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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Festival de basquetebol na abertura da época

TEVE lugar, sábado, na Matola, o Festival de Basquetebol que marcou o arranque oficial da época naquela cidade. No evento participaram cerca de 100 atletas de diferentes escalões.

 

 

No acto, que teve lugar na Escola Secundária da Matola, houve jogos amigáveis entre um misto de basquetistas seniores da cidade da Matola e os da capital do país, estes na qualidade de convidados.

 

 

Houve também partidas entre juniores, juvenis e iniciados, numa cerimónia que contou com a presença dos membros do Conselho Municipal e representantes das escolas da urbe.

 

 

 O festival arrancou por volta das 9:00 horas, prolongando-se até as 15:00 horas, e segundo os mentores tinha como objectivo medir o grau de preparação das equipas da urbe, bem como a descoberta de novos talentos na modalidade.

 

 

Apesar de grande parte das referências nacionais de basquetebol ser oriunda da Matola, a urbe debate-se com a escassez de clubes federados que movimentam a modalidade, sendo que muitos talentos acabam jogando para as equipas da cidade de Maputo, o que retira aquele município da rota do basquetebol no país.A par disso, Matola é uma urbe desprovida de infra-estruturas adequadas para a prática de basquetebol.

 

Fonte:Jornal Noticias

defende Tico-Tico

TICO-TICO, embaixador da Selecção Nacional de Futebol, defende que a estrutura à volta dos “Mambas” tem de ser mais profissionalizada.Numa pequena entrevista concedida ao nosso jornal ainda em Cape Town, onde os “Mambas” estiveram a disputar o CAN-Interno, tendo ocupado a última posição no Grupo A, atrás da África do Sul, Nigéria e Mali, Tico-Tico elogiou o esforço dos jogadores, mas sustenta que alguém tem que fazer mais para que estes mesmos atletas tenham um bom desempenho em provas idênticas.

 

Logo depois da derrota, por 4-2, frente à Nigéria para a segunda jornada, a nossa Reportagem ouviu a reacção do Embaixador dos “Mambas”. Tico-Tico afirmou: “O desempenho de Moçambique nesta prova é desconfortante, pois fica a sensação de que podíamos ter dado mais. A rapaziada entrou para o último jogo determinada, acreditava que neste embate era possível vencer e, nós também acreditámos que realmente era possível sair com uma vitória. Mas a partir de um certo momento no jogo, que é crucial, neste caso quando se deu penalte à Nigéria isso afectou a equipa psicologicamente. Passámos a correr atrás do prejuízo, pois a Nigéria fez o 3-2. Quando é assim corre-se o risco de se sofrer mais um golo e foi o que aconteceu. Fica aquele amargo na boca, pois sentimos que podíamos ter ganho o jogo, com a exibição que fizemos na primeira parte, sobretudo no início do jogo, mas enfim… faltou alguma coisa para darmos um passo. Temos que parabenizar a rapaziada pelo esforço que fez, mas infelizmente não conseguimos ganhar, o que era objectivo principal para acalentarmos esperança de irmos à segunda fase”.

 

 

E… depois do encontro com o Mali Voltamos à carga: Como é que explica esta coincidência de sempre marcámos primeiro e depois perdermos?

 

 

Penso que é uma mera coincidência. Talvez comentar um pouco na questão de marcar primeiro e sofrer logo a seguir. No futebol a partir da altura que uma equipa marca torna-se vulnerável a sofrer golos. Portanto, devia haver uma chamada de atenção para os jogadores se concertarem mais, pois é exactamente no momento que marcamos o golo que nos tornámos vulnerável a sofrer golos. Há que se consolidar as vantagens e tirarmos proveito delas, o que não aconteceu.

 

 

Quando se joga a este nível, a falta de concentração paga-se muito caro. Notou-se nalguns momentos que a equipa perdeu concentração e acabou sofrendo golos. Se tivéssemos vencido o Mali seria um marco histórico, pois Moçambique nunca ganhou uma partida num CAN”.

 

 

Na qualidade de Embaixador, o que pensa que deve mudar nesta selecção para que futuramente tenhamos bons resultados?

 

 

“Somos rápidos a criticar os jogadores, mas eles são ao fim e ao cabo os heróis disto tudo. As dificuldades que eles têm passado para representar o país muitas vezes não as consideramos. Todos vêm do defeso, mas fizeram um esforço enorme para estarem aqui. Há que lhes dar força. Eles tiveram férias curtas, o que pode afectar o resto da temporada. Querem ganhar, mas não é fácil. Falta muita coisa. A estrutura à volta da selecção, por exemplo, tem de ser mais profissionalizada, para que os jogadores se sintam mais incentivados a dar o seu máximo. Há muitas outras coisas que não vale a pena aqui citar, que na minha opinião afectam o desempenho da Selecção. Temos a questão dos ataques em Moçambique que muito recentemente vitimaram alguns jogadores, penso que isso também afectou a equipa, pois souberam em primeira mão com a evolução das tecnologias de comunicação.

 

 

 São situações que afectam, mas em campo eles deram o máximo. Apesar de as coisas estarem a correr mal no país, eles fizeram a sua parte. Demonstraram que estão com Moçambique no coração. Portanto, em face disso, repiso, que são eles os heróis de tudo isto. Não tenho como criticá-los, também passei pela posição deles, somos sempre os mais criticados porque nós é que jogámos, mas há uma série de coisas que devem ser feitas para melhorar a Selecção. Não podemos atirar pedras a estes rapazes, pois eles são briosos. Se não deram mais é porque não têm mais para tal, mas penso que ofereceram o que tinham a oferecer. Temos que acarinhá-los e motivá-los, porque ainda havemos de precisar deles. Há mais jogos pela frente e contámos com eles, isto não termina aqui com o CAN-Interno.

 

 

Questionamos a Tico-Tico, curiosamente, onde é mais difícil estar, no campo ou fora dele?

 

 

Fora do campo é que é mais difícil. Dentro do campo facilmente o nervo passa, de fora há sempre aquela sensação de que podia ajudar, dar o melhor. É por essa razão que se sofre mais fora do rectângulo”.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Cem mil dólares para os “Mambas”

A FEDERAÇÃO Moçambicana de Futebol (FMF) irá receber, da Confederação Africana de Futebol (CAF), 100 mil dólares norte-americanos referentes ao quarto e último lugar do Grupo A dos “Mambas” no CAN-Interno que decorre ainda na África do Sul.

 

Aliás, o valor é um prémio de participação dado que o nosso país não conseguiu pontuar nesta prova reservado aos jogadores que actuam nos respectivos países.

 

Moçambique esteve inserido no Grupo A, juntamente com a anfitriã África do Sul, Nigéria e Mali. Os “Mambas” perderam todas a perdidas, respectivamente por 1-3, 2-4 e 1-2.

O vencedor desta prova que termina próximo domingo irá arrecadar 750 mil dólares, enquanto o finalista vencido terá direito a 400 mil.

 

Refira-se que esta foi a primeira vez que Moçambique chegou a um CAN-Interno, depois de falhadas as qualificações para as edições de 2009 e 2011.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Mais ouro para Moçambique!

A SELECÇÃO Nacional de basquetebol sénior feminina conquistou ontem uma medalha de ouro, ao vencer Angola, por 73-49, na final do torneio dos Jogos da Lusofonia que decorrem em Goa, Índia.

 

 

Com este triunfo, o nosso país eleva para quatro o número de medalhas de ouro conquistadas no evento que junta os países falantes da língua portuguesa.Enquanto isso, a selecção masculina, também de basquetebol, derrotou Cabo Verde, por 56-49, no jogo para atribuição do terceiro lugar, correspondente à medalha de bronze. O combinado nacional perdeu a oportunidade de disputar a final com a Índia, ao perder, domingo, nas meias-finais com Angola, por 55-71. 

 

Com este desfecho, Moçambique contabiliza actualmente 12 medalhas, sendo     quatro de ouro, três de prata e cinco de bronze. O nosso país poderá elevar o número de medalhas de ouro para cinco, caso vença, esta tarde, a Índia, na final do torneio de futebol. Os “Mambinhas” lograram chegar à final, após o triunfo sobre a Srilanka, por 1-0, nas meias-finais disputadas sábado.

 

 

Entretanto, Alfredo Mamba é o atleta mais cotado individualmente e que contribuiu significativamente para o sucesso de Moçambique nos Jogos da Lusofonia, com duas medalhas de ouro conquistadas nas provas dos 1500 e 800 metros. Kurt Couto, por sua vez, deu igualmente uma contribuição considerável, com a medalha de ouro conquistada nos 400 metros barreiras, no domingo. Nos destaques individuais, estão igualmente Creve Machava e Bruno Luzia, que amealharam medalhas de prata nos 400 metros barreiras e no judo, respectivamente.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Paços de Ferreira: Johane impressiona no primeiro treino

JOHANE, avançado de 21 anos, natural do Burundi, cumpriu terça-feira o primeiro treino com o plantel do Paços de Ferreira.O jovem jogador, que chega aos castores por empréstimo do Clube de Chibuto, exibiu-se em bom plano durante a sessão de trabalho, mostrando bons pormenores com o pé esquerdo.

 

 

Vou trabalhar para me afirmar e para ajudar a equipa. Não conheço nada do Campeonato Português a não ser o FC Porto, o Benfica e o Sporting, mas vou procurar aprender e integrar-me rapidamente”, disse o jogador, em declarações prestadas aos jornalistas no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto.

 

 

O meu sonho é jogar numa equipa e num campeonato de topo, mas uma coisa de cada vez. Para já, o fundamental é dar o meu melhor no Paços de Ferreira”, sublinhou.Johane, autor de 14 golos na última edição do Moçambola com a camisola do Chibuto, foi apontado como possível reforço de FC Porto, Sporting e Braga.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Encerra curso de treinadores

TERMINA hoje o curso de treinadores de futebol das camadas de formação que vinha decorrendo desde segunda-feira na capital do país fruto da parceria entre a KNVB (Real Confederação Holandesa de Futebol), a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e a Prosport na qualidade de parceiro implementador.

 

 

Os formandos são provenientes dos clubes das províncias de Sofala, Gaza e cidade de Maputo, por sinal a sede do evento.

 

 

Este curso surge na sequência do realizado na semana transacta pelos instrutores Roger Scouwenaar e Berend Zuurman do programa Worldcoaches (treinadores do mundo) da KNVB.

 

 

As aulas teóricas decorrem no Centro Social do Desportivo de Maputo e a prática no recém-montado relvado sintético num dos campos de salão daquele clube, bem como no campo do Maxaquene.

 

 

Por se tratar de um curso direcionado a um grupo que trabalha com jovens e crianças, a componente life skills (habilidades de vida) teve maior enfoque, aliado às matérias de treinamento desportivo.Da formação participam mais de 50 futuros treinadores. Na semana passada foram formados os treinadores das equipas do Moçambola.

 

Fonte:Jornal Noticias

Xadrezistas nacionais no “Africano” de juniores

DOIS xadrezistas nacionais, nomeadamente Avertino Sande e Neusa de Castro, deixam Maputo esta tarde com destino à Argélia, onde de hoje até 1 de Fevereiro participarão no Campeonato Africano de juniores.

 

A ida a Argélia marca o regresso dos xadrezistas nacionais ao “Africano” da categoria, três anos depois de interregno. Avertino Sande participa na qualidade de campeão nacional em título, enquanto Neusa de Castro é vice-campeã de seniores, mas com idade de juniores.

 

Aliás, Neusa Castro teve a melhor prestação entre xadrezistas juniores que participaram no campeonato do escalão único, devido à insuficiência de inscrições naquela categoria.

Esta é para ambos a primeira experiência num “Africano”, facto que não permite avançar prognósticos sobre a sua possível prestação no evento, que reúne os melhores xadrezistas dos países africanos. Aliás, Neusa Castro é a única com experiência internacional. Participou nas “Olimpíadas” de 2012, na Turquia.

 

Salientar que a última vez que Moçambique marcou presença no “Africano” da categoria foi em 2009, no Egipto, representado por apenas um xadrezista. Trata-se de Donaldo Paiva, que ficou em sétimo lugar.

 

Entretanto, a Federação Moçambicana de Xadrez (FMX) iniciou demarches com vista a garantir a participação moçambicana nas Olimpíadas da Noruega que realizar-se-ão em Agosto, paralelamente com o congresso da Federação Internacional da modalidade (FIDE), e que culminará com a eleição do novo presidente da organização.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Sumbana não fecha as portas: Moçambique pode acolher próxima edição da “Lusofonia”

MOÇAMBIQUE pode ser o palco da próxima edição dos Jogos da Lusofonia, uma competição que junta os países da língua oficial portuguesa e alguns com relações históricas com estes grupos de nações, caso da Índia, Macau e Sri-Lanka.

 

Esta informação foi avançada pelo Ministro da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana, que falava à comunicação social, em Goa, Índia, onde acompanha a delegação moçambicana à III edição dos Jogos da Lusofonia.

 

Sumbana afirmou que o nosso país está disponível e tem capacidade para acolher, em 2017, os IV Jogos da Lusofonia. No entanto, admitiu que há “aspectos a ponderar”, no que tange às questões logísticas, infra-estruturas e financeiras, entre outras.

 

O dirigente acentuou que “há uma proposta no sentido de Moçambique acolher os próximos Jogos, mas ainda vamos trabalhar no sentido de avaliar as responsabilidades. Nós temos de ver na mesa a proposta especificamente: ver responsabilidades do ponto de vista financeiro, material e humano”, frisou o dirigente.

 

Refira-se que neste momento decorre a terceira edição dos jogos da lusofonia em Goa, evento cujo término está marcado para dia 29 do mês em curso.

O basquetebol masculino e feminino, o atletismo, o voleibol de sala e praia e o judo são as modalidades pelas quais o nosso país se faz representar, numa delegação de cerca de 100 pessoas, entre atletas, técnicos, dirigentes, árbitros e jornalistas.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

“Canarinhos” apresentam-se a 2 de Fevereiro

A EQUIPA principal de futebol do Clube dos Desportos da Costa do Sol apresenta-se à sua massa associativa no próximo dia 2 de Fevereiro, nas suas instalações, acto que será seguido de uma partida amigável contra uma formação estrangeira.

 

 

O adversário dos “canarinhos” na apresentação, de acordo com um dirigente do clube, deverá vir da Suazilândia ou África do Sul, sendo que as equipas seleccionadas nestes dois países vizinhos já aceitaram o convite, faltando a opção por parte do Costa do Sol.

 

 

O Costa do Sol deixa hoje a vila fronteiriça da Namaacha onde esteve a cumprir um estágio pré-competitivo de 10 dias, no qual realizou algumas partidas de carácter amigável. Amanhã, sexta-feira, os “canarinhos” regressam ao estágio, desta feita, na África do Sul.

 

 

Sabe-se que os treinados de Arnaldo Salvado irão estagiar primeiro na cidade de Nelspruit e depois em Joanesburgo, sendo que o regresso está previsto para 1 de Fevereiro, na véspera da apresentação oficial.

 

 

De acordo com Garrido Jeremias, director executivo da colectividade, tudo está sendo feito para que o Costa do Sol reconquiste o título. “Estamos a preparar a época com maior cuidado possível. O nosso objectivo, como sempre, é lutar pelo título que infelizmente nos últimos anos nos tem fugido. Queremos mudar alguma coisa na forma de ser e estar. Estamos de jejum há muito tempo”, frisou.

 

 

A fonte foi mais longe ajuntando que “os nossos mais directos adversários reforçaram-se à altura das exigências das provas que se avizinham. Têm jogadores de grande craveira e não podemos ficar ao lado disso. Temos de nos arrumar também”, sublinhou.

 

 

Em relação ao número de reforços, o nosso interlocutor revelou que o Costa do Sol assegurou oito novos jogadores até ao momento, mas ainda está tudo aberto para mais entradas.

 

 

São reforços os defesas James, Campira e Moses (ambos ex-Maxaquene), Obed Machava (ex-Académica), médio centro malawiano Kayira Chamando (Bullet FC do Malawi), avançado malawiano Zakaza (ex-FC de Cape Town) e mais dois juniores que deverão ser promovidos por Arnaldo Salvado.Deixam de fazer também parte do plantel os avançados Masha (zambiano) e Themba (sul-africano); os médios Rivaldo, Tchaka e Nelson; os defesas Gildo e Mayunda e o guarda-redes Guirrugo. 

 

 

Para esta temporada o clube terá cinco jogadores estrangeiros, por sinal o número máximo de expatriados admitidos por lei.Dos reforços alguns são juniores promovidos e os restantes conseguidos no mercado.Refira-se que o Costa do Sol é o clube mais troféus no país, com nove campeonatos ganhos e 11 Taças de Moçambique.

 

Fonte:Jornal Noticias

Desorganização condiciona “nacionais”de andebol

A DESORGANIZAÇÃO e a alegada prepotência do presidente da Federação Moçambicana de Andebol (FMAND), Alberto Graziano, podem estar por detrás dos sucessivos adiamentos dos “Nacionais” de andebol referentes à época desportiva 2013.

 

Segundo uma fonte da FMAND, o presidente daquela agremiação quer fazer tudo sozinho, não dando espaço aos restantes membros do seu elenco, situação agravada com o facto de não aceitar a opinião dos outros.

 

No entanto, reagindo as acusações que lhe são feitas, Alberto Graziano confirma não haver datas para realização dos “Nacionais” e que tudo estará definido depois de conhecida a província que sediará as provas.

 

 “Estamos a trabalhar no assunto. Não sabemos ainda quando e onde iremos realizar os “Nacionais”. Temos de lançar um concurso para vermos qual é a província que se candidata”, explicou ao nosso jornal Graziano.

 

Só depois de sabermos qual é a província que vai acolher os campeonatos nacionais é que teremos as datas. Vamos decidir nessa altura, por enquanto estamos a trabalhar no assunto”, insistiu Graziano.

 

O facto é que desde a ascensão ao cargo de presidente da FMAND nos meados do ano passado, Graziano ainda não moveu uma “palha”. Ou seja, de lá até ao momento a instituição que dirige ainda não realizou qualquer prova e as selecções nacionais estão paradas.

 

A última vez que Moçambique competiu foi no Campeonato Africano que teve lugar em Djibuti, na altura a FMAND era dirigida por outro elenco. Esta situação está a colocar a liderança de Alberto Graziano em causa, com alguns companheiros seus a questionarem o seu desempenho nos bastidores.

 

De realçar que no ano passado os “Nacionais” deviam ter acontecido em Chimoio no início de Dezembro, mas Alberto Graziano adiou a competição na altura alegando a tensão político-militar. Na mesma altura aventou-se a hipótese de transferir a prova para a capital do país, mas debalde.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias