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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Fer. de Maputo, 1-Maxaquene, 0: Pobre espectáculo

SAIU-SE bem o Ferroviário de Maputo no “derby” de ontem frente ao Maxaquene. Mas é preciso realçar que de “derby” a partida só tinha nome, pois os artistas dentro do rectângulo, decepcionaram a tudo e todos, com um mau tratamento da bola, o que tornou o espectáculo pobre.

 

O embate inicia-se com um Maxaquene balanceado ao ataque, moralizado pela goleada que obteve no último domingo no Zimpeto, a equipa de Arnaldo Salvado queria voltar a sair com os três pontos para no mínimo manter-se no pelotão da frente.

 

 

Os “tricolores” encostaram o adversário no seu reduto mais recuado, mas o domínio não era traduzido em jogadas de golo iminente, á excepção daquele livre nos primeiros instantes do jogo que foi defendido por Germano sendo que na recarga, os jogadores do Maxaquene reclamaram um penalte, alegadamente por falta sobre Payó que o árbitro não assinalou.

 

 

A partir do minuto 30, o Maxaquene abrandou o seu caudal ofensivo, muito por culpa da saída forçada de Kito (lesionado) que até então coordenava o ataque da sua equipa. O Ferroviário tirou partido disso e subiu no terreno, com Diogo a ser o municiador das investidas ofensivas, como naquele lance que faz um passe de ruptura para Innocent que chega ligeiramente tarde para levar o esférico a um bom rumo.

Terminava assim o primeiro tempo, com nenhuma das duas formações a merecer outro resultado senão um o nulo.

 

 

A etapa complementar arranca com um remate de Diogo logo aos cinco minutos para uma defesa atenta de Samito e instantes depois o médio “locomotiva” volta a ameaçar a baliza “tricolor” com um tiro por cima na zona de penalte, a presença de um defensor do Maxaquene para uma eventual mancha atrapalhou os intentos do esquerdino.

 

 

Mas foi Tchitcho que quase fazia explodir a Machava com aquilo estrondo desferido cá do meio da rua para o ferro, quando já se gritava o primeiro do Ferroviário.

 

 

E finalmente, surge o golo dos “locomotivas”, que diga-se dominaram o segundo tempo. Há um cruzamento para área “tricolor” e na tentativa de um alívio, Calima joga a bola com a mão e o árbitro mandou assinalar um penalte, superiormente cobrado por Wisky, para o primeiro e único golo do encontro.

 

 

Esperava-se uma reacção do Maxaquene, mas esta não se viu, pelo contrário foi o Ferroviário que mais procurou dilatar o “score”. Entretanto, Jair podia ter empatado a quatro minuto dos 90 naquele remate que saiu caprichosamente ao lado.

 

Sérgio Lopes, árbitro do encontro, fez um bom trabalho, apesar ter sido muito contestado no final pelos adeptos “tricolores” devido ao lance que originou o penalte. Os adeptos “maxacas” chegaram a exigir a cabeça do juiz no final do jogo e frustrados (os intentos fracassaram devido á presença policial), atiraram vários objectos, como garrafas e pedras para o túnel de acesso aos balneários e para o relvado.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Sérgio Lopes, auxiliado por Arsénio Marrengula e Domingos Machva. Amosse Lázaro foi o quarto árbitro

 

FERROVIÁRIO: Germano; Butana, Zabula, Solomon, Wisky, Jeitoso, Innocent (Barrigana), Diogo (Andro), Tchitcho, Eurico (Luís), Mauro

 

MAXAQUENE: Samito; Payó, Calima, Moses, Macamito, Kito (Micas), Betinho (Mfiki), James, Jair, Eboh, Maurício (Ito)

 

DISCIPLINA: Amarelos para Zabula e Wisky ambos do Ferroviário

 

 

Fonte:Jornal Noticias

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