Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 05 DE Setembro 2016

 

O LATERAL direito Bhéu, do Nacional da Madeira, não conseguia tirar as palavras da boca e descreveu o lance que ditou o golo dos “Mambas” como um momento de alegria.

 

Para mim é uma honra e um momento de grande emoção, uma vez que é pela primeira vez que uso a camisola da Selecção Nacional”, disse.

 

Quanto à sua integração no Nacional da Madeira, Bhéu, ainda em período de adaptação, afirmou que está a ser fácil e que a expectativa de um dia vir se estrear na equipa é enorme.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:38
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O “CAPITÃO” dos “Mambas”, Dominguez, classificou a vitória de justa e merecida.

 

Penso que foi uma vitória justa, tendo em conta aquilo que fizemos durante os 90 minutos. Fomos uma equipa dominante, soubemos sofrer. Mostrámos que é preciso às vezes sofrer até ao fim. Temos trabalhado muito duro e procurado colocar no máximo em prática aquilo que o treinador tem transmitido durante o treino. Acaba sendo uma vitória bem merecida, estou muito emocionado e quero aqui agradecer o público pelo apoio”.

 

Quanto ao momento do lance (último) decisivo, Dominguez disse que foi com grande emoção que viu a bola parar no fundo das malhas.

 

E falando em nome da selecção, disse que “vamos continuar a trabalhar para conseguirmos mais vitórias. Estamos de parabéns”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:35
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O SELECCIONADOR nacional, Abel Xavier, disse que os “Mambas” foram dominantes do princípio ao fim. Que a sua equipa soube reagir ao zero a zero que prevaleceu até ao fim do tempo regulamentar e não perdeu a confiança daquilo que estava a fazer em campo. Foi necessário fazer alterações, ajustar a equipa e saber sofrer com coragem, atitude e determinação. Aliás, foi mantendo a organização e os aspectos colectivos que devem prevalecer no conjunto que os “Mambas”  reagiram a todas as adversidades até chegarem ao golo.

 

Estamos orgulhosos de poder ter dado alegria a este público que veio nos apoiar, só posso dar parabéns a todos. Portanto, estamos num processo de viragem na mentalidade da minha equipa. A virar a página, os jogadores estão a acreditar no que estão a fazer e quando o processo é feito com vitórias é dignificante”, comentou.

 

Questionado sobre se esperava que os “Mambas” ganhassem no fim e nas condições como ganharam, Abel Xavier reiterou que a sua equipa foi dominante e isso permitiu a selecção criar mais situações.

 

É assim que analiso o jogo, não apenas pelos aspectos de resultado, é lógico que a vitória é confortante e mais do que merecida, mas para mim o mais importante é o volume e caudal de jogo que tivemos. Fomos dominantes, soubemos sofrer e conseguimos manter a equipa com uma determinada postura em campo”, elucidou, ajuntando que a Selecção Nacional tem vindo a trabalhar de uma forma séria e honesta.

 

Os jogadores têm sido contendores. Estou extremamente orgulhoso do que estão a fazer”, ressalvou.

 

Relativamente ao adversário, realçou que as Maurícias defenderam-se durante grande parte do jogo.

 

Nós sabíamos que, pelo espírito do jogo, as Maurícias iriam apostar num jogo defensivo, onde iria prevalecer a confiança, circulação de bola, qualidade no passe e tentar chegar à zona da finalização”. Para Abel Xavier valeu a observação prévia e cuidada de como o adversário joga, o que permitiu uma melhor preparação da equipa e do encontro.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:20
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OS “Mambas” sofreram, imensamente, para chegar ao golo da vitória, apontado já no penúltimo minuto dos seis de compensação por Bhéu, provocando uma forte carga emocional do público que afluiu em número considerável ao Estádio Nacional do Zimpeto. Os adeptos da Selecção Nacional não só explodiram de alegria, como invadiram o recinto do jogo para festejarem com os jogadores e a equipa técnica. O seleccionador nacional, Abel Xavier, foi ovacionado e levado aos ombros pelos adeptos que, ávidos de vitórias, celebraram efusivamente o golo que ditou o triunfo dos “Mambas”.

 

Foi necessária muita fé e crença de que tudo é possível para a Selecção Nacional chegar ao golo da vitória.

 

Os seleccionados de Abel Xavier correram atrás do tempo, tendo em mente que a esperança é a última a morrer e que o jogo só termina quando o apito toca pela última vez.

 

Aliás, ninguém acreditava num resultado diferente do empate, que prevaleceu até o penúltimo, senão o último minuto de compensação, quando, em mais uma jogada de ataque, os “Mambas” ganharam mais um pontapé de canto. O “capitão” Dominguez, responsável por muitos dos lances de bola parada de que Moçambique beneficiou, foi fazer a cobrança. Todo o “batalhão” foi chamado para a grande área, mas coube a Bhéu dar a machadada final para o gáudio dos moçambicanos.

 

O combinado nacional, que entrou a pressionar e com um caudal ofensivo que obrigou o adversário a se encostar à sua zona, não encontrava o melhor caminho para a consumação das suas jogadas, porque a selecção das Maurícias soube defender-se, enquanto Faisal Bangal, o homem mais adiantado da turma moçambicana, era menos ousado para além de que as solicitações que lhes eram feitas não chegavam com total perfeição.

 

Mas muito cedo os “Mambas” tiveram a oportunidade de marcar, naquela jogada em que o criativo Luís Miquissone centrou atrasado para a entrada de Jumisse que, com o pé esquerdo, levou a bola ao poste. Jogava-se o minuto cinco.

 

As Maurícias só conseguiram reagir aos 12 minutos, arrancando um pontapé de canto que não levou nenhum perigo à baliza defendida por Pinto.

 

Perante a ausência de espaço para grandes manobras, com um cerco defensivo das Maurícias bem fechado, foi necessária muita criatividade. Encostados à direita e esquerda do ataque, o maestro Dominguez e o talentoso Luís Miquissone fizeram o que lhes convinham, procurando colocar as bolas em Faisal Bangal, muito vigiado e sem a mobilidade necessária para fugir à marcação.

 

Aos 17 minutos, Domiguez, usando a sua mestria, foi à linha de fundo cruzar para Faisal Bangal desviar o esférico no primeiro poste para a atenção do guarda-redes Kevin Obrian.

 

Cinco minutos depois, foi Luís Miquissone que, gozando da sua inteligência, fintou um à entrada da grande área, mas o remate foi contra os pés do adversário.

 

Jogar com um ponta-de-lança não era conveniente, mas a equipa teve inicialmente um poder ofensivo que foi se desmoronando com o tempo. Aliás, as Maurícias foram fazendo a melhor leitura das movimentações dos “Mambas” até a altura que já eram capazes de fechar as linhas de passe e controlar o sistema ofensivo dos caseiros, obrigando muitas vezes a equipa moçambicana a recuar para melhor se organizar.

 

A estratégia de jogar com dois médios ofensivos (Dominguez e Luís Miquissone) e muito criativos visava abrir espaço para Faisal Bangal, mas as Maurícias, que tinham dois trincos defensivos, fecharam os caminhos para o avançado moçambicano.

 

As Maurícias tinham quase o controlo completo do jogo no último quarto da etapa inicial e conseguiram, por duas vezes, chegar junto à baliza de Pinto, primeiro por Gary James, o homem mais adiantado da equipa visitante, que por pouco colocava o esférico em Jean-Pierre para a finalização, tendo valido a atenção de Edmilson. Depois foi o mesmo Jean-Pierre que quase se aproveitava da falta de comunicação entre o guarda-redes Pinto e o “central” Mexer, quando o primeiro saiu para se antecipar ao avançado mauriciano arrastando-se para tirar a bola dos pés do atacante. Mas Mexer pensou que não chegaria a tempo e tocou a bola projectando-a para Jean-Pierre que, vindo de trás para frente em velocidade, tentou colocá-la em jeito para a baliza escancarada, mas rasgou a boca da baliza para fora.

 

A segunda parte começa com Moçambique a procurar corrigir os erros e imprimir mais velocidade ao seu jogo, mas teve dificuldades para lograr sucesso porque as Maurícias mantiveram-se firmes e rigorosas no seu sistema defensivo, sem permitir perfurações junto da sua grande área.

 

Era necessário rematar de longe, porque a muralha defensiva tornava-se mais intransponível, enquanto os cruzamentos a áreas eram interceptados. Dominguez e Luís Miquissone continuaram a puxar pela selecção. Em mais um pontapé de canto, o “capitão” dos “Mambas” colcou o esférico em Mexer, mas o desvio saiu ao lado da baliza, aos 56 minutos.

 

Feito isto, coube a Miquissone assistir Dominguez. Com um rasgo à diagonal da esquerda para direita, o baixinho fez uma excelente colocação para o maestro dos “Mambas” atirar, de fora da grande área, desenquadrado com a baliza.

 

Essas tentativas foram sendo testadas, mas o grande ensaio foi do próprio Luís Miquissone que, um pouco encostado à esquerda do ataque, atirou com precisão obrigando o “keeper” das Maurícias a defender com os punhos para canto, aos 74 minutos.

 

As Maurícias continuaram a defender-se e com mais determinação e foram queimando o tempo à medida que o jogo caminhava para o fim. Isso custou a muitos cartões amarelos para os forasteiros.

 

Aliás, a sua estratégia acabou sendo contrariada no fim dos seis minutos de compensação, com Bhéu a sentenciar numa sobra após a marcação de mais um pontapé de canto por Dominguez.

 

A equipa de arbitragem, toda proveniente do Sudão, fez excelente trabalho. Alfadel Mohamed, o árbitro principal, esteve sempre em cima dos acontecimentos, ou seja, técnica e disciplinarmente bem.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Alfadel Mohamed, auxiliado por Walid Ali e Mohamed Ibrahim. O quarto árbitro foi Mutaz Kha Iralla.

 

MOÇAMBIQUE: Pinto; Bhéu, Mexer, Jeitoso e Edmilson; Jumisse (Reginaldo), Witi (Raúl), Loló, Dominguez e Luis Miquissone; Faisal Bangal (Elias).

 

MAURÍCIAS: Kevin Obrian; Louis Marco, Francis Mamiriaina, Bosqui Michael (Marcus Dray) e Balisson Damien; Rose Luther, Jean Anderson, Jean-Pierre, Luther Murphy e Guiyano Louis (Perticot Kevin); Gary James (Guiano Fabrice).

 

DISCIPLINA: cartões amarelos para Louis Marco, Jean-Pierre, Jean Anderson e Guiyano Lewis. 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:13
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A SELECÇÃO Nacional de futebol venceu, sábado, no Zimpeto, as Ilhas Maurícias, por 1-0, em partida da sexta e última jornada do Grupo H de qualificação ao CAN-Gabão 2017.

 

Este triunfo teve um duplo sabor para os “Mambas”, na medida em que além de festejarem a própria vitória, alcançada no último minuto do prolongamento, celebraram, igualmente, a ascensão ao segundo lugar, objectivo traçado pela equipa técnica, depois de falhado o apuramento para o CAN.

 

O único golo do desafio foi apontado pelo defesa direito Bheu, que acabou sendo uma espécie de herói improvável, visto não ser um jogador talhado para os golos. Mas o certo é que o tento de Bheu foi determinante para a equipa nacional fechar a sua participação na “corrida” ao CAN em segundo lugar com sete pontos, os mesmos que o Ruanda, mas com vantagem no “goal-average” (saldo positivo na diferença entre golos marcados e sofridos).  

 

Os ruandeses, por sua vez, foram a Accra empatar no reduto do já apurado Gana, a um golo. Sublinhe-se que os ganeses apuraram-se com 14 pontos, sem nenhuma derrota.

 

Importa referir que sob o comando de Abel Xavier, os “Mambas” acabaram fazendo uma segunda volta espectacular, somando sete pontos, mercê de dois triunfos sobre o Ruanda (fora) e Maurícias (casa) e o empate com o Gana.

 

O mau arranque da primeira volta, com uma derrota inesperada no Zimpeto diante do Ruanda e no reduto das Maurícias acabaram por deitar, praticamente, abaixo o sonho de Moçambique voltar a disputar um CAN, algo que já não acontece desde Angola-2010, tendo dai para cá falhado a presença em quatro edições da mais importante competição do continente: Guiné-Equatorial-Gabão, 2012, África do Sul-2013, Guiné-Equatorial-2015 e agora Gabão-2017.  

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:09
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Terça-feira, 23 DE Agosto 2016

 

A SELECÇÃO Nacional de futebol de sub-17 foi sábado vulgarizada pela sua congénere das Ilhas Comores, ao perder em pleno Estádio da Machava, por 3-0, em partida inserida na segunda “mão” da primeira eliminatória de qualificação ao CAN-2017, cuja fase final terá lugar em Madagáscar.

 

Os “Mambinhas”, que tinham a missão de fazer vincar o seu poderio em casa, depois de perderem em Moroni, por 2-1, portanto um resultado superável, nada fizeram senão assistir o adversário a passear a sua classe.

 

Os “Mambinhas” deixaram a nu as dificuldades de todo o tamanho diante de um adversário que, a prior, era tido como acessível, tendo em conta o percurso dos dois países ao nível deste tipo de competições. Mas a história ditou o contrário, pois as Comores demonstraram outra postura e uma certa maturidade comparativa ao combinado nacional.

 

Os “Mambinhas” de sub-17 ficaram deste modo fora da corrida para o CAN-2017. Aconteceu o mesmo com a selecção de sub-20, que foi afastada pelo Lesotho já na segunda eliminatória.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:17
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Terça-feira, 10 DE Maio 2016

 

A SELECÇÃO Nacional de futebol de sub-20 cumpre esta manhã, no Estádio da Machava, o terceiro dia de treinos depois de retomar os trabalhos, semana passada, com vista ao jogo com o Lesotho, no dia 21 do mês em curso, em Maputo, a contar para a primeira “mão” da segunda eliminatória de qualificação ao CAN-2017, cuja fase final terá lugar na Zâmbia.

 

Nesta primeira fase, os “Mambinhas” trabalham às terças, quartas e quintas-feiras, no Estádio da Machava e campo do Ferroviário da Baixa.

 

Depois de superarem as Maurícias, os sub-20 desdobram-se agora para encarar um Lesotho que participou no último Campeonato Africano das Nações, portanto já com alguma tarimba ao nível desta competição. Para fazer face ao desafio, o seleccionador nacional, Arnaldo Ouana, chamou mais jogadores para uma nova triagem. São 26 atletas, alguns já consolidados, outros em observações e novas caras. Para o técnico, não há lugares cativos na Selecção, pelo que só os mais dedicados farão parte do grupo.

 

Não há muitas novidades, mas sim algumas caras novas, jogadores que vinham trabalhando connosco e que tivemos que resgatá-los para a nova triagem”, explicou Ouana.

 

Para já, o técnico dos sub-20 convocou três guarda-redes, sete defesas, oito médios e 10 avançados, entre eles médios ofensivos e de construção. A presença de mais avançados denota a maior preocupação no capítulo de finalização. Arnaldo Ouana, que foi um dos grandes artilheiros da Selecção Nacional, reconhece a falta, de modo geral, de matadores. Por isso, entende que devem ser forjados a partir da base.

 

Quanto à eliminatória com Lesotho, Arnaldo Ouana não deixa promessas, senão muito trabalho como maior enfoque no capítulo da finalização.

 

Perdemos, na primeira eliminatória, muitas oportunidades devido à inexperiência e ausência de matadores. Ressentimo-nos, na segunda “mão”, da fadiga por termos viajado em cima do joelho, mas aguentámos a pressão e transitámos”, comentou.

 

Sobre o adversário, o timoneiro dos “Mambinhas” disse que, para além do facto de ter participado no último CAN, o Lesotho é uma equipa bem organizada.

 

Pode já não contar com todos jogadores do último CAN, mas é uma equipa muito forte”, revelou.

 

 

Quanto ao ambiente de trabalho, Arnaldo Ouana afirmou que no seio da equipa se vive uma atmosfera sã, visto que os jogadores têm manifestado muita vontade de aprender, acrescentando que está programado um estágio de uma semana a anteceder o jogo, com a chegada, no domingo, dos atletas provenientes das províncias para o arranque de um trabalho já com todo grupo na segunda-feira.

 

Há esta infelicidade de não podermos contar com os atletas das províncias antes da semana de jogo por razões administrativas”, lamentou Ouana. 

 

EIS OS PRÉ-CONVOCADOS

 

Maxaquene - Eduardo Mondlane, Bruno Langa, Cândido Mate, Edilson Soares, Victor Mário e Domingos Macandza.

Ferroviário de Maputo - Philipe Macuiane, André Manhiça (Neldinho), Mário Capena, Adriano dos Santos e Francisco Mabote.

Liga Desportiva - Leandro Caiado, Omualdo Chume e Edmilson Macuácua.

Desportivo - Dinis Ibraimo, Nilton Guilube e Alfredo Malate.

Costa do Sol - Osvaldo José e Domingos Fortence.

Ferroviário da Beira - Mussa Amadeu.

Estrela Vermelha de Maputo - António Muquetua e Yuran Ribeiro.

Têxtil de Púnguè - Blessinga Kuluja

Estrela Vermelha da Beira - Márcio Gimo

Desportivo de Lichinga - Elcino Celestino

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:50
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Quinta-feira, 21 DE Abril 2016

 

A SELECÇÃO Nacional de futebol de sub-20 parte esta manhã para as Maurícias, onde no sábado vai defrontar a sua congénere daquele país, em partida da segunda “mão” inserida na primeira eliminatória de qualificação para o CAN-2017.

 

Os “Mambinhas” partem em vantagem, uma vez que venceram em casa por 1-0, resultado que é escasso mas importante para a discussão do acesso à fase seguinte.

 

Os sub-20 estiveram envolvidos desde segunda-feira num trabalho intenso para o acerto dos processos de jogo, nomeadamente as transições e circulação da bola, bem como os sistemas defensivos e ofensivos. Para além do ensaio de diferentes métodos para encarar os diferentes momentos do jogo decisivo.

 

Os sub-20 seguem para as Maurícias depois de cinco dias de trabalho, tendo feito apenas um jogo de controlo com Matchedje na passada quinta-feira. Aliás retomaram as actividades na quarta-feira da semana passada, isto após ao jogo da primeira “mão”, no dia 2 de Abril.

 

O seleccionador-nacional dos sub-20, Arnaldo Ouana, manifestou satisfação com o desempenho da equipa durante os treinos, salientando que há boas indicações no que diz respeito a assimilação dos métodos de jogo, o que lhe faz antever um resultado positivo.

 

Mas anotou que o factor casa pode atrapalhar, sendo que se trata de uma equipa muito jovem, na qual maior parte dos jogadores nunca tiveram experiência internacional. Para contrariar isso, disse que houve um forte trabalho psicológico para elevar os níveis de confiança e controle de ansiedade nos jogadores.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:16
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Terça-feira, 19 DE Abril 2016

 

A SELECÇÃO Nacional de Futebol de Sub-20 realizou ontem mais uma sessão de treino, no Estádio da Machava, depois de ter retomado, na passada quinta-feira, os trabalhos tendo em vista o jogo com as Maurícias, este sábado, em Port Louis, a contar para a segunda “mão” da primeira eliminatória de qualificação à fase final do CAN-2017, a acontecer na Zâmbia.

 

Os “Mambinhas”, que venceram em casa, por 1-0, retomaram os treinos após um interregno de sensivelmente duas semanas, sendo que o jogo da primeira “mão” foi no dia 2 do mês em curso. Os sub-20 têm agendadas para hoje, data prevista para o início do estágio, duas sessões, uma de manhã e outra à tarde, no Estádio Nacional do Zimpeto.

 

Voltam ao mesmo recinto amanhã para a última sessão em solo pátrio, estando a viagem para as Maurícias prevista para quinta-feira. Em Port Louis, os “Mambinhas” prevêem um treino na tarde do mesmo dia, a anteceder a sessão de adaptação, na sexta-feira.   

 

ENSAIO COM MATCHEDJE

 

O jogo com o Matchedje, na passada quinta-feira, foi o único ensaio que os sub-20 tiveram até este momento depois do encontro da primeira “mão”. Para o seleccionador nacional deste escalão, Arnaldo Ouana, o desafio, que terminou empatado a duas bolas, foi mais uma oportunidade para observar alguns jogadores juniores chamados para reforçar o grupo de trabalho.

 

Dos convocados para o jogo da primeira “mão”, apenas três atletas militam no Moçambola. Trata-se de Bruno, Cândido e Danilo, todos do Maxaquene, e Mussa, do Ferroviário da Beira.

 

Para o encontro decisivo, Arnaldo Ouana tem privilegiado os aspectos defensivos, nomeadamente exercícios visando a cobertura de linhas de passe, sem descurar a finalização e a componente psicológica, tendo em conta o controlo de ansiedade, que influenciou, de algum modo, a actuação da equipa no jogo da primeira “mão”. Aliás, a maior parte dos jogadores não tem experiência internacional.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:46
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Sexta-feira, 08 DE Abril 2016

 

A SELECÇÃO Nacional de futebol de Sub-20 interrompeu ontem a preparação que tinha reiniciado na terça-feira com vista ao jogo da segunda “mão” de qualificação para o CAN-2017, frente às Ilhas Maurícias, para permitir que os jogadores regressem aos seus clubes para atenderem aos seus compromissos que têm a ver com jogos agendados hoje e fim-de-semana, atendendo que são maioritariamente juniores.

 

Assim, a preparação dos “Mambinhas” para o jogo decisivo, previsto para o fim-de-semana de 21 e 22 do mês em curso, no Port Louis, retoma na segunda-feira, no Estádio da Machava, em princípio obedecendo treinos diários – à excepção de sábado e domingo –, que, porém, dependerão da disponibilidade dos campos. Os “Mambinhas” têm vindo a treinar no Estádio da Machava e campo do Ferroviário da Baixa, dependendo da agenda das equipas do Ferroviário, dentre elas a principal.  

 

O seleccionador nacional de Sub-20, Arnaldo Ouana, disse ontem que depois do jogo da primeira “mão”, realizado no último de sábado, no Estádio da Machava, no qual os “Mambinhas” venceram, por 1-0, era imperioso dar tempo de descanso aos jogadores para o arranque de uma preparação mais direccionada aos aspectos técnicos e tácticos, tendo em conta as ilações tiradas do embate.

 

Aliás, o técnico dos Sub-20 ficou satisfeito com o desempenho do grupo no jogo de sábado e acredita que, com mais trabalho técnico e táctico e fortalecimento dos métodos de jogo, aliada ao trabalho psicológico, os “Mambinhas” são capazes de fazer melhor do que fizeram na primeira “mão”.  

 

Para já, Arnaldo Ouana espera por uma resposta positiva da Direcção da Federação Moçambicana de Futebol, quanto à solicitação de um estágio de dois a três dias na vizinha África do Sul a caminho das Maurícias.

 

Falando concretamente do jogo de sábado, o técnico disse que apesar do tempo escasso de preparação e perante um grupo novo, sendo também novo à frente dos “Mambinhas”, os jogadores portaram-se bem. Disse que notou alguma ansiedade própria de inexperiência por parte de grande parte de jogadores que tiveram no jogo a sua primeira experiência internacional.

 

Como sempre disse, não nos conhecíamos bem e pouco a pouco vamos nos conhecendo. O que se viu é quilo que prometemos que queremos trazer para esta Selecção, que é boa circulação de bola, entrega, dedicação e atitude. Os jogadores souberam interpretar o jogo em vários momentos. Nalguns não porque a ansiedade tomou conta deles. É normal, são muito jovens, maior parte não têm experiência internacional e isso significa que precisamos de muito mais trabalho, nomeadamente jogos de rodagem e com adversários mais fortes”, frisou.

 

Questionado se o 1-0 tranquiliza a Selecção para o jogo da segunda “mão”, Arnaldo Ouana respondeu, obviamente, que não.

 

Mas anotou que é importante vencer por 1-0, do que propriamente ganhar por 2-1, 3-2 ou 3-1. Acredito que nas Maurícias iremos jogar melhor, porque teremos uma melhor preparação, e com certeza conseguiremos um ou mais golos”, prometeu.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:50
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