Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quarta-feira, 01 DE Fevereiro 2017

 

O segundo lugar alcançado, ano passado, pelo Ferroviário de Maputo na Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol em seniores femininos e a boa prestação das atletas moçambicanas a evoluir nos EUA (sete) e Espanha (uma) abrem excelentes perspectivas em relação ao desempenho da selecção nacional da categoria este ano.

 

Acresce-se, a estes pontos positivos, o regresso à forma de Anabela “Tsunaminha” Cossa (melhor triplista da Taça dos Clubes Campeões Africanos, em 2016) e Odélia “Mafa” Mafanela (deu boas indicações no seu regresso à quadra um mês após ter sido mãe).

 

Atletas que o pódio as viciou, pelo que habituadas a vencer. Foram campeãs africanas de clubes em três ocasiões: 2007 e 2008 (Desportivo de Maputo) e 2012 (extinta Liga Desportiva de Maputo).

 

 

Com estrada em África, Anabela Cossa e Odélia Mafanela marcaram presença nos “Afrobaskete” do Mali, em 2011; Madagáscar, em 2009, e Senegal, em 2007.

 

A sua experiência permite-lhes salpicar qualidade e consistência. 

 

O presente do Futuro

 

Se em 2015, nos Camarões, as expectativas de manter o celebrado segundo lugar alcançado dois anos antes em Maputo goraram devido à renovação da selecção (apenas cinco das 12 jogadoras que brilharam em Maputo disputaram o “Afrobasket” em Yaoundé), este ano a música pode ser outra. Em palco diferente, pois claro: Mali.

 

Sim. Porque, na verdade, as seis estreantes no Campeonato Africano de Basquetebol em seniores femininos de 2015, nos Camarões, (Dionilde “Nucha” Cuambe, Vilma Covane, Elisabeth Pereira, Isabel Mavamba, Ornela Mutombone e Iliana Sheila) ganharam nos últimos dois anos outro traquejo competitivo que lhes confere mais jogos nas pernas e maturidade.

 

Dionilde “Nucha” Cuamba, poste de 23 anos, deu nas vistas na A Politécnica com excelente capacidade de jogar de costas e cara para o cesto.

 

É uma jogadora com capacidade de luta debaixo das tabelas, tendo, em 2015, reforçado o Ferroviário de Maputo na Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol em seniores femininos, prova em que as “locomotivas” ocuparam o terceiro lugar.

 

Ao nível internacional, conta ainda com uma participação ao serviço da A Politécnica nas universíadas mundiais, na Coreia do Sul.

 

Ano passado, credo (!), foi preterido por Leonel Manhique da fase final da Taça dos Clubes Campeões Africanos, certame no qual o Ferroviário de Maputo terminou em segundo lugar.

 

Formada no Ferroviário de Maputo, passou pelas selecções de formação, tendo, em 2014, conquistado a medalha de prata nos Jogos do SCASA no Zimbabwe.

 

Nessa promissora selecção faziam parte atletas como Neide Ocuane, Clitan de Sousa e Manuela Dora (hoje a jogarem no basquetebol universitário norte-americano) e Chanaia Pinto (Portugal).

 

No último “Afrobasket”, Nazir “Nelito” Salé, seleccionador nacional, lançou a atleta nos jogos contra Camarões (contabilizou 14 minutos na quadra com dois ressaltos defensivos), Uganda (21 minutos na quadra), África do Sul (entrou no cinco inicial e fez 16 minutos), Mali (oito minutos na quadra), Gabão (nove minutos na quadra).

 

Já nos quartos-de-final, diante da Nigéria, a jovem poste simplesmente não foi chamada a quadra. Nas classificativas do 5.º ao 8.º lugares contabilizou sete pontos no encontro em que as Samurais derrotaram o Egipto, por 99-76.

 

No último jogo da selecção nacional nesta competição - diante do Mali -, Vilma Covane voltou a não ser utilizada por Nazir Salé.

 

Elizabeth Pereira: da sombra à afirmação

 

Durante alguns anos a viver na sombra das craques que despontaram no Desportivo de Maputo, onde durante muito tempo foi segunda opção, finalmente Elisabeth Pereira assumiu-se como atiradora.

 

Campeã africana pelo Desportivo de Maputo e Liga Desportiva, e com a vantagem de Nazir Salé, seleccionador nacional, conhecer o seu potencial, a extremo ganhou notoriedade no Costa do Sol e foi contratada pelo Ferroviário de Maputo para disputar a fase final da Taça dos Campeões Africanos, em 2016.

 

No “Afrobasket” dos Camarões, Elizabeth Pereira fez todos os jogos da primeira fase da prova: Camarões (15 minutos); Uganda (10 minutos); Mali (cinco minutos); África do Sul (16 minutos); Gabão (13 minutos); Nigéria (quartos-de-final, permaneceu na quadra três minutos) e Egipto (classificativas do 5.º ao 8.º lugar). Somente não fez o jogo das classificativas do 5.º e 6.º lugares frente ao Mali.

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 10:45
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Terça-feira, 06 DE Dezembro 2016

 

A POLITÉCNICA não saiu de mãos a abanar da competição. A organização distingui-a com o prémio “fair-play” ou, seja, foi a equipa mais disciplinada, um prémio que até certo ponto deu um acerto ânimo às universitárias.

 

A equipa moçambicana participou na qualidade de convidada após a desistência do INSS da Rep. Democrática do Congo e terminou no oitavo lugar, uma classificação que não foi má, na medida em que não se preparou para esta prova. Com uma equipa bem jovem, participou no sentido de ganhar experiência e quiçá, a partir da aprendizagem tirada da participação no “Africano”, atacar uma boa classificação no “Nacional”, que permita se apurar directamente para a próxima edição da Taça dos Clubes Campeões Africanos.

 

IVO TAVARES

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:36
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QUANDO se fala do melhor básquete mundial, vem logo à cabeça um país: Estados Unidos da América. É lá onde moram e cintilam as maiores “estrelas”. Sempre foi assim. Por isso, quando a Direcção do Ferroviário anunciou as americanas Rachel Mitchell e Brea Edwards como reforços para a Taça dos Campeões não houve quem não pensasse. “Bravo! Temos jogadoras, estas duas vão fazer a diferença”.

 

A verdade é que todos fomos enganados, principalmente os que apostaram na contratação destas basquetistas americanas. A Brea Edwards, a base, ainda anotou algumas exibições positivas, mas nada por aí além. Falta-lhe fulgor e dinâmica de jogo. Já Rachel Mitchell foi um fracasso total. Não soube ou não sabe tirar proveito do seu 1,90 metros. É muito má tecnicamente. É capaz de fazer o mais difícil, lançar a bola ao lado sem sequer acertar na tabela em situações em que tem o cesto bem à sua frente. Esta não percebe mesmo de basquetebol!

 

Na final, as duas juntas não marcaram um ponto sequer, enquanto do outro lado, as americanas Italee Lucas (26 pontos) e Siquoia Holmes (13 pontos) e a congolesa, Pauline Akonga (18), estas sim, reforços no verdadeiro sentido da palavra, apontaram ao todo 57 pontos, dos 69 do Interclube.

 

Ora bem, quando se vai aos Estados Unidos da América (fica do outro lado do mundo) buscar-se jogadores, a quem chamamos de reforços, estes devem ter no mínimo o mesmo valor que as nossas. Estas mostraram ter muito a aprender, pois o investimento, se calhar de milhares de dólares que o Ferroviário fez, caiu em saco roto. Seria melhor ir ao ninho do “canário”, por exemplo, negociar Deolinda Ngulela, Deolinda Gimo, Katia Halar ou mesmo Filomena Micato. Não sou vidente, mas me parece que o Ferroviário estaria a festejar o título africano, uma vez que ficou claro que faltou banco à equipa de Leonel Manhique. Faltou quem substituísse à altura jogadoras como Anabela Cossa, Odélia Mafanela, Inguivild Mucauro ou Ornélia Mutombene.

 

 

Fonte:Jornal Noticia

publicado por Vaxko Zakarias às 11:23
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NÃO estávamos à espera deste resultado. Foi um daqueles dias que as coisas não correram bem. Demos tudo, o nosso máximo, mas não resultou. Entramos mal, cometemos erros que foram fatais. Da próxima vez vamos tentar fazer o melhor”, disse Rute Muianga.

 

A experiente poste refere que é preciso atribuir o mérito ao adversário. “Há que dar os parabéns a equipa do Inter. Hoje foi superior”, afirmou, acrescentando que agora é preciso continuar a trabalhar.

 

Rute Muianga terminou a sua intervenção agradecendo o apoio do público. “Agradecer ao público que esteve aqui. Deu o seu apoio até ao fim”, arrematou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:05
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QUERÍAMOS ser campeões, não conseguimos, mas melhoramos a nossa classificação, esse era um dos objectivos. No ano passado tínhamos ficado em terceiro e neste terminamos em segundo”, palavras de Sancho Júnior, presidente do Ferroviário.

 

O dirigente máximo da colectividade afirmou que o futuro deve ser olhado com optimismo. “Vamos levantar a cabeça e lutar para melhorar nas próximas ocasiões, mas para já vamos sair de férias. Foram 45 dias de intensa actividade e temos de repousar. Depois pensar na próxima época”, referiu.

 

 

Foto:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:56
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Quinta-feira, 01 DE Dezembro 2016

 

O FERROVIÁRIO de Maputo fechou de forma digna a primeira fase, vencendo três dos quatro jogos correspondentes, tornando-se na segunda melhor equipa do Grupo A, atrás do Interclube de Angola, por sinal vice-campeão africano e seu carrasco no jogo inaugural.

 

As “locomotivas” derrotaram na noite de ontem o Etoile Filante do Togo, por 75-37, e partem com A Politécnica para os quartos-de-final, que se disputam amanhã, no Pavilhão do Maxaquene, sendo que hoje é o dia reservado para o descanso, concluída esta que foi a fase preliminar.

 

Apesar de derrotadas ontem pela GSP da Argélia, por 55-45, as “universitárias” preencheram a última vaga da série B, liderada pelo campeão em título do 1º de Agosto. Aliás, com a derrota da United States Internacional Univesity do Quénia pelo First Bank da Nigéria, por 77-33, abriu-se espaço para que A Politécnica conquistasse a vaga, mesmo antes de entrar em cena diante das argelinas. Isto porque as quenianas somaram por derrotas todos os seus jogos, enquanto as “universitárias” ganharam uma vez.

 

As argelinas, terceiras classificadas desta série, são curiosamente as adversárias do Ferroviário nos quartos-de-final. Enquanto isto, A Politécnica cruza-se com o Interclube e a sua história pode ter terminado por aqui. Isto porque o Interclube é, tal como o 1º de Agosto, um dos fortes candidatos ao título. O 1º de Agosto, que tal como o Interclube terminou a primeira fase invicta à frente do Grupo B, cruza-se com o Kenya Ports Authority, último classificado da série do Ferroviário. Já o segundo classificado First Bank bate-se com FAP dos Camarões, terceiro do Grupo A.

 

FECHO TRIUNFANTE DAS “LOCOMOTIVAS”

 

A vitória do Ferroviário diante do Etoile Filante do Togo encaixa perfeitamente as “locomotivas” da capital no grupo dos candidatos ao título. Isso será provado a partir da noite de amanhã, quando medir forças com a GSP da Argélia.

 

Depois de um arranque algo frouxo, que levou as “locomotivas” para o fim do primeiro período com a vantagem de apenas um ponto (16-15), o Ferroviário reapareceu no seu estilo característico no segundo e acertou, tanto nos lançamentos de dois pontos, bem como nos triplos, desta feita com a base Ornélia Pérola a revelar-se astuta na condução do jogo e na finalização. Por outro lado, Ingvild Mucauro destacou-se nas perfurações pelo extremo direito, acertando nos lançamentos de dois pontos. Aliás, com dois triplos partilhados, primeiro por Ornélia Pérola e a norte-americana Brea Morgan, o Ferroviário reanimou-se e, com excelentes subidas das postes Odélia Eusébia e Vilma Palmira, chegou com muito sucesso à zona da finalização. A equipa acertava também nos ressaltos, abrindo espaço para que as “locomotivas” fechassem a primeira metade com a vantagem de 17 pontos (34-27).

 

Num dia em que a esteio “locomotiva” Anabela Cossa revelou-se mais no papel de distribuição, alternando a posição de extremo com a de base, o Ferroviário tirou vantagens no aspecto ofensivo, enquanto as extremos Elizabeth Adelino e Rute Muianga também foram fortes nas penetrações pelos francos para a zona do garrafão.

 

Nesta fase, na qual as “locomotivas” já haviam assumido o domínio quase total, as coisas  tornaram-se mais fáceis e a contagem foi engordando, porque, para além da melhor defesa, a campeã nacional destacou-se no contra-ataque, com desarmes e subidas em velocidade para a zona da finalização. Ingvild Mucauro e Brea Morgan mantiveram o brilho e nisto as postes Odélia Eusébia e Vilma Palmira foram excelentes no auxílio ao ataque. Mas a mais ousada neste aspecto foi Odélia, que se fez com alguma frequência para a zona dos dois pontos dar o gosto ao cesto, contribuindo para que o Ferroviário chegasse ao fim da contenda com a vantagem de 38 pontos. Vitória bem conseguida das “locomotivas”, que, deste modo, partem para a fase final orgulhosas. 

  

FICHA TÉCNICA

 

FERROVIÁRIO – Odélia Eusébio, Vilma Palmira, Ornélia Pérola, Ingvild Mucauro e Anabela Cossa.

 

ETOILE FILANTE – Abra Elom, Akpene Kodjo, Samiya Pindra, Aku Afetstse e Christelle Fifané. 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:55
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Terça-feira, 29 DE Novembro 2016

 

Não foi para menos, pois se assistiu a uma campeã nacional muito séria na sua abordagem do jogo e perante uma adversária que se impôs e convidou as “locomotivas” para uma batalha que se iria prolongar por muito tempo, até quando se encaixaram nos “carris”, isto a partir do terceiro (penúltimo) período, altura a partir da qual renasceu a confiança e determinação para uma exibição de se tirar o chapéu.  

         

É que o Ferroviário (até se deu ao luxo de dar pontapé de saída no marcador) estava consciente que este seria mais jogo de risco, pois as camaronesas, que se estrearam vencendo também o KPA, estavam decididas em repetir a proeza que lhes asseguraria muito cedo a transição para a fase seguinte. Entretanto, este jogo era muito importante para ambas partes, daí que a FAP chamou a si todos créditos obrigando o Ferroviário a repensar de minuto a minuto no seu jogo.

 

Aliás, a reacção das camaronesas não tardou e o equilíbrio de forças no rectângulo do jogo foi-se evidenciando com o passar do tempo. Além disso, pela sua forte postura, as forasteiras foram a tempo de contornar a vantagem inicialmente estabelecida pelas “locomotivas” e fecharam o primeiro período à frente do marcador (14-10).

 

Feito isto, assistiu-se à alternância no marcador e as camaronesas revelaram-se mais astutas na leitura do jogo das “locomotivas”, bloqueando as tentativas de finalização. Sem ideias mais vistosas para contrariar tal pressão que lhe era imposta sempre que estivesse na posse de bola, o Ferroviário ficou por algum tempo neutralizado e algo nervoso enquanto as suas investidas não surtissem o efeito desejado. Nesta fase, a esteio da campeã nacional, Anabela Adriana, estava literalmente apagada, tanto na condução de jogadas para o ataque e muito menos inspirada para o lançamento dos habituais triplos. Na linha da frente, as extremos postes Ingvild Mucauro, Rute Elias e Vilma Palmira procuravam a todo custo romper a zona da finalização para os lançamentos de dois pontos. As “locomotivas” foram ganhando algumas faltas, mas não acertavam em pleno nos lançamentos livres. E foi com o triplo de Ingvild Mucauro que o Ferroviário partiu para a vantagem logo no arranque do segundo período. Porém, pela predominante alternância ofensiva, em virtude da persistente luta das camaronesas em busca de mais pontos, o marcador foi-se equilibrando até que Anabela Adriana fez outro triplo, abrindo caminho para que as “locomotivas” assumissem a dianteira até ao fim da primeira parte.

 

Aliás, foi com a devida vénia, porque lhe convinha enquanto anfitriã, que a campeã nacional teve de encontrar algumas saídas e desta vez Vilma Palmira havia reduzido o nervosismo e acertou nos lances livres. Assim terminava a primeira parte, com a vantagem de seis pontos (34-28).

 

“Locomotiva” arrebatadora

 

O ritmo ofensivo das “locomotivas” cresceu na segunda parte. O reaparecimento em peso da norte-americana Brea Morgan e a inspiração colectiva, com a base Ornélia Pérola a carregar a equipa para o ataque, elevaram a confiança das treinadas por Leonel Manhique. Foram acertando no marcador e chegaram ao fim do terceiro período com a vantagem de 14 pontos (60-46). 

 

A entrada para o último período trouxe um outro Ferroviário, bastante flexível, com um jogo bastante incisivo e certeiro. A dinâmica com que se debatia no jogo deixou as marcas de uma campeã batalhadora e mais atrevida. Mais uma vez o colectivo e o talento individual sobrepuseram-se à força e carácter aguerrido das camaronesas, que tudo fizeram para contornar as “locomotivas”. Porém, não conseguiram e o jogo terminou com o marcador a indicar 79-59.

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:54
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EM dia de grande inspiração “locomotiva”, o Ferroviário de Maputo bateu ontem e de forma categórica a FAP dos Camarões, por 79-59, em partida inserida na terceira jornada do Grupo “A” da Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol Feminino, evento que decorre desde sexta-feira passada no pavilhão do Maxaquene.

 

Esta é a segunda vitória das “locomotivas”, que vêem assim relançadas as esperanças de transitar para a fase final. A campeã venceu primeiro o Kenya Ports Authority (KPA), por 84-58, no domingo, resultado que não só estimulou a equipa, bem como chamou a si a responsabilidade de fazer vincar o seu estatuto de anfitrião, após a estreia inglória diante do Interclube de Angola, na passada sexta-feira.

 

O Ferroviário descansa hoje e volta a jogar amanhã, desta vez com o Etoile Filante, do Togo. Quem regressa à competição é a A Politécnica. Defronta esta noite (18.00 horas) a campeã africana 1.º de Agosto de Angola, nesta que é a missão mais complicada das “universitárias”, isto no Grupo “B”. A A Politécnica venceu domingo a United States Internacional University do Quénia, por 53-41, depois da também estreia inglória frente ao First Bank da Nigéria (59-65).

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:49
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Quinta-feira, 22 DE Outubro 2015

 

O DESPORTIVO, campeão nacional em seniores masculinos, e o Costa do Sol, vice-campeão em femininos, não vão participar das eliminatórias de acesso à Taça dos Clubes Campeões Africanos que terão lugar em Luanda, capital angolana, de 29 deste mês a 5 de Novembro.

 

O Desportivo não vai à Luanda por falta de ritmo competitivo, mas acima de tudo devido à escassez de recursos financeiros para arcar com as despesas da competição, segundo o presidente da colectividade, Michel Grispos.

 

Em relação à primeira razão, Grispos explicou que mal terminou o Campeonato Nacional em Junho, o clube dispensou aos atletas, alguns dos quais foram integrados na Selecção Nacional que participou do Afrobasket em Agosto na Tunísia e dos Jogos Africanos que tiveram lugar em Setembro, na capital congolesa, Brazzaville.

 

Internamente a Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo ainda não organizou qualquer competição desde 1 de Setembro, data que oficialmente arrancou a temporada basquetebolística 2015/16, o que faz com que o plantel “alvi-negro” continue de férias e com jogadores sem ritmo competitivo.

 

Na tarde de segunda-feira, a direcção “alvi-negra” reuniu-se para analisar esta e outras questões, tendo-se deliberado em não participar das eliminatórias da Taça dos Clubes Africanos, dada a crise financeira que a agremiação atravessa neste momento, que se alia à falta do ritmo competitivo do plantel principal de basquetebol.

 

Outro grande ausente é o Costa do Sol em seniores femininos. Segundo Amosse Chicualacuala, presidente do clube, a agremiação que dirige tem quota-parte de culpa porque depois de terminar o “Nacional” em segundo lugar não procurou saber se tinha ou não direito de participar destas eliminatórias.

 

Como consequência, a FIBA-África notificou o clube há um mês e meio com vista a reunir condições para estar nas eliminatórias de Luanda, mas segundo o presidente já era tarde para se organizar o plantel, numa altura em que a espinha dorsal da equipa estava nos compromissos da Selecção Nacional que recentemente participou dos Jogos Africanos e Afrobasket.

 

Razões financeiras não entram neste caso, apenas as questões organizacionais. Assumimos que não fomos suficientemente atentos ao cenário”, esclareceu para depois ajuntar que o facto de não se estar a competir internamente influenciou de certa forma a tomada desta edição.

 

“LOCOMOTIVAS” SÃO À EXCEPÇÃO

 

Entretanto, o Ferroviário de Maputo, campeão nacional em seniores femininos será o único representante do país nestas eliminatórias da Zona VI rumo à Taça dos Campeões Africanos, cuja fase final terá lugar também na capital angolana de 27 de Novembro a 6 de Dezembro.

 

Segundo Palma Pinto, porta-voz do clube verde-e-branco, a equipa deixa Maputo na quarta-feira, 28 do mês em curso com um plantel de 12 atletas. Em Luanda, o objectivo é a qualificação para a Taça dos Campeões Africanos.

 

O Ferroviário estará reforçado por algumas jogadoras do Costa do Sol, segundo avançaram os dirigentes dos dois clubes.

 

Os “locomotivas’’ solicitaram Deolinda Ngulela e Deolinda Gimo, mas os “canarinhos” só cederam esta última. Ngulela não pode ser emprestada pois é também treinadora do Costa do Sol, pelo que deverá começar a preparar a nova temporada.

 

Como alternativa, ao Ferroviário será emprestado Valerdina Manhonga ou Elizabeth Pereira, outras pedras do plantel do Matchiki-Tchiki.

 

Palma Pinto garantiu que a questão do segundo reforço proveniente do Costa do Sol estava muito perto de ser desbloqueada.

 

Entretanto, em masculinos o Ferroviário não vai participar desta competição. Segundo Palma Pinto, a ausência dos “locomotivas” deve-se à exiguidade de fundos. Dito de outra forma, Moçambique não terá representantes em masculinos nestas eliminatórias.

 

HÁ DOIS ANOS: ABCM FORA DO MANDATO

 

O ACTUAL elenco que dirige a Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo (ABCM) está há dois anos fora do seu mandato, sendo que nesse lapso de tempo nunca organizou sequer uma Assembleia-Geral.

 

O elenco liderado por Carlos Lima (acusado de ser um dirigente ausente) há muito que é contestado pelos clubes, pois para além de convocar eleições não presta contas, uma vez que nunca houve Assembleia-Geral para a avaliação e aprovação das actividades e contas.

 

Várias pessoas ligadas ao basquetebol na capital do país já manifestaram o interesse em concorrer para o cargo do presidente da ABCM, mas sempre viram as suas intenções goradas dado que nunca houve Assembleia-Geral electiva.

 

Neste momento o único candidato que já se apresentou publicamente é o jornalista da televisão pública (TVM), Rui Hélder, que defende que a sua candidatura é movida pela sua paixão de infância pela modalidade influenciada pelo seu pai que foi jogador e mais tarde dirigente.

 

Anastácio Monteiro, secretário-geral da ABCM, percebe a preocupação dos clubes e diz ainda não estarem reunidas as condições para a Assembleia-Geral, mas logo que tudo estiver a postos, as eleições serão marcadas, quiçá ainda este ano.

 

Outra preocupação dos clubes em relação à ABCM prende-se com a falta de competições. É que na capital do país a época basquetebolística é curta, pois para além do Campeonato da Cidade apenas disputa-se o torneio de abertura, ficando boa parte do tempo à espera do “Nacional” que decorre num intervalo de uma semana.

 

Ademais, a presente temporada 2015/16 iniciou-se oficialmente a 1 de Setembro e, segundo o novo calendário, vai até Junho, mas ainda não se começou a competir. O torneio dos 20 anos da A Politécnica é a excepção, mas não envolve todas as equipas da cidade.

 

O cenário tem prejudicado os clubes, sobretudo os que têm ou deviam estar nas competições africanas no que toca ao ritmo competitivo.

 

A esta questão, Monteiro aponta o torneio dos 20 anos da A Politécnica que envolve quatro equipas como sendo a única barreira, garantindo que logo que aquela prova terminar, a ABCM irá organizar o torneio de abertura e posteriormente o Campeonato da Cidade em ambos os sexos e diferentes escalões.

 

Saliente-se que nos últimos três anos a relação entre os clubes de basquetebol da capital do país e a ABCM não tem sido das melhores, não só pelas razões supramencionadas, mas também pelos constantes adiamentos dos jogos, interrupções a meio e boicotes dos árbitros por falta de remunerações.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:20
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Quinta-feira, 12 DE Dezembro 2013

Host club:Etoile Sportive of Sahel (Tunisia)


 

Zone 1: Wild Cards :Sporting Club d'Alexandrie (Egypt), Club Sportif Constantinois

(Algéria), Al Alhy (Lybia)


Zone 3:Kano Pillars (Nigeria) and LPRC Oilers (Liberia)


 

Zone 4:Malabo Kings (Equatorial Guinea) and Tally BB (Gabon)


 

Zone 5:Urunani (Burundi)


 

Zone 6:Libolo and Primeiro de Agosto (Angola)


 

Wild Card:Ferroviaro Beira (Mozambique)




Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:20
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