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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Moçambola completa quadro dos treinadores

Artur Semedo

À ENTRADA para a semana em que todos os 14 clubes que disputarão o Moçambola-2012 terão iniciado as suas actividades de preparação da nova temporada futebolística, já está completo o quadro dos treinadores que desfilarão ao longo do ano no comando das equipas da Liga Moçambicana de Futebol.

 

Entre manutenções e transferências, no entanto, sem surpresas de vulto, já que os principais candidatos ao título preferiram não alterar nada, à excepção do Costa do Sol, que foi buscar o português Diamantino Miranda, segunda-feira coube a vez de o novo primodivisionário Têxtil do Púnguè apresentar Hilário Manjate, que assim regressa ao Chiveve, onde já esteve a dirigir o Sporting da Beira.

 

 

Aliás, a principal preocupação dos clubes residiu no preenchimento dos jogadores, num movimento desusado que também não registou transferências realmente sensacionais, senão quiçá a dos goleadores Sonito e Reginaldo para a Liga Muçulmana, assim como o regresso ao futebol doméstico de Miro, através dos campeões nacionais, e Kampango, para o Ferroviário do Maputo.

 

 

Enquanto se esperava a todo o momento que o Costa do Sol detonasse a bomba que vinha escondendo faz muito tempo, o bicampeão nacional Artur Semedo trabalha – com contrato renovado – na Liga Muçulmana, com os olhos postos nas Afrotaças e nas competições internas. O mesmo sucede com Nacir Armando, no Ferroviário, após estender o seu vínculo por mais uma temporada.

 

 

Nos vizinhos Maxaquene/Desportivo não se levantam ondas em relação à conquista do título, mas certo é que Arnaldo Salvado está firme nos “tricolores”, à frente dos quais iniciou ontem à tarde a preparação da época, assim como Augusto Matine no comando dos “alvi-negros”, que mantém a senda revolucionadora a partir da juventude.

 

 

De pedra e cal está também a dupla de Tete. O português Vítor Urbano, que levou a HCB do Songo ao terceiro lugar no último campeonato, é uma aposta inquestionável da Direcção liderada por Adelino Manuel, acontecendo o mesmo com o Chingale, que colocou o seu voto de confiança em Sérgio Faife Matsolo. Também o Ferroviário de Nampula, super impressionado com o desempenho de Alex Alves, que substituíra Mussá Osman – foi a primeira “chicotada psicológica” de 2011 – decidiu continuar com o técnico brasileiro.

 

 

Mas Mussá Osman não enfrentou por muito tempo o desemprego. Foi para o Têxtil do Púnguè, então no “Provincial”, e logo a seguir o salto para o Ferroviário da Beira, em substituição de Akil Marcelino, que neste começo da época permanece no anonimato.

 

 

Ido do Ferroviário, onde havia sido campeão nacional, em Vilankulo, Chiquinho Conde rumou praticamente já no final da temporada, com o objectivo primordial de garantir a permanência. Conseguido este desiderato, Yassin Amugy, dono do clube, não hesitou em manter Chiquinho e, como se não bastasse, com um contrato “sui generis” de… 10 anos.

 

 

Entre os clubes que se mantiveram no Moçambola, para além do Costa do Sol, o Incomáti é outro que muda de treinador este ano. O novo “mister” é Euroflin da Graça (Flin), que não evitou a despromoção do Matchedje.

 

 

Em relação aos novos primodivisionários, o Ferroviário de Pemba é o único que mantém o treinador que levou a equipa ao Moçambola-2012, neste caso, Zainadine Mulungo. Clube de Chibuto e Têxtil do Púnguè optaram pela mudança: Abdul Omar à frente dos gazenses e Hilário Manjate no comando dos “fabris” da Manga.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

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