Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 30 DE Agosto 2012

BRUNO Pimentel disse adeus à selecção nacional de hóquei em patins no Torneio Internacional José Eduardo dos Santos (Zé Dú). Foi no dia 19 de Agosto que este verdadeiro “embondeiro” da patinagem moçambicana realizou o seu último jogo com a camisola de Moçambique frente a Angola, tendo no final anunciado o seu abandono.

 

 

Com 36 anos de idade completados no dia 16 de Junho, o então capitão da Selecção Nacional entendeu que é chegado o momento de abrir espaço há outros hoquistas mais novos e que possam no “mundial” de Angola 2013 integrar a equipa moçambicana.

 

 

Ao longo da sua carreira, Bruno Pimentel atingiu o recorde nacional de dez mundiais disputados (México 1996, Grupo B; Macau 1998, Grupo B, Espanha 1999, Grupo A; Argentina 2001, Grupo A; Portugal 2003, Grupo A; EUA 2005, Grupo A, Uruguai 2006, Grupo B; Suíça 2007, Grupo A; Espanha 2009, Grupo; e Argentina 2011. Grupo A).

 

 

Atingiu o ponto mais alto ao sagrar-se campeão do mundo do Grupo B, no Uruguai, em 2006; e no ano passado no Mundial do Grupo A, disputado na Argentina, onde a equipa nacional ocupou o quarto lugar, a melhor classificação de sempre desde a estreia do país em mundiais em 1978.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:28
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Quarta-feira, 29 DE Agosto 2012

O SEGUNDO lugar conquistado pela Selecção Nacional de Hóquei em Patins no Torneio José Eduardo dos Santos deixou o seleccionador, Pedro Nunes, extremamente animado e confiante para os próximos desafios.

 

Numa entrevista concedida em exclusivo ao  técnico português, em jeito de balanço da prova reafirmou o prazer que tem em dirigir os destinos da equipa moçambicana, elogiando a atitude e o espírito de amizade e companheirismo existente entre os hoquistas.

 

 

 Que avaliação faz da prestação da selecção moçambicana?



 Penso que mais uma vez superamos às expectativas. Quando partimos para este torneio o nosso objectivo, para além dos aspectos desportivos, da continuidade do trabalho que víamos desenvolvido em San Juan, era ver a equipa crescer enquanto grupo e ganhar coesão a nível  dos conceitos do jogo. Conseguimos atingir estas metas, e a par disso alcançamos uma classificação, atendendo ao nível das selecções presentes, e ao facto do grupo todo ter efectuado apenas cinco treinos efectuados.

 

 

 O que há a melhorar em próximas competições?



 Antes de melhorar a equipa, a que melhorar a estrutura federativa e a do hóquei moçambicano. Penso que neste momento é graças a estes excelentes resultados alcançados pela selecção que vêm de alguma forma mantendo o hóquei em Moçambique. Agora é urgente que as pessoas responsáveis pela modalidade no país se apliquem mais em prol da modalidade. Mas quero deixar claro que esta é a opinião de alguém que esta em permanente contacto com o hóquei moçambicano de um ano a esta parte, não quero ferir susceptibilidades e nem me compete a mim faze-lo, respeito todas as decisões tomadas mas é urgente salvar o hóquei em Moçambique.

 

 

Afirmou que é urgente salvar o hóquei em Moçambique. Quais devem ser a estratégias?



Como? Já dei algumas pistas. Implementar o hóquei nas escolas, dinamização do hóquei no clube, porque não a própria federação assumir a criação de uma escola nacional de patinagem. Enfim, uma série de iniciativas, que podem passar pela formação de árbitros e técnicos e divulgação do hóquei junto da população. Estas são algumas ideias que eu penso que iriam contribuir não só para o desenvolvimento da modalidade bem como para a sua solidificação. Agora cabe aos responsáveis perceberem qual o caminho a seguir.

 

 

Continuará a comandar a selecção moçambicana no próximo mundial Mundial?



 Penso que o meu trabalho é reconhecido pela federação. Posso dizer que estou feliz por ser o líder destes atletas. Mas tenho que ver a minha disponibilidade profissional. Há também a disponibilidade da federação em definir um plano de actividades para a selecção nacional porque não estou de forma alguma interessado em continuar neste registo de indefinição, de situações onde tudo é feito a última da hora.

 

 

A realidade do hóquei moçambicano não se compadece com o registo da selecção

 

 É de opinião que a selecção moçambicana acusou a pressão de ser quarta melhor do mundo no “Zé Dú”?



 É certo que nós elevamos a expectativa do povo moçambicano em relação a Selecção Nacional. Eu sei que estes estão connosco, mas assusta-me os resultados alcançados por esta selecção neste último ano. Espero que as pessoas tenham consciência de que estes resultados serão possíveis porque de facto o grupo de trabalho, tanto em San Juan como neste torneio José Eduardo dos Santos, se transcendeu.

 

A realidade do hóquei em patins em Moçambique não se compadece com estes resultados. Se exigirem a mim e aos jogadores melhores resultados, então escolham outro treinador porque eu não estarei para liderar futuramente a selecção moçambicana.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:23
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À semelhança do que aconteceu em San Juan, é de opinião que os resultados alcançados neste torneio foram igualmente surpreendentes?



 Costumo dizer que a sorte dá muito trabalho. Já não acontecem milagres, estes ficaram em Fátima já lá vão uns anos. Acredito que a organização que esta selecção consegue com pouco tempo de trabalho, o espírito de grupo fantástico que existe, não só dentro como fora de campo, explica os resultados alcançados. Se a prestação em San Juan foi uma surpresa para muitos, este torneio veio confirmar o crescimento desta selecção.

 

Nós em San Juan jogamos com selecções muito fortes, das melhores do mundo (Portugal e Espanha) e conseguimos um brilhante quarto lugar. No “Zé Dú” jogamos com equipas com outro estágio de competição, sabendo que no aspecto competitivo Moçambique está na cauda da tabela, inclusive a Colômbia, a quem ganhamos, por 4-1, tem neste momento 14 clubes. É bom termos noção que só com a organização, com método, com rigor, com disciplina, com ambição que estes demonstram cada vez que representam a selecção e acima de tudo com uma dignidade enorme com que enfrentam aos desafios e que se conseguem resultados destes. Eu apenas limito-me a ser uma parte deste bolo.

 

 

Nenhuma selecção africana ficou em quarto num “Mundial”

 

Colocando a hipótese de assumir a selecção no “Mundial” do próximo ano, gostaria de contar com mais jogadores ou acha que é preciso exponenciar os que existem?



 Essa é uma pergunta difícil de responder. Mas devo frisar que este grupo é muito forte. A relação interpessoal é muito forte. Às vezes não interessa quem joga de início ou mais tempo, quem têm mais ou menos capacidades, todos são de uma importância enorme para a dinâmica do grupo e para o funcionamento total do balneário. Mas é claro que no aspecto desportivo esta selecção precisa de ser renovada, há jogadores saturados. Mas gostaria de contar com todos, talvez até para outras funções. A federação tem que aproveitá-los.

 

 

Estes jogadores devem ser vistos como uma referência para a nação moçambicana e até africana porque conseguiram aquilo que nenhuma equipa africana conseguiu seja em que modalidade for conseguiu alcançar. Isto é possível graças, não apenas aos jogadores, como a todos que acompanham a equipa, Pedro Tivane (treinador-adjunto), Justino Miguel (coordenador). 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:17
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Sexta-feira, 17 DE Agosto 2012

MAIS segura a defender e com um ataque eficaz nos momentos capitais do jogo, a Selecção Nacional de hóquei em patins arrancou, na noite de ontem, um triunfo convincente sobre a Colômbia, por 4-1.

 

O início foi a papel químico frente ao Brasil. Marinho, o mesmo que havia aberto o marcador frente aos brasileiros voltou, a marcar no primeiro minuto.Só que a equipa moçambicana parece não ter apreendido a lição, visto que voltou a desconcentrar-se tal como tinha acontecido contra a turma brasileira e sofreu o golo de empate apontado por Rivas.

 

 

A reacção dos comandados de Pedro Nunes foi boa. Frederico Saraiva chegou a introduzir a bola na baliza, mas o árbitro anulou prontamente considerando que o internacional moçambicano fê-lo com o patim. Mas, minutos depois, o artilheiro moçambicano redimiu-se ao fazer um golo de livre directo. Moçambique voltava a estar em vantagem.

 

 

A partir daí viu-se uma turma nacional concentrada a defender e ponderada a atacar. Tinha em Frederico Saraiva o homem mais inspirado e foi através de uma jogada individual protagonizada por ele, que Moçambique beneficiou de um penalte. Chamado a marcar, Bruno Pinto fê-lo com classe.

 

 

Na baliza, Igor Alves também mostrou-se seguro ao defender uma grande penalidade. O intervalo chegou com Moçambique a vencer, por 3-1, mas podia ter saído com uma vantagem mais gorda caso Mário Rodrigues não tivesse errado o alvo quando estava em situação privilegiada.  

 

 

Na segunda parte, houve inúmeras oportunidades de golo de parte a parte, destaque para o livre directo e penalte a favor de Moçambique, situações não aproveitadas por Frederico Saraiva e Bruno Pinto, respectivamente. Quem esteve de pontaria afinada foi Mário Rodrigues, que com o passe de Bruno Pinto fixou o resultado em 4-1.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITROS: Sérgio Zumba, Óscar Valverde e Eldifridio Cipriano

 

MOÇAMBIQUE: Igor Alves, Bruno Pinto, Kiko, Mário Rodrigues (Marinho) e Frederico Saraiva (Fred)

 

COLÔMBIA: David; Oivaldo, Hoyos, Naranjo, Hoyos e Rivas

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:18
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CONTINUAMOS a depender apenas de nós. Tivemos um jogo complicado contra o Brasil em que o empate sabe a derrota, pois éramos favoritos, mas foi o primeiro da selecção este ano desde que jogámos em San Juan. Acredito que estaremos melhor no próximo jogo”, palavras de Maninho, que afirmou ainda que é preciso continuar a trabalhar com o mesmo empenho e galhardia para alcançar um bom resultado hoje frente ao Chile.

 

 

Há que continuar a trabalhar da mesma maneira. E já amanhã (hoje) contra o Chile teremos mais uma tarefa difícil, mas é assim mesmo, nesta prova não há equipas fáceis”.

 

 

Acrescentou que um dos objectivos desta prova é dar seguimento ao trabalho que iniciou em San Juan. “Estamos à procura de consolidar os processos de jogo. Penso que vamos melhorar a nossa prestação. Temos um estatuto a defender e vamos fazê-lo na medida do possível.”

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:12
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ESTÁ tudo em aberto. Agora há que ganhar os jogos que temos pela frente. Hoje temos o Chile, um adversário que merece todo o respeito da nossa parte. Te um conjunto bem equilibrado. Já no “Mundial” gostei muito de ver esta selecção jogar”, afirma Frederico Saraiva (Fred) melhor marcador da equipa nacional no “Mundial” passado.

 

 

Fred defende que todas as equipas são fortes nesta prova e aponta Angola como um sério favorito. “Angola é muito forte e está a jogar em casa perante o seu público e tem este factor a seu favor. Mas nós temos que pensar só em nós e acreditar no nosso potencial”.

 

 

Questionado sobre o que terá falhado no desafio contra o Brasil, respondeu: “Falhou o nível físico e mental. Tivemos uma desconcentração muito grande na primeira parte e permitimos que eles saíssem ao intervalo a ganhar. Mas na segunda parte reagimos muito bem e fizemos a reviravolta, mas depois não conseguimos segurar a vantagem”.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:08
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Quinta-feira, 16 DE Agosto 2012

MOÇAMBIQUE defronta esta noite, a partir das 18:30 horas, a Colômbia, em jogo da segunda jornada do Torneio Internacional de Hóquei em Patins “Zé Dú” que ontem arrancou no pavilhão Osvaldo Serra Van-Dunem, no Huambo, Angola.

 

A avaliar pelo histórico de confrontos entre ambas as selecções e até performance actual, a equipa moçambicana é apontada como favorita à vitória, a menos que aconteça algo de outro mundo. Aliás, a selecção colombiana é tida como a mais acessível da prova. As oscilações constantes entre o Grupo A e o B têm posto em evidência as dificuldades que os sul-americanos têm tido em assumir de vez uma postura de equipa de elite e as dificuldades que denotam para se manter entre a nata das potências mundiais.

 

 

Contrariamente, Moçambique vive o seu melhor momento desde que começou a marcar presença em competições internacionais, isto há mais de três décadas. Com um lote de jogadores onde a juventude e a experiência fazem um casamento quase perfeito, a intenção passa em grande medida por não só ganhar este jogo como o próprio torneio. Porque se em etapas anteriores, a equipa nacional chegava a provas internacionais como os “coitadinhos”, o cenário mudou completamente de figura ao conquistar, no “Mundial” de San Juan-2011, o estatuto da quarta melhor selecção do mundo, enquanto a Colômbia ocupou a 12 ª posição, escapando por muito pouco a despromoção ao Grupo B.

 

 

O último embate entre Moçambique e Colômbia aconteceu no “Mundial” de Vigo em 2009 tendo resultado num empate a zero golos.Refira-se que amanhã Moçambique defronta o Chile, para nos dias subsequentes enfrentar Alemanha e Angola.Entretanto, a ronda de hoje abre com um duelo sul-americano, Brasil-Chile e fecha com um Angola-Alemanha.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:28
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O ENCONTRO entre Moçambique e Brasil teve momentos distintos, com o domínio a repartir-se para cada um dos lados. A equipa nacional teve um início de jogo de sonho, pois ainda não tinham sido jogados dois minutos e já ganhava por dois a zero, com golos de Marinho e Bruno Pinto. 

Parecia estar tudo encaminhado para uma goleada, mas de um momento para outro, talvez ainda nas “nuvens” pelas facilidades concedidas pelo Brasil, o combinado nacional desconcentrou-se e Jackson aproveitou para reduzir a desvantagem.

 

Na resposta, Marinho rematou para defesa de Lelo a bola ainda bateu na trave. Porém, a defesa moçambicana ia dando facilidades e, num minuto, o adversário colocou-se em vantagem com dois golos de rajada, ambos apontados por Diego.

 

Rápido a reagir, a equipa moçambicana esteve perto do empate, mas Lelo respondeu com segurança aos remates de Marinho e Bruno Pinto.

Maninho, que entrou para o lugar de Marinho, também teve duas oportunidades claras de golo, mas denotou falta de frieza e, desta forma, a equipa “canarinha” saiu ao intervalo a vencer, por 3-2.

 

A segunda parte começou com uma onda de falhanços de parte a parte, com a mais incrível perdida a ser de penalte. E ainda bem que Jackson não teve pontaria. Quem apareceu com o “stick” afinado foi o artilheiro Frederico Saraiva. Num espaço de um minuto, Saraiva voltou a colocar o combinado nacional na posição de vencedor (4-3).

 

Mas a equipa nacional voltou a facilitar e Ceara restabeleceu a igualdade. Já perto do final, Saraiva desperdiçou uma soberana oportunidade para marcar na conversão de um livre.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Manuel Rios (Chile) e Eldefrides Cipriano (Angola), Tosh Froshel (Alemanha)

 

BRASIL: Lelo; Ceara, Jackson, André e Maurício

 

MOÇAMBIQUE: Igor Alves; Kiko, Bruno Pinto, Marinho e Frederico Saraiva

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:24
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Bruno Pimentel

O “CAPITÃO” da Selecção Nacional, Bruno Pimentel, aponta o desafio contra Angola como decisivo no que concerne à disputa da taça. “Estou em crer que vamos decidir a taça com Angola. Sem dúvidas que vai apresentar-se da melhor forma, já está a trabalhar há muito tempo, e tem um leque de jogadores de boa qualidade”.

 

Mas, por outro lado, Bruno Pimentel realça o poderio da equipa moçambicana que parte para esta prova na máxima força. “Temos uma equipa capaz de chegar à última jornada em condições de lutar frente Angola pelo troféu. Estamos num bom nível, embora precisemos de acertar alguns pormenores, que penso que vamos limar com o decorrer da prova”.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:16
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Igor Alves

TEMOS equipa para disputar o troféu. Não temos medo de ninguém, mas é preciso encarar os nossos adversários com espírito de vitória. Até porque não há empates e alguém tem que ganhar. Tenho fé que seremos nós”, afirma Igor Alves guarda-redes principal.

 

 

Igor assegura que o combinado nacional fará de tudo para obter mais um brilhante. “Vamos fazer o nosso melhor tal como aconteceu em San Juan. O grupo está forte, unido, motivado e em face destes atributos tem tudo para sair do Huambo com a taça”.

 

 

No entanto, o hoquista, um dos quatro que actua em Portugal, considera que os níveis físicos não são os melhores. “A nossa preparação foi curta e não permitiu que a equipa chegasse a este torneio cem por cento fisicamente bem, mas nem isso retira-nos a posição de sérios candidatos”.

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:06
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