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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Calorosa busca do ouro perdido no Moçambola


Maxaquene vs Ferroviario

EMBORA ainda faltem três jornadas para o epílogo do Moçambola-2011, está claro que o título não escapará à Liga Muçulmana. Para o ainda matematicamente candidato Maxaquene, assim como para o Ferroviário, adversários este sábado, apostar na Taça de Moçambique é o melhor caminho para tentar o ouro perdido no campeonato.

 

A avaliar pela magnitude do desafio e, acima de tudo por aquilo que representa para os contendores, nomeadamente a qualificação para a sempre cobiçada final da Taça de Moçambique, é de perspectivar uma grande romaria em direcção ao Estádio Nacional do Zimpeto, local da contenda, este sábado, a partir das 18.30 horas. E, seguramente, não serão somente adeptos “tricolores” e “locomotivas” interessados em marcar presença nessa noite de sonho, como também de outros amantes do jogo da bola, pois o espectáculo realmente promete.

 

 

Para estas duas formações, uma temporada sem nenhum troféu é inegavelmente um ano perdido, tendo em conta os investimentos efectuados com o propósito de conquistar as principais provas futebolísticas nacionais. Para já, o campeonato está perdido. O Ferroviário, longe dos lugares do pódio, há muito que se desmobilizou em relação ao Moçambola. O Maxaquene, esse, ainda sonha com o impossível, isto é, fazer o pleno nos próximos três embates contra nenhum ponto do líder destacado Liga Muçulmana.

 

 

Neste sentido, a Taça de Moçambique, cujo vencedor representa o país nas Afrotaças, tem as portas abertas de par em par para os dois “colossos”, que, por aquilo que deles se conhece, prometem uma partida essencialmente ofensiva, considerando a irreverência dos seus jovens atacantes.

 

 

Do lado “tricolor”, Hélder Pelembe, Reginaldo, Betinho e Liberty serão setas venenosas apontadas para a baliza de Mahomed, ou então de Pinto, caso o técnico Nacir Armando mantenha este “keeper”. Pelo Ferroviário, a defesa maxaquenense deverá ter uma atenção especial à nova coqueluche Clésio, um moço batalhador e que escapa como uma enguia. Clésio veio dar mais vivacidade à frente atacante de uma equipa que tinha em Luís e Sonito as pedras mais perigosas.

 

 

E é com este cenário que Maxaquene e Ferroviário se apresentarão sábado à noite no Estádio Nacional do Zimpeto, depois de no primeiro encontro entre si na nova “catedral” futebolística moçambicana terem empatado 1-1, a contar para a segunda volta do campeonato. Desta vez, devido à natureza da prova, jogar-se-á até se achar o vencedor, nem que seja através de pontapés da marca de grande penalidade, segundo prevê o regulamento da competição.

 

 

Na busca da vaga para a final da Taça de Moçambique temos outros dois intervenientes que, apesar da sua pequenez, podem surpreender no dia do “juízo final”. Trata-se do Chingale e do Palmeiras de Quelimane, que também se defrontam no sábado, a partir das 14.30 horas, no campo do Desportivo de Tete.

 

 

A priori”, o Chingale é claramente favorito: por um lado, está mais rodado do ponto de vista competitivo, fruto de um campeonato muito bem conseguindo; e, por outro, o factor casa deverá ser determinante para conseguir a sua segunda presença na final da prova. No entanto, o Palmeiras, que perdeu o campeonato provincial a favor do novato Vila Pita, pode ser uma surpresa desagradável para os tetenses.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias