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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

CAN- 86 é um marco na história de Moçambique

 

– O ano 1986 é indubitavelmente, para a história do futebol moçambicano e para o mister em particular, um marco histórico. É um ano em que quando olha para o passado e diz que valeu a pena a aposta pelo futebol…

 

– É o momento de grande alegria que o levarei até quando não poder mais e Deus me chamar. Foi, continua e continuará a ser, para mim, uma honra ter levado a selecção nacional do meu país a uma fase final do Campeonato Africano das Nações, não só por aquilo que eu fiz como como treinador, mas também pela qualidade dos jogadores que eu tinha. Mas, só há, repito, só há bons atletas, bons desportistas quando houver bons quadros. Eu fui e sou quadro. Ganhar a Líbia (2-1) e os Camarões (3-0) no Estádio da Machava não é pouco, naquele tempo. Ver gente do meu país a chorar de emoção foi marcante. São marcos da história, sim!

 

Gilberto Guibunda/Mac

 

 

Fonte:Desafio

TAÇA MAPUTO-BASQUETEBOL Dramática estreia do Desportivo na Taça Maputo

 

Com a sangria no Desportivo, apenas Amarildo Matos garante a continuidade da "raça alvi-negra". Entre as novas caras, destacam-se o treinador Horácio Martins e o atleta Hugo Martins. A estes, juntam-se outros e uma legião de novos jogadores (juniores).

 

Dramática foi a forma em que perdeu os dois jogos: 39-40, diante do Maxaquene; e 55-51, contra o Costa do Sol, após prolongamento, depois que os "alvi-negros" venceram o primeiro período (13-0).

 

Deanof Potompuanha/Luís Muianga

 

 

Fonte:Desafio

Nélson Santos quer ganhar o título

 

O Costa do Sol apresentou o plantel da sua equipa principal que vai enfrentar o Moçambola, a Taça de Moçambique e a Taça da Liga BNI este ano, com o objectivo de ganhar todas as competições em disputa. Na ocasião, o técnico canarinho, Nélson Santos, assegurou que o objectivo é ganhar o título nacional que foi impedido em 2015.

 

 

Na apresentação, o técnico português fez questão de dar a entender que está satisfeito com o plantel que lhe foi concedido e convicto que estão criadas as condições para chegar ao título, o que, segundo ele, lhe foi recusado em 2015, uma prova conquistada pelo Ferroviário de Maputo, depois de na última ronda, quando os jogos deviam iniciar e terminar a mesma altura, os campeões desse ano, terem jogado por mais nove minutos, altura em que marcaram o golo que lhes conferiu o triunfo.

 

– Estão criadas todas as condições para conquistar títulos este ano. A direcção deu-nos todas as condições para o efeito. Estou aqui para ganhar o campeonato, um título que não me deixaram ganhar em 2015, afirmou o jovem técnico, mostrando que ainda não está refeito do episódio acontecido naquele ano, em que na última ronda, o Costa do Sol foi a Chibuto perder frente aos donos da casa, um resultado que conjugado com uma possível derrota dos locomotivas da capital daria o título aos canarinhos.

 

Joca Estêvão/Luis Muianga

 

 

Fonte:Desafio

Alguém tinha que ganhar

 

Já sabíamos das dificuldades que teríamos em casa do adversário. São regras do jogo e não vale a pena lamentar. Normalmente a Supertaça disputa-se num campo neutro e o Ferroviário da Beira, jogando em casa, tinha alguma vantagem. Ganhou a equipa que errou menos.

 

Nós tivemos ocasiões para matar jogo e não o fizemos. Alguém tinha que ganhar e ganhou o Ferroviário, Chiquinho Conde, treinador da UD Songo.

 

 

Chiruclério Ndatoma/Mac

 

 

Fonte:Desafio

Vitória merecida

 

Foi um bom jogo e entretenimento para o público que ocorreu em massa. Naturalmente com alguns sinais de início de época as duas equipas deram tudo o que tinham.

 

Nós criámos mais situações claras de golo, marcámos um golo fortuito de uma maneira infeliz para o adversário e também acabámos sofrendo numa situação de infelicidade nossa, Aleixo Fumo, treinador do Ferrovário da Beira. 

 

Chiruclério Ndatoma/Mac

 

 

Fonte:Desafio

Costa do Sol derrotado no último teste em White River

 

O Costa do Sol fechou o estágio na cidade de White River, África do Sul, com uma derrota diante do Platinum Stars, equipa da primeira liga daquele país, por 0-3.


O Platinum Stars será o adversário da União Desportiva do Songo na pré-eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça CAF.


Durante o estágio, o Costa do Sol efetuou oito jogos, sendo de notar o empate a um golo com o SuperSport United, líder da Primeira Liga sul-africana.


Resultados:

Elangheni FC - Costa do Sol, 0-5
Mbombela United - Costa do Sol, 3-1
Mbombela United - Costa do Sol, 0-3
Costa do Sol - Phiva Young Stars, 3-0
Costa do Sol - Acorbush, 2-2
Bidvest Wits - Costa do Sol, 1-1
 
 
Álvaro da Costa, Maputo
 
 
 
Fonte:Abola

Neide Ocuane arrasa nos EUA

 

Por lá (Seward County Community College), brilharam Ana Flávia Azinheira - actual vice-ministra da Juventude e Desportos -, Deolinda Ngulela e Ilda Chambe. Lembram-se?

 

Com Neide Ocuane, uma das grandes promessas do basquetebol moçambicano, não podia ser diferente. Nem tão pouco.

 

Em noite de inspiração, a base-armadora moçambicana alcançou no passado dia 27 de Janeiro o seu máximo de carreira ao arrancar 24 pontos – superando a anterior de 17 – e ditar a vitória do Seward County Community College diante do Cloud County Community College (83-78), em jogo da 20.ª jornada da Jayhawk Conference (liga de basquetebol universitário dos EUA).

 

A melhor jogadora (MVP) do “Afrobasket” de juniores em 2013 conduziu, com a sua criteriosa exibição, as "Ladie Saintys" a um registo de 19-1 (dezanove vitórias e uma derrota).

 

Durante os 38 minutos em que permaneceu na quadra, Ocuane concretizou nove em 17 lançamentos de campo, quatro lançamentos em nove tentativas na linha dos 6.75 metros, seis assistências, três ressaltos defensivos e igual número de roubos de bola.

 

Produto do torneio Millennium Bim, a basquetebolista contrariou a tradição que indica que, nos últimos 14 anos, o Seward County Community College apenas venceu quatro vezes no ginásio Bryant, em Concordia. Motivado, o Cloud County Community College entrou melhor com um parcial de 5-0 e, no final do primeiro período, o marcador indicava 19-16.

 

No segundo período, o Cloud County Community College fechou também na liderança do marcador com o parcial de 24-18.

 

Já no terceiro e quarto períodos, as Ladie Saintys estiveram melhor ofensiva e defensivamente, tendo vencido por 24-18 e 25-17, respectivamente.

 

Em termos globais, o Seward County Community College obteve uma media de 42.3 por cento na linha dos 6.75 metros (11/26); 87.5 por cento (14-16); 18 assistências, 33 ressaltos e 11 perdas de bola. Para não variar, a 28 de Janeiro, Neide Ocuane foi a melhor "cestinha"  do Seward County Community College na vitória sobre o Barton Community College, por 83-64. Em 39 minutos na quadra, Neide Ocuana arrancou 17 pontos, oito assistências, dois ressaltos e quatro roubos de bola.

 

Mais: sete lançamentos convertidos em 14 tentados (média de 50 por cento de aproveitamento) e três lançamentos convertidos em sete "projectados" na linha dos 6.75 metros.

 

As "Ladie Saints" lideraram sempre a marcha no marcador com os parciais de 25-24 (1.º período), 21-13 (2.º período), 18-15 (3.º período) e 19-12 (4.º período).

 

 

Fonte:Opais

Campeão regressa do estágio no Zimbabwe e vice-campeão parte para RAS

 

A preparação para o Moçambola-2017 continua ao rubro! As equipas vão seguindo com os estágios de pré-época. Outras nas respectivas províncias e outras ainda fora das suas províncias. Algumas preferem um estágio fora de portas, respectivamente nos países vizinhos, casos do Zimbabwe e África do Sul.

 

Os jogos de controlo com outras equipas, nacionais ou internacionais, tem sido outra estratégia usada pelas equipas que vão participar no Moçambola-2017.

 

Ferroviário da Beira esteve no Zimbabwe

 

O Ferroviário da Beira, campeão nacional, esteve no vizinho Zimbabwe, onde durante cerca de 10 dias deu continuidade aos trabalhos de preparação com vista as provas nacionais e africanas. Em terras de Robert Mugabe, os “locomotivas” de Chiveve realizaram três jogos de controlo, respectivamente com o seu homónimo daquele país, o Ngezi Platinium e o CAPS United. Nesses três jogos, os campeões nacionais tiveram um saldo considerável, em termos de golos, mas negativo em termos de resultados.

 

Venceu o primeiro jogo realizado diante do Ferroviário do Zimbabwe por quatro bolas sem resposta, vindo a perder diante do Ngezi Platinium e depois com o Caps United, pelo mesmo resultado de 0-2. Vale isto dizer que os campeões nacionais tiveram uma vitória e duas derrotas, marcaram quatro golos e sofreram quatro. Nada que preocupe o técnico Aleixo Fumo, que assumiu que o objectivo da equipa não era exactamente vencer jogos, mas tirar ilações do desempenho dos seus jogadores, de forma a formar uma estrutura forte e coesa, capaz de ombrear com as equipas de grande gabarito que vai encontrar pela frente, principalmente nas afrotaças, onde defronta, na eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos, o Zimamoto do Zamzibar, a 12 de Fevereiro próximo.

 

Antes do seu regresso ao país, os “locomotivas” de Chiveve tiveram a oportunidade de oferecer bolas ao seu homónimo do Zimbabwe, através do seu vice-presidente, engenheiro Eugénio Caetano.

 

Agora, o Ferroviário da Beira regressa à capital de Sofala para dar continuidade aos trabalhos, na sua quarta fase, onde vai realizar o torneio quadrangular com os seus homónimos de Maputo e Nampula e o Textáfrica do Chimoio, equipa que foi recentemente promovida à primeira divisão do futebol moçambicano. Este torneio terá lugar entre os dias 28 a 30 deste mês.

 

UD Songo parte para África do Sul

 

Por outro lado, a vice-campeã nacional e detentora do título da Taça de Moçambique, a União Desportiva de Songo, parte esta terça-feira para África do Sul, onde vai realizar um estágio pré-competitivo de 10 dias. No estágio na vizinha África do Sul, os “hidroeléctricos” vão realizar alguns jogos de controlo com equipas locais, de modo a preparar melhor o jogo da primeira eliminatória da Taça CAF, também chamada Taça Nelson Mandela, onde vai defrontar, curiosamente, uma equipa sul-africana, o Platinium Star.

 

Chiquinho Conde disse, em entrevista, que pretende levar a equipa a treinar em melhores relvados e onde a altitude está a muitos metros acima do nível normal, de modo a que os jogadores possam ter uma forma física aproximada ao desejável quando iniciarem as competições nacionais, respectivamente a Supertaça, a 05 de Fevereiro próximo, diante do Campeão nacional, o Ferroviário da Beira, e o campeonato nacional, para além da Taça de Moçambique e da Taça da Liga.

 

Para já, a União Desportiva de Songo já conta com todos os reforços para a presente temporada, com destaque para um sul-africano, internacional pelas camadas de formação, nomeadamente Bongani Mbele, que pretende ajudar a equipa de Songo a chegar o mais distante nas competições africanas. Para além deste jogador, os “hidroeléctricos” contam com mais dois estrangeiros e o regresso de Luís Miquissone, depois de uma aventura pela Europa, onde não teve sucesso nos testes médicos para ficar em Portugal e na Alemanha. O plantel da União Desportiva de Songo foi apresentado no domingo último com a realização de um jogo-treino com o Chingale de Tete.

 

Chibuto vence Macuácua em jogo amigável

 

Este domingo, em jogo de carácter particular, o Clube de Chibuto, treinado pelo português Daniel Portela, goleou a Associação Desportiva de Macuácua por 4-1, em jogo particular de preparação das duas equipas para o Moçambola-2017. Foi uma partida em que os “guerreiros” de Gaza saíram ao intervalo a ganharem por uma bola sem resposta, com golo de Chawa. Na segunda parte, os treinados por Daniel Portela foram mais perigosos e chegaram aos 3-0 com golos de Abasse, chegando ao quarto golo, antes do tento de honra da Associação Desportiva de Macuácua.

 

No final do jogo, Sebastião Sitoe disse que não importava o resultado, mas sim a avaliação dos jogadores com os quais vai contar na presente temporada, enquanto Daniel Portela dizia ter sido importante iniciar a sua carreira no país com uma vitória, tendo em conta que o objectivo é avaliar os jogadores.

 

 

Fonte:Opais

Governo precisa de mais de sete milhões de meticais para premiação de atletas

 

O Governo de Moçambique necessita de sete milhões, quinhentos e quarenta mil meticais (7.540.000,00mt) para galardoar os atletas nacionais, que mais se distinguiram, elevaram a bandeira do nosso país e conquistaram medalhas e títulos nas provas africanas e mundiais em que estiveram envolvidas, na Gala do Desporto deste ano. É um valor que o Fundo de Promoção Desportiva diz ainda não dispõe e que está à procura de parceiros para a inviabilização desta gala, que ainda não tem data definida, prevendo-se que aconteça entre finais de Fevereiro e início de Março deste ano.

 

O valor será repartido entre os atletas de várias modalidades, nomeadamente Vela e Canoagem, nos campeonatos africanos de Durban e Luanda, nas especialidades de K1 200, K1 1000 e K2 1000 metros, respectivamente, onde alcançou medalhas, no atletismo adaptado, nomeadamente nos Jogos Paralímpicos, onde Edmilsa Governo conquistou medalha de prata para o país, e nos Jogos Africanos nos 100 e 200 metros, onde bateu recordes africanos, nos africanos de sub-18 em basquetebol feminino, onde conquistamos a medalha de bronze, e o judo, que também teve medalhas nos jogos africanos da modalidade.

 

Edmilsa Governo, atleta paralímpica, mostra-se como candidata a receber o maior bolo deste valor das premiações, uma vez ter conquistado a medalha de bronze nos Jogos Paralímpicos, realizados no Brasil, conquistou medalhas de ouro nas competições africanas e ainda conseguiu quebrar recordes nacionais e africanos na sua especialidade de T12. Na mesma ocasião, serão eleitos os melhores atletas do ano 2016, em todas modalidades e categorias. No ano antepassado, 2015, os melhores foram Edmilsa Governo e Pio Matos, basquetebolista que, em 2015, foi o maestro do Desportivo de Maputo na conquista do título nacional e que trocou os “alvi-negros” pelos campeões nacionais, o Ferroviário de Maputo, no ano passado.

 

Vale dizer que o valor das premiações deste ano reduz significativamente, uma vez que em 2015 foram gastos dez milhões e cento e sessenta mil meticais, menos 2.620.000,00mt (dois milhões e seiscentos e vinte mil), avaliados para a premiação deste ano, para os melhores de 2016.

 

 

Fonte:Opais

O ano do regresso ao olimpo de África?

 

O segundo lugar alcançado, ano passado, pelo Ferroviário de Maputo na Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol em seniores femininos e a boa prestação das atletas moçambicanas a evoluir nos EUA (sete) e Espanha (uma) abrem excelentes perspectivas em relação ao desempenho da selecção nacional da categoria este ano.

 

Acresce-se, a estes pontos positivos, o regresso à forma de Anabela “Tsunaminha” Cossa (melhor triplista da Taça dos Clubes Campeões Africanos, em 2016) e Odélia “Mafa” Mafanela (deu boas indicações no seu regresso à quadra um mês após ter sido mãe).

 

Atletas que o pódio as viciou, pelo que habituadas a vencer. Foram campeãs africanas de clubes em três ocasiões: 2007 e 2008 (Desportivo de Maputo) e 2012 (extinta Liga Desportiva de Maputo).

 

 

Com estrada em África, Anabela Cossa e Odélia Mafanela marcaram presença nos “Afrobaskete” do Mali, em 2011; Madagáscar, em 2009, e Senegal, em 2007.

 

A sua experiência permite-lhes salpicar qualidade e consistência. 

 

O presente do Futuro

 

Se em 2015, nos Camarões, as expectativas de manter o celebrado segundo lugar alcançado dois anos antes em Maputo goraram devido à renovação da selecção (apenas cinco das 12 jogadoras que brilharam em Maputo disputaram o “Afrobasket” em Yaoundé), este ano a música pode ser outra. Em palco diferente, pois claro: Mali.

 

Sim. Porque, na verdade, as seis estreantes no Campeonato Africano de Basquetebol em seniores femininos de 2015, nos Camarões, (Dionilde “Nucha” Cuambe, Vilma Covane, Elisabeth Pereira, Isabel Mavamba, Ornela Mutombone e Iliana Sheila) ganharam nos últimos dois anos outro traquejo competitivo que lhes confere mais jogos nas pernas e maturidade.

 

Dionilde “Nucha” Cuamba, poste de 23 anos, deu nas vistas na A Politécnica com excelente capacidade de jogar de costas e cara para o cesto.

 

É uma jogadora com capacidade de luta debaixo das tabelas, tendo, em 2015, reforçado o Ferroviário de Maputo na Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol em seniores femininos, prova em que as “locomotivas” ocuparam o terceiro lugar.

 

Ao nível internacional, conta ainda com uma participação ao serviço da A Politécnica nas universíadas mundiais, na Coreia do Sul.

 

Ano passado, credo (!), foi preterido por Leonel Manhique da fase final da Taça dos Clubes Campeões Africanos, certame no qual o Ferroviário de Maputo terminou em segundo lugar.

 

Formada no Ferroviário de Maputo, passou pelas selecções de formação, tendo, em 2014, conquistado a medalha de prata nos Jogos do SCASA no Zimbabwe.

 

Nessa promissora selecção faziam parte atletas como Neide Ocuane, Clitan de Sousa e Manuela Dora (hoje a jogarem no basquetebol universitário norte-americano) e Chanaia Pinto (Portugal).

 

No último “Afrobasket”, Nazir “Nelito” Salé, seleccionador nacional, lançou a atleta nos jogos contra Camarões (contabilizou 14 minutos na quadra com dois ressaltos defensivos), Uganda (21 minutos na quadra), África do Sul (entrou no cinco inicial e fez 16 minutos), Mali (oito minutos na quadra), Gabão (nove minutos na quadra).

 

Já nos quartos-de-final, diante da Nigéria, a jovem poste simplesmente não foi chamada a quadra. Nas classificativas do 5.º ao 8.º lugares contabilizou sete pontos no encontro em que as Samurais derrotaram o Egipto, por 99-76.

 

No último jogo da selecção nacional nesta competição - diante do Mali -, Vilma Covane voltou a não ser utilizada por Nazir Salé.

 

Elizabeth Pereira: da sombra à afirmação

 

Durante alguns anos a viver na sombra das craques que despontaram no Desportivo de Maputo, onde durante muito tempo foi segunda opção, finalmente Elisabeth Pereira assumiu-se como atiradora.

 

Campeã africana pelo Desportivo de Maputo e Liga Desportiva, e com a vantagem de Nazir Salé, seleccionador nacional, conhecer o seu potencial, a extremo ganhou notoriedade no Costa do Sol e foi contratada pelo Ferroviário de Maputo para disputar a fase final da Taça dos Campeões Africanos, em 2016.

 

No “Afrobasket” dos Camarões, Elizabeth Pereira fez todos os jogos da primeira fase da prova: Camarões (15 minutos); Uganda (10 minutos); Mali (cinco minutos); África do Sul (16 minutos); Gabão (13 minutos); Nigéria (quartos-de-final, permaneceu na quadra três minutos) e Egipto (classificativas do 5.º ao 8.º lugar). Somente não fez o jogo das classificativas do 5.º e 6.º lugares frente ao Mali.

 

 

Fonte:Opais