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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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09.Ago.16

Lutador moçambicano de Judô estrea-se hoje nos Jogos Olímpicos do Rio

 

O jovem moçambicano, Marlon Acácio, vai estrear-se na tarde de hoje nas olimpíadas como o melhor judoca moçambicano e africano, tendo beneficiado da sua melhor classificação no ranking africano em relação aos outros judocas que também sonhavam em marcar presença no maior evento desportivo do mundo.

 

O judoca moçambicano vai competir na categoria de 81 Kg as 15 horas e 35 Minutos. Marlon é um dos muitos atletas que carimbaram o passaporte para o Rio a qualificar-se pela cota continental devido à acumulação de pontuação no ciclo olímpico. Ele foi o melhor a nível nacional e africano, não tendo conseguido a qualificação directa que engloba os primeiros 22 atletas no ranking.

 

O judoca conta, ainda, com participações no Grand Prix, Grand Slam e Campeonato do Mundo. Nas Olimpíadas, Marlon estreia-se, depois de Edson Madeira, em 2008, em Beijing, China, e Neuso Sigaúque, em 2012, em Londres, Inglaterra, terem participado na competição.

 

 

Fonte:tve24

09.Ago.16

Enquanto houver jogo há esperança

 

A Selecção Nacional Sub-17 de futebol perdeu no último sábado, em Moroni,  capital das Ilhas Comores, por 1-2, diante da sua congénere local, em partida a contar para a primeira “mão” da primeira eliminatória de acesso ao Campeonato Africano de Futebol  (CAN), cuja fase final terá lugar no Madagáscar em 2017.

 

Na prática Moçambique precisa de marcar apenas um golo e não sofrer nenhuma derrota caso queira carimbar o seu passaporte para a próxima eliminatória.

 

O resultado conseguido pela equipa adversária pode até certo ponto ser um motivo de alegria para comorianos, que acabaram, graças ao apoio do seu público, diga-se de passagem, conseguindo um resultado positivo em casa. Mas, na prática, nada ainda está resolvido, pois Moçambique, jogando em casa, também deverá tirar o maior proveito disso, mercê do golo positivo alcançado fora de portas.

 

Não precisamos de ter uma fórmula exacta para chegar à conclusão que o futebol continua sendo uma daquelas caixinhas cheias de surpresas! Se estão recordados, estimados leitores, em 2014 a Selecção Sub-17, ora orientada por Dário Monteiro, teria conseguido uma vitória frente à sua similar de Angola por 2-1 em Maputo mas no jogo da segunda “mão” viria a perder, já em Luanda, por 2-0, amputando o sonho de Moçambique de se qualificar para o CAN que teve lugar no Níger em 2015. Enfim, razões que bastam existem para não se confiar em resultados enganadores…

 

A capital das Comores parou, literalmente, para receber a inestimável visita dos seus vizinhos (Moçambique), separados pelo mesmo oceano (Índico). Nem a chuva miudinha que se fez sentir na tarde de sábado e muito menos as nuvens escuras que se assemelhavam a cinzas do temível vulcão Karthalaforam capazes de inibir os hospitaleiros e simpáticos habitantes de Moroni, e não só, de assistir ao jogo que colocaria pela primeira vez na história frente-a-frente estes dois países em selecções desta categoria.

 

E para a nossa surpresa, a prestação dos “Mambinhas” não passou despercebida aos olhos dos calorosos adeptos, mesmo pelo facto de o combinado nacional, apesar de ter perdido, não ter deixado os seus créditos em mãos alheias, espalhando o charme e perfume  do seu talento colectivo e individual.

 

O atacante Zidane, autor do tento moçambicano, e o “pequeno” Jerry, este último que chegou a ser alvo de rasgados elogios, foram as unidades que mais se destacaram pelas suas habilidades, mesmo jogando perante “matulões”. Sim, matulões, porque a avaliar pela compleição física dos atletas das Comores nenhum aparentava ter abaixo dos 17 anos de idade.

 

 

 

Fonte:Desafio

09.Ago.16

Derrota depois de 13 meses pode comprometer sexto título

 

O Ferroviário da Beira derrotou na noite de ontem o seu homónimo de Maputo  por 21 pontos de diferença (77-56), no primeiro jogo dos “play-off” à melhor de cinco partidas da final da Liga Nacional de Basquetebol em seniores masculinos.

 

Foi a primeira derrota do Ferroviário de Maputo na presente época. Hoje, às 20.00 horas, disputa-se a segunda partida. Para o terceiro lugar, A Politécnica derrotou o Desportivo (54-52), no “play-off” à melhor de três embates.

 

O Ferroviário de Maputo não perdia desde 5 de Julho de 2015, data da disputa do quarto jogo dos “play-off” da final da Liga Nacional de Basquetebol (2014/15) contra o Desportivo (69-50). Na presente edição derrotou, de forma invicta, todos os adversários que teve pela frente. O Ferroviário da Beira, equipa que quebrou a sua invencibilidade 13 meses depois, foi também vítima da equipa de Milagre Macome na quarta jornada (68-82).

 

Mas na noite de ontem tudo foi diferente! Os “locomotivas” da capital do país até começaram com alto ritmo, fazendo quatro pontos. Entretanto, o Ferroviário da Beira não se deixou abalar e rapidamente assumiu as rédeas do jogo. O primeiro período terminou com a equipa de Maputo a perder por três pontos (13-16). O Ferroviário da Beira, em noite inspiração, esteve imparável, muito por culpa do norte-americano Jimmy Williams e de Octávio Magoliço. Ao intervalo a equipa de Nasir Salé já tinha uma vantagem de 10 pontos (24-34). Já no terceiro período Jimmy levou o público ao delírio, com um triplo. Não foram apenas três pontos. Com apenas oito segundos o base iniciou a jogada e fez contenção e no último centésimo arremessou a bola na cara do seu adversário (43-55), para uma ovação do pavilhão, que se colocou de pé.

 

O Ferroviário de Maputo não teve soluções para travar o seu adversário. Aliás, há que destacar um afundanço de Octávio Magoliço (48-64) quando faltavam quatro minutos e 44 segundos para o fim da partida. O atleta fez ainda quatro triplos e um total de 18 pontos, apenas superado pelo seu colega Jimmy Williams, que teve 21. Não foi por acaso que Nasir Salé rodou a equipa, fazendo descansar os dois jogadores quando faltava apenas um minuto e 28 segundos. A equipa já tinha garantido uma vantagem de 20 pontos (54-74). O jogo terminaria com uma vitória incontestável dos beirenses.

 

 

Fonte:Desafio

09.Ago.16

Beirenses sonham com quarta final consecutiva

 

Com os olhos postos nas meias-finais da Taça de Moçambique, disputa-se este fim-de-semana a segunda “mão” dos quartos-de-final da segunda maior prova de futebol moçambicano, surgindo o embate entre a União Desportiva do Songo e o Ferroviário da Beira, actuais líderes do Moçambola, como sendo o mais apetecível de todos, depois do nulo na primeira “mão”, no Chiveve.

 

Para a equipa do Songo, mais do que lutar pela passagem à fase seguinte, no domingo, estará a jogar também para abrir uma nova página da sua história, pois nunca antes logrou atingir as meias-finais da segunda maior prova de futebol moçambicano. Mas primeiro terá que passar por um Ferroviário da Beira que tem sido nos últimos anos a equipa que mais se destacou nesta prova, com três finais consecutivas e duas conquistas (2013 e 2014). Perdeu aquela que disputou o ano passado diante da Liga Desportiva de Maputo.

 

No jogo deste domingo, no campo do HCB, à equipa de Songo apenas uma vitória interessa para seguir à fase seguinte, enquanto aos beirenses bastará uma igualdade com golos, em função do nulo da primeira “mão”, a 20 de Julho.

 

O treinador-adjunto do Ferroviário da Beira, Valy Ramadane, assumiu há dias que “todos intervenientes têm possibilidade de chegar às meias-finais. Da nossa parte faremos de tudo para conseguirmos esse feito uma vez mais e por via disso tentar transitar à final, onde já conseguimos ser felizes por duas vezes”, disse o técnico.

 

 

Fonte:Desafio