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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

Domingos Langa novo presidente

 

DOMINGOS Langa foi sábado eleito novo presidente da Federação Moçambicana de Xadrez (FMX) no culminar da Assembleia-Geral convocada para o efeito. A reunião magna aprovou também o relatório de actividades e contas dos quatro anos de mandato da Direcção cessante, liderada por Selma Simango.

 

Langa regressa à presidência da FMX passados sensivelmente 15 anos, depois de ter sido eleito pela primeira vez ao cargo em 1998, para um mandato de três anos. O novo timoneiro federativo foi eleito com um total de sete votos, contra três de Pedro Chambule, que também pretendia regressar ao cargo depois de ter presidido a FMX de 2005 a 2012 e um de Selma Simango, que concorria para a sua própria sucessão. 

 

A vitória de Domingos Langa, antes propalada nas hostes dos praticantes da modalidade, resulta em grande medida do trabalho que vem realizando à frente da Academia de Xadrez da Matola, agremiação que, para além de promover acções de formação e projectando talentos para as competições oficiais ao nível nacional e internacional, tem estado a distribuir material gratuitamente nos diversos estabelecimentos de ensinos público e privado em todo o país e outras entidades ligadas ao desporto.  

 

Langa quer transportar a experiência da academia para a FMX com o objectivo de impulsionar a prática da modalidade em todo o país, o que abrirá espaço para o despertar de mais talentos, reforçando, por essa via, o quadro competitivo nacional com envolvimento de mais jogadores e escalões, contribuindo assim para o desenvolvimento da modalidade.

 

Quero aqui deixar a promessa de levar a prática da modalidade para todo o país, resgatar os campeonatos dos escalões de formação, com destaque para os infantis, e introduzir os torneios “online” para reduzir a distância entre os praticantes da modalidade ao nível nacional. O xadrez, sendo uma modalidade que não tem idade, deve ser praticado por todos moçambicanos”, elucidou Langa.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

A POLITÉCNICA “FAIR-PLAY”

 

A POLITÉCNICA não saiu de mãos a abanar da competição. A organização distingui-a com o prémio “fair-play” ou, seja, foi a equipa mais disciplinada, um prémio que até certo ponto deu um acerto ânimo às universitárias.

 

A equipa moçambicana participou na qualidade de convidada após a desistência do INSS da Rep. Democrática do Congo e terminou no oitavo lugar, uma classificação que não foi má, na medida em que não se preparou para esta prova. Com uma equipa bem jovem, participou no sentido de ganhar experiência e quiçá, a partir da aprendizagem tirada da participação no “Africano”, atacar uma boa classificação no “Nacional”, que permita se apurar directamente para a próxima edição da Taça dos Clubes Campeões Africanos.

 

IVO TAVARES

 

 

Fonte:Jornal Noticias

ALBERTO NKUTUMULA: SOMOS VICE-CAMPEÕES, VAMOS CELEBRAR

 

SOMOS vice-campeões africanos e neste momento temos que celebrar. Foi uma prova muito disputada com adversários difíceis. Felizmente conseguimos chegar à final e acabou ganhando a melhor equipa. Penso que é inquestionável”, Alberto Nkutumula, Ministro da Juventude e Desportos (MJD).

 

Mas admitindo a superioridade do Inter, Alberto Nkutumula considera que as “locomotivas” poderiam ter ganho. “Cometemos alguns erros que acabaram sendo cruciais”, considerou.

 

O titular da pasta do MJD deu ainda os parabéns as demais instituições que tornaram possível a realização da competição com sucesso. “Quero dar os parabéns a organização da prova, a Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB), ao Ferroviário de Maputo e, por último, dizer glória aos vencedores e honra aos vencidos”, elogiou, defendendo que Moçambique ganhou com a organização deste campeonato. Neste momento somos a capital do Afrobasket a nível do Continente Africano. 

 

PÚBLICO VIBROU ATÉ AO FIM

 

NÃO foi por falta de apoio que o Ferroviário não se sagrou campeão africano de básquete no último domingo. O pavilhão do Maxaquene voltou a abarrotar, como já não se via há muito tempo. Não havia espaço para um “agulha” sequer. Milhares de espectadores puxaram pela “locomotiva”, pena que esta não tivesse combustível para andar. Em algum momento, o barulho era ensurdecedor, sobretudo quando a bola entrava no cesto. Mesmo em desvantagem, os adeptos não deixaram de apoiar. Acreditaram sempre que o Ferroviário pudesse passar para a frente do marcador, algo que nunca chegou a acontecer.

 

Quando o marcador apontava 69-47 e faltavam 49 segundos para o apito final, as palmas fizeram-se ouvir ainda mais alto. De pé, cerca de 10 mil espectadores deram os parabéns às “locomotivas” por terem feito o país voltar a vibrar com belas partidas de basquetebol.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

REFORÇOS OU “ESFORÇOS”?

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QUANDO se fala do melhor básquete mundial, vem logo à cabeça um país: Estados Unidos da América. É lá onde moram e cintilam as maiores “estrelas”. Sempre foi assim. Por isso, quando a Direcção do Ferroviário anunciou as americanas Rachel Mitchell e Brea Edwards como reforços para a Taça dos Campeões não houve quem não pensasse. “Bravo! Temos jogadoras, estas duas vão fazer a diferença”.

 

A verdade é que todos fomos enganados, principalmente os que apostaram na contratação destas basquetistas americanas. A Brea Edwards, a base, ainda anotou algumas exibições positivas, mas nada por aí além. Falta-lhe fulgor e dinâmica de jogo. Já Rachel Mitchell foi um fracasso total. Não soube ou não sabe tirar proveito do seu 1,90 metros. É muito má tecnicamente. É capaz de fazer o mais difícil, lançar a bola ao lado sem sequer acertar na tabela em situações em que tem o cesto bem à sua frente. Esta não percebe mesmo de basquetebol!

 

Na final, as duas juntas não marcaram um ponto sequer, enquanto do outro lado, as americanas Italee Lucas (26 pontos) e Siquoia Holmes (13 pontos) e a congolesa, Pauline Akonga (18), estas sim, reforços no verdadeiro sentido da palavra, apontaram ao todo 57 pontos, dos 69 do Interclube.

 

Ora bem, quando se vai aos Estados Unidos da América (fica do outro lado do mundo) buscar-se jogadores, a quem chamamos de reforços, estes devem ter no mínimo o mesmo valor que as nossas. Estas mostraram ter muito a aprender, pois o investimento, se calhar de milhares de dólares que o Ferroviário fez, caiu em saco roto. Seria melhor ir ao ninho do “canário”, por exemplo, negociar Deolinda Ngulela, Deolinda Gimo, Katia Halar ou mesmo Filomena Micato. Não sou vidente, mas me parece que o Ferroviário estaria a festejar o título africano, uma vez que ficou claro que faltou banco à equipa de Leonel Manhique. Faltou quem substituísse à altura jogadoras como Anabela Cossa, Odélia Mafanela, Inguivild Mucauro ou Ornélia Mutombene.

 

 

Fonte:Jornal Noticia

ODÉLIA MAFANELA: ELAS FORAM SUPERIORES

 

FALHÁMOS muito em baixo da tabela. A finalização foi muito fraca. Mas pondo de lado os nossos erros, é preciso dar os parabéns às jogadoras do Inter, hoje (domingo) elas foram superiores”, admitiu Odélia Mafanela.

 

A extremo-poste, pedra basilar nos movimentos defensivos e ofensivos das “locomotivas”, refutou qualquer indício de a equipa ter se apresentado fatigada devido ao jogo de sábado com o 1.º de Agosto.

 

Não creio que tenhamos jogado cansadas devido ao jogo com o 1.º de Agosto. Não estávamos cansadas. O jogo correu mal e temos de aceitar”, arrematou, ajuntando ser importante preparar o futuro. “Temos de arregaçar as mangas e começar a trabalhar para as próximas competições”, afirmou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

RUTE MUIANGA: DEMOS TUDO

 

NÃO estávamos à espera deste resultado. Foi um daqueles dias que as coisas não correram bem. Demos tudo, o nosso máximo, mas não resultou. Entramos mal, cometemos erros que foram fatais. Da próxima vez vamos tentar fazer o melhor”, disse Rute Muianga.

 

A experiente poste refere que é preciso atribuir o mérito ao adversário. “Há que dar os parabéns a equipa do Inter. Hoje foi superior”, afirmou, acrescentando que agora é preciso continuar a trabalhar.

 

Rute Muianga terminou a sua intervenção agradecendo o apoio do público. “Agradecer ao público que esteve aqui. Deu o seu apoio até ao fim”, arrematou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

SANCHO JÚNIOR: CUMPRIMOS UM DOS OBJECTIVOS

 

QUERÍAMOS ser campeões, não conseguimos, mas melhoramos a nossa classificação, esse era um dos objectivos. No ano passado tínhamos ficado em terceiro e neste terminamos em segundo”, palavras de Sancho Júnior, presidente do Ferroviário.

 

O dirigente máximo da colectividade afirmou que o futuro deve ser olhado com optimismo. “Vamos levantar a cabeça e lutar para melhorar nas próximas ocasiões, mas para já vamos sair de férias. Foram 45 dias de intensa actividade e temos de repousar. Depois pensar na próxima época”, referiu.

 

 

Foto:Jornal Noticias

“LOCOMOTIVAS” JÁ PENSAM NO FUTURO: Levantar a cabeça e mãos-à-obra

 

 

 

A NOITE do último domingo foi de má memória para o básquete nacional. Depois de ter deixado pelo caminho o campeão 1.º de Agosto, perspectivava-se um Ferroviário fugaz no jogo da final contra o Interclube e a erguer o troféu de campeão africano de clubes em seniores femininos.

 

No rescaldo desse “desaire” de um sabor super amargo, os “locomotivas” fazem uma leitura mais futurologista, frisando que do jogo da final com o Inter é preciso aprender com os erros para não voltarem a repetir-se em próximas ocasiões. Apontam o trabalho como força motriz para o Ferroviário subir ao reinado do basquetebol africano já no próximo ano. Para tal dizem ser fundamental começar a projectar a próxima temporada.  

 

 

Fonte:Jornal Noticias