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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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E. Vermelha da Beira, 2 - Fer. da Berra, 2: Duplamente mau

É ISSO. Coube, a partir do sorteio, que duas das três equipas representantes da província de Sofala se batessem entre si. E o palco foi o “caldeirão” do “Chiveve”, o campo do Ferroviário, por sinal, pertencente a um dos intervenientes do prélio.

 

Porquê duplamente mau? A verdade manda dizer que o Ferroviário da Beira é, até agora, vice-campeão nacional do Moçambola. Isso ninguém lhe tira porque foi por mérito próprio. Até aí tudo bem.

 

 

Quando o jogo iniciou, foram os vice-campeões que colocaram os galardões e imediatamente colocaram-se como mandam as regras, ou seja, pressionaram o “jovem” estreante na prova com o intuito de “apertá-lo os calos” na tentativa de subjugá-lo. Debalde, pois, o Estrela organizou-se e foi à procura de algo mais, colocando o Ferroviário da Beira na retaguarda embora sem grandes pressões atacantes.

 

 

Aos 19 minutos foi o conjunto de Abdul Omar a fazer o primeiro golo por intermédio de Hagy quando concluiu com êxito um livre bem apontado por Maurício, depois de uma jogada algo atabalhoada dentro da área.

 

 

Antes do intervalo, quando os “locomotivas” lutavam por uma vã “salvação” da honra de “grande” no Moçambola, a defensiva do Estrela Vermelha não conseguiu conter um contra-ataque, tendo aos 46 minutos Carlitos marcado o golo de empate, numa altura em que os donos da casa procuravam tomar conta dos cordelinhos do jogo.

 

 

No reatamento, Abdul Omar entrou com uma equipa disposta a dizer que estava ali para não facilitar. Foi aí que Dário (louvores para ele, pois esteve acima da média de um jogador do Moçambola) teve uma arrancada da defensiva e, depois de ter passado “por todo o mundo”, marcou um golo que deixou as hostes dos “alaranjados” mais afoitos na conquista dos primeiros três pontos.

 

 

O jogo decorria tal como era previsível, ou seja, o Ferroviário mais adulto e o Estrela à procura de melhor método de entrosamento. As duas equipas fizeram substituições mas tal não resolveu praticamente nada porquanto tanto os comandados de Lucas Bararijo como o Estrela Vermelha nada mudaram em termos de andamento técnico e táctico.

 

 

Quando “todo o mundo” pensava que o jogo terminaria em vitória para o estreante Estrela Vermelha, eis que, quanto a nós, surge um erro do auxiliar da bancada sol ao não assinalar um claro fora-de-jogo que viria a ditar no golo de igualdade do Ferroviário da Beira, acabando por ser, por isso, no segundo aspecto, o que nos leva a dizer que foi duplamente mau, depois de o Ferroviário como vice-campeão ter começado com este empate. Mas a prova ainda vai no adro. A ver vamos.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Dionísio Dongaze, auxiliado por Mário Albino e Raimundo Artur. Manuel Castigo foi o quarto juiz

 

E. VERMELHA - Daudo, Nederland, Beu, Hagy, Salmo, Maurício (Paiva), Carlos, Óscar, Hilário (Alex), Dário e Delfino

 

FER. DA BEIRA - Willards, Moniz (Dário), Cufa, Caló, Reinildo, Tinho (Ênio), Gudcent, Carlitos, Mupoga, Mário e Maninho (Nelito)

 

DISCIPLINA: cartão amarelo para Hagy por jogo perigoso

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Maxaquene, 1-Costa do Sol, 0: Técnicos satisfeitos com actuação das equipas no “derby”

NO final do jogo de sábado, por sinal o mais aguardado da ronda inaugural do Moçambola-2013, que opôs o Maxaquene ao Costa do Sol (1-0 para os “tricolores”), os dois técnicos estavam deslumbrados com o espectáculo proporcionado pelas duas equipas, embora com alguma frustração do lado de Diamantino Miranda, treinador do Costa do Sol, que na sua óptica a sua rapaziada merecia, no mínimo, um empate.

 

Já Arnaldo Salvado, do Maxaquene, fala de justiça no resultado, apesar de reconhecer que o empate encaixava-se melhor para aquilo que foi a atitude das duas formações.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Tivemos um jogo quase que perfeito – Diamantino Miranda

No final do encontro, o técnico do Costa do Sol, o português Diamantino Miranda, era um homem frustrado com o resultado, embora tenha salientado que gostou da contenda.

 

 

Acabou por não ser um bom jogo para nós. Tivemos inúmeras oportunidades de ganhar, mas desperdiçámo-las. É doloroso perder assim, esperamos rectificar os erros nos próximos jogos”, realçou.

 

 

O técnico vincou ainda que a iniciativa de associar o embate às vítimas das cheias foi muito boa, pois é uma causa nobre, mas confessa não ter gostado de jogar no Zimpeto.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Empate seria o resultado mais justo – Arnaldo Salvado

Arnaldo Salvado, técnico do Maxaquene, disse, por sua vez, que o empate seria o resultado mais justo, numa partida em que as duas equipas tiveram uma mão cheia de oportunidades de golo, entretanto, desperdiçadas.

 

 

O técnico vincou ainda que é sempre bom começar com uma vitória, sobretudo quando se trata de uma competição em que se detém o título.

 

 

O jogo foi equilibrado, qualquer um podia ganhar, mas um empate seria mais justo. Para nós foi bom começarmos a defesa do título com vitória, é um pequeno passo rumo à perseguição das nossas pretensões, que passam por revalidar o estatuto de campeão. Penso que vamos encarar os próximos jogos com mais moral e força, num campeonato que será disputado também no meio da semana”, frisou.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Maxaquene, 1-Costa do Sol, 0 - Quando a pára não produz uvas

NA tarde do sábado, no jogo da abertura e de cartaz da primeira jornada do Moçambola-2013, quem desempenhou o papel de produtor de páras que não produzem uvas foi o técnico português Diamantino Miranda ao serviço do Costa do Sol que viu os seus pupilos a dominarem e a desperdiçarem muitas e claras oportunidades de golo, portanto de resolver a partida.

 

O jogo até começou de certa forma equilibrada, mas com o Costa do Sol a ser a equipa mais ousada. Os “canarinhos” é que procuravam mais a baliza de um Maxaquene que até parecia que estava a jogar para não perder, num duelo de gigantes.

 

 

Aliás, os “tricolores” privilegiaram os contra-ataques e para tal as suas unidades mais velozes e tecnicistas foram amiúde solicitadas para este sistema de jogo. Kito, Campira e Eboh bem apoiados pelo “capitão” Macamito é que eram os grandes obreiros das contra-ofensivas do Maxaquene.

 

 

Doutro lado, o Costa do Sol tinha um Rúben apagado, mas Manuelito II, Dário Khan, Nelson e Manuelito I endiabrados. De repente assistiu-se a um ataque para aqui e ataque para acolá, com os avançados das duas equipas a serem muito perdulários, mas em parte por culpa dos guarda-redes das duas equipas que estavam num dia “sim”.

 

 

A partir do minuto 20, os “canarinhos” arrogaram-se “donos” do jogo e, com efeito, começaram a dar uma verdadeira lição de bola aos “tricolores”. Foi neste período que chegaram a circular a bola cerca de cinco minutos sem que qualquer jogador do Maxaquene tocasse no esférico. Não era um Barcelona, mas as diferenças com o clube catalão começavam a escassear.

 

 

Mas foi aos 24 minutos que isolado na área, Nelson permitiu a defesa do guardião “tricolor” Acácio, na sequência de mais uma jogada bem desenhada. Na resposta, o Maxaquene viu o remate de Gabito, na sequência de um livre directo, a sair ligeiramente ao lado.Entretanto, foi Eboh que instantes depois desperdiçou a oportunidade mais flagrante de golo nas hostes “tricolores” ao cabecear por cima quando já tinha Gervásio batido.

 

 

E porque era um autêntico festival de falhanços, Rúben não deixou seus créditos em mãos alheias. Na resposta, a uma solicitação do diabólico Manuelito II, cabeceou escandalosamente ao lado. Do lado “tricolor” e, mais uma vez de bola parada, Gabito obriga Gervásio a mais uma grande defesa.

 

 

Veio o segundo tempo, o Costa do Sol volta a ter um arranque fulminante e o Maxaquene insiste, jogando na expectativa de sair em contra-ataques e, num desses contra-golpes Betinho, aparece na cara de Gervásio após um cruzamento de Payó, mas permitiu uma intervenção airosa do guardião “canarinho”.

 

 

E porque de um jogo corrido as coisas não saíam nem para o Maxaquene, nem para o Costa do Sol. Manuelito II tentou a sua sorte de livre cobrado na direita, mas Acácio, uma vez mais, demonstrou que estava presente. A seguir a uma triangulação, se calhar a jogada mais bonita do encontro, entre Sanito, Manuelito I e que termina com Rúben a fazer um remate para a malha lateral.

 

 

Já nos últimos 15 minutos o Maxaquene volta a equilibrar o jogo. Cria jogadas de golo iminente, o público gosta e porque tinha maior número de adeptos, Zimpeto entrou em ebulição. Nas bancadas ninguém mais queria se sentar e, até porque o ambiente dentro das quatro linhas não favorecia. Ora era um falhanço na baliza de Acácio, ora na de Gervásio.

 

 

As duas equipas estavam muito ávidas em resolver o jogo. Aliás, sabiam de antemão que um nulo seria a única mancha de uma grande parte de futebol que protagonizaram. Neste capítulo foi feliz o Maxaquene que na sequência de um pontapé de canto viu um cabeceamento de Eboh a violar a baliza à guarda de Gervásio, para a euforia total da equipa e dos milhares de adeptos que arrastou para o Estádio Nacional, estavam jogados 86 minutos.

 

 

O Costa do Sol andou atrás do prejuízo, mas o tempo já não permitia muita coisa. Os “canarinhos” perderam assim uma partida que tiveram tudo para levarem de vencida.A equipa da arbitragem chefiada por Arlindo Silvano esteve bem.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Arlindo Silvano, auxiliado por João Paulo e José Mula. Quarto árbitro foi Mário Tembe.

 

MAXAQUENE: Acácio; Campira, Gabito, Moses, Payó, Kito, Betinho, Eboh, James, Macamito (Marvin) e Maurício (Filipe).

 

COSTA DO SOL: Gervásio; Sanito, Dário Khan, Dito, Zé, Manuelito I, Manuelito II, Mambo (João Mazive), Nelson, Rúben e Tony (David).

 

DISCIPLINA: Amarelos para Campira (Maxaquene) e Manuelito II (Costa do Sol).

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Campeão entra à campeão

O MAXAQUENE, campeão nacional, teve uma entrada a fazer valer esse estatuto, ao vencer o Costa do Sol, por 1-0, na partida mais convidativa da primeira jornada do Moçambola-2013, prova-“mãe” do futebol nacional.

 

Eboh fez explodir de emoção e alegria os milhares de “tricolores” que acorreram, na tarde de sábado, ao Estádio Nacional do Zimpeto. Com este triunfo, a turma orientada por Arnaldo Salvado ganhou pontos a um directo concorrente, facto que pode ser precioso para a defesa do título.

 

 

Ferroviário de Maputo e Liga Muçulmana, outros candidatos ao título, também não vacilaram. Os “locomotivas” foram à Tete vencer o Chingale, por 1-0, algo que não acontecia há sensivelmente cinco anos, enquanto a turma “muçulmana” recebeu e goleou o Têxtil do Púnguè, por 4-0.

No “derby” da ronda, Estrela e Ferroviário, ambos da Beira, acabaram empatados a duas bolas. Os “alaranjados”, estreantes na maior prova futebolística nacional, causaram surpresa visto que arrancaram um empate ao vice-campeão.

 

 

O Desportivo de Nacala, também caloiro neste Moçambola, empatou na recepção ao Chibuto FC a um golo. O Matchedje, a jogar em casa com o forte apoio da banda militar, não teve a mesma sorte tendo perdido, por 1-0, com a HCB. Pelo mesmo resultado, o Vilankulo derrotou o Ferroviário de Nampula.

 

 

A turma de Chiquinho Conde exibiu, uma vez mais, a sua hegemonia quando se apresenta em casa.A próxima jornada realiza-se na próxima quarta-feira com os seguintes jogos HCB-Costa do Sol, Chibuto-Matchedje, Têxtil do Púnguè-Desportivo de Nacala, Fer. Beira-Liga Muçulmana, Fer. Nampula-Estrela da Beira, Fer. Maputo-Vilankulo FC e Maxaquene-Chingale.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Matchedje, 0 - HCB, 1 - Nicolas põe “militares” em sentido

GANHOU a equipa que mais procurou o golo e esta foi, sem dúvida, a turma da HCB que veio a Maputo bater, ontem, o Matchedje, por 1-0, numa partida que esteve longe de ser empolgante.

 

Foi preciso esperar até a meia hora para ver um lance digno de registo. Acácio ganhou espaço na ala direita, galgou terreno e cruzou para o segundo poste onde apareceu Mangunhuta a cabecear por cima já com o guarda-redes Xico fora da jogada. Na etapa inicial o jogo esteve muito repartido a meio-campo e o “militares” tiveram algum ascendente em termos de posse de bola e lances de apuro junto à baliza dos visitantes.

 

 

Mas, logo no início da segunda parte, estavam decorridos apenas dois minutos, os “militares” sofrem um duro golpe com o golo de Nicolas que finalizou com classe a uma jogada bem elaborada de contra-ataque. A turma “militar” denotou muitas dificuldades para reagir ao golo sofrido e até eram os forasteiros que estavam mais próximo de avolumar o marcador. Nicolas, animado pelo golo, ensaiou um portentoso remate que quase “beijava”, mais uma vez, as malhas à guarda de Jone.

 

 

As dificuldades para se acercar com perigo da grande área contrária por parte dos comandados de Alex Alves eram visíveis, por isso era de longe que tentavam a sorte. Numa dessas investidas, Elias atirou forte mas sem direcção.

 

 

De resto era a turma do Songo que tratava a bola com mais lucidez e atacava de forma organizada. Em algumas jogadas poderia ter dilatado o marcador, mas pecou no capítulo da finalização. A mais flagrante foi o falhanço de Ussama cara-a-cara com o “keeper” já próximo do apito do árbitro do encontro, Celso Alvacão, que realizou um trabalho positivo.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Celso Alvacão, auxiliado por Júlio Muianga e Domingos Machava. Quarto árbitro: Estêvão Matsinhe.

 

MATCHEDJE: Jone; Bebele, Zula, Iludio (Jossias) e Bila; Tchotcho (João), Elias, Acácio, Edgar (Caigi); Mangunhuta e Jamal.

 

HCB: Xico; Antoninho, Gervásio, Narciso e Mucuapele; Dangalila, Zuma (Ussama), Fabrice e Jacobe; Nicolas e Luís.

 

DISCIPLINA: Amarelo para Zula (Matchedje).

 

GOLO: Nicolas (47 min).

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Liga Muçulmana, 4 – Têxtil, 0 - Fragilizar e dominar

A RESISTÊNCIA “fabril” durou sensivelmente dois quartos dos 90 minutos regulamentares, pois a Liga desfez-se da teia que lhe prendia os movimentos quando Josemar, aos 27 minutos, fez o primeiro golo, que veio dar maior impulso ao ritmo com que a turma “muçulmana” tentou empreender logo de início, mas a encontrar uma forte resposta do adversário.

 

Aliás, as expectativas em relação a este encontro foram subindo de tom à medida que o tempo ia passando, pois o Têxtil teve o protagonismo de equilibrar as forças e ameaçar com maior evidência à turma de casa, faltando-lhe determinação nas oportunidades que teve ainda no primeiro quarto da contenda.

 

 

Talvez a história deste jogo tivesse tido outro rumo, visto que os “fabris” impuseram-se até certa medida, dando um grande trabalho à defensiva caseira. Que o digam os “centrais” da Liga, nalgumas vezes encontrados em contrapé, mas o Têxtil desperdiçou as poucas e soberbas oportunidades que teve de visar a baliza defendia pelo brasileiro Caio. Na primeira ocasião, Zainadine Júnior tirou a bola quase a atravessar a linha de golo, aos dois minutos, num lance bem conseguido pelos “fabris”, a aproveitar o deslize do “capitão” Cantoná. 

 

 

Na segunda ocasião, Bernard fez tabelinha com Benício e, de seguida, colocou o esférico em Stiven, mas ligeiramente adiantado sobre os “centrais”, aos 10 minutos.

 

 

E por aqui terminava a história do Têxtil, pois o rumo dos acontecimentos mudou de sentido quando Josemar finalizou com sucesso, aos 27 minutos, uma jogada que iniciou com um cruzamento de Cantoná, tendo o guarda-redes James permitido que o esférico lhe escapasse das mãos. E foi o mesmo Josemar a fazer a assistência para Sonito fazer o segundo golo, aos 30 minutos. Antes, Muandro projectou o esférico quase a roçar o poste, com um remate à entrada da grande área.

 

 

O tento de Sonito foi determinante, pois a Liga começou a encarar o jogo com maior tranquilidade. Foi assim que regressou da segunda parte muito mais inspirada e os golos apareceram com maior naturalidade. A pressão sobre o Têxtil aumentou com  a entrada do ponta-de-lança Hélder Pelembe, pois a Liga passou a jogar com dois fuzileiros. Acabou sendo o próprio Hélder Pelembe a dilatar o marcador para 3-0, aos 55 minutos, com um golpe de cabeça na sequência de um pontapé de canto.

 

 

O técnico “muçulmano”, o português Litos, lançou mais duas pedras, nomeadamente Rachid e Imo, que deram mais vida ao meio-campo e muita frescura ao ataque. Rachid teve o mérito de fechar a contagem (4-0), aos 81 minutos, correspondendo ao cruzamento de Muandro e uma simulação de Hélder Pelembe. O quarteto de arbitragem, liderado por Aníbal Armando, teve bom trabalho.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITRO: Aníbal Armando, auxiliado por Ivo Muiambo e Teófilo Mungoi. O quarto árbitro foi Sérgio Lopes.

 

 

LIGA MUÇULMANA – Caio; Cantoná, Zainadine Júnior, Aguiar e Miro; Josemar (Rachid), Liberty, Momed Hagy e Josephy (Hélder Pelembe); Josemar, Muandro e Sonito (Imo).

 

 

TÊXTIL – James; Mano, Jude, Bebinho e Obel; Taíbo, Bernard, Moiane (Michael) e Benício; Nuro (Ninico) e Sitiven (Quimbo).

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Resultados, classificação e próxima jornada

Maxaquene-Costa do Sol (1-0)

Vilankulo FC-Fer.Nampula (1-0)

Chingale-Fer.Maputo (0-1)

Liga Muçulmana-Têxtil do Púnguè (4-0)

Matchedje-HCB (0-1 )

Est.Vermelha Beira-Fer.Beira ( 2-2)

Desportivo de Nacala-Chibuto FC (1-1 )

 

 

CLASSIFICAÇÃO




                                                   J             V             E             D              G            P

LIGA MUÇULMANA                        1          1          0          0          4-0       3

Maxaquene                                 1          1          0          0          1-0       3

Ferroviário de Maputo                   1          1          0          0          1-0       3

HCB                                           1          1          0          0          1-0       3

Vilankulo FC                                1          1          0          0          1-0       3

Ferroviário da Beira                       1          0          1          0          2-2       1

Estrela Vermelha da Beira              1          0          1          0          2-2       1

Desportivo de Nacala                     1          0          1          0          1-1       1

Chibuto FC                                   1          0          1          0          1-1       1

Matchedje                                     1          0          0          1          0-1       0

Chingale                                       1          0          0          1          0-1       0

Ferroviário de Nampula                   1          0          0          1          0-1       0

Costa do Sol                                  1          0          0          1          0-1       0

Têxtil do Púnguè                            1          0          0          1          0-4       0

 

 

PRÓXIMA JORNADA (2ª)



HCB-Costa do Sol

Chibuto FC-Matchedje

Têxtil do Púnguè-Desportivo de Nacala

Fer.Beira-Liga Muçulmana

Fer.Nampula-Estrela.V.Beira

Fer.Maputo-Vilankulo FC 

Maxaquene-Chingale

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Liga goleia

A LIGA Muçulmana conseguiu o resultado mais volumoso da abertura do Moçambola-2013 ao golear o Têxtil do Púnguè, por 4-0, numa ronda em que o Maxaquene, actual campeão nacional derrotou o Costa do Sol. Aliás, a bilheteira destas duas primeiras jornadas revertem a favor das vítimas das cheias.

 

O Matchedje foi a única, das equipas estreantes na prova, que perdeu. O Estrela Vermelha da Beira empatou a duas bolas com o Ferroviário local, enquanto o Desportivo de Nacala também arrancava um ponto ao igualar com FC Chibuto a um tento.

 

 

O Ferroviário de Maputo, um dos candidatos ao título, foi a Tete bater o Chingale, por uma bola sem resposta, mesmo resultado conseguido pelo Vilankulo, em casa, diante do Ferroviário de Nampula.A avaliar por aquilo que a ronda inaugural foi, o Moçambola-2013 promete muitas surpresas.

 

 

A próxima ronda que terá lugar já na quarta-feira contempla os encontros HCB-Costa do Sol, Chibuto FC-Matchedje, Têxtil do Púnguè-Desportivo de Nacala, Ferroviário da Beira-Liga Muçulmana, Ferrroviário de Nampula-Estrela Vermelha da Beira, Ferroviário de Maputo-Vilankulo FC e Maxaquene-Chingale.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

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