Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

centro de documentação e informação desportiva de moçambique

Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo

14.Out.08

CONFIRMOU-SE o que já era desejado pela Federação Moçambicana de Patinagem (FMP) e pelo Comité Internacional de Hóquei em Patins (CIRH). Moçambique v

CONFIRMOU-SE o que já era desejado pela Federação Moçambicana de Patinagem (FMP) e pelo Comité Internacional de Hóquei em Patins (CIRH). Moçambique vai acolher o Campeonato do Mundo do Grupo “A” em 2011. Esta decisão foi tomada sexta-feira no decurso da Assembleia Geral do CIRH.


O PRESIDENTE do Comité Internacional de Hóquei em Patins, Harro Strucksberg.
Esta escolha já era esperada, depois de na mesma assembleia o alemão Harro Strucksberg, que havia manifestado vontade de trazer a competição para o nosso país, ter sido reeleito presidente do CIRH para o quadriénio 2009-12.

A organização do “Mundial” estará a cargo da Federação Moçambicana de Patinagem (FMP), com o apoio do Ministério da Juventude e Desportos e da Empresa de organização de eventos “Wall Street”, do português Boaventura Rodrigues.

Falando ao órgão de informação “Mundo do Hóquei”, o empresário português disse estar “muito satisfeito” com esta decisão, que já era esperada. Segundo ele, a “Wall Street” vai colocar ao dispor da organização todo o seu “know-how”.

Recordou ainda que a sua empresa já está a apoiar a causa do hóquei moçambicano há algum tempo, nomeadamente a nível do material desportivo.

Em 2013 Portugal poderá acolher o “Mundial”, tendo como concorrente, por agora, apenas o Chile.

Na mesma assembleia foram feitas algumas revisões às regras do jogo de hóquei em patins. A proposta elaborada pelo Comité Técnico do CERH foi aprovada e entrará em vigor a partir do Campeonato Europeu de 2010 (Europa) e no Campeonato do Mundo de 2011 (resto do mundo).

Até lá viveremos uma fase de transição, em que as federações poderão colocar em prática as novas regras, ou não.