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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Adeptos enfurecidos invadem a tribuna

DECORRIA a segunda parte e o Ferroviário de Maputo perdia por 2-0 com o seu homónimo da Beira. Nas bancadas os ânimos estavam exaltados. Os adeptos não estavam a gostar do que estavam a ver. De súbito, um grupo desses apoiantes “salta” das bancadas do Estádio da Machava e avança em direcção à tribuna para protestar junto dos membros da Direcção que se encontravam naquela zona “Vip”, antes de provocar alvoroço na zona reservada à imprensa, onde esmurraram os vidros das cabines, prejudicando veementemente o trabalho dos homens da escrita, rádio e televisão que estavam a prestar a devida cobertura do encontro.

 

LMF aguarda relatório do delegado

 
O FERROVIÁRIO de Maputo poderá ser penalizado pelo Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol devido ao comportamento incorrecto dos seus adeptos, que invadiram a zona da tribuna na partida diante do seu homónimo da Beira no último domingo.

De acordo com Marcelino Tovela, secretário executivo da LMF, tudo vai depender do relatório do delegado do jogo. “O delegado ainda não reportou os factos de violência ocorridos no jogo entre os Ferroviários de Maputo e da Beira. Vamos aguardar”.

 

 

Marcelino não descarta a hipótese do Ferroviário ser penalizado caso o relatório do delegado comprove que realmente há razão para se aplicar o castigo, que até pode passar por jogar à porta fechada, medida aplicada recentemente ao HCB.
Fonte:Jornal Noticias

Mussá Osman adjunto de Pontes no Chibuto

MUSSÁ Osman é o novo técnico-adjunto de Victor Pontes no Clube de Chibuto. O técnico, que ano passado treinou o Ferroviário da Beira e Chingale, assinou contrato de um ano e já trabalha desde segunda-feira última naquele clube do Moçambola.

 

Segundo o presidente do Chibuto, Simão Cossa, a contratação de Mussá Osman tem em vista cobrir a lacuna que existia, sendo que a equipa técnica era composta pelo treinador principal, Victor Pontes, e o preparador físico, o português Gil Couto, que se confundia como técnico-adjunto.

 

 

Gil Couto regressou recentemente a Portugal para prosseguir com a sua formação. No seu lugar fica Nunes Cachela, antigo atleta do Chibuto, que vinha sendo projectado há alguns anos para cá.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Costa do Sol recebe Liga esta tarde

O COSTA do Sol defronta esta tarde a Liga Muçulmana, em jogo em atraso da nona jornada do Campeonato Nacional de Futebol, o Moçambola-2013. É um jogo de extrema importância para as duas equipas, que procuram a todo o custo, aproximar-se dos lugares cimeiros.

 

A Liga Muçulmana soma 16 pontos, em quarto lugar, mais quatro que o Costa do Sol, que está na incómoda oitava posição. Ou seja, uma vitória dos “muçulmanos” colocaria a equipa de Litos na liderança, com 19 pontos, mais um que a dupla Maxaquene-HCB e afundaria os “canarinhos”, que vêm de uma derrota por 2-1 na cidade de Nampula diante do Ferroviário local.

 

 

Por outro lado, caso o Costa do Sol vença assalta o quinto lugar, em parceria com o Ferroviário da Beira, pois passaria a somar 15 pontos, os mesmos dos “locomotivas” de Chiveve.

 

 

O jogo tem lugar a partir das 15.00 horas no Campo do Costa do Sol, e pode servir igualmente de ensaio para os “muçulmanos”, que domingo têm uma missão espinhosa de virar a desvantagem de 0-4 consentida há duas semanas em Lubumbashi, terreno do TP Mazembe, em jogo da primeira “mão” do “play-off” de acesso à fase de grupos da Taça CAF.
Fonte:Jornal Noticias

Forasteiros vazam bolsa de prémios

A PRESTAÇÃO moçambicana no “Open Standard Bank” de ténis ficou reduzida a pares mistos, onde Isac Jorge partilhou 34 mil meticais com a zimbabweana Fadzai Mawisire, com a qual fez dupla, tendo vencido a final diante do par curiosamente constituído pelos nacionais António Sábado e Laura Nhavene. Como finalistas vencidos, António Sábado e Laura Nhavene dividiram 22 mil Meticais.

 

O desempenho dos tenistas nacionais nas principais categorias, nomeadamente singulares homens e senhoras, foi pouco significativo. Nenhum logrou chegar à final, razão pela qual pouco desfrutaram dos 646 mil meticais de premiação disponibilizados pela empresa Standard Bank, patrocinadora oficial do evento. A maior parte do bolo ficou com os tenistas estrangeiros.

 

 

A presença moçambicana em singulares homens não passou das meias-finais, onde Feliciano dos Santos, curiosamente cabeça de série, e Isac Jorge, segundo mais cotado no “ranking” da prova, foram eliminados pelo sul-africano Lance Cohen e tswana Phenyo Matong, respectivamente pelos parciais de 6/4 e7/6 (7/4); e 4/6, 6/0 e 6/2.

 

 

Pior desempenho foi em singulares senhoras, onde as melhores tenistas nacionais não foram além dos quartos-de-final, com a “veterana” Laura Nhavene a não conseguir se impor sobre as forasteiras e nem sequer defender o título conquistado no ano passado. Laura Nhavene foi eliminada pela sul-africana Lenice Van Eyk pelo duplo 6/2. Ficaram também nos “quartos” Cláudia Sumaia, Cecília Massunga e Ilga João.

 

 

FORASTEIROS LEVAM MAIOR BOLO MONETÁRIO



Como nos referimos, os tenistas estrangeiros amealharam maior parte dos 646 mil meticais disponíveis para os melhores do “Open”. O tswana Phenyo Matong foi o vencedor de singulares homens, arrecadando o prémio máximo (135 mil meticais). Matong, curiosamente vencedor do “Matola Open”, em Fevereiro último, evento inserido nas festividades daquela urbe e que juntou os melhores tenistas da região austral, superou na final de “homens” o sul-africano Lance Cohen pelos parciais de 6/1, 2/6 e 6/3. Como finalista vencido, Cohen ficou com 60 mil meticais.

 

 

A vencedora de singulares senhoras foi a zimbabwena Fadzai Mawisire, que despachou a sul-africana residente em Maputo Ohmar Fernandes pelo duplo 6/0. Mawisire obteve 50 mil meticais, enquanto Fernandes ganhou metade do valor.

 

 

Outra categoria com direito a prémio é de pares homens, na qual os moçambicanos ficaram honrados com a presença de Feliciano dos Santos na final, ao lado do tswana Phenyo Matong. Infelizmente, a dupla foi eliminada pelo par Shingirai Muzondiwa/Keneilwe Puthengo, do Botswana, pelos parciais de 6/2 e 6/4. A dupla tswana arrecadou 34 mil meticais, contra 22 mil do finalista vencido.

 

 

Salientar que a prova de pares senhoras, também com direito a prémio, não reuniu número suficiente de concorrentes (oito pares).
Fonte:Jornal Noticiaas

Vilankulo exibe fragilidades “caseiras”

O VILANKULO FC vem exibindo fragilidades, esta época, que até então não eram conhecidas.

 

Se na temporada passada esteve impecável a jogar em casa, não perdendo nenhum jogo, no presente ano tem-se revelado débil diante do seu público. Em dez jogos já perdeu por duas vezes, a última das quais, no sábado, com a HCB, por 2-0 em jogo do Moçambola.

 

 

A derrota dos “marlins” acontece um mês depois de ter sido derrotado pelo Maxaquene, por 1-0. A equipa de Chiquinho Conde vive dificuldades para vencer em casa, diante do seu público, e o resultado está à vista. Está na zona de despromoção ocupando a décima primeira posição com 11 pontos frutos de três vitórias, dois empates e quatro derrotas.

 

 

Para um “team” que terminou em quinto lugar na época passada e que se propunha a melhorar a classificação esta temporada é uma situação que não deixa de ser preocupante.

 

 

Na próxima jornada desloca-se a Chibuto, um terreno em que se antevê difícil. Aliás, jogando fora, o representante da província de Inhambane no Moçambola, tem sido, igualmente, infeliz.

 

 

Quando faltam três jogos para o final da primeira volta antevê-se uma batalha titânica não só na fuga aos lugares de despromoção, bem como no duelo pelo primeiro lugar que continua ao rubro com todos a estarem muito equilibrados a nível de pontos conquistados. A HCB, por exemplo, por força dessa vitória, manteve-se colado ao Maxaquene, no topo da classificação, com 18 pontos.

Fonte:Jornal Noticias

Vilankulo FC, 0 HCB, 2: Derrota pesada

VILANKULO FC sofreu em casa uma derrota pesada ao perder diante do HCB de Songo por duas bolas sem resposta, num jogo bastante electrizante em que a equipa da casa criou inúmeras situações de golo falhando, no entanto, na finalização.

 

Foi o Vilankulo FC que entrou a pressionar na perspectiva de resolver o jogo mais cedo, entretanto os visitantes foram os primeiros a chegar com perigo à baliza contrária quando Zuma, aos quinze minutos, obrigou Martinho a uma defesa arrojada para evitar o primeiro da tarde.

 

 

Na reposição desse lanche, no seu estilo característico, VFC ensaia um contra-ataque rapidíssimo que em um minuto a bola passou por três jogadores e só terminou com o toque final de Osvaldo com o esférico a roçar o poste esquerdo de Soarito e aos 31 minutos era Madeira, de costas viradas, e de bicicleta, a fazer a bola passar a escassos centímetros do poste direito de Soarito

 

 

Entretanto, HCB era muito perigosa no meio-campo onde Aurito, do flanco directo, era o tocador do piano, enquanto Zuma, no corredor central, comandava as operações e o VFC sem eficácia necessária para estancar o meio-campo, viria a sofrer o primeiro golo por intermédio de Babo, que depois de receber a bola no corredor central, galgou terreno sem oposição de ninguém e perante a saída desesperada de Martinho, escolheu o melhor ângulo, gelando, deste modo, o Municipal de Vilankulo.

 

 

Na segunda parte, Chiquinho volta com dois possantes no ataque, Tenday e Santos, depois de ter trocado Abdul por Cambula ainda no primeiro tempo. Era a ideia do técnico do VFC discutir o resultado, pois Mucuapele e Fanuel ganhavam todas as bolas nas alturas sem pressão de ninguém.

 

 

A ideia de Chiquinho Conde pegou, pois o Vilankulo passou a dispor de melhores oportunidades de golo e rematou muito só que encontrou Mucuapele, Fanuel e Soarito em dia sim, negando o golo dos donos da casa.

 

 

Fruto da pressão caseira, há um penalte resultante de uma mão na bola por Nicholas que na sequência disso vê o segundo amarelo. Mathombe, chamado a cobrar, mandou a bola para fora, esbanjando uma das melhores oportunidades para repor a igualdade.

 

 

Mesmo assim, a equipa não baixou os braços. Partiu em busca do empate. E num contra-ataque rápido, Babo, no mesmo estilo do primeiro golo, ganha a bola no corredor central e, à entrada da área, esticou um balázio que só parou nas malhas da baliza de Martinho, sentenciando a partida.O árbitro realizou um trabalho aceitável, teve uma companhia de classe principalmente o primeiro árbitro auxiliar.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Paiva Dias, auxiliado por Amisse Juma e Dias Sigauque

 

VILANKULO FC: Martinho; Norberto (Santos) Ali Cadre, Madeira e Felio, Abilio, Abdul (Cumbula), Machael, Mathombe, Osvaldo e Dilo (Tenday)

 

HCB: Soarito; Mucuapele, Fanuel, Antoninho, Aurito, Zuma, Babo, Ussama, Macha, Nichola e Fabrice

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartão amarelo para Ussama e vermelho, por acumulação, para Nicholas

 

Golos de Babo aos 34 e87 minutos

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Chingale, 1-Chibuto, 2: Com a mão do árbitro

O ÁRBITRO do jogo realizado no passado domingo, no campo do Desportivo na cidade de Tete entre as equipas de Chingale e do Chibuto, referente à 10.ª jornada da presente edição do Moçambola, Filimão Filipe, meteu a mão tendo negativamente influenciado o resultado ao assinalar um golo na baliza do Chingale após o derrube do seu guarda-redes dentro da sua área de protecção.

 

Foi um remate do centro do meio-campo defendido pelo Chingale, quando Bush, em jeito de recarga, atirou a bola para o interior da pequena área, Joaquim saltou e com a bola nas suas mãos quando Mastyle foi ao seu encontro junto à linha do golo e em jeito de encosto o empurrou para dentro da baliza. O árbitro que estava por perto assinalou a falta de imediato, mas, segundos depois, anulou tendo validado o golo.

 

 

Este comportamento levou os jogadores do Chingale a rodearem o árbitro a pedir justificação e o público começou a arremessar objectos para o interior do campo como garrafas plásticas de água mineral, pedras, entre os objectos. O jogo teve uma paragem de cerca de 20 minutos, onde a direcção do Chingale teve de intervir na tentativa de amainar os ânimos dos seus jogadores e do seu público. Joaquim, guarda-redes do Chingale, descontrolado e inconformado com a posição do árbitro, violentamente protestou a atitude que lhe custou um vermelho directo. Para nós, foi uma grande asneira que cometeu o árbitro Filimão Filipe ao tomar duas medidas simultâneas.

 

 

O JOGO



A partida iniciou-se com o Chibuto a sair para o ataque com a bola rentinha ao relvado diante de um Chingale que ainda estava a posicionar-se melhor e a estudar o seu adversário. Por três vezes o Chibuto violou a defensiva do Chingale e o golo não surgiu nos primeiros instantes da partida, porque ainda havia muita ganância por parte dos pontas-de-lança do Chibuto. Foi assim que aos seis minutos, Chibuto, através do seu irrequieto Johanes, falhou uma oportunidade flagrante de abrir o activo tendo chutado por cima do travessão.

 

 

Já na entrada do primeiro quarto de hora, o Chingale apareceu a exibir um bom futebol com a bola sobre a relva e passes curtos de jogador para jogador com maior destaque para Parkim, Magaba e Marlon que tudo fizeram para inaugurar o marcador mas devido as cautelas montadas por Victor Fontes, os seus defesas não deram confiança possível aos adversários. Os tetenses demonstraram que a sua vontade em campo não era para menos, apertando para o fundo o acelerador e rematando com certo perigo onde Parkim já aos 12 minutos disparou um autêntico tiro que passou a escassos milímetros do travessão a guardião de Zacarias.

 

 

Numa jogada de contra-ataque pelo lado esquerdo Pacatão corre para o meio do meio-campo defendido pelo Chingale e em jeito endossa a bola à meia altura para o interior da pequena área onde surgiu Johanes com um toque subtil para enviar a bola para o fundo das redes à guarda de Joaquim. Água fria nas bancadas do Campo do Desportivo em Tete.

 

 

Inconformado com o resultado, o Chingale pressionava e o Chibuto privilegiava o seu contra-ataque rápido, apoiado pela rapidez e técnica de Johanes entre outros seus colegas, mas os visitantes ainda continuavam mais adultos e conseguiram o golo de empate a seis minutos do intervalo, após um lance de pontapé de canto em que houve uma série de jogadores na defesa visitante e Stélio, defesa central do Chingale, saltou mais alto e de cabeça rematou forte para o fundo das redes.

 

 

Próximo do intervalo, Parkim e Magaba combinam uma boa jogada que não resultou porque Zé, depois de receber a bola no interior da grande área e quase sem ninguém à sua frente, chutou muito por cima do travessão.

 

 

Veio a segunda parte e o Chingale regressou mais cauteloso e a acelerar cada vez mais, acomodando-se praticamente no meio campo contrário. Os donos da casa tomavam conta do jogo mas não deixavam transparecer que a sua defesa estava tremida, embora Stélio, Rogério e Elísio e ainda Silvério e Magaba faziam tudo ao seu alcance para que os “canarinhos” tetenses não ficassem desacreditados sempre que o esférico estivesse em seu poder.

 

 

Realmente a segunda parte do jogo foi mais marcada pela confusão do golo (faltoso) onde a partida ficou paralisada cerca de 20 minutos e no reatamento os árbitros, sobretudo os fiscais, não deixaram de ser saudados com alguns objectos de estilo pedrinhas e garrafas de água mineral, o que obrigou que o encontro tivesse mais paragens do que futebol.

 

 

FICHA TÉCNICA


CHINGALE: Joaquim; Elísio, Stélio, Rogério, Zé, Nelson, Silvério, Parkim (Alone), Magaba, Marlon e Gerald

 

CHIBUTO: Zacarias; Chaguara, Mastyle,Nito, Duda, Bush, Pacatão, Mambucho,(Jiminho), Ndjusta, Johanes e Lacá (Jossias) 


ACÇÃO DISCIPLINAR: Vermelhos para Joaquim e Chaguara. Amarelo para Bush

 

GOLOS: Johanes, Stélio e Mastyle

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Moçambique supera a frágil Suazilândia

MOÇAMBIQUE deu-se melhor no Torneio Internacional de boxe que teve lugar fim-de-semana no Estádio Nacional do Zimpeto, ao superar a frágil equipa de pugilistas suázis, convidados de honra para o evento.

 

Os suázis vieram a Maputo com apenas três atletas, numa delegação composta por 15 pessoas, a maioria árbitros e alguns dirigentes. Apesar de o resultado ser menos interessante que o próprio intercâmbio, é preciso realçar que as suázis são de longe inferiores em boxe feminino.

Aliás, nenhuma pugilista suázi conseguiu derrotar uma moçambicana, destacando nesse capítulo o KO de Augusta, da Academia Lucas Sinóia, a uma adversária em menos de 30 segundos.

 

 

Numa prova em que Moçambique esteve representado por 13 pugilistas, o destaque vai para o combate entre Alcinda Helena, da Academia Lucas Sinóia, e Rosa Maria na divisão dos 75 kg, proveniente de Nampula. A atleta da capital do norte perdeu escandalosamente por 5-0, apesar de ser mais experiente e cotada que a adversária.

 

Na final, Alcinda Helena perdeu com a novata Rady Gramane, que foi considerada atleta revelação. Noutros combates, Rufina Cossa bateu Ângela Augusto nos 60 kg, Alice José superou Isabel Mulungo, nos 54 kg, e Alcinda Amélia derrotou Melba Zunguze.

 

 

Os masculinos foram convidados a abrilhantar a competição e na final Juliano Máquina bateu Cremildo Artur, por 3-2, num grande combate.

A Federação Moçambicana de Boxe aproveitou o torneio para fazer a pré-selecção para os “regionais” da Zona IV, que terão lugar próximo mês em Gaberone, Botswana.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Rivais dão “recital” de hóquei

QUE grande propaganda de hóquei em patins protagonizaram Ferroviário e Desportivo na última sexta-feira em jogo pontuável para a segunda jornada do Campeonato da Cidade de Maputo.

 

O empate a dois golos foi justo por aquilo que foi a prestação das duas equipas ao longo dos 50 minutos.

O desafio foi repartido. Em alguns períodos os “alvi-negros” tiveram o domínio, noutros, coube aos “locomotivas” tomarem conta do jogo. As oportunidades de golo surgiram numa baliza e noutra. Os guarda-redes, Hélio Canda (Ferroviário) e Arnaldo Queiroz (Desportivo), deram espectáculo com algumas defesas de encher o olho.

 

 

O Desportivo foi o primeiro a marcar por intermédio de Nuno Tavares que em dia de aniversário não poderia ter melhor presente. Colocou as “águias” em vantagem, no entanto, o jogo estava longe de ser decidido, pois ainda faltava disputar um bom período da primeira parte e toda a segunda. Ao intervalo, o Desportivo saiu a vencer, por 1-0, embora tivesse oportunidades de parte-a-parte para a existência de mais golos.

 

 

O público que se fez presente no pavilhão do Estrela Vermelha bem pediu. Queria gritar mais golos, mas só pôde fazê-lo na segunda parte, período em que Kiko, melhor jogador moçambicano da actualidade, abriu o “livro” e com um golo e uma assistência primorosos colocou o Ferroviário a vencer, por 2-1. Num ápice a festa mudava de cor, passava a ser “verde-e-branca”.

 

 

O despique aquecia dentro do rectângulo. O ritmo tornou-se ainda mais acelerado com o Desportivo a procurar chegar à igualdade, enquanto o Ferroviário tentava chegar ao golo da tranquilidade. A poucos minutos do final, numa altura em que a equipa “alvi-negra” estava mais perigosa viu-se coroada com o golo do empate apontado pelo novo reforço Pedro.

 

 

No final, os jogadores saudaram-se como que a dizer com um espectáculo destes nenhum de nós merecia perder. O público aplaudiu de pé num gesto de agradecimento ao brilhante jogo de hóquei como há muito não se via.Ernestino Gabriel e Ubero dos Santos, árbitros do encontro, realizaram um excelente trabalho.

 

 

No primeiro jogo da ronda a Académica confirmou estar em grande forma com uma vitória sobre o Estrela Vermelha, por 10-3.Os estudantes lideram com seis pontos, mais dois que o Ferroviário e cinco que o Desportivo, segundo e terceiro classificados, respectivamente. O Estrela ocupa o último lugar ainda sem pontuar. 

Fonte:Jornal Noticias

Costa do Sol cilindra Maxaquene

O COSTA do Sol derrotou copiosamente o Maxaquene, em jogo mais aguardo da quarta jornada do Torneio de Abertura em basquetebol a nível da cidade de Maputo. “Os “canarinhos” venceram por 82-59.

 

Noutros desafios, o líder Ferroviário derrotou, à tangente, a aguerrida Universidade Pedagógica, por 52-49, num dos jogos mais renhidos da ronda. Aeroporto venceu a frágil equipa da Bela Rosa por uma diferença de 10 pontos, ou seja, 65-55.

 

 

O Desportivo da Matola, que semana passada chegou a ameaçar desistir da prova por falta de condições, venceu a A Politécnica por 68-55.

Em seniores femininos, o Ferroviário bateu o Costa do Sol, por 66-37, resultado que espelha o poderio “locomotiva” neste torneio.O Desportivo caiu aos pés da A Politécnica B, por 53-40. A Liga Muçulmana bateu A Politécnica A por 67-58.

Fonte:Jornal Noticias