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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Duelos aquecem segunda ronda

DUELOS e tira-teimas é o que nos propõe a segunda jornada do Torneio de Abertura em Basquetebol a nível da cidade de Maputo. Esta noite, no lançamento da ronda, o Ferroviário mede forças com o Aeroporto em seniores masculinos e em femininos terá pela frente nada mais, nada menos que o Maxaquene, jogo que promete muitas emoções.

 

O Ferroviário-Maxaquene, em femininos, é, sem dúvidas, o “derby” da ronda e tem início às 18.15 horas no campo dos “locomotivas”.Às 19.45 horas os “locomotivas”, que entraram demolidores na primeira ronda, terão pela frente o Aeroporto, em seniores masculinos.

 

 

A ronda prossegue amanhã, com a Universidade Pedagógica a bater-se com o Maxaquene no campo do Ferroviário, a partir das 17.00 horas. O embate será antecedido pelo Desportivo-Bela Rosa, jogo que terá lugar no pavilhão da A Politécnica. Às 18.30 horas a A Politécnica recebe o Costa do Sol no seu pavilhão.

 

 

Já em femininos, para além do sensacional Ferroviário-Maxaquene, teremos A Politécnica B-Liga Muçulmana, actual campeã nacional em título. A Politécnica medirá forças com o Costa do Sol, e todos os jogos têm lugar no pavilhão da primeira equipa.

Fonte:Jornal Noticias

Boxe anda “doente” nas províncias - segundo os presidentes das associações

A MODALIDADE de boxe anda de mal a pior em diferentes províncias do país.

 
 A sensibilidade de alguns presidentes das associações provinciais da modalidade recentemente em Maputo e todos foram unânimes em afirmar que a “nobre arte” está estagnada fora da capital, pois falta tudo, desde recursos humanos, materiais e sobretudo financeiros para a sua movimentação, daí que sugeriram ao novo presidente da Federação que preste muita atenção a elas.
Os presidentes são de opinião que com um pouco mais de atenção por quem de direito a modalidade pode dar um salto, pois o potencial existe.  
Fonte:Jornal Noticias

Na minha província não há grande coisa - Ernesto Sixpence, Sofala

NA minha província o boxe não está lá grande coisa. A associação é que é a gestora dos pugilistas, o que não é correcto. Os pugilistas são da responsabilidade dos clubes, mas em Sofala a história é completamente diferente”, descreveu Sixpence.

 

 

Os clubes não abraçam o boxe, o que é estranho. Mas a partir deste ano vamos entrar em consenso com os clubes para que passem a apostar na modalidade, pois o distanciamento dos clubes torna ainda mais difícil a prática da modalidade, com o agravante de termos ficado muito tempo sem materiais”, ajuntou.

 

 

Neste momento Sofala tem os materiais recentemente distribuídos pela FMBoxe dos herdados dos Jogos Africanos de Maputo. “Já temos botas, luvas, ringue, calções, entre outros equipamentos. O resto vamos organizar, pois a vontade de praticar o boxe existe em todo o canto da província.

 

É neste contexto que dentro em breve vamos criar uma academia para formação de crianças de idades compreendidas entre 8 e 10 anos, e se tudo correr bem iremos expandi-la pelos distritos e até por toda a região centro do país”.

 

 

Sixpence avançou que Sofala tem neste momento cerca de 18 praticantes, número que espera que suba. Por outro lado, a província tem 20 petizes em processo de iniciação à prática da modalidade. “Não temos atletas femininos. Tínhamos duas, mas casaram-se e deixaram o boxe, porém estamos a tentar mobilizar outras raparigas”. 
Fonte:Jornal Noticias

A modalidade anda à nossa medida - Mussito Jr., Nampula

QUANTO a Nampula, o presidente da Associação Provincial, Mussito Jr., é de opinião que a modalidade anda à medida do possível. O boxe é movimentado naquele ponto do país por uma academia denominada Bebé Issufo, resultado de uma fusão com a que pertencia ao presidente da associação.

 

 

Fizemos uma união com o “mister” Issufo e formámos uma academia um pouco mais consistente. Temos uma média de 30 atletas. Infelizmente, só temos uma rapariga, esperávamos que houvesse mais mas os preconceitos retraem muitas meninas da modalidade”, disse.

 

 

Lamenta a falta de materiais, o que condiciona a realização de competições. “Se tivéssemos um ringue iríamos organizar torneios, mas assim não vale a pena, fica muito difícil”, deplorou.

 

 

Mussito diz esperar muitas mudanças com a eleição de Big-Ben, pois, segundo ele, trata-se de um homem que conhece a modalidade por dentro e por fora.

 

 

Espero que o novo presidente visite as províncias para se inteirar do quotidiano da modalidade. Caso não o faço a modalidade continuará a afundar-se, como está desde o reinado do presidente Caldeira”, frisou.

Fonte:Jornal Noticias

Temos que erguer a cabeça - Lucas Bembe, Gaza

Para o presidente da Associação Provincial de Boxe de Gaza, Lucas Bembe, a situação do boxe é mesmo medíocre. A modalidade está estagnada.

 

 

Temos trabalhado, mas não temos apoio e muito menos meios. A federação vai nos doar material que sobrou dos Jogos Africanos e com estes meios penso que vamos poder massificar a modalidade, pois iremos distribuir a muitos praticantes e aspirantes ao boxe na província”.

 

 

Segundo Bembe, em Gaza falta tudo. A partir da organização até aos meios materiais a província está num “estaca zero”.“Penso que neste momento temos que tentar esquecer o passado e olharmos para o futuro com algum optimismo. Vamos capitalizar o material que iremos receber”, salientou.

 

 

O boxe é praticado por cerca de 10 pugilistas em Gaza, todos concentrados em Xai-Xai, capital provincial. 
Fonte:Jornal Noticias

Temos mínimas condições de trabalho - Ernesto Marcos, cidade de Maputo

O dia-a-dia do boxe na cidade de Maputo tem sido, de certa forma, bom. Temos condições necessárias para, pelo menos, andarmos, diferentemente das outras províncias. Conseguimos realizar, por ano, pelo menos cinco torneios. E temos outros dois que são organizados pelas academias Lucas Sinóia e Paulo Jorge”, disse Marcos.

 

 

Revelou que a sua associação tem alguns parceiros que apoiam na organização das competições. “A par disso, temos feito a divulgação da modalidade nas zonas circunvizinhas da cidade no sentido de ter cada vez mais praticantes da “nobre arte”.

 

Temos as mínimas condições, competimos regularmente, daí que quase sempre conseguimos ser campeões nacionais. Graças aos Jogos Africanos conseguimos um bom ringue que nos ajuda a organizar torneios sem problemas. Levamos o ringue para os bairros onde organizamos competições, felizmente temos transporte par levar o palco de um lado para outro”, descreveu Marcos, que olha para a eleição de Big-Ben para presidente do FMBoxe como uma mais-valia para a modalidade.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Maxaquene em casa do aguerrido Chibuto

O MAXAQUENE, líder do Moçambola, desloca-se domingo ao campo do Clube do Chibuto em jogo da nona jornada, num fim-de-semana em que na Beira há dois jogos a seguir com particular atenção. Trata-se do Ferroviário da Beira-Ferroviário de Nampula e Têxtil do Púnguè-Ferroviário de Maputo e ainda o “derby” de Tete HCB-Chingale.

 

É seguramente uma das saídas mais complicadas que o Maxaquene, que na última ronda assumiu a liderança, terá neste campeonato. Jogar no terreno do Clube do Chibuto é um exame de fogo ao estatuto que os “tricolores” detêm neste momento, pois além de serem líderes são os actuais detentores do título.

 

 

Mas o representante da província de Gaza já deu mostras que está disposto a fazer furor. O avançado burundes Johane, melhor marcador da prova, será, sem dúvidas, uma dor de cabeça para os “tricolores”. Aliás, na última jornada Johane marcou o golo que deu o empate à sua equipa frente ao Ferroviário. Diga-se de passagem, um golo que merece ser revisto vezes sem conta.

 

 

O Ferroviário de Maputo, que vem fazendo um campeonato ainda longe das suas reais capacidades, joga fora com o Têxtil do Púnguè e procurará voltar às vitórias frente a um adversário que vai jogar, igualmente, pela vitória. Vida difícil para os “locomotivas” e para o técnico Victor Urbano que está nesta altura sob pressão.

 

 

Também na Beira realiza-se um embate que deve ser seguido com particular atenção até pela rivalidade.Trata-se do duelo entre os Ferroviários local e o de Nampula. Ambas as colectividades apresentam-se esta época com plantéis bem estruturados pelo que se antevê uma luta titânica, embora os beirenses levem vantagem pelo facto de contarem com o apoio do seu apaixonado público.

 

 

 

Em Tete, mais concretamente na vila do Songo, realiza-se um “derby” com a HCB a medir forças com o Chingale. Perspectiva-se uma boa propaganda de futebol, pois em campo estarão duas equipas a atravessarem bom momento de forma.

 

 

Outra partida, alvo de interesse, é a que colocará frente-a-frente dois recém-promovidos: Desportivo de Nacala e Estrela Vermelha, que vêm dando boa conta de si na mais importante competição futebolística nacional.

 

 

Na capital do país, o Matchedje que já está há dois jogos sem perder, após seis derrotas consecutivas, recebe o Vilankulo FC. Aguarda-se avidamente a efectivação deste encontro para se ver até que ponto os “militares” podem continuar na senda dos bons resultados. Doutro lado está um sempre personalizado Vilankulo que a jogar em casa ou fora batalha pelos três pontos.O encontro entre a Liga e o Costa do Sol foi adiado devido ao compromisso da primeira equipa na Taça CAF, no domingo.

Fonte:Jornal Noticias