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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Queremos concluir a obra que iniciámos - afirma Alberto Simango Júnior, presidente da Liga Moçambicana de Futebol, lança a sua recandidatura

Alberto Simango JuniorVOU me recandidatar porque acho que há alguma coisa que ainda falta por fazer. Iniciámos uma obra e não terminámos...”, quem assim o diz é Alberto Simango Júnior, que pretende recandidatar-se a mais um mandato à frente da LMF.

 
 

Alberto Simango Júnior já deu a cara. Dissipou algumas dúvidas (?) que o apontavam como um dos fortes candidatos a presidente da FMF e vai recandidatar-se a mais um mandato de quatro anos à frente da Liga Moçambicana (LMF), entidade que gere a prova máximo do futebol nacional, porque sente que ainda há algo por fazer.

 

Apesar de o Moçambola já ser um produto de qualidade e aceite por muitos, Simango Júnior sente que a obra por si iniciada, sob o lema “a Liga Moçambicana de Futebol a caminho da sua consolidação”, ainda vai ao meio e precisa de ser concluída nos próximos quatro anos, razão pela qual aceita o desafio de se recandidatar.

 

Em entrevista ao “Notícias”, Simango resumiu em poucas palavras o que foram os quatro anos da sua governação e o que pensa que devem ser os próximos caso seja eleito, apesar de afirmar categoricamente que merece a confiada dos filiados da LMF para a sua recondução ao posto.

 

Temos uma grande obra por concluir iniciada no nosso primeiro mandato. Sentimos que deveríamos ter tido outro tipo de frutos, mas, como toda gente sabe, calhámos numa altura em que o mundo sofreu uma crise financeira global. Esta crise afectou-nos de certa forma naquilo que eram os nossos objectivos, porque as empresas e os nossos parceiros começaram a ressentir-se e apertaram um bocadinho o cinto do ponto de vista de disponibilidade de meios para cobrir aquilo que eram os nossos pedidos. Em vez de esticar a corda notou-se o contrário. E desse modo não conseguimos realizar aquilo que desejávamos neste primeiro mandato. E o nosso sonho é continuarmos a assumir o futebol e darmos um pouco mais aos nossos filiados, ao público e aos parceiros”.

 

Para que esse objectivo seja alcançado, Simango pensa em reforçar o pacote financeiro. “Temos que ir buscar mais apoios junto dos parceiros para que os clubes possam realizar a prova sem grandes sobressaltos. Criarmos outros produtos como o fizemos no primeiro mandato, em que introduzimos a bola oficial de jogos e a água do Moçambola”.

NÃO QUEREMOS UMA LIGA DE MÃO ESTENDIDA

 
 

A Liga Moçambicana de Futebol cresce de forma galopante de ano para ano, mas para Simango não se pode continuar de mão estendida. É necessário criar-se alicerces para uma melhor sustentabilidade.

 

A nossa candidatura tem em vista mudar ainda mais a imagem da própria Liga. Esta não pode continuar a estender a mão a cada ano que passa. Gostaríamos que as pessoas entendessem que a Liga Moçambicana de Futebol e o Moçambola são uma marca. E que essas marcas têm um valor. E esse valor tem de ser respeitado. Tem de ser adquirido consoante a qualidade que tem. E nós não vamos recuar nesse tipo de pressupostos”.

 

Para o presidente da LMF os clubes têm que se esforçar para valorizarem o Moçambola. Nós fazemos a nossa parte e achamos que os clubes têm que fazer a sua, que é oferecer ao público um espectáculo de qualidade. Os dirigentes, técnicos e atletas têm que dar o seu máximo para valorizarem a nossa prova, o nosso produto”.

CLUBES ESTÃO DO NOSSO LADO

 
 

Questionado se a sua direcção sentia algum carinho por parte dos clubes filiados da LMF, Simango respondeu: “sinto que sim, porque das visitas que efectuámos aos clubes, por exemplo, no ano passado, sentimos que os clubes estão connosco. Estão satisfeitos com o nosso desempenho. Todos eles. Sempre nos encorajaram que continuássemos a trabalhar.

 

É só lembrar que o nosso mandato terminou no meio do ano passado, mas porque tivemos o voto de confiança delegado em assembleia-geral pelos clubes fizemos a gestão da prova (Moçambola) até ao fim.


E agora terminado o mandato é tempo de dizer missão cumprida, porque tornamos o produto Moçambola mais preferencial. Embrulhámos esta marca Moçambola como algo apetecível para que as pessoas tivessem cada vez mais a sua auto-estima, identificadas nas cores das suas preferências em termos de clubes. E nesta vertente sentimos que os clubes também cresceram naturalmente à medida que nós íamos crescendo. A nossa velocidade obrigou-nos a todos a correr ao mesmo passo na componente de mobilização, na direcção dos clubes e nos patrocinadores. Os clubes sempre estiveram connosco.

 

Fonte:Jornal Noticias

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