Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quarta-feira, 05 DE Julho 2017

 

 

A primeira “mão” dos quartos-de-final da Taça de Moçambique  disputa-se esta quarta-feira, 5 de Julho, com o embate entre os Ferroviários de Nampula e de Maputo, no Estádio 25 de Junho, a centrar as atenções. 

 

Já a actual detentora do troféu, União Desportiva do Songo, vai a Quelimane defrontar o Ferroviário local, formação que rompeu há dias com Manuel Casimiro. Em Maputo o Costa do Sol receberá o Chingale de Tete no mesmo terreno em que ganhou sábado (3-0) para o Moçambola, enquanto o Maxaquene jogará com o ENH de Vilankulo.

 

Lembre-se que esta fase é disputada em duas “mãos”, sendo que a segunda terá lugar entre 5 e 6 de Agosto próximo.

 

Para os jogos das meias-finais, cujos jogos foram marcados para 6 e 30 de Setembro, o vencedor da partida entre os Ferroviários de Nampula e de Maputo irá defrontar o triunfante do jogo entre o Costa do Sol e Chingale. Já quem vencer o embate entre Ferroviário de Quelimane e União Desportiva do Songo terá pela frente o vencedor do despique entre Maxaquene e ENH.

 

A final da Taça de Moçambique deverá ter lugar entre os dias 4 e 5 de Novembro

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 11:13
 O que é? |  O que é? | favorito
Quinta-feira, 18 DE Maio 2017

 

 

COSTA do Sol e Liga Desportiva de Maputo qualificaram-se para fase nacional da Taça de Moçambique ao vencerem o Desportivo (3-2) e Matchedje (2-0), respectivamente,  confirmando o rótulo de favoritos.

 

Vulcano também seguiu em frente ao vencer o Nacional, por 1-0. Recorde-se que na terça-feira, na partida que abriu a eliminatória, o Maxaquene bateu o Estrela Vermelha, por 3-1. Fica adiado para uma data a anunciar o Ferroviário-Águias Especiais.

 

O Costa do Sol sofreu a bem sofrer para levar de vencida o Desportivo. A equipa “alvi-negra” surpreendeu ao entrar ao ataque e aos dois minutos já ganhava. Eugénio, na sequência de um desentendimento entre o defesa Chico e Txando, aproveitou para gelar as bancadas do Costa do Sol. Mas a festa dos “alvi-negros” durou pouco tempo, já que os “canarinhos” chegaram ao empate através de um livre. Kito cruzou e Chico, livre de marcação, cabeceou certeiro, perante o desespero do treinador Erasmo Ceifane, que tanto apelou para a marcação.

 

Que início de jogo electrizante. Em quatro minutos, dois golos. Nas bancadas o público estava animado. Queria ver mais golos e Malate fez  a vontade dos adeptos do Desportivo. Com um cabeceamento imparável voltou a balançar as redes de Txando. Com um esquema de jogo arrojado, estavam lá os “alvi-negros” dispostos a contrariarem o favoritismo “canarinho”. Feridos na alma e no orgulho, os treinados de Nelson Santos puxaram dos galões e por pouco restabeleciam a igualdade. O gigante ganês Idrissu quis colocar a bola junto ao poste, mas acabou tirando mal as medidas da baliza de Stefane. Idrissu não desistia. Estava motivado após o golo apontado diante da UD Songo no último domingo para o Moçambola.

 

Há um penalte a favor dos “alvi-negros” a castigar falta de Aguiar sobre Malate. O árbitro não hesitou em apontar para a marca da grande penalte. A responsabilidade da marcação estava do lado de Eugénio, autor do primeiro golo, mas que desta vez perdeu no duelo com Txando, que bem adivinhou para o lado onde ia a bola. O Desportivo perdia uma soberana oportunidade de aumentar a vantagem. Pela forma como a equipa “alvi-negra” se exibia, parecia ser a de primeira linha e não ao contrário como se previa. A verdade é que o Costa do Sol se pode dar por satisfeito por não ter saído a perder por mais, já que fazia muito pouco para empatar enquanto os visitantes ficaram mais perto do 3-1, quando Milton atirou à trave.

 

Na segunda parte,  a turma “alvi-negra” baixou as linhas, oferecendo a iniciativa de jogo ao Costa do Sol que não encontrava argumentos para esboçar uma jogada com princípio, meio e fim. Só de bola parada, na marcação de um livre é que criou apuros. Isac obrigou Stefane a uma defesa para canto. Apesar de não encontrar o caminho para gizar a baliza adversária, o Costa do Sol continuava a acreditar que era possível chegar ao golo e foi numa situação de bola parada, desta feita, na marcação de um pontapé de canto que os “canarinhos” chegaram ao empate. Chico elevou-se mais alto e cabeceou certeiro, fazendo o seu segundo golo e acima de tudo evitando uma eliminação da sua equipa, pelo menos no período regulamentar.

 

Logo no início do prolongamento, o Desportivo poderia ter marcado. Dinis, isolado, chutou para a defesa da tarde de Txando, na jogada relevante dos primeiros 15 minutos. O último quatro de hora foi de sonho para o Costa do Sol, visto que no primeiro minuto passou para a frente no marcador com um golo outra vez de cabeça de Mbulu, com Kito a fazer um cruzamento com conta, peso e medida.

 

O Desportivo ainda tentou correr atrás do prejuízo, mas já não tinha discernimento para evitar a eliminação.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Paulo Jones, auxiliado por Ivo Muiambo e Chadeque Cumbe. Quarto árbitro: Jorge Chavane.

 

C. SOL:  Txando; Aguiar (Manucho), Gerson e Chico; Lolo, Dito, Kito,  Artur (Ruben) e Isac; Lineker e Idrissu (Mbulu).

 

DESPORTIVO: Stefane; Beto, Luís, Alexandre e Marcoa; Malate, Milton, Dário e Arsénio (Dinis); Eugénio (Dinho) e Stélio (Milagre).

 

DISCIPLINA: Cartões amarelos para Dito, Eugénio e Marcoa.

 

IVO TAVARES

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:38
 O que é? |  O que é? | favorito
Quarta-feira, 05 DE Outubro 2016

 

COM a vitória por 1-0 sobre o Ferroviário de Maputo na segunda “mão” das meias-finais disputadas no domingo, o Maxaquene qualificou-se para a 13.ª final da Taça de Moçambique do seu historial, tendo vencido nove das 12 batalhas decisivas que travou.

 

O feito torna os “tricolores” no segundo clube mais glorioso nesta competição, atrás apenas do Costa do Sol, que soma 11 títulos. O percurso do Maxaquene começou a ser desenhado em 1978, quando venceu a primeira final, goleando o Ferroviário da Beira por 4-0.

 

 Em 1982, a vítima foi o Ferroviário de Maputo, por 2-0. Os “tricolores” voltaram a disputar uma final em 1986, derrotando o Estrela Vermelha de Maputo por 2-0. Em 1987, bateram o Palmeiras da Beira por 3-0, no jogo decisivo. Em 1994, o Maxaquene venceu o Ferroviário de Maputo por 1-0, dois anos volvidos, a vítima foi o Têxtil de Púnguè, por 2-0.

 

Em 1998, os “tricolores” voltaram a bater o Ferroviário de Maputo por 1-0. Em 2001, os “maxacas” derrotaram o Textáfrica por 3-1 e, em 2010,  tiveram a sua última conquista, vencendo o Vilankulo por 2-0, na final.

 

Pelo meio houve três desaires. Em 1990, os “tricolores” perderam com o Matchedje por 1-3. No ano seguinte foram surpreendentemente derrotados pelo Clube de Gaza por 1-2 e, em 1995, pelo Costa do Sol, por 0-1.

 

Quanto à União Desportiva do Songo, outro finalista, após golear o Costa do Sol por 3-0 no jogo da segunda “mão” das meias-finais, esta é uma final inédita.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:33
 O que é? |  O que é? | favorito
Terça-feira, 09 DE Agosto 2016

 

Com os olhos postos nas meias-finais da Taça de Moçambique, disputa-se este fim-de-semana a segunda “mão” dos quartos-de-final da segunda maior prova de futebol moçambicano, surgindo o embate entre a União Desportiva do Songo e o Ferroviário da Beira, actuais líderes do Moçambola, como sendo o mais apetecível de todos, depois do nulo na primeira “mão”, no Chiveve.

 

Para a equipa do Songo, mais do que lutar pela passagem à fase seguinte, no domingo, estará a jogar também para abrir uma nova página da sua história, pois nunca antes logrou atingir as meias-finais da segunda maior prova de futebol moçambicano. Mas primeiro terá que passar por um Ferroviário da Beira que tem sido nos últimos anos a equipa que mais se destacou nesta prova, com três finais consecutivas e duas conquistas (2013 e 2014). Perdeu aquela que disputou o ano passado diante da Liga Desportiva de Maputo.

 

No jogo deste domingo, no campo do HCB, à equipa de Songo apenas uma vitória interessa para seguir à fase seguinte, enquanto aos beirenses bastará uma igualdade com golos, em função do nulo da primeira “mão”, a 20 de Julho.

 

O treinador-adjunto do Ferroviário da Beira, Valy Ramadane, assumiu há dias que “todos intervenientes têm possibilidade de chegar às meias-finais. Da nossa parte faremos de tudo para conseguirmos esse feito uma vez mais e por via disso tentar transitar à final, onde já conseguimos ser felizes por duas vezes”, disse o técnico.

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 10:12
 O que é? |  O que é? | favorito
Segunda-feira, 08 DE Agosto 2016

 

Estava tremida a deslocação do Textáfrica de Chimoio a capital do país onde no próximo fim-de-semana disputa, com o Costa do Sol, o jogo da segunda mão dos quartos-de-final da Taça de Moçambique em futebol.

 

Problemas financeiros são apontados, segundo informações trazidas pela Rádio Moçambique, como sendo a causa desta princípio.Entretanto, o município de Chimoio e o empresariado local estão empenhados em encontrar soluções para que o primeiro campeão nacional p­ós-independência e treinado por Mário Coluna dispute este jogo. Ao que tudo indica, já há luz verde nesse sentido.

 

Seria a segunda equipa a abdicar dos jogos dos quartos-de-final da Taça de Moçambique depois da Academia Militar de Nampula ter falhado a deslocação a Maputo, também sobre protesto da crise financeira, para defrontar o Maxaquene. 

 
 
 
Fonte:Desafio
publicado por Vaxko Zakarias às 11:56
 O que é? |  O que é? | favorito
Sexta-feira, 22 DE Julho 2016

 

Dário Monteiro já não é treinador da Liga Desportiva de Maputo.

 

Não foram ainda revelados os contornos da cessão de funções do ex-internacional moçambicano como técnico da Liga mas, tudo indica que os resultados não bem conseguidos nas últimas jornadas terão precipitado esta decisão.

 

Saído do Desportivo de Maputo no início da presente temporada para ocupar a vaga aberta depois do saída do português Litos, Dário Monteiro deixa a Liga no sexto lugar do Moçambola, volvidas 16 jornadas com 25 pontos frutos de sete vitórias, quarto empates e cinco derrotas, última delas frente ao líder UD Songo na 16ª jornada. A equipa ainda se mantém na Taça da Liga BNI e já não se pode dizer o mesmo sobre a Taça de Moçambique onde foi afastada na fase preliminar pelo Maxaquene.

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 11:58
 O que é? |  O que é? | favorito
Sexta-feira, 20 DE Maio 2016

 

GANHOU a equipa que procurou o golo; o colectivo que dominou todas as fases da partida e protagonizou as jogadas mais vistosas do encontro. Um outro desfecho que não fosse uma vitória do Costa do Sol (1-0) diante do Estrela seria totalmente injusto, pois o jogo só teve um sentido único: os “canarinhos”  a atacaram e os “alaranjados” limitando-se a assistir as trocas de bola rápidas entre Parkim e Ruben.

 

Foi um regalo ver a forma como aquela dupla se entende. Parkim, muito activo em todo o jogo, foi protagonista de uma jogada repleta de técnica. Flectiu para a zona central, partindo da ala esquerda, e, já no canto da grande área, “encheu” o pé. A  bola, à medida que se aproximava da baliza de Frenk, parecia ganhar vida própria, tal a forma como foi ganhando força até rasar a trave. Domínio total dos treinados de Sérgio Faife.

 

 

O futebol apoiado assente num 4x4x2 funcionava quase que na perfeição, embora pecasse por ser pouco objectivo, mas estava visto que o golo do Costa do Sol era uma questão de tempo, até porque os comandados de Chaquir não tinham argumentos para contrariar quer que fosse.

 

O início da segunda parte foi “pintado” por uma obra-prima, cuja autoria foi de Parkim, Ruben e Lalá. Que grande troca de bola à entrada da grande área. Tudo ao primeiro toque até ao remate por cima. Há quem na bancada comparou a jogada deste trio à da tripla do Barcelona: Messi, Suarez e Neymar (MSN). E a verdade seja dita, o trio “canarinho” não ficou muito a perder a habilidade dos craques “catalães” neste lance. Mas estava escrito que a tarde seria de Pai. Pai, o defesa esquerdo “canarinho”, marcou um golo que tão cedo não se esquecerá. Com um remate mais em jeito do que em força tirou as medidas ao guarda-redes que estava mal colocado entre os postes. Estava feita a justiça, aos 65 minutos, uma vantagem que poderia ser mais expressiva, caso a turma “canarinha” tivesse tido frieza para materializar as oportunidades criadas.

 

Arlindo Silvano, árbitro do encontro, fez bom trabalho.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Arlindo Silvano, auxiliado por Carlos Guambe e Pedro Justino. Quarto árbitro: Zefanias Chijamela.

 

COSTA DO SOL: Gervásio; João Mazive, Gerson, Aguiar e Pai; Chimango, Onélio (Josemar), Manucho (Nelson) e Parkim; Ruben e Lalá (Manuelito).

 

ESTRELA: Frenk; Kley, Gabito, Anselmo e Allan; Dino, Loló (Délcio), Gregório e Madinho (Debray); David (Rachide) e Mauro.

 

IVO TAVARES

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:37
 O que é? |  O que é? | favorito

 

NUMA tarde em que os avançados do Maxaquene estiveram com a pontaria desafinada, foi Butana, um defesa, a mostrar como se faz. Foi ele que marcou o único golo que “arrumou” a Liga Desportiva. É caso para dizer que quem não tem cão caça como gato.

 

O golo do triunfo dos “tricolores” surge no período de compensações, portanto aos 46 minutos da primeira parte. Apesar da etapa inicial ter sido marcada, durante maior de tempo, pelo equilíbrio, a vantagem dos comandados de Chiquinho Conde acabou-se justificando pelos melhores últimos 10 minutos, durante os quais o Maxaquene esteve mais afoito no ataque e até poderia ter marcado não fosse o remate desastroso de Isac, na resposta ao passe de cabeça de Luckman.

 

Importa também que se diga que a equipa “tricolor” teve os deuses do seu lado em duas jogadas em que a Liga teve tudo para marcar. Primeiro foi Dainho a falhar o alvo já sem o guarda-redes na baliza, numa jogada que parece ter partido de uma situação de fora-de-jogo. Depois foi Zicco a fazer ainda o pior, já que, depois de tirar Guirrugo do caminho, e com a baliza escancarada, simplesmente não correu para dar o toque vitorioso. Incrível. Talvez por isso tivesse sido substituído por Elias, na segunda parte, numa altura em que a Liga dava tudo em campo para chegar ao empate. E até ficou muito próximo de o conseguir num lance em que Whisk quase oferecia o ouro ao bandido, quando fez um mau atraso e colocou a bola a mercê de Andro, que por pouco fazia o golo. Mas valeu a intervenção do próprio Whisky.

 

Até ao final, os comandados de Dário Monteiro esboçaram muitas jogadas de ataque; bombearam bolas para área, mas a equipa “tricolor” esteve bem a defender e até poderia ter aumentando a vantagem se tivesse, em contra-ataque, aproveitado os espaços cedidos pela Liga.

 

Samuel Chirindza e seus pares fizeram um trabalho digno de registo.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Samuel Chirindza, auxiliado por Baltazar Hilário e Venastácio Cossa. Quarto árbitro: Artur Sitoe.

 

MAXAQUENE: Guirrugo; Butana, Nito, Bernardo e Paíto; Whisky, Okhan, Dangalira (Nelson) e Mayunda; Isac e Luckman (Fachy).

 

LIGA:Milagre; Kito (Norberto), Chico, Gildo e Osvaldo; Hagy, Dainho, Joseph (Geraldo) e Liberty; Andro e Zicco (Elias).

 

DISCIPLINA: Amarelo para Gildo, Elias e Liberty (Liga) e Whisky (Maxaquene).

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:24
 O que é? |  O que é? | favorito

 

O DETENTOR da Taça de Moçambique, a Liga Desportiva de Maputo, foi, ontem, prematuramente, afastado da prova, pelo Maxaquene, por 1-0, em partida da segunda eliminatória da fase da cidade.

 

Enquanto isso, o Costa do Sol venceu o Estrela Vermelha pela mesma contagem. Assim, os “tricolores” e os “canarinhos” juntam-se ao Ferroviário, Desportivo e 1.º de Maio, na fase regional sul.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:13
 O que é? |  O que é? | favorito
Segunda-feira, 08 DE Junho 2015

LUCKMAN.png

 

ISSO mesmo, o Maxaquene precisou de suar às estopinhas para levar de vencida o Incomáti por 1-0, na tarde de sábado em partida dos oitavos-de-final da Taça de Moçambique. Os “tricolores” necessitaram do prolongamento para desatar o nó, numa partida sem qualidade que se esperava.

 

Jogo morno entre duas equipas que parecem ter entrado em campo para lutar por um nulo.  As jogadas eram feitas de forma lenta e muitas delas mal elaboradas.

 

O Maxaquene tinha o domínio territorial, mas que no entanto não era acompanhado de jogadas de golo iminente. O Incomáti conseguia fechar-se muito bem e foi feliz num dia em que as duas unidades mais irreverentes do Maxaquene (Luckmasn e Isac) praticamente não funcionaram.

 

O Incomáti foi o primeiro a criar um verdadeiro perigo na baliza contrária, com Jafete a chegar ligeiramente tarde para desviar um cruzamento rasteiro vindo da esquerda, numa jogada em que Simplex parecia estar completamente batido, passavam 19 minutos.

 

Cinco minutos volvidos, Isac recebeu um passe há alguns metros da área, tendo invadido muito bem o último reduto dos “açucareiros”, mas o seu remate saiu desenquadrado.

 

Aos 39 minutos, Jafete surge isolado na área, mas deslumbra-se perante Simplex que ficou dono do esférico. Na resposta, Luckman recebe um centro da esquerda, mas incompreensivelmente cabeceou ao lado.

 

O nulo prevaleceu até ao intervalo. No reatamento, o Incomáti veio mais atrevido do descanso, amarrando o Maxaquene aos cordões, obrigando-o a errar, para além de arrendar o seu meio-campo por alguns instantes.

 

Mas a mais flagrante oportunidade de golo pertenceu a Isac, que isolando na área viu o seu remate a ser devolvido pelo poste aos 67 minutos. Logo a seguir, Luckman recebeu um centro bem tirado por Mayunda, mas o seu cabeceamento foi uma oferta para Baia.

 

O Incomáti tentou incomodar a baliza “tricolor” e de livre Mabui obrigou a Simplex a fezer uma boa defesa.

 

Os 90 minutos terminaram sem golos. Foi-se ao prolongamento e ai o Maxaquene foi feliz com o golo de Nelson a surgir no minuto 103. Nelson apareceu na área para concluir a um centro de Michael na cobrança de um livre na direita.

 

O Incomáti tentou forçar o empate, mas foi o Maxaquene que por duas vezes e por intermédio de Isac podia ter ampliado, mas nas duas ocasiões, o ponta-de-lança “tricolor” viu Baía a lhe frustrar o desejo de dar gosto ao pé.Paulo Buque esteve bem.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Paulo Buque, coadjuvado por Júlio Maquissone e Domingos Machava. Quarto árbitro foi Ema Novo.

 

MAXAQUENE: Simplex; Nito, Mayunda, Monis, Nelson, Loló (Mauro), Bernardo, Okman, Rachid (Fachy), Luckman (Michael) e Isac.

 

INCOMÁTI: Baía; Mabui, Mathaus, Torroro (Manuelo), Agú, Maior, Dércio, Carlitos, Mimito, Terry (Dinho) e Jafete.

 

Disciplina: Vermelho para Nito, amarelos para Luckman e Mauro, todos do Maxaquene.

Golo: Nelson, aos 103’.

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:25
 O que é? |  O que é? | favorito
Agosto 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
12
13
16
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
tags

todas as tags

mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
últ. comentários
Joga se hoje em Lichinga ataça de Moçambiqui as fo...
Eu acho que já é o momento para a Federação Moçamb...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
Para auxiliar no treino nada melhor do que receita...
Entao e em 2016 nao havera????
Gostaria de salientar que a tentativa de mínimo nã...
Posts mais comentados
blogs SAPO