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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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13.Mar.12

No segundo ano do mandato: Zangas de compadres no Sporting de Nampula

Carlos Coelho

DESINTELIGÊNCIAS, usurpação de direitos e zanga de compadres marcam o início turbulento do segundo ano de mandato da actual direcção do Sporting Clube de Nampula, ora liderada por António Uacueia que a estas alturas de 2011, montaram um “complô” que determinou a destituição algo polémica da equipa liderada por Carlos Coelho, num ambiente que forçou a intervenção da direcção provincial da Juventude e Desportos para dirimir o imbróglio.

 
A situação actual, foi motivada pelas declarações do chefe do departamento do património do clube, João Todo que veio a público, denunciar aquilo que ele considera estar a acontecer de forma fraudulenta e ilegal, sem o conhecimento da massa associativa, nomeadamente a venda do espaço reservado à prática de minigolfe, de cerca de um hectare, um negócio cujo procedimento considera ter ocorrido fora dos estatutos da agremiação.

Esta direcção que entrou o ano passado de que eu fiz questão de apoiar para “golpear” a anterior veio para o Sporting com posições bem definidas, senão vejamos. Antes de completarmos meio ano de mandato que tinha como objectivo trazer a hegemonia que o clube já teve, que passava por conseguirmos bons resultados competitivos, venderam apressadamente dois valiosos jogadores (Belito e Ilude) nossos à Liga Muçulmana para estar num campeonato que nunca chegaram a ser utilizados, disse João Todo para quem esta atitude quebrou a espinha dorsal da equipa principal que até estava bem posicionada no “nampulense 2011”.

 

Acrescenta que este negócio teve momentos turbulentos chegando a ponto dos referidos jogadores ficarem em cativeiro com dirigentes de outros clubes que queriam igualmente transferi-los para as suas colectividades.

 

No entanto, o ponto que mais intriga o já demissionário chefe do departamento do património do Sporting de Nampula e que motivou a lançar achas aos seus correligionários da direcção é o facto de, segundo suas palavras, terem negociado o campo de minigolfe sem que a decisão tenha sido tomada numa assembleia geral, ou ao menos, num colectivo de direcção que se poderiam explicar os contornos da negociata.

 

Apenas ouvimos que venderam o campo de minigolfe por cinco milhões de Meticais e depositaram numa primeira fase os valores a prazo, mas agora estamos a ouvir que o dinheiro já foi movimentado ficando somente 600 mil Meticais do negócio, não se sabendo o que foi feito com o restante montante, acusou João Todo.
Fonte:Jornal Noticias