Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

Oito permanências e seis novas entradas

AS transferências a nível dos treinadores agitou o mercado de futebol ao mais alto patamar. Oito equipas do Moçambola, a mais prestigiada prova futebolística nacional, optaram por manter os mesmos timoneiros.

 

Seguindo o velho ditado “a quem ganha não se mexe”, o Maxaquene, campeão nacional, manteve o técnico Arnaldo Salvado. O Ferroviário da Beira, que se notabilizou na época passada com um honroso segundo lugar, continuará a ser comandado por Lucas Barrarijo, enquanto que a Liga Muçulmana, vencedor da Taça de Moçambique, manteve o português Litos.

 

 

O Clube do Chibuto é um dos clubes que também aposta num português para assumir os destinos da colectividade. Trata-se de Vítor Pontes que procurará manter o único representante da província de Gaza no Moçambola.

 

 

O Costa do Sol deposita toda a confiança em Diamantino Miranda, acreditando que o técnico português pode devolver a honra aos “canarinhos” com a conquista do título nacional, algo que já foge há seis anos.

 

 

Chiquinho Conde, que assinou um contrato com o Vilankulo FC por cinco anos e mais cinco de opção, continua a nutrir a confiança do presidente Yassin Amugi e irá sentar-se no banco como líder da equipa técnica pelo terceiro ano.

 

 

Dentre os clubes que optaram por mudar de timoneiro, por diversas razões, a contratação de Vítor Urbano, experiente treinador português, para assumir o Ferroviário de Maputo, foi a que mais se evidenciou, isto porque foi a única equipa das crónicas candidatas ao título, a mexer na liderança da equipa. Urbano chegou para o lugar de Nacir Armando, e sendo que a sua saída da HCB abriu espaço para a entrada do zambiano Weston Nherenda.

 

 

O Chingale apostou em Rogério Mariani que, no ano passado, esteve ao serviço das Águias Especiais do Campeonato de Futebol da Cidade de Maputo, segundo escalão.

 

 

O Ferroviário de Nampula abriu os “cordões à bolsa” e foi buscar o português Rogério Gonçalves para o lugar de Alex Alves, que trocou os ares “locomotivas” pelos “militares”. O brasileiro assinou pelo Matchedje que regressou ao Moçambola.

 

 

O Têxtil do Púnguè dispensou Akil Marcelino e para o seu lugar chamou José Fernando, um técnico também de origem portuguesa.Nacir Armando assumiu os destinos de uma das formações que ascendem esta época ao Moçambola, o Desportivo de Nacala.O Estrela Vermelha da Beira, que é o único estreante na mais importante prova futebolística moçambicana, será treinado por Abdul Omar.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.