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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

Sul-africanos dominam torneio

 

 

O TENISTA sul-africano Ruan Roelofse conquistou domingo a IV edição do “Standard Bank Open”, nos courts do Jardim Tunduru, em Maputo, ao vencer, na final, o compatriota Reinhard Trollip, por dois sets (6-0 e 6-1).

 

 

Em singulares femininos, a também sul-africana Chanel Simmonds, número 238 da Association of Tennis Professionals (ATP), venceu, igualmente na final, a sua compatriota Lenice Van Eyk, por 6-0 e 6-1.

 

 

Ruan Roelofse e Chanel Simmonds levaram para casa 150 e 115 mil meticais, respectivamente, de um total de 833 mil meticais que a empresa Standard Bank disponibilizou para a premiação, para além de troféus e medalhas.Falando momentos após o encerramento da prova, Tomás Salomão, presidente do Conselho de Administração do Standard Bank, disse que a esta instituição que dirige está cometida com o desporto.

 

 

 

 “Reforçámos isso aquando das celebrações dos 120 anos de implantação do Standard Bank em Moçambique, porque pensamos que deveríamos realizar um conjunto de actividades desportivas, desde futebol, atletismo e ténis, para trazer os nossos clientes e o público em geral mais próximo da instituição”, frisou.

 

 

Trata-se, segundo acrescentou, de apoiar a procura e desenvolvimento de talentos, razão pela qual participaram no “Standard Bank Open” desde as camadas mais novas até tenistas federados, que já estão num determinado nível no “ranking” mundial.

 

 

Penso que trazer este tipo de atletas serve para que as pessoas aprendam e, ao mesmo tempo, proporcionar ao público um ténis de qualidade e sentimos que este é o caminho que devemos seguir para incentivar o desenvolvimento desta modalidade no país”, realçou Tomás Salomão.

 

 

Por seu turno, o presidente do Clube de Ténis de Maputo (CTM), Daniel Tembe, considerou que o apoio dado pelo Standard Bank representa muito para o desenvolvimento e massificação da modalidade em Moçambique.

 

 

“Como se viu, o “Standard Bank Open” movimentou mais de 100 tenistas, entre crianças, jovens e adultos”, indicou Daniel Tembe, acrescentando que o “Standard Bank Open” tem sido nos últimos três anos uma das principais provas de ténis que temos em Moçambique, daí que a aposta já está a dar frutos”.

 

 

Participaram nesta prova patrocinada, exclusivamente pelo Standard Bank, atletas de Moçambique, Botswana, Namíbia, Swazilândia, África do Sul, Nigéria, Zimbabwe, Zâmbia e Lesoto, incluindo atletas da Holanda e Bélgica.

 

 

Importa salientar que esta competição, coorganizada pelo Standard Bank, CTM e Destinos, visa massificar a prática do ténis no país e contribuir para a rodagem dos atletas. O Standard Bank disponibilizou condições técnicas a par das premiações, taças e medalhas em todas as provas disputadas.

 

 

 

MOÇAMBICANOS FICAM PELAS “MEIAS” E “QUARTOS”

 

 

 

Entretanto, Cláudia Sumaia foi a única moçambicana que logrou chegar às meias-finais, em singulares senhoras, nas quais foi eliminada pela sul-africana Lenice Van Eyk, por 6/2 e 6/0. Com a derrota, Sumaia ficou com apenas 40 mil meticais. Em singulares homens, a participação moçambicana resumiu-se aos quartos-de-final, nos quais marcaram presença Franca Mata, que reside nos Estados Unidos da América, Feliciano dos Santos e Josefa Simão, respectivamente campeão nacional em título e vice-campeão.

 

 

Este trio representou Moçambique na sua primeira aparição no Davis Cup (região africana), decorrido recentemente em Cairo, no Egipto. Franca Mata perdeu com Phenyo Matong, do Botswana, por 7/6 e 7/5, enquanto Feliciano dos Santos e Josefa Simão quedavam-se diante dos sul-africanos Reinhard Trollip e Lance Cohen, respecticamente pelos parciais de (6/3 e 6/1) e (6/0 e 6/1).Entretanto, Cláudia Sumaia salvou a honra dos moçambicanos ao vencer em pares femininos, na qual fez dupla com a sul-africana Chanel Simmond.  

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Malhangalene lidera

A TURMA da Malhangalene venceu, sábado, a Escola Secundária Sansão Muthemba, por 48-17, em jogo da sexta jornada do Campeonato de Andebol da Cidade de Maputo em seniores masculinos.

 

 

Com este triunfo, a Malhangalene manteve-se no topo com 18 pontos, mais dois que o Maxaquene que esmagou a equipa de Mavalane, por 38-10.

Para a mesma ronda, o Costa do Sol foi derrotado pelo Núcleo das Mahotas, por 28-27. Noutra partida, o Clube de Boane bateu o Núcleo da Matola, por 32-29.

 

 

MAXAQUENE INTOCAVÉL

 

 

O Maxaquene ganhou o Matchedje, seu arqui-rival, por 21-17, em jogo da terceira jornada da Taça Maputo e assumiu a liderança em seniores femininos.As tricolores tornaram-se na única equipa sem derrotas com mais dois pontos que as “militares”.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Petromoc cada vez mais líder

 

 

A PETROMOC goleou, na sexta-feira, a turma das Nassela’s , por 4-0, em jogo da décima jornada do Campeonato de Futsal da Cidade de Maputo.

Com esta vitória, a Petromoc (40 pontos) aumentou de três para seis pontos a sua vantagem na liderança sobre a Liga Desportiva de Maputo “A” (34 pontos) e ficou em posição privilegiada para conquistar o título.

 

 

A Liga perdeu com a Iquebal por 5-3 na partida de fundo da ronda e terá dito praticamente adeus ao título.Numa jornada marcada por muitos golos, a Addeec goleou o Estrela Vermeha, por 6-3, enquanto a Liga Desportiva de Maputo “B” venceu o Al Mahid, por 4-3, num despique espectacular.

 

 

O último classificado, Universo, perdeu por 2-0 com a formação da Toyota.  O Ministério das Finanças ficou de fora devido ao número ímpar de equipas.

 

 

CLASSIFICAÇÃO: PETROMOC (40); Liga “A” (34); Nassela’s (34) Iquebal (33); Liga “B”(24); Toyota (17); Al Mahid (16); Min.Finanças (16); Addeec (16), Estrela Vermelha (8) e Universo (5).

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Textáfrica e 1º de Maio disputam acesso no centro

AS formações do Textáfrica e 1º de Maio de Quelimane vão disputar o acesso ao Moçambola-2015 pela zona centro depois de vencer as séries A e B, na fase preliminar, que encerrou este fim-de-semana.

 

 

Os “fabris” do planalto dominaram completamente a série A, terminando invictos nas três jornadas disputadas. Golearam, na jornada de despedida, a União Desportiva de Domué, por 6-0, tornando-se a equipa mais produtiva, com nove golos e nenhum sofrido.

 

 

 

No segundo lugar aparece o Sporting da Beira com quatro pontos, depois da vitória na última jornada frente ao seu homónimo de Quelimane, por 3-1. O Sporting de Quelimane terminou com três, enquanto o “lanterna vermelha” União Desportiva de Domué amealhou apenas um.

 

 

 

Por seu turno, o 1º de Maio de Quelimane conquistou a série B também sem conhecer o sabor amargo da derrota. Os quelimanenses ganharam dois jogos e consentiram um empate, somando, portanto, sete pontos. Na derradeira ronda, o 1º de Maio venceu o Matchedje da Beira, por 1-0, o mesmo resultado conseguido pelo Chingale frente ao Atlético de Gondola, e que lhe catapultou para o segundo lugar, com quatro pontos. Aliás, foi a única vitória conseguida pelo Chingale, em três jornadas, equipa que era tida como principal favorita entanto como um dos participantes assíduos do Moçambola. Porém, defraudou as expectativas. Nas posições subsequentes, aparecem o Atlético de Gondola e Matchedje da Beira, ambos com dois pontos.

 

 

Salientar que o vencedor da zona centro será decidido em duas mãos, sendo que o primeiro jogo será em Quelimane e o segundo no Chimoio, em datas ainda por anunciar.

 

 

 

MATCHEDJE E ENH DE I’BANE COMANDAM AS SÉRIES NO SUL

 

 

 

O Matchedje de Maputo e ENH de Vilankulo, em Inhambane, comandam as séries A e B da “poule” da zona sul, concluída a segunda ronda no pretérito fim-de-semana. O Matchedje, na série B, foi à Inhambane vencer o Nova Aliança da Maxixe, por 2-0, totalizando seis pontos, depois da vitória também na estreia frente ao Incomáti (2-1).

 

 

 

O Incomáti redimiu-se na última ronda goleando o Estrela Vermelha de Gaza, por 3-0, somando, contudo, os mesmos pontos (três) que o seu adversário, que se estreou batendo o Nova Aliança, “lanterna vermelha” sem ponto.

 

 

 

Por seu turno, a ENH bateu, no seu reduto, Maragra, por 1-0, liderando a série A também com seis pontos, visto que saiu também vitorioso da ronda inaugural diante do Clube de Gaza (2-1). Vitorioso foi igualmente o Estrela Vermelha de Maputo na recepçao aos gazenses, no sábado, por 2-0. Com este triunfo, os “alaranjados” partilham o segundo posto com Maragra, ambos com três pontos. O Clube de Gaza está na cauda, sem ponto.   

 

 

     

FER. NACALA LIDERA NA ZONA NORTE 

 

 

O Ferroviário de Nacala lidera a poule da zona norte encerrada a terceira jornada ontem. Os “locomotivas” arrancaram uma preciosa vitória na disputa, domingo, do comando com o Sporting de Monapo, com o qual estavam empatados por seis pontos. Os nacalenses venceram por 1-0, somando agora nove pontos.

 

 

Com a derrota, o Sporting de Monapo partilha o segundo lugar com o Desportivo do Ibo, que, com o triunfo perante o Desportivo de Pemba (2-0), também no domingo, contabiliza igualmente seis pontos. Na posição seguinte estão o Mandimba FC e Ferroviário, ambos do Niassa, com três pontos. O Ferroviário de Lichinga venceu ontem o Mandimba, por 2-1. 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Ferroviário de Nampula a um ponto do líder

O FERROVIÁRIO de Nampula já está a um ponto do líder, Liga Desportiva de Maputo, depois de empatar ontem na Beira com o seu homónimo sem abertura de contagem.

 

 

A Liga, por sua vez, averbou derrota, diante do Desportivo por 1-0, no encontro mais importante da ronda. O Maxaquene foi derrotado em pleno Estádio Nacional do Zimpeto pela HCB por 1-0, e o Costa do Sol venceu o Ferroviário de Pemba por 3-1. O Ferroviário de Maputo respirou de alívio ao bater o Chibuto por 3-0. O outro Ferroviário, o de Quelimane, recebeu e venceu o Estrela Vermelha da Beira por 1-0. Mas as honras da ronda vão para o Desportivo de Nacala que goleou o Têxtil do Púnguè, por 5-1. Entretanto, a próxima ronda vai ser mesmo a doer com os dois primeiros classificados a colidirem em Nampula.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

LIGA DESPORTIVA, 0 – DESPORTIVO, 1 - Sem margem de dúvidas

O DESPORTIVO foi estrategicamente superior na forma como se apresentou e actuou diante do líder, que, mesmo jogando em casa, acusou certa ansiedade pela pressão exercida pelos seus mais directos perseguidores na tabela, o que acabou afectando o seu desempenho no rectângulo do jogo. Jogando abertamente ao ataque e de forma desinibida, o Desportivo arrancou uma excelente exibição tendo valido, sobretudo, a colocação das suas pedras no terreno.

 

 

Actuando inicialmente com um 4x5x1, os “alvi-negros” ganharam a luta pela posse de bola no miolo e complicaram as saídas da Liga para o ataque. Foi sobretudo durante a primeira parte que o Desportivo mais se notabilizou, com Lanito sempre igual a si, galvanizando o ataque pela aza esquerda para o interior da grande área. Apesar de ter apenas Jójó mais adiantado, o Desportivo teve em Jair e Cremildo, estes dois encostado à direita, os impulsionadores do ataque, com o segundo a aparecer com alguma frequência na zona da finalização. Mas foi o meio-campista Geraldo a chamar aos reflexos de Milagre, com um tiro fora da grande área que forçou o guarda-redes a ceder canto, aos 11 minutos.

 

 

Jair, que ontem apareceu a jogar mais para o interior da aza direita, do que habitualmente como ala, teve a oportunidade mais vistosa de marcar, mais a intercepção à solicitação de Lanito foi contra o corpo de Milagre, aos 16 minutos. O Desportivo, como um jogo progressivo e objectivamente virado para o ataque, continuou na mó de cima e só no último quarto da etapa inicial a Liga reagiu. O jogo directo não foi opção certa contra uma equipa que trocava muito a bola e movimentava-se em toda largura do terreno. E foi Zicco, que, após tabelinha entre Kito e Avelino, é colocado à frente dos centrais atirando à figura de Wilson.

 

 

Posto isto, Telinho foi à linha de fundo flanquear para a zona, tendo Zicco desviado defeituosamente para o segundo poste, onde Muandro apareceu a encostar o esférico mas para fora. Depois, Lanito voltou a centrar para entrada de Jojó, de cabeça, mas o árbitro considerou infração na disputa do esférico com Milagre.

 

 

Este lance fechou a primeira parte. A Liga regressou com outra postura, mas não chegou a contrapor a tendência “alvi-negra”, que continuou sem rodeios e receios. E acabou tendo o prémio merecido, com o tento de Jojó, aos 66 minutos, bem colocado por Cremildo, que aproveito um alívio defeituoso do esquerdino Eusébio. O jogo já havia ganho algum equilíbrio, com alternâncias ofensivas. O técnico Sérgio Faife fez entrar o ponta-de-lança Jerry, o médio ofensivo Nando Imo à procura do golo de empate, mas não logrou o seu almejo. Imo até esteve quase a marcar, numa rápida desmarcação para a antecipação a Wilson, mas a bola ficou embrulhada nos pés do “keeper”. Feito isto, o Desportivo geriu o tempo com substituições à última hora e com simulações de lesão à mistura.O árbitro Sérgio Lopes fez bom trabalho.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITROSérgio Lopes, auxiliado por Amisse Djuma  e Baltazar Inhacumbe. O quarto árbitro foi Filimao Filipe.

LIGA DESPORTIVA – Milagre; Kito, Gildo, Chico e Eusébio; Telinho, Momed Hagy, Liberty (Jerry) e Muandro (Nando) ; Zicco e Avelino (Imo).   

DESPORTIVO – Wilson; Sidique, Agy, Hermínio e Jorge; Cremildo, Jair, Ussama (César Bento), Geraldo e Lanito (Lalá); Jojó (Ernesto).

DISCIPLINA: cartolina amarela a Geraldo.

 

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Fer.Maputo, 3- Chibuto ,0 - Por onde andava esta “locomotiva”?

ALEGRIA voltou a Machava! Há muito tempo que não se via o Ferroviário a praticar um futebol tão vistoso. A bola a circular rápido rente a relva, de pé para pé e com passes de ruptura. Houve harmonia e espírito de entreajuda, condimentos que resultaram numa vitória sobre o Chibuto por 3-0, numa exibição de mão cheia. Apetece perguntar: Por onde andava esta locomotiva?

 

 

Com uma entrada de rompante, os “locomotivas” já podiam estar em vantagem, antes dos 10 minutos, quando Jeitoso com um cabeceamento cheio de intenção obrigou Zacarias a aplicar-se a fundo. Ficou o aviso, e dois minutos depois Andro deu melhor seguimento a um passe de ruptura de Diogo. Estava aberto o marcador. O Chibuto estava meio atónito face a dinâmica e agressividade imposta pelo opositor. Denotava enormes dificuldades em transpor a defesa contrária. Apenas por uma vez, na primeira parte, através de um remate de Dário, curiosamente ex-Ferroviário, incomodou o guarda-redes Leonel.

 

 

O perigo “morava”  doutro lado e aos 28 minutos, Chico de cabeça, atirou certeiro, na sequência de um canto bem apontado por Timbe. Animados pelo golo, os “locomotivas” mantiveram o pé no acelerador. Luís quase fazia o golo com um tiro de fora da área, valeu a intervenção de Zacarias, que diga-se de passagem teve uma tarde muito trabalhosa.  O Chibuto que não tinha feito nada para marcar, quase reduzia a desvantagem numa jogada em que a bola sofre um desvio na perna de Chico e passa caprichosamente ao lado do poste.

 

 

Os visitantes entraram para a segunda parte mais atrevidos e podiam ter chegado ao golo. Primeiro remate por Nhabanga e depois por Chicualacuala que na recarga rematou por cima. No entanto, foi sol de pouca dura, já que rapidamente os “locomotivas” voltaram a ter p controlo do jogo e foi com alguma naturalidade que chegaram ao terceiro golo numa jogada de insistência em que Chico remata e Luís faz o desvio vitorioso. Estavam jogados 66 minutos. A vantagem de 3-0 dava tranquilidade aos comandados de Víctor Pontes, enquanto os de Victor Urbano continuavam a procura do golo de honra de Cedric por duas vezes ficou perto desse feito.

 

 

No final do jogo, os adeptos verde-e-brancos estavam eufóricos e gritavam em viva voz “a…a moleza..”O árbitro teve uma falha grave ao não apitar uma falta sobre Andro. Um empurrão claro que todos viram, menos Estevão Matsinhe que antes já tinha feito vista grossa a uma carga sobre sobre Diogo.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITRO: Estevão Matsinhe, auxiliado por Júlio Muianga e Salomão Filipe. Quarto árbitro: Zefanias Gordandes.

FER.MAPUTO:  Leonel; Belo, Chico, Jeitoso e Solomon; Tchitcho, Timbe, Diogo (Mupoga) e  Andro (Danito Parruque); Manucho (Barrigana) e Luís.

CHIBUTO: Zacarias; Changuala, Nito,Maninho e Nhabanga; Dário,  Palatao, Cédric e Chicualacuala (Alimo); Johane (Adebayor) e Stanley   

 DISCIPLINA: Amarelo para Chico e Leonel.

 

 

IVO TAVARES

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

FER. BEIRA, 0- FER. NAMPULA, 0 - Colisão sem danos

EFECTIVAMENTE, foi uma partida que opôs duas equipas da mesma casa cujos interesses fizeram com que estas se defrontassem, por estas alturas do campeonato, com objectivos diferentes, ou seja, uma a querer suplantar a outra na tabela classificativa, enquanto a outra luta para liderá-la. Foi uma "colisão’’ entre duas "locomotivas’’, sendo uma proveniente da estação Ferroviária da Beira e a outra de Nampula que, ao fim dos 90 minutos não houve danos senão a irmandade prevalecente.

 

 

O jogo era de cartaz. Assim, as duas equipas entraram em campo a tentarem ser mais precisas na medida do possível, particularmente a nível do meio campo de forma a não ferir os seus intentos. O Ferroviário da Beira apostou no 4x4x2 enquanto o seu homónimo, sabendo das dificuldades que iria encontrar no terreno alheio, entrou com um sistema defensivo de 5x4x1 que se desfazia no contra-ataque para 3x5x2.

 

 

Aos 15 minutos o lateral esquerdo dos beirenses, Edson tirou a bola no risco de golo quando uma bola parada cobrada por Dondo foi até à cabeça do dianteiro Skaba que apanhou o guardião Willard fora dos postes, evitando-se assim o golo.Os treinados de Lucas Bararijo eram mais perigosos nos contra-ataques, enquanto o combinado de Nampula fazia-nos de forma lenta. Isto aconteceu até ao intervalo.

 

 

No reatamento da partida, as duas equipas voltaram a apostar no mesmo esquema de jogo e isso, até, levou a que a partida ganhasse monotonia. Aos 78 minutos Mário viu ´´vermelho’’ directo depois de ter entrado a margem das leis sobre um adversário na luta pela possa da bola na área dos nampulenses, deixando o Ferroviário da Beira reduzido a 10 unidades.

 

 

A partir dai os ´´locomotivas’’ da Beira ao invés vergarem foram mais acutilantes, mercê, até, de algumas alterações feitas pelo ‘’banco’’ com as entradas de Henry, Pitcho e Sankanie para os lugares Carlitos, Reinildo e Mfik, respectivamente o que deu ainda mais fôlego aos donos de casa.

Apesar de estar a jogar em vantagem numérica, o Ferroviário de Nampula não foi capaz de aproveitar-se disso e remeteu-se, ainda mais, no seu reduto recuado o que se viu até ao apito final do juiz Mário Tembe que teve um trabalho razoável.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITROS: Mário Tembe, auxiliado por Célio Mugabe e Carlos Guambe. Manuel Castigo foi o quarto.

FER. BEIRA: Willard, Elísio, Mambucho, Cufa, Edson, Reinildo (Pitcho), Paito, Carlitos (Henry), Maninho, Mário e Mfik (Sankanie).

FER. NAMPULA: Germano, Ernest, Stelio, Dondo, Vasil, Hipo, Óscar (Tony), Kalanga, Taibo (Massawa), Vivaldo e Skaba (Calton).

Amarelos para Mambucho (Fer. da Beira) e Dondo, Taibo e Vivaldo (Fer. de Nampula). Vermelho para Mário.

 

 

 

ANTÓNIO JANEIRO

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

DESPORTIVO DE NACALA, 5 – TÊXTIL DO PÚNGUÈ, 1 - Goleada da manutenção

FOI a primeira goleada e histórica que a equipa do Desportivo de Nacala conseguiu nesta prova desde que ascendeu a este escalão, com Carvalho a fazer o seu também primeiro “hatc-tric”, numa partida em que os donos da casa, como lhes competia, entraram com a intenção de resolver o jogo cedo a seu favor como forma de lutar para uma manutenção tranquila o que foi conseguido.

 

 

Isto pode-se provar quando Carvalho, aos 16 minutos da contenda isolado, não consegue bater Miguel que defende “in-extremis” para canto o seu remate, para evitar aquele que seria o primeiro tento da partida. Mas com o jogo bastante intenso e virado para o ataque, Carvalho que tem sido perdulário, abre o activo na partida com um cabeceamento de belo efeito, aos 20 minutos.

 

 

Estavam abertas as portas para uma goleada, muito embora o Têxtil do Púnguè não se rendesse a superioridade do seu adversário, ripostando as investidas contrárias com o irrequieto e pequeno jogador, Xirico, mas seriam os locais a desfrutarem de mais uma flagrante oportunidade de marcar por intermédio de Stiven, aos 37 minutos que valeu a defesa atenta de Miguel para canto.

 

 

As duas equipas recolheram para o intervalo, depois de o Desportivo marcar o segundo golo da partida por intermédio do estreante Nené, aos 41 minutos, que foi a aposta de Akil Marcelino para o onze inicial.

 

 

Na etapa complementar, os “fabris” da Manga entraram melhor no jogo, muito bem sincronizados no seu meio campo, pecando apenas no capítulo da concretização. E como diz a máxima quem não marca, numa partida acaba sofrendo, Carvalho, aos 58 minutos, numa fuga, deixa um contrário pelo caminho e com pé esquerdo remata vitorioso para o terceiro golo do Desportivo de Nacala.

 

 

Com um futebol corrido e rendilhado, com o esférico a rodar de jogador para jogador, o Têxtil do Púnguè reduziu a desvantagem com um golo apontado por Carlos, quando estavam decorridos 62 minutos da partida, num lance em que a defensiva contrária teve imensas culpas.

 

 

Carvalho, neste jogo mostrou algum faro pelo golo, tendo aos 76 minutos, desfeiteado pela quarta vez o guardião “fabril” Miguel e conseguido o terceiro tento da sua conta, tendo o recém-entrado Essien feito o quinto do Desportivo de Nacala, com um remate portentoso de fora de área sem hipóteses de defesa para Miguel, resumindo o jogo numa histórica e agradável goleada para o gáudio dos nacalenses.Arlindo Nuvunga e seus pares tiveram a sua missão de dirigir a partida muito facilitada, merecendo uma nota positiva pelo seu empenho.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITROS: Arlindo Nuvunga, auxiliado por Ivo Muiambo e Zacarias Balói.

DESPORTIVO DE NACALA: David; Osvaldo, Idrissa, Miter e Rodjas; Daúdo, Zé, Nené (Essien) e Betão (Sunde); Stiven (Zuma) e Carvalho.

TÊXTIL DO PÚNGUÈ: Miguel; Félix, Micas, Kofur (Tinho) e Toni; Xirico (Djongue), Luís e Gabito (João); Kadri, Carlos e Kelo.

ACÇÃO DISCIPLINAR: Amarelos mostrados a Rodjas e Daúdo, ambos do Desportivo de Nacala.

 

 

 

LUÍS NORBERTO

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

III FESTIVAL DOS JOGOS TRADICIONAIS: Anfitriã em vantagem no ntxuva

A PROVÍNCIA de Gaza entrou com o pé direito no III Festival dos Jogos Tradicionais que decorrem desde sábado na cidade Xai-Xai, na modalidade de ntxuva, em masculinos, uma das duas modalidades competitivas neste evento, juntamente com o muravarava.

 

 

Com efeito, os anfitriões conseguiram apurar todos os oito jogadores que entraram em acção na primeira eliminatória e na segunda qualificaram cinco.

O cenário coloca Gaza numa posição privilegiada para se sagrar vencedora absoluta dos jogos nesta modalidade, pois mais do que apurar os seus competidores, estes lograram a proeza de se classificarem em primeiro lugar nas respectivas séries.

 

 

A província de Cabo Delgado ficou em segundo lugar absoluto na primeira fase ao conseguir três vitórias e igual número de apurados, sendo que o terceiro posto ficou para Inhambane, com dois triunfos e outros tantos jogadores qualificados.Na segunda fase, Gaza continuou avassaladora, levando para a final seis jogadores o que lhe deixa muito perto da vitória na competição. Outras províncias representadas na final são Maputo-Cidade e Maputo-Província, com um contendor cada.

 

 

Para ntxuva em masculinos, os jogadores estiveram organizados em oito séries de quatro a cinco contendores cada, competindo no sistema clássico de todos-contra-todos numa única volta, apurando-se para a etapa seguinte os dois primeiros classificados. Cada jogador representa uma província.

Trinta e quatro jogadores estiveram em acção na primeira etapa, sendo que na segunda competiu metade deste número.

 

 

Em femininos, a competição está sendo dominada por Inhambane e Manica, com dois apurados cada. Diferentemente de masculinos, neste género houve apenas quatro séries, duas de cinco e outras tantas de quatro contendoras.

 

 

A prova feminina ficou manchada pela falta de comparência da jogadora de Sofala, Flora Joaquim e das desistências de Elisa Mateus (Sofala) e Inês Moniz (Zambézia). Estão apuradas para a última etapa Teresa Mabote da cidade de Maputo, Hortência Nzevo, província de Maputo, Elsa Sitói, Gaza, e Helena Adélia, Inhambane.

 

 

Após a competição de singulares ontem, hoje compete-se em duplos para se apurar o vencedor absoluto da prova.Quanto às modalidades demonstrativas, é de realçar que esta edição possui 28, mais dez que na última edição que teve lugar há dois anos na cidade de Lichinga, no Niassa.

 

 

Modalidades como red, jó, cafulo, coropita, cuiuiu, hulela, interpretação, jogo de nomes, ludo, macawa, maguedlane, mamuna, matlwane, mazombwanha, mbutó, ntsikwa, passo com janta de fogo, pedrinhas, wagona, entre outras constituem o lote das demonstrativas.

O lema deste festival é “Jogos Tradicionais Promovendo a Unidade Nacional”.

 

 

TRAGÉDIA NA VILA OLÍMPICA

 

 

Os Jogos Tradicionais de Xai-Xai ficam com a grande mancha devido à morte, na madrugada de sábado, de um jogador de ntxuva da delegação da cidade de Maputo, que em vida respondia por Azarias Macuácua, na Vila Olímpica do Zimpeto, onde grande parte das comitivas passou a noite de sexta-feira antes de rumar à província de Gaza.

 

 

Azarias Macuácua morreu em circunstâncias estranhas, não se sabendo até ao momento qual foi o móbil do seu desaparecimento físico, mas sabe-se, através de colegas da delegação, que ele sofria de tensão alta, suspeitando-se que pode ter morrido por um ataque cardíaco.

 

 

Neste momento decorre o processo de exame de autópsia no Hospital Central de Maputo para se apurar o motivo da morte. O corpo de Macuácua foi encontrado estendido na casa de banho de um dos apartamentos do bloco 26 da Vila Olímpica e prontamente chamou-se a Polícia que o transladou para a morgue do HCM.

 

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias