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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Vénia aos voluntários

Voluntários (A. Marrengula)

EM qualquer parte do mundo e em qualquer competição de grande magnitude eles são imprescindíveis, apesar de, regra geral, serem a parte oculta da competição propriamente dita. Eles estão em todo o lado. Servem de guias e intérpretes, auxiliam as delegações, os jornalistas, os turistas e até o público. Estão nos locais dos jogos, nos transportes, na residência dos atletas e nos hotéis dos oficiais. Convivem com os atletas e o seu sorriso simpático e a solicitude que se lhes impõe fazem com que mereçam a admiração de toda a gente.

 

Na hora do encerramento dos Jogos Africanos ninguém se esqueceu do seu papel fundamental. Eles são jovens, a maioria estudantes, que com o seu trabalho quiseram – e conseguiram – contribuir para o sucesso do evento. Referimo-nos aos voluntários. Aos milhares de voluntários que diariamente, de manhã até à noite, calcorreavam os vários locais relacionados com o acontecimento, oferecendo o seu saber e inteligência para que tudo decorresse dentro da normalidade.

 

 

Alguns até, provavelmente, nem chegaram a presenciar as competições, porque os seus postos de trabalho, como por exemplo a Vila Olímpica, restaurante dos atletas e hotéis dos oficiais, não lhes permitiam que pudessem arregalar a sua vista com as peripécias desportivas dos participantes. Porém, nem com isso se sentiram à margem desta grande festa continental, pois Jogos Africanos não são apenas competições, mas também um vasto conjunto de actividades e realizações que servem de suporte para que as competições realmente aconteçam.

 

 

No domingo, no Estádio Nacional do Zimpeto, foi bonito e gratificante ver aquele mar de voluntários a desfilar, na mesma pista em que desfilaram os atletas, sob uma forte ovação do público, em sinal de reconhecimento da sua missão. Tratava-se de uma vénia merecida para quem, sem ser actor directo de todo o processo dos Jogos, a sua presença, no entanto, assumia uma importância primordial.

 

 

No seu discurso, o Presidente da República não se esqueceu de um “muito obrigado” aos voluntários, nacionais e estrangeiros, estendendo, o Chefe do Estado, o seu reconhecimento, igualmente, ao pessoal do protocolo, às Forças de Defesa e Segurança, motoristas, cozinheiros e serventes. Armando Guebuza agradeceu, também, aos patrocinadores, cuja contribuição foi decisiva para a realização dois Jogos Africanos.

 

 

O mesmo foi referenciado pelo presidente do Conselho Superior do Desporto de África, Leon Alfred Opimbat, quando, na sua intervenção, disse que o trabalho dos milhares de voluntários conferiu o brilho e o êxito à Olimpíada continental.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias