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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

Pyongyang em festa para comemorar apuramento: Norte-coreanos recebidos como heróis

OS jogadores da Coreia do Norte foram recebidos como heróis em Pyongyang, após terem assegurado a presença no Mundial-2010, mais de 40 anos depois do apuramento para a fase final do Campeonato do Mundo em Inglaterra-1966.

guarda-redes Ri Myong Guk
Bandas de música e flores aguardavam os herdeiros dos “Mosquitos Vermelhos” de 1966, que na quarta-feira asseguraram o apuramento para a África do Sul, ao empatarem a zero na Arábia Saudita.

Os “Mosquitos Vermelhos” foram a grande surpresa no Mundial-1966, em que derrotaram a Itália e acabaram afastados num jogo dramático com Portugal, em que estiveram a ganhar por 3-0, perdendo por 5-3, com quatro golos de Eusébio.

O êxito da equipa nacional de futebol da Coreia do Norte foi pretexto para mais um desfile de júbilo no sábado diante do Presidente Kim Jong Il e para declarações patrióticas dos jogadores.

“Enquanto estive na baliza, senti-me a defender as portas da minha pátria”, disse o guarda-redes Ri Myong Guk.

“Os nossos futebolistas jogaram muito bem”, comentou o treinador Kim Jong Hun. “Estavam com forte poder mental e a necessária devoção de espírito para finalmente conseguirem a qualificação para a fase final”.

Pyongyang em festa para comemorar apuramento: Norte-coreanos recebidos como heróis

OS jogadores da Coreia do Norte foram recebidos como heróis em Pyongyang, após terem assegurado a presença no Mundial-2010, mais de 40 anos depois do apuramento para a fase final do Campeonato do Mundo em Inglaterra-1966.

guarda-redes Ri Myong Guk
Bandas de música e flores aguardavam os herdeiros dos “Mosquitos Vermelhos” de 1966, que na quarta-feira asseguraram o apuramento para a África do Sul, ao empatarem a zero na Arábia Saudita.

Os “Mosquitos Vermelhos” foram a grande surpresa no Mundial-1966, em que derrotaram a Itália e acabaram afastados num jogo dramático com Portugal, em que estiveram a ganhar por 3-0, perdendo por 5-3, com quatro golos de Eusébio.

O êxito da equipa nacional de futebol da Coreia do Norte foi pretexto para mais um desfile de júbilo no sábado diante do Presidente Kim Jong Il e para declarações patrióticas dos jogadores.

“Enquanto estive na baliza, senti-me a defender as portas da minha pátria”, disse o guarda-redes Ri Myong Guk.

“Os nossos futebolistas jogaram muito bem”, comentou o treinador Kim Jong Hun. “Estavam com forte poder mental e a necessária devoção de espírito para finalmente conseguirem a qualificação para a fase final”.

TAÇA DAS CONFEDERAÇÕES - Espanha consegue recorde histórico

ACTUAL campeã europeia e líder do “ranking” de selecções da FIFA, a Espanha, entrou para a história ao conseguir a 15ª vitória consecutiva, deixando para trás, de vez, a marca de 14 triunfos seguidos que dividia com o Brasil.

Adepto da Selecção Sul Africana
A vítima da “fúria”, este sábado, foi a África do Sul, derrotada por 2-0, no Estádio Free State, em Bloemfontein, em jogo do Grupo A da Taça das Confederações, prova que está a ser organizada justamente pelos sul-africanos. Estes, beneficiando do empate cedido pelo Iraque diante da Nova Zelândia, conseguiram o apuramento para as meias-finais.

Além de estabelecer um novo recorde de vitórias consecutivas, a Espanha igualou o escrete canarinho noutra marca invejável: o de 35 jogos seguidos sem uma derrota.

Apurados antecipadamente para as meias-finais, os espanhóis ganharam com golos de David Villa, aos 52 minutos, e Llorente, aos 72. Villa, apesar de ter deixado a sua marca de goleador, falhou um penalte aos 51 minutos, quando o resultado ainda era 0-0.

Apesar do revés, a África do Sul também garantiu um lugar nas meias-finais, já que o Iraque não conseguiu superar a Nova Zelândia, em Joanesburgo. Um triunfo teria colocado a selecção do Médio Oriente na próxima fase da competição.
Ontem à noite, a fase de grupos da Taça das Confederações ficou concluída com os jogos do Grupo B: Itália-Brasil (3-0) e Egipto-Estados Unidos (0-3).

TAÇA DAS CONFEDERAÇÕES - Espanha consegue recorde histórico

ACTUAL campeã europeia e líder do “ranking” de selecções da FIFA, a Espanha, entrou para a história ao conseguir a 15ª vitória consecutiva, deixando para trás, de vez, a marca de 14 triunfos seguidos que dividia com o Brasil.

Adepto da Selecção Sul Africana
A vítima da “fúria”, este sábado, foi a África do Sul, derrotada por 2-0, no Estádio Free State, em Bloemfontein, em jogo do Grupo A da Taça das Confederações, prova que está a ser organizada justamente pelos sul-africanos. Estes, beneficiando do empate cedido pelo Iraque diante da Nova Zelândia, conseguiram o apuramento para as meias-finais.

Além de estabelecer um novo recorde de vitórias consecutivas, a Espanha igualou o escrete canarinho noutra marca invejável: o de 35 jogos seguidos sem uma derrota.

Apurados antecipadamente para as meias-finais, os espanhóis ganharam com golos de David Villa, aos 52 minutos, e Llorente, aos 72. Villa, apesar de ter deixado a sua marca de goleador, falhou um penalte aos 51 minutos, quando o resultado ainda era 0-0.

Apesar do revés, a África do Sul também garantiu um lugar nas meias-finais, já que o Iraque não conseguiu superar a Nova Zelândia, em Joanesburgo. Um triunfo teria colocado a selecção do Médio Oriente na próxima fase da competição.
Ontem à noite, a fase de grupos da Taça das Confederações ficou concluída com os jogos do Grupo B: Itália-Brasil (3-0) e Egipto-Estados Unidos (0-3).

Sammel Eto'o abraça luta contra xenofobia

O INTERNACIONAL camaronês Samuel Eto'o juntou-se à luta contra a xenofobia e o racismo na África do Sul, ao tornar-se em embaixador de boa vontade do "Movement One", segundo um comunicado da Organização Internacional das Migrações (OIM) distribuído em Lusaka.

SAMUEL Eto
Samuel Eto'o deve, para o efeito, deslocar-se a 24 de Junho corrente à África do Sul, no quadro do lançamento duma campanha conjunta da sua fundação e da OIM, indica o comunicado.

O “Movement One” é uma campanha de mudança social patrocinada pelo arcebispo Desmond Tutu visando promover a unidade e os direitos humanos na África do Sul e em África.

Esta iniciativa da OIM segue-se às violências xenófobas que fizeram 62 mortos e milhares de deslocados em Maio de 2008 na África do Sul.

Durante a sua estada na África do Sul, Samuel Eto'o deverá realizar uma conferência de imprensa, visitar as zonas afectadas pela violência xenófoba e assistir a uma cerimónia de mobilização de fundos em Joanesburgo.

Eleito três vezes Melhor Futebolista Africano do Ano, duplo vencedor do Campeonato Africano das Nações (CAN) e da Liga dos Campeões Europeus com o seu clube, o Barcelona, várias vezes campeão de Espanha, Samuel Eto'o é sem dúvida uma das personalidades mais influentes para a juventude africana.

Os recentes ataques racistas de que ele foi vítima na Europa não lhe impediram de se impor como um dos melhores goleadores do mundo. Ele é neste sentido considerado como um actor importante da luta contra o racismo no mundo.

Nos próximos anos a Fundação Samuel Eto'o trabalhará em colaboração com o Movement One e com parceiros, dos quais a OIM e as outras agências das Nações Unidas, para lutar contra o racismo e a xenofobia por intermédio dos desportos e do diálogo na África do Sul e em África.

Sammel Eto'o abraça luta contra xenofobia

O INTERNACIONAL camaronês Samuel Eto'o juntou-se à luta contra a xenofobia e o racismo na África do Sul, ao tornar-se em embaixador de boa vontade do "Movement One", segundo um comunicado da Organização Internacional das Migrações (OIM) distribuído em Lusaka.

SAMUEL Eto
Samuel Eto'o deve, para o efeito, deslocar-se a 24 de Junho corrente à África do Sul, no quadro do lançamento duma campanha conjunta da sua fundação e da OIM, indica o comunicado.

O “Movement One” é uma campanha de mudança social patrocinada pelo arcebispo Desmond Tutu visando promover a unidade e os direitos humanos na África do Sul e em África.

Esta iniciativa da OIM segue-se às violências xenófobas que fizeram 62 mortos e milhares de deslocados em Maio de 2008 na África do Sul.

Durante a sua estada na África do Sul, Samuel Eto'o deverá realizar uma conferência de imprensa, visitar as zonas afectadas pela violência xenófoba e assistir a uma cerimónia de mobilização de fundos em Joanesburgo.

Eleito três vezes Melhor Futebolista Africano do Ano, duplo vencedor do Campeonato Africano das Nações (CAN) e da Liga dos Campeões Europeus com o seu clube, o Barcelona, várias vezes campeão de Espanha, Samuel Eto'o é sem dúvida uma das personalidades mais influentes para a juventude africana.

Os recentes ataques racistas de que ele foi vítima na Europa não lhe impediram de se impor como um dos melhores goleadores do mundo. Ele é neste sentido considerado como um actor importante da luta contra o racismo no mundo.

Nos próximos anos a Fundação Samuel Eto'o trabalhará em colaboração com o Movement One e com parceiros, dos quais a OIM e as outras agências das Nações Unidas, para lutar contra o racismo e a xenofobia por intermédio dos desportos e do diálogo na África do Sul e em África.

Fórmula 1 – GP da Grã Bretanha: Vettel alcança terceira vitória

O ALEMAÃO Sebastian Vettel alcançou ontem a sua terceira vitória na Fórmula 1, ao vencer o Grande Prémio da Grã-Bretanha, em Silverstone, onde a Red Bull-Renault conseguiu uma "dobradinha" com o segundo lugar do australiano Mark Webber.

O ALEMÃO Sebastian Vettel alcançou ontem a sua terceira vitória na Fórmula 1, ao vencer o Grande Prémio da Grã-Bretanha
Vettel, que completa 22 anos em 3 de Julho e somou a primeira vitória no Grande Prémio de Itália do ano passado, largou da "pole position" e dominou completamente a oitava corrida do Campeonato do Mundo, que terminou com 15,188 segundos de vantagem sobre o companheiro de equipa.

O alemão venceu pela primeira vez em piso seco e confirma-se como o único piloto que este ano foi capaz de ganhar Grandes Prémios além de Jenson Button: o inglês da BrawnGP-Mercedes venceu seis provas e Vettel já ganhara na China, onde Webber também deu uma "dobradinha" à Red Bull-Renault.

Numa corrida em que a BrawnGP-Mercedes não teve qualquer hipótese de discutir a vitória, o brasileiro Rubens Barrichello minimizou a derrota da equipa de Ross Brawn, ao ser terceiro a 41,175 segundos de Vettel, enquanto Button terminou apenas em sexto, o lugar da grelha em que largara.

Nos restantes lugares pontuáveis ficaram o brasileiro da Ferrari Felipe Massa (quarto), o alemão da Williams-Toyota Nico Rosberg (quinto), o italiano da Toyota Jarno Trulli (sétimo) e o finlandês da Ferrari Kimi Raikkonen (oitavo).

Após a oitava prova, Jenson Button lidera o Campeonato do Mundo de Pilotos, com 64 pontos, seguido de Rubens Barrichello, com 41, de Sebastian Vettel, com 39, e de Mark Webber, com 35,5.

O Mundial de Construtores é claramente dominado pela BrawnGP-Mercedes, que soma 105 pontos, contra 74,5 da Red Bull-Renault, segunda classificada.
A próxima prova é o Grande Prémio da Alemanha, que se disputa em 12 de Julho no circuito de Nurburgring.

Fórmula 1 – GP da Grã Bretanha: Vettel alcança terceira vitória

O ALEMAÃO Sebastian Vettel alcançou ontem a sua terceira vitória na Fórmula 1, ao vencer o Grande Prémio da Grã-Bretanha, em Silverstone, onde a Red Bull-Renault conseguiu uma "dobradinha" com o segundo lugar do australiano Mark Webber.

O ALEMÃO Sebastian Vettel alcançou ontem a sua terceira vitória na Fórmula 1, ao vencer o Grande Prémio da Grã-Bretanha
Vettel, que completa 22 anos em 3 de Julho e somou a primeira vitória no Grande Prémio de Itália do ano passado, largou da "pole position" e dominou completamente a oitava corrida do Campeonato do Mundo, que terminou com 15,188 segundos de vantagem sobre o companheiro de equipa.

O alemão venceu pela primeira vez em piso seco e confirma-se como o único piloto que este ano foi capaz de ganhar Grandes Prémios além de Jenson Button: o inglês da BrawnGP-Mercedes venceu seis provas e Vettel já ganhara na China, onde Webber também deu uma "dobradinha" à Red Bull-Renault.

Numa corrida em que a BrawnGP-Mercedes não teve qualquer hipótese de discutir a vitória, o brasileiro Rubens Barrichello minimizou a derrota da equipa de Ross Brawn, ao ser terceiro a 41,175 segundos de Vettel, enquanto Button terminou apenas em sexto, o lugar da grelha em que largara.

Nos restantes lugares pontuáveis ficaram o brasileiro da Ferrari Felipe Massa (quarto), o alemão da Williams-Toyota Nico Rosberg (quinto), o italiano da Toyota Jarno Trulli (sétimo) e o finlandês da Ferrari Kimi Raikkonen (oitavo).

Após a oitava prova, Jenson Button lidera o Campeonato do Mundo de Pilotos, com 64 pontos, seguido de Rubens Barrichello, com 41, de Sebastian Vettel, com 39, e de Mark Webber, com 35,5.

O Mundial de Construtores é claramente dominado pela BrawnGP-Mercedes, que soma 105 pontos, contra 74,5 da Red Bull-Renault, segunda classificada.
A próxima prova é o Grande Prémio da Alemanha, que se disputa em 12 de Julho no circuito de Nurburgring.

Brasil já somou 45 jogos sem perder

O Brasil tem como recorde mundial 45 jogos consecutivos sem perder e não os 35 igualados sábado pela Espanha, de acordo, entre outros, com os registos da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Esta selecção brasileira, recheada ...
Para o organismo que superintende o futebol “canarinho”, o jogo em que, alegadamente, fecha em 35 embates a invencibilidade da selecção pentacampeã mundial, a 21 de Janeiro de 1996, com o México (0-2), foi jogada pela formação olímpica.

Nos registos da CBF, investigados pela Agência Lusa, o embate com os mexicanos e outros três, da CONCACAF Gold Cup (12 a 21 de Janeiro de 1996), não entram nos números da formação principal, pelo que a série de jogos sem perder prolonga-se até 1997.

Excluindo estes quatro embates e incluindo um particular de 27 de Setembro de 1995 com a Roménia (2-2 em Belo Horizonte), que também não é consensual, já que a federação romena alega ter actuado com a equipa B, o Brasil soma 45 jogos seguidos sem perder.

Dando por válidos os números da CBF, o Brasil não parou de somar entre 16 de Dezembro de 1993 (1-0 no México, em Guadalajara) e 30 de Abril de 1997 (4-0 também ao México, em Miami).

Assim, e depois de um desaire por 2-1 em Colónia, frente à Alemanha, num particular (17 de Novembro de 1993), o Brasil “pontuou” em 45 jogos de “rajada”: o ponto final aconteceu a 30 de Maio de 1997, em Oslo, onde a Noruega venceu por 4-2.

Um golo de Peter Rudi, dois de Tore André Flo e um de Egil Ostenstad selaram a vitória da Noruega, a única equipa que jamais perdeu com o Brasil (duas vitórias e dois empates), enquanto Djalminha e Romário apontaram os insuficientes tentos dos então campeão mundiais em título.

Este será, assim, um jogo histórico, de acordo com a CBF, mas também de outras publicações, entre as quais o “Almanack of World Football 2007”, uma publicação oficial licenciada pela FIFA.

Na página 247, dedicada ao Brasil, o recorde de invencibilidade da selecção “canarinha” surge com 45 jogos e entre 1993 e 1997.

O livro “Selecção Brasileira 1914-2006”, editado pela CBF, também ignora os quatro jogos da CONCACAF Gold Cup de 1996 como tendo sido disputados pela principal selecção brasileira.

Para o “European Football Yearbook 97/98”, também foi a Noruega que acabou com o recorde dos brasileiros, como se pode ler na página 721, dedicada aos nórdicos.

“(...) brilhante triunfo por 4-2 contra o Brasil, que sofreu a primeira derrota em três anos como detentor do título Mundial (conquistado nos Estados Unidos, em 1994)”, escreve a referida publicação.

No dia do embate com a Noruega, também a Agência Lusa, citando as agências internacionais, relata que o detentor do título Mundial Brasil sofreu a “primeira derrota em mais de três anos e meio”.

Caso prevaleça esta versão, a Espanha não poderá quarta-feira, nas meias-finais da Taça das Confederações, bater o recorde de jogos consecutivos sem perder do Brasil, face aos “canarinhos”, à Itália ou ao Egipto, embora os espanhóis prometam... muito mais jogos sem perder.

Brasil já somou 45 jogos sem perder

O Brasil tem como recorde mundial 45 jogos consecutivos sem perder e não os 35 igualados sábado pela Espanha, de acordo, entre outros, com os registos da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Esta selecção brasileira, recheada ...
Para o organismo que superintende o futebol “canarinho”, o jogo em que, alegadamente, fecha em 35 embates a invencibilidade da selecção pentacampeã mundial, a 21 de Janeiro de 1996, com o México (0-2), foi jogada pela formação olímpica.

Nos registos da CBF, investigados pela Agência Lusa, o embate com os mexicanos e outros três, da CONCACAF Gold Cup (12 a 21 de Janeiro de 1996), não entram nos números da formação principal, pelo que a série de jogos sem perder prolonga-se até 1997.

Excluindo estes quatro embates e incluindo um particular de 27 de Setembro de 1995 com a Roménia (2-2 em Belo Horizonte), que também não é consensual, já que a federação romena alega ter actuado com a equipa B, o Brasil soma 45 jogos seguidos sem perder.

Dando por válidos os números da CBF, o Brasil não parou de somar entre 16 de Dezembro de 1993 (1-0 no México, em Guadalajara) e 30 de Abril de 1997 (4-0 também ao México, em Miami).

Assim, e depois de um desaire por 2-1 em Colónia, frente à Alemanha, num particular (17 de Novembro de 1993), o Brasil “pontuou” em 45 jogos de “rajada”: o ponto final aconteceu a 30 de Maio de 1997, em Oslo, onde a Noruega venceu por 4-2.

Um golo de Peter Rudi, dois de Tore André Flo e um de Egil Ostenstad selaram a vitória da Noruega, a única equipa que jamais perdeu com o Brasil (duas vitórias e dois empates), enquanto Djalminha e Romário apontaram os insuficientes tentos dos então campeão mundiais em título.

Este será, assim, um jogo histórico, de acordo com a CBF, mas também de outras publicações, entre as quais o “Almanack of World Football 2007”, uma publicação oficial licenciada pela FIFA.

Na página 247, dedicada ao Brasil, o recorde de invencibilidade da selecção “canarinha” surge com 45 jogos e entre 1993 e 1997.

O livro “Selecção Brasileira 1914-2006”, editado pela CBF, também ignora os quatro jogos da CONCACAF Gold Cup de 1996 como tendo sido disputados pela principal selecção brasileira.

Para o “European Football Yearbook 97/98”, também foi a Noruega que acabou com o recorde dos brasileiros, como se pode ler na página 721, dedicada aos nórdicos.

“(...) brilhante triunfo por 4-2 contra o Brasil, que sofreu a primeira derrota em três anos como detentor do título Mundial (conquistado nos Estados Unidos, em 1994)”, escreve a referida publicação.

No dia do embate com a Noruega, também a Agência Lusa, citando as agências internacionais, relata que o detentor do título Mundial Brasil sofreu a “primeira derrota em mais de três anos e meio”.

Caso prevaleça esta versão, a Espanha não poderá quarta-feira, nas meias-finais da Taça das Confederações, bater o recorde de jogos consecutivos sem perder do Brasil, face aos “canarinhos”, à Itália ou ao Egipto, embora os espanhóis prometam... muito mais jogos sem perder.