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centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

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08.Mar.10

TAÇA DE HONRA/SOJOGO: Costa do Sol, 0-Maxaquene, 2 - “Tricolores” mais atrevidos


 

O ORGULHO “canarinho” não se fez sentir. Apesar de um futebol bem articulado, o Costa do Sol não teve soluções no sector ofensivo.

 

Costa do Sol, 0-Maxaquene, 2 - Tricolores mais atrevidos

Tó acusou falta de prontidão, enquanto Ruben, com quem fazia a dupla de ataque nesta nova experiência do “mister” João Chissano, batalhava sem descansar à procura de fazer melhor assistência àquele.

 

Josimar se esforçou para abrir o jogo ofensivo pela esquerda, entrando à diagonal, para baralhar os “centrais” e fez algumas perfeitas combinações com Tó e Ruben, mas faltaram soluções para marcar. Na primeira articulação triangular, Ruben isolou-se em posição considerada irregular pelo juiz da partida. Na segunda, Ruben foi novamente assistido por Josimar e é desarmado, mas a bola sobra para Tó, para este desperdiçar a oportunidade de marcar.

 

Foram duas ocasiões em menos de 10 minutos, abrindo espaço para o Maxaquene se concentrar cada vez melhor, com o jovem atacante Tony a criar alvoroço na baliza defendida por Joaquim. No primeiro frente-a-frente com o guarda-redes “canarinho”, Tony viu o esférico a roçar o poste com um desvio subtil.

 

Tendo o apoio de Eboh pela esquerda e Eládio pelo lado contrário, Tony foi o mais astuto pela sua rapidez e fez uma bela combinação com Hélder Pelembe, este que registou o primeiro tento “tricolor” aos 63 minutos, concluindo um centro de Eusébio. Este tento até surgiu tardiamente, pois o Maxaquene teve imensas possibilidades de o fazer ainda na primeira parte, em que tanto Eboh como Macamito por pouco não acertaram a baliza.

Mas o lance mais clarividente pertenceu a Hélder Pelembe que, num ressalto de bola à entrada da grande área “canarinha”, tentou desenhar um “chapéu” a Joaquim, mas este saiu com garras e na meia-lua lançou-se evitando o pior. O árbitro assistente assinalou falta, pois o guarda-redes jogou a bola com as mãos fora da grande área, mas Eládio não atinou com a baliza.

 

Na jogada seguinte, Eboh apareceu entre os “centrais” a desviar com êxito mais um centro de Eládio, mas o árbitro Paulo Buque considerou acção faltosa do jogador “tricolor” na disputa do esférico, uma decisão menos clara. Contudo, o Maxaquene acabou conseguindo o que queria, porque soube se movimentar no terreno, valendo ainda a velocidade dos seus atacantes, nomeadamente Tony e Hélder Pelembe, com mais evidência para o primeiro.

O segundo golo foi na sequência do seu derrube sobre a área, quando já estava um passo à frente da defensiva e pronto a marcar. O “central” Jonas não o deixou progredir e, próximo do lance, Paulo Buque assinalou penalte, bem convertido por Gabito.

O árbitro foi infeliz nalgumas decisões, mas não influenciou no resultado.

 

FICHA TÉCNICA

 

Árbitro: Paulo Buque, auxiliado por Henriques Langa e Salomão José. Quarto árbitro: Farisse João.

 

COSTA DO SOL – Joaquim; João, Manuelito, Jonas e Dito; Perry, Payó, Mambo e Josimar (Gomessane); Ruben (Escuro) e Tó (Egídio).

 

MAXAQUENE – Nelinho; Vovote, Délcio, Gabito e Eusébio; Eládio, Macamito (Liberty), Alvarito e Eboh (Mustafá); Hélder Pelembe (Aníbal) e Tony.

 

Acção disciplinar: cartão amarelo Manuelito, Macamito e Tony.