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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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“NACIONAIS” DE XADREZ EM CHIMOIO Delegações iniciam viagem

DELEGAÇÕES aos Campeonatos Nacionais de Xadrez, nomeadamente Liga “A” de seniores masculinos, as competições de femininos (escalão único) e de juniores masculinos, iniciam esta semana viagem, via terrestre, para Chimoio, onde de sábado até o dia 4 de Setembro será palco dos eventos, que apurarão os componentes das selecções dos diversos escalões.



As atenções estarão viradas para a Liga “A”, que é a prova mais competitiva no calendário da Federação Moçambicana da modalidade (FMX).

Com 10 concorrentes, quatro dos quais apurados da Liga “B”, disputado em Junho último na cidade de Maputo, que se juntam aos seis primeiros classificados da última edição da Liga “A”, a fase final do campeonato de seniores masculinos levará à Chimoio a nata de xadrezistas mais destacados dos últimos tempos.



O cabeça-de-série é o campeão em título Wilton Calicoca (Sofala), que lidera a lista dos melhores, designadamente Mateus Viageiro e Miguel Maconi (cidade de Maputo), Mariano Maia e Person Abrantes (Sofala), mais Pedro Ventura (Maputo província), que se mantiveram na Liga “A”. Este naipe de xadrezistas competirá com o quarteto de ascendentes, nomeadamente Pedro Chambule, campeão da Liga “B”, Ilídio Chunguane (Maputo cidade), Oluwashina Tivane (Niassa) e Nivaldo Ventura, também de Maputo cidade.



Os “Nacionais”, que pela primeira vez escalam a capital provincial de Manica, têmo privilégio de juntar os representantes de quase todas as províncias, à excepção da anfitriã, Inhambane e Tete, que não apuraram nenhum xadrezista para esta fase.



A realização dos campeonatos em Manica visa, segundo a presidente da FMX, Selma Simango, a promoção da prática da modalidade naquela parcela do país, daí que, mesmo sem apurar nenhum xadrezista, foi convidada a inserir alguns.



Enquanto isso, Vânia Vilhete (Maputo cidade) é cabeça de série feminina na qualidade de campeã de seniores. Melhor xadrezista dos últimos tempos, vai lutar pela revalidação do título com Ana Malenda (Sofala), Jesse Silva, Josefa Mahota e Elisa Manteigas (Maputo cidade); Neusa Castro e Malema Namaela (Zambézia), Neusa Carangueza (Cabo Delgado), Agira Mário (Nampula), Ramona Rodrigues (Sofala), Sheila Sitoe (Maputo província) e Palmira Epifânia (Gaza).



Enquanto isso, o campeonato de juniores masculinos contará igualmente com 10 participantes, designadamente Barnabé Chizoma (Niassa), Adolfo Filipe (Cabo Delgado), Aristides Vicente (Nampula), Avertino Sande e Télvio Sande (Zambézia), Carlos Casimiro (Sofala), Rafael Chirindza e Adilson Manguinhane (Maputo província), Nicholson Cuna (Gaza) e Belmiro Mahota (Maputo cidade).



Salientar que as provas serão disputadas no sistema suíço, em que os melhores jogam entre si até se encontrar o vencedor.Para efeitos de selecção nacional, elegem-se os primeiros cinco classificados de cada escalão.

Fonte:Jornal Noticias

“Mambas” a caminho de Benguela

A SELECÇÃO  Nacional de Futebol seguiu viagem esta manhã para Benguela, onde no sábado vai defrontar Angola em partida da segunda “mão” da última eliminatória de acesso à fase final do CAN-Interno do próximo ano na África do Sul.


OS “Mambas” levam na bagagem um empate sem golos conseguido domingo no Estádio da Machava, pelo que a missão será espinhosa na terra de José Eduardo dos Santos.

João Chissano, para este jogo decisivo, levou os seguintes jogadores: Soarito e Victor (guarda-redes), Dário Khan, Miro, Gabito, João Mazive, Chico, Calima e Dito (defesas), Alvarito, Josimar, Manuelito II, Diogo e Kito (médios), Sonito, Reginaldo, Mário, Maninho e Belito (avançados).

Fonte:Jornal Noticias

Desportivo de Nacala corre risco de não jogar em casa

O DESPORTIVO de Nacala corre o risco de não realizar este ano os jogos do Moçambola no seu campo, em consequência dos atrasos que se verificam na colocação do piso sintético, a construção de balneários, sanitários públicos, tribuna condigna, túnel de acesso dos jogadores e árbitros e outras infra-estruturas que condicionam a efectivação de uma partida organizada pela Liga Moçambicana de Futebol, órgão que gere esta competição.



Esta constatação foi feita por uma equipa liderada pelo vice-presidente da Liga Moçambicana de Futebol que sábado findo efectuou uma visita àquele recinto com vista a inteirar-se das actividades decorrentes para a recuperação do campo da Bela Vista que, apesar de ter louvado o que está sendo feito pela direcção do Desportivo de Nacala, admitiu que o trabalho feito “ainda é cru” para acolher este ano jogos do Moçambola.



Nós deixamos algumas recomendações à direcção do clube e acreditamos que juntamente com o empreiteiro irão encontrar um meio-termo para resolver os problemas que ainda existem lá”, disse o vice-presidente da Liga Moçambicana de Futebol.



Entretanto, o presidente do Desportivo de Nacala, Mohamed Munir considerou aquela visita dos dirigentes da Liga, como sendo oportuna na medida em que trouxe alguns elementos que deverão ser incorporados no projecto que inicialmente não estavam planificados, dando o exemplo de sanitários públicos e túnel de acesso para segurança dos jogadores e equipa de arbitragem.



É nesse sentido que vamos acelerar com os trabalhos, esperando que até final do mês de Setembro próximo tenhamos o campo pronto e possamos realizar, pelo menos, os dois últimos jogos na nossa casa”, disse Munir.

Fonte:Jornal Noticias

Desportivo e Ferroviário surpreendidos

A TERCEIRA jornada do Campeonato de Basquetebol da Cidade de Maputo de seniores masculinos foi marcada pela vitória sofrida do Maxaquene sobre o Costa do Sol e pelas derrotas dos líderes Desportivo e Ferroviário diante da “A Politécnica” e UP, respectivamente.



No desafio de cartaz da ronda, os “tricolores” obtiveram um triunfo de muito sacrificado diante dos “canarinhos”, por 60-56. A vantagem de quatro pontos elucida o quão foi suado o triunfo.


A equipa “tricolor”, nesta ronda, mais do que os dois pontos, na medida em que viu o Desportivo e o Ferrovário, seus principais concorrentes perderem pela primeira vez. A UP, que já tinha derrota do Maxaquene, na jornada anterior, surpreendeu o Ferroviário, por 64-62, enquanto “A Politécnica” bateu o Desportivo, por 63-56.


Quem continua sem ganhar é a Bela Rosa que desta vez baqueou diante do Aeroporto, por 51-43.O fim-de-semana da bola-ao-cesto foi de satisfação para os “tricolores”, na medida em que a equipa feminina venceu o Costa do Sol, 60-53.


A jornada ficou marcada pelo duplo triunfo da A Politécnica A sobre o Desportivo, por expressivos 90-31, e A Politécnica B, por 63-44. Com este triunfos A Politécnica A consolidou a liderança.Noutra partida em femininos, A Politécnica B bateu UP, por 39-33, numa partida muito fraca a nível da finalização.

Fonte:Jornal Noticias

Costa do Sol acusa FMF de ignorar denúncia

O COSTA do Sol acusa a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) de ter ignorado a denúncia feito pelo clube a 24 de Julho contra a alegada má utilização do médio ofensivo Telinho, em partida da terceira eliminatória da Taça de Moçambique - fase da cidade de Maputo, que se realizou a 19 de Junho, no campo da primeira formação.



O vice-presidente “canarinho”, Amade Abdul, revelou ontem ao nosso matutino que o jogo entre a Liga e Costa do Sol tinha inicialmente sido agendado para Maio, tendo sido posteriormente adiado para Junho por causa do envolvimento da primeira equipa nas Afrotaças.


Nesta ordem de ideia, Telinho não podia jogar nessa data porque estava inscrito ainda pelo Clube Naval de Portugal. A fonte diz que o caso se assemelha ao do jogo entre a Liga e o Maxaquene, do Moçambola, realizado em Abril, período em que Telinho estava ainda ao serviço do Naval. Os “tricolores” protestaram à Liga Moçambicana de Futebol (LMF), gestora da prova, e ganharam o caso.



A nossa Reportagem contactou ao secretário-geral da FMF, Filipe Johane, para esclarecimentos, tendo afirmado que se trata de um caso que nem pode existir, pois o Moçambola e a Taça têm regulamentos diferentes. Disse que a instituição de que faz parte pronunciou-se sobre a denúncia através da Associação de Futebol da Cidade de Maputo, o qual teve a responsabilidade de passar a resposta ao Costa do Sol, como mandam as regras. Visto que o jogo era referente à fase da cidade de Maputo.  

   

O jogo adiado é diferente do jogo por concluir. Respondemos o caso à AFCM em tempo útil e com base no nosso Regulamento”, esclareceu.




Fonte:Jornal Noticias

José Querido aposta na juventude

O LOTE de hoquistas que se preparam na capital do país com vista à participação no “Mundial” do Grupo “A” de 20 a 28 do próximo mês foi reduzido para dez, sendo de destacar a presença de quatro jovens, nomeadamente Filipe Romero (Filipinho), Kevin Pimentel, Mohamed Buanar (Dino) e Félix Gomes. 


A eleição deste quarteto, todos estreantes nos trabalhos da equipa moçambicana, revela a estratégia da equipa técnica, composta por José Querido e Pedro Tivane, treinador e adjunto, respectivamente, em injectar “sangue novo” já a pensar, quiçá, no Mundial de 2015.


Aliás, José Querido admitiu no final da eleição dos dez, divulgada segunda-feira, que o critério de escolha residiu unicamente em refrescar a selecção com jogadores jovens que possam dar segurança para o futuro. “Pretendo com esta convocatória renovar a selecção, por isso optei pela escolha de jovens. Penso que é preciso dar-lhes oportunidade e prepará-los para o futuro. As minhas escolhas foram baseadas neste critério. Mas também tenho alguns jogadores experientes aqui e em Portugal de modo a dar o equilibrio necessário ao grupo”.


Spiros Esculudes (Kiko), Ivan Esculudes (Maninho), Nelson Miquessene (Mafamba) e Arnaldo Queiroz são dos mais experientes hoquistas moçambicanos, que continuam a fazer parte das escolhas de José Querido.



SIGA PRINCIPAL NOVIDADE ENTRE OS PRETERIDOS


José Wilson Sigalete, hoquista com larga experiência na selecção, foi a grande novidade entre os preteridos. Com oito “Mundiais” disputados, sete dos quais do Grupo “A” (Corunha 1999, San Juan 2001, Oliveiras de Azeméis 2003, San Francisco 2005, Montreux 2007, Vigo 2009 e San Juan 2011) e um do Grupo B (Montivideu 2006-campeão), o hoquista pode ter encerrado a sua participação na selecção, dando assim lugar aos mais novos.


Por opção, foram excluídos Eduardo Costa, Mêrcy Mungói, Fernando Timana (Nando) e Dários Mascarenhas.  

 

OS DEZ ELEITOS


Guarda-redes - Arnaldo Queiroz, Lucas Cossa e Juma


Jogadores de campo - Spiros Esculudes (Kiko), Ivan Esculudes (Maninho), Nelson Miquessene (Mafamba), Filipe Romero (Filipinho), Mohamed Buanar (Dino), Samuel António, Félix Gomes e Kevin Pimentel.

Fonte:Jornal Noticias

Vocês são capazes e farão a diferença - Primeira dama na recepção à selecção de hóquei























PALAVRAS de incentivo, motivação e de crer foram transmitidas, ontem, pela Primeira Dama da República de Moçambique, Maria da Luz Guebuza, na recepção à Selecção Nacional de Hóquei em Patins que de 20 a 28 de Setembro vai disputar, em Angola, a 41ª edição do Mundial do Grupo “A”.



Maria da Luz Guebuza, que brindou os hoquistas com uma calorosa recepção na Ponta Vermelha, enalteceu as alegrias que estes têm dado ao povo moçambicano em competições internacionais.



Temos muito orgulho desta nossa selecção. Em muitos momentos honrou o nome de Moçambique em grandes campeonatos. Desta vez vocês vão voltar a elevar bem alto a bandeira moçambicana. Acho que aquilo que deve estar sempre presente nas vossas mentes é que vocês são capazes e que farão a diferença”.



A Primeira Dama chamou atenção para a união do grupo como segredo do sucesso. “É muito importante os atletas estarem sempre juntos e unidos. Essa união deve também existir entre atletas e dirigentes, porque se houver alguma fragilidade pode afectar o ambiente e vamos ter dificuldades de atingir os nossos objectivos. Para que tal não aconteça temos que estar unidos, só assim é que vamos ultrapassar qualquer que seja o obstáculo”.



Maria da Luz Guebuza transmitiu a crença e expectativa que os moçambicanos depositam nos hoquistas moçambicanos. “Quero vos dizer que os moçambicanos estão realmente com grande expectativa porque vocês já brilharam em muitos momentos e acredito que trarão mais brilho para Moçambique, a nossa pérola do Indico”, ajuntando que terão todo o apoio necessário: “Podem contar connosco. Estamos aqui para vos dar todo o apoio, e mesmo estando já em Luanda nós estaremos a acompanhar-vos moralmente”.



No encontro que durou cerca de uma hora, alertou os jogadores para que enfrentem todos adversários sem qualquer tipo de receio. “Vocês têm vindo a treinar e vão agora a um estágio e estarão ainda melhor preparados, por isso em nenhum momento podem ter receio de enfrentar os adversários, mesmo aqueles que sabem que estão bem preparados. É preciso que tenham em mente que estão também preparados, assim irão realmente erguer a bandeira deste grande Moçambique”.



No encontro, a Primeira Dama desejou uma boa viagem à equipa nacional que no dia 26 parte para Portugal onde vai efectuar um estágio.



Na sua intervenção o Presidente da Federação Moçambicana de Patinagem (FMP), Nicolau Manjate, afirmou que os hoquistas ganharam um estímulo para fazerem uma boa prestação no Mundial. “É um estímulo enorme sermos recebidos pela Primeira Dama. Significa que o país, a Nação, está connosco. Acredito que os jogadores saíram motivados e estimulados deste encontro. As nossas responsabilidades são agora ainda maiores, por isso vamos trabalhar mais empenhados para darmos alegria ao povo moçambicano”.

Fonte:Jornal Noticias

“Mambas” preparam jogo com Angola

OS “Mambas” preparam o embate de domingo com Angola, no Estádio da Machava, a contar para a primeira “mão” da última eliminatória de acesso à fase final do CAN-Interno, que se realizará próximo ano na vizinha África do Sul.



A Selecção trabalhou ontem de manhã no campo da Liga Muçulmana, depois de uma sessão inicial na segunda-feira, no campo do 1º de Maio.João Chissano convocou 23 jogadores, destacando-se a chamada do lateral esquerdo Reinildo e do artilheiro Maninho, ambos do Ferroviário da Beira. Mais o guarda-redes Victor e o meio-campista Daúdo, do Desportivo de Nacala.



Como se pode calcular, este encontro reveste-se de capital importância para os “Mambas”. A vitória em casa é crucial, pois a eliminatória será discutida no terreno alheio, onde os angolanos têm todas as condições para saírem em vantagem.



Os “Mambas” são chamados a darem tudo quanto podem para assegurarem que, em Angola, as contas lhes sejam favoráveis, sendo o CAN-Interno a última esperança dos moçambicanos, depois de terem chumbado nas restantes campanhas.



 A apresentação dos “Mambas” no jogo da segunda “mão” diante da Namíbia, na eliminatória anterior, não foi das melhores. Escaparam ao afastamento por um triz, o que torna mais evidente a preocupação de todos quanto ao desempenho da equipa de “todos nós” nesta derradeira eliminatória.



João Chissano tem toda semana para corrigir os erros e elevar os níveis de competitividade nos atletas de modo a darem resposta às adversidades que encontrarão frente aos angolanos, apostados em marcar presença na fase final desta prova, e aliviar a aflição dos moçambicanos ávidos de ver o seu representante na vizinha África do Sul.  

A preparação prossegue esta manhã já no Estádio da Machava, local do encontro.




Fonte:Jornal Noticias

Desportivo de Nacala, 0 - Têxtil de Púnguè, 0: Falhanços exagerados

O DESPORTIVO de Nacala, mesmo praticando um futebol sem grandes primores técnicos, podia ter goleado o seu oponente, pois, foi a equipa que mais oportunidades de marcar teve, principalmente na primeira parte, não fosse os falhanços exagerados protagonizados pelos seus dianteiros. Os falhanços foram exagerados de tal forma que deixou os seus adeptos um tanto ou quanto irritados.

 

 

As duas equipas entraram para o campo com um esquema táctico visivelmente defensivo e de estudo mútuo, embora os treinados por Nacir Armando tomassem de quando em vez, iniciativas de povoar o seu meio-campo e partirem para as investidas pelos flancos, com as maiores ocasiões de golo a pertencer-lhes, tendo em resultado disso, aos 15 minutos, Coutinho falhado uma grande oportunidade de abrir o marcador, rematando frouxo e à figura de David. Aos 27 minutos, o dianteiro Daúdo, teve tudo para rematar com êxito, mas fê-lo de forma desastrada, mandando a bola para as “nuvens”.

 

 

Mesmo sofrendo alguma pressão adversária, os visitantes aparentemente não se deixaram intimidar, tendo adoptado outra forma de abordagem de jogo, estabelecendo, em algum momento o equilíbrio. Contudo, a primeira parte terminou sem que os jogadores dos “fabris” da Manga criassem um único perigo à baliza de Victor, enquanto o seu oponente continuava sucessivamente a cometer falhas incríveis na hora da verdade.

 

Veio a segunda parte com o 0-0 a manter-se e pelos vistos parecia que os nacalenses vinham decididos a alterar o resultado que não era bom, bombeando a bola para frente, embora  em algumas vezes sem convicção. Mas mesmo assim, continuaram a desperdiçar muitas oportunidades criadas pela defensiva contrária de concretizar golos.

 

 

Perante este cenário, os “forasteiros”, que até entraram algo receosos, foram acreditando em si próprios. Venceram o medo e o receio iniciais. Acreditaram que era possível jogar taco-a-taco com o adversário, até ganhar, tanto mais do seu nível. E foi isso o que se assistiu nos últimos minutos, em que o Têxtil teve maiores oportunidades de marcar, não fosse a falta de calma necessárias dos seus avançados.

 

 

Ou por outra, nos últimos minutos não havia lucidez na abordagem do jogo, pelo lado do Desportivo de Nacala. Notou-se a aparente quebra física dos jogadores da equipa da casa, Mas como os seus sectores funcionaram como se impunha, os visitados conseguiram sacudir a pressão até o fim da partida.

A arbitragem de Mário Tembe, teve erros que podiam manchar o espectáculo.

 

 

FICHA TECNICA


ÁRBITRO- Mário Tembe auxiliado por Arsénio Merengue e Carlos Manuel.

 


DESPORTIVO DE NACALA- Victor, Tawinha, Magido, Rodjas, Billy, Daúdo, Coutinho, Délcio, Gito, Neves (Mboma) e Lamá (Helfídio).

 

TÊXTIL DE PÚNGUÈ- David, Katur, Tony, Jude, Abel, Xirico, Moku, Caio, Marcy (Stiven), Avelino e Manucho (Gabito).

 

ACÇÃO DISCIPLINAR- amarelos para Tawinha e Manucho.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias 

Moçambique estreia-se a vencer























A SELECÇÃO Nacional de basquetebol sénior masculina venceu ontem a sua congénere da República Centro Africana, por 70-66, em jogo da primeira jornada do Grupo C que teve o condão de abrir a disputa, também, da 27ª edição do Campeonato Africano das Nações, Afrobasket-2013, que até o próximo dia 31 de Agosto decorre em Abidjan, Costa do Marfim. Moçambique teve um mau arranque para o jogo e terminou o primeiro período a perder por 17-8, um reflexo de má abordagem quer a defender, assim como a atacar. Aliás, depois de uns instantes iniciais em que o jogo foi disputado, Moçambique “perdeu-se” na quadra do Palácio dos Desportos e esteve cerca de cinco minutos sem marcar, vendo a República Centro Africana a vir de uma desvantagem de 8-7 para fechar o primeiro quarto a vencer por 17-8.



 No entanto, foi na entrada do segundo quarto onde um cenário catastrófico se apossou da Selecção Nacional, quando uma sequência de dois lançamentos de longa distância da RCA colocou o resultado a 31-16, numa altura em que faltavam 6.23 minutos para o intervalo.



 Uma diferença de 17 pontos que já eram uma grande preocupação e um grande obstáculo a ter que transpor caso a equipa quisesse, de facto, ganhar o encontro.É que a RCA já estava completamente motivada e sentia que tudo o que tentava fazer surtia os efeitos desejados, quer a defende, assim como a atacar.Do nosso lado, havia que melhorar em todos os aspectos. Uma melhor atitude defensiva, a começar, seria uma opção.

 

E foi o que paulatinamente foi acontecendo.



 O “cinco” nacional passou a abordar melhor, dois tiros de campo de Pio Matos Júnior e Custódio Muchate baixaram o resultado para 31-18 e o treinador da RCA apercebeu-se de que algo estava a mudar do lado moçambicano, razão para solicitar o seu primeiro desconto de tempo.


 

O resultado de 39-27 ao intervalo já parecia muito para o que a equipa estava a jogar, mas cada ponto marcado tinha importância na recuperação, o contrário mostrava que a luta pela vitória ainda era longa.


 

DECISIVO FANTÁSTICO


 

TERCEIRO PERÍODO


 

 Não se sabe o que Milagre Macome disse aos jogadores ao intervalo, mas o que é certo é que de regresso dos balneários, a Selecção Nacional fez um fantástico terceiro período.


 

Uma exibição de encher o olho em termos qualitativos; uma atitude defensiva arrepiante e uma abordagem ofensiva inteligente, quer com as penetrações fantásticas de Augusto Matos Júnior e a força dos postes Custódio Muchate e Octávio Magoliço inspiraram o grupo para uma brilhante recuperação.


 

Paulatinamente, os moçambicanos foram se aproximando de uma RCA agora carente em estratégia ofensiva e permeável defensivamente.A 3.44 minutos do final do terceiro período, uma finalização de Octávio Magoliço seguido de um lançamento livre colocaram pela primeira vez Moçambique à frente  do resultado, por 45-43.



 

Depois, com a equipa já entrosada e já a sentir que podia fazer mais e melhor, o terceiro período terminou com a equipa a vencer por 55-51.

 

O quarto e último período foi disputadíssimo, mas por vezes por culpa própria.Quatro pontos seguidos e o marcador em 59-51 a 8.31 minutos do fim do jogo parecia mostrar que a “ferra” já estava domada, mas debalde.


 

Os nossos jogadores foram aos bocados permitindo a reaproximação da RCA que a 3.29 minutos do fim voltou a estar novamente a frente do resultado, agora por 63-62.

 

Mas a tarde  de Abidjan estava predestinada a Moçambique que, fisicamente e mentalmente mais fresco que o seu adversário, controlou melhor a tensão nos derradeiros segundos e acabou vencendo por 70-66.


 

Hoje, a equipa não joga, regressando à competição às 22:00 horas de amanhã, diante de Angola, antes de fechar a primeira fase no sábado, às 1,330, frente a Cabo-Verde.

 

Sob arbitragem de Chlif Abdelilah, Hay Wael Abdel e Didier Maboko, respectivamente do Marrocos, Egipto e Ruanda, as duas equipas alinharam e marcaram:


 

RCA: Rochris (6), Tony White, Michael Mokongo (8), William Kossangue (7), Johan Grebongo (18), Alban Yabanda (3), Christian Siris (2), Maixant Magloire, Robert Martial (2), Max Kouguere (20), Jose Molombe e Jimmy Djimrabaye.


 

TREINADOR: Fred Goporo


 

MOÇAMBIQUE: Fernando Mandlate (11), Samora Mucavel, David Canivete (4), Sílvio Letela (9), Augusto Matos (12), Ermelindo Novela (1), Stélio Nuaila (3), Custódio Muchate (8), Octávio Magoliço (12), Pio Matos Júnior (8), Armando Baptista e Edson Monjane (2).


 

TREINADOR: Milagre Macome.




Fonte:Jornal Noticias