Sul, Namíbia, Lesotho e Botswana.

 

Passam à segunda fase os primeiros classificados de cada grupo e o melhor segundo classificado, o que totaliza quatro selecções que irão disputar as meias-finais, no dia 21. A final está programada para o dia 24, um dia depois do jogo de atribuição do terceiro lugar.

 

Moçambique procura o seu primeiro título nesta competição.

 

O Zimbabwe vai tentar conquistar o título, algo que fez em 2011, quando foi pela primeira vez anfitrião do evento, enquanto a África do Sul está na condição da equipa mais gloriosa da competição, com três troféus conquistados em 2002, 2006 e 2008, portanto um dos grandes candidatos a tornar-se campeão.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

As mágoas duma campeã

 

Doutora Honoris Causa em Ciências do Desporto pela Universidade Eduardo Mondlane (UEM) desde 2015, Maria de Lurdes Mutola abordou, quarta-feira última, a sua longa carreira desportiva, cujo ponto mais alto foi a conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Sidney, 2000.

 

 

Depois duma aula na Universidade Eduardo Mondlane, que na prática foi uma conversa sobre a sua dourada carreira, a campeã olímpica respondeu às inquietações dos participantes, entre estudantes, docentes, desportistas e jornalistas.

 

Mutola mostrou-se nalgum momento contrariada com algumas situações, mas ressalvou que não estava zangada com o país, até porque se estivesse não estaria aqui. Estaria fora a viver lá

 

Fonte:Desafio

Moçambique termina em oitavo lugar

 

A SELECÇÃO Nacional de Hóquei em Patins fechou a sua participação no “Mundial” de Patinagem, que ontem terminou em Nanjing, em oitavo lugar ao perder sábado diante do Chile por 9-7.

 

A presença de Moçambique no “Mundial” acabou por valer pela manutenção entre as oito melhores equipas do mundo e que dentro de dois anos disputarão o “Mundial” do Grupo A, agora chamado World Champion, em Barcelona, Espanha. A equipa nacional repetirá a presença no Grupo A, pela sexta vez consecutiva, depois de Montreux-2007, Vigo-2009, San Juan-2011, Luanda-2013, La Roche Sur-Yon-2017 e Nanjing-2017.

 

IVO TAVARES, EM NANJING

 

 

Fonte:Jornal Noticias

UEM cria espaço Maria de Lurdes Mutola na Biblioteca Central

 

A UEM vai criar um espaço na Biblioteca Central Brazão Mazula denominado Maria de Lurdes Mutola como forma de eternizar a vida e obra da campeã olímpica dos 800 metros.


O facto foi anunciado na tarde desta quarta-feira (06/09), em Maputo, pelo Magnífico Reitor da UEM, Prof. Doutor Orlando Quilambo, no decurso de uma palestra intitulada "o percurso desportivo da campeã olímpica dos 800 metros -Maria de Lurdes Mutola".


Segundo o Reitor, o espaço que deverá conter um espólio retratando o percurso desportivo de Lurdes Mutola, incluindo algumas medalhas, ficará lado a lado de outras figuras proeminentes que se destacaram pelo contributo que prestaram a sociedade, tais como o arquitecto da unidade nacional, Eduardo Chivando Mondlane, e Aquino de Bragança. "Lurdes Mutola vai se juntar a estes heróis", disse Quilambo.


A convite da Escola Superior de Ciências de Desporto da UEM (ESCIDE), Maria de Lurde Mutola, veio à mais antiga e prestigiada instituição de ensino superior em Moçambique falar dos seus longos anos dedicados ao desporto. Um percurso que teve o seu início no bairro de Chamanculo, em Maputo, nos finais de década de 80, e conheceu o seu momento mais alto nos Jogos Olímpicos de Sydney, na Austrália, após vencer a medalha de ouro dos 800 metros, no ano 2000.


A menina de ouro, como carinhosamente é tratada, descreveu na palestra os enormes sacrifícios que passou e a disciplina a que foi submetida como atleta para poder lograr vitórias.

 

 

Na sua interacção com a comunidade universitária, Lurdes Mutola falou do seu primeiro contacto com o desporto, que foi pela via da natação passando pelo futebol até a descoberta do atletismo.


No atletismo, onde chegou a desistir, entrou pela mão do falecido poeta José Craveirinha, que a descobriu no futebol e a encorajou a abraçar esta modalidade, e a entregou ao seu filho Stélio Craveirinha, que já era treinador de atletismo.


Em 1991, com ajuda do veterano da Luta de Libertação Nacional, Marcelino dos Santos, Mutola beneficiou de uma bolsa para estudar e correr nos EUA.


Foi a partir dos EUA, onde viveu durante cerca de 17 anos, que Lurdes Mutola participou em diversas competições internacionais que lhe permitiram amealhar medalhas de bronze, prata e ouro, mas sobretudo, ganhar prestígio internacional.

 

Na interacção que manteve com a comunidade universitária Maria de Lurdes Mutola não se limitou apenas a falar do seu percurso como desportista, deixou ficar igualmente aquilo que pensa para a melhoria do desporto nacional.


Disse ser necessário a criação de um projecto a médio e longo prazo com vista a descoberta e acompanhamento de talentos, a necessidade de um dirigismo desportivo sério que domina e tem paixão pela área, e a diversificação de competições para poder melhorar a habilidade dos atletas.


Admitiu que o país não tem condições mas afirmou ser possível fazer melhor nas actuas condições. Disse, por exemplo, não perceber o porquê de o país não dispor de muitos atletas (corredores) num contexto onde já existem pistas de atletismo para treinar, se comparado com as décadas de 80 e 90 onde praticamente não havia pistas mas havia atletas a competir.


Num outro desenvolvimento, esclareceu que já tentou mudar de nacionalidade por motivos financeiros mas tal não sucedeu porque, na altura, seu pai a alertou para a gravidade do erro.


Entretanto, confirmou ter tentado implementar um projecto no país com o apoio de uma marca norte-americana que consistia na reestruturação do Parque dos Continuadores.


O projecto incluía a construção de uma piscina olímpica de 50 metros e um ginásio reservado a atletas de elite, entre outras infra-estruturas, avaliado em pouco mais de 600 mil dólares. Mas o referido projecto não seguiu em frente por motivos que nem ela conhece.


Com recursos próprios adquiriu uma moradia na África do sul que a transformou num centro de treino de alto rendimento e chegou a levar algumas atletas moçambicanas mas por falta de apoio preferiu desistir do projecto.


Durante a palestra, Maria de Lurdes Mutola, exibiu algumas medalhas por si conquistadas nas competições internacionais em quase todos os continentes.

 

 

 

Tal como ela disse no começo da palestra, ela é o que é hoje por causa do desporto. "A minha vida sempre foi o desporto. O desporto ensinou-me a ser gente. O desporto ensinou-me a viajar", frisou.
Nascida em 1972, Maria de Lurde Mutola, foi a primeira moçambicana a conseguir medalha de ouro nos jogos olímpicos

 

 

Fonte:UEM

"O percurso desportivo da campeã olímpica dos 800 metros - Maria de Lurdes Mutola

 

 

A Escola Superior de Ciências do Desporto da Universidade Eduardo Mondlane torna público que vai decorrerno dia 06 de Setembro de 2017 uma palestra intitulada "O percurso desportivo da campeã olímpica dos 800metros - Maria de Lurdes Mutola"

 

Oradora:Maria de Lurdes Mutola

Doutora Horis Causa em Ciências do Desporto pela Universidade Eduardo Mondlane(2015)

Local:CP1-Anfiteatro 1501

Hora:14H00-1Hh00

Data:06/09/2017

 

Fonte:flmutola

Moçambique bate Alemanha (7-3) e avança para os quartos-de-final

 

A Selecção Nacional de hóquei em patins venceu ontem a sua congénere da Alemanha, por 7-3, e qualificou-se para os quartos-de-final do Campeonato Mundial de Hóquei em Patins, que decorre em Nanjing, China.

 

O feito de hoje constitui a segunda vitória da equipa nacional na prova, depois da estreia vitoriosa diante do Chile, por 5-3. 

 

Ao intervalo, os “Guerreiros de San Juan” venciam por 3-1.  Filipe Vaz, com três golos, esteve em destaque nesta partida. Os outros tentos da selecção nacional foram apontados por Frederico “Fredy” Saraiva (dois), Mário “Marinho” Rodrigues e Ivan “Maninho” Esculudes.

 

Com seis pontos, os hoquistas nacionais garantiram para já o segundo lugar do Grupo B e também a manutenção entre as oito melhores selecções mundiais, que em 2019 disputarão a competição, em Barcelona, Espanha.

 

Hoje, a equipa nacional defronta a vice-campeã mundial Espanha para discutir o primeiro lugar do Grupo B. Colômbia e Itália são os possíveis adversários nos quartos-de-final.

 

 

Fonte:Desafio

Maxaquene com as calças na mão!

 

À semelhança do vizinho Desportivo de Maputo, o Maxaquene caminha penosamente para a realidade franciscana que se vive no futebol secundário. A manutenção deste quase centenário emblema do país não depende apenas de si. É uma verdadeira luta pela sobrevivência e a vitória nos próximos cinco jogos é a única coisa que interessa à equipa de Antoninho Muchanga.

 

As derrotas sofridas diante do Costa do Sol e da União Desportiva do Songo agravaram a situação incómoda em que o Clube de Desportos da Maxaquene se encontra na tabela classificativa do Moçambola. A cinco jornadas do fim do campeonato, os tricolores estão em apuros e o espectro da descida de divisão é uma realidade que vai ganhando forma a cada jornada.

 

Com a derrota diante da União Desportiva do Songo estes somam 27 pontos e agora têm mais um ponto que o Chingale, primeiro dos três últimos abaixo da linha de água, com 26 pontos. É alarmante e crítica a situação deste emblema.

 

O tom decontestação por parte da massa associativa e não só ganhou contornos exacerbados. E não é para menos. Os adeptos exigem a demissão em bloco da actual Direcção do clube, liderada por Ernesto Júnior, pois, na óptica destes, a crise de resultados que a equipa vem conhecendoé fruto da má gestão do actual elenco.

 

Em 25 partidas realizadas os treinados de Antoninho Muchanga conseguiram somar 27 pontos, fruto de seis vitórias, nove empates e 10 derrotas. Tal facto coloca a equipa numa situação aflitiva e preocupante.

 

Recorde-se que os treinados de Antoninho Muchanga foram afastados pelos representantes de Vilankulo da Taça de Moçambique e perderam a soberana oportunidade de salvar a época com a prova ainda em curso.

 

Raimundo Zandamela/Domingos Elias

 

 

Fonte:Desafio