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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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Suspenso director da Liga Muçulmana


UMA vez mais, a mão dura da Liga Moçambicana de Futebol se faz sentir sobre diversos prevaricadores no Moçambola-2010, neste caso em relação a factos ocorridos na 20ª jornada, no pretérito fim-de-semana. O principal visado no rol de punições decretadas pelo Conselho de Disciplina daquele organismo é o director desportivo da Liga Muçulmana, Mahomed Ismail Makda, suspenso por três meses, pena acrescida com o pagamento de uma multa de quatro mil meticais.



De acordo com o último Comunicado Oficial da LMF, reportando os acontecimentos registados no passado sábado, no Estádio Municipal de Vilankulo, no final do desafio entre a formação local e a Liga Muçulmana, Makda teria, de forma extremamente violenta, agressiva e colérica, proferido palavras injuriosas contra o presidente do Conselho de Disciplina, em virtude de este órgão ter suspenso dois jogadores do seu clube (Neco e Paíto) por agressão, alegando também que estava em Vilankulo a perseguir os actuais líderes do campeonato.

Outro elemento da Liga Muçulmana castigado nesta mesma onda e praticamente pelos mesmos motivos é o seu delegado, Alexandre Luciano Izidine, que “apanhou” um mês.


Segundo o comunicado da LMF, o presidente do Conselho de Disciplina foi confrontado quando pretendia se inteirar do estado da rede de vedação do Estádio Municipal de Vilankulo, danificada pelo jogador Nelson Ubisse, e das queixas apresentadas pelos adeptos da equipa da casa, alegando que o referido atleta, para além de ter danificado a vedação, havia proferido insultos contra eles.

Aliás, em face destas circunstâncias, foi atribuída à Liga Muçulmana a responsabilidade de efectuar a reparação imediata dos danos causados pelo seu jogador.

Fortemente visada pelas deliberações do Conselho de Disciplina, a Liga Muçulmana viu também o seu treinador citado entre os prevaricadores. Artur Semedo foi notificado a indicar por escrito à LMF, no prazo de cinco dias úteis, os factos nojentos e, para cada caso, apresentar os nomes dos agentes implicados e as circunstâncias de modo, lugar e tempo consubstanciando as suas declarações proferidas aos jornalistas no final do jogo realizado em Vilankulo.

Em relação a outros clubes participantes no Moçambola-2010, referência para a suspensão por 30 dias, e multa de dois mil meticais, do treinador-adjunto do Desportivo, Antero Cambaco, por proferir palavras injuriosas contra o árbitro assistente do jogo realizado em Pemba, contra o Ferroviário local.