Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quarta-feira, 07 DE Dezembro 2011
Selecção Nacional de Hóquei em patins

UMA homenagem à medida do sublime quarto lugar alcançado pela Selecção Nacional de Hóquei em patins no Campeonato do Mundo do Grupo “A” está a ser preparada com a devida pompa e circunstância na província de Nampula.

 

Serão quatro dias, entre 16 e 20 deste mês, de ostentação para os hoquistas que, sem dúvida, protagonizaram um dos feitos mais briosos de 2011. Por isso, a Universidade Lúrio, promotora da mega-homenagem, não quis ficar indiferente ao prezado quarto lugar e ao que se sabe está a preparar actividades de grande monta de índole desportiva e cultural.

 

 

No primeiro dia (16 de Dezembro) haverá uma conferência de Imprensa em que os hoquistas, técnicos e dirigentes terão a oportunidade de falar um pouco mais sobre como foi possível chegarem ao quarto lugar, deixando para trás a rival, Angola, e ainda Brasil, Suíça e Itália, sendo que esta última selecção já foi campeã do mundo por quatro vezes.

 

 

Mas é no sábado, dia 17, que os ânimos estarão mais exaltados. É que está agendado para as 9.30 horas, no pavilhão do Ferroviário de Nampula, um jogo amigável entre os quarto melhores do mundo e um misto de Maputo e Nampula. Mais do que o resultado, ficará a valer o momento que certamente ficará gravado para a história da modalidade.

 

 

No intervalo, um outro momento inusitado marcará o dia, com apresentação do grupo de hóquei em patins de Napinini e no final da partida haverá lugar a uma sessão de fotos. A seguir ao jogo os hoquistas, comissão organizadora e os demais convidados aproveitarão para confraternizar.

 

 

A visita à Ilha de Moçambique, no dia 18, será outro dos momentos memoráveis. O local tem o estatuto de Património Cultural da Humanidade e é rico em praias e paisagens paradisíacas para além de construções seculares que nem o tempo apaga. Será um dia inteiro de vista à Ilha de Moçambique com passagens pela Fortaleza e Museu.

 

 

No último dia, os hoquistas nacionais terão a oportunidade de conhecer a Universidade Lúrio. De referir, que esta estada em Nampula será uma bela oportunidade para o presidente da Federação Moçambicana de Patinagem (FMP) estabelecer contactos com pessoas ligadas à modalidade tendo em vista a revitalização e massificação da patinagem, em particular, do hóquei, naquela província nortenha.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:26
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Terça-feira, 15 DE Novembro 2011
Selecção Nacional de Hóquei que participaram, no “Mundial” da Argentina

A MCEL - Moçambique Celular - vai homenagear hoje, pelas 17:30 horas, na sua sede, em Maputo, os atletas moçambicanos medalhados nos X Jogos Africanos, que tiveram recentemente lugar no nosso país, bem como os integrantes da Selecção Nacional de Hóquei que participaram, no “Mundial” da Argentina, tendo ficado em terceiro lugar.

 

Na qualidade de principal patrocinador dos Jogos Africanos e da Federação Moçambicana de Patinagem, a mcel considera que os feitos conseguidos pelos nossos atletas, nos X Jogos Africanos realizados, este ano, no nosso país, e no “Mundial” de Hóquei em Patins, demonstram que os patrocínios da operadora orgulhosamente moçambicana, à área do desporto, têm sido indubitavelmente um verdadeiro motor de desenvolvimento e melhoria da qualidade e alto rendimento do sector.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:45
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Sexta-feira, 07 DE Outubro 2011
Champanhe “choveu” de todos os lados

ESTÁ visto que a união faz a força. Isso ficou patente no Mundial de San Juan. A conjugação de esforços entre os hoquistas moçambicanos fez com que nos classificássemos entre os quartos melhores do mundo, um resultado, a princípio, impensável, mas que se tornou realidade devido ao espírito de grupo. Dirigentes e técnicos defendem que no ataque ao Campeonato do Mundo de 2013, a realizar-se em Luanda, Angola, o lema é: “Todos por um e um por todos”.

 

O povo moçambicano deve envolver-se no apoio ao hóquei, sobretudo no processo de preparação. De acordo com o Ministro da Juventude e Desportos, Pedrito Caetano, o empresariado tem uma quota-parte no apoio à Selecção Nacional de hóquei em patins. A mesma posição é partilhada por Nicolau Manjate, presidente da Federação Moçambicana de Patinagem (FMP), Abdul Azize, Vice-Presidente da FMP para a Alta Competição, e Pedro Tivane, seleccionador adjunto.

 

 

Para que a bandeira nacional seja defendida com o mesmo brilhantismo, é necessário que se comece desde já a definir o plano estratégico preparatório.  

 

 

O Governo, segundo Pedrito Caetano, vai redefinir as prioridades traçadas em relação ao hóquei, no sentido de oferecer condições de trabalho mais adequadas. 

 

 

A maior esperança é que as dificuldades sejam superadas, sobretudo a falta de campos, que vezes sem conta tem posto em causa a competição interna.

 

 

Os nossos interlocutores sustentam que, se houver união, o hóquei passará a ganhar uma nova imagem internamente, a mesma que já conquistou a nível internacional.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:50
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Pedrito Caetano

“DENTRO daquilo que são as nossas condições temos estado a dar todo o apoio possível. Mas acreditamos que com este resultado histórico, conseguido por estes jovens, as prioridades que o Governo vai estabelecer em relação ao hóquei serão maiores”, afirmou o Ministro da Juventude e Desportos, Pedrito Caetano. 

 

 

Acrescentou ser este um momento de festa, de alegria e de todo o movimento associativo desportivo e do Governo pelo facto de o país estar entre as quatro melhores selecções do mundo.

 

 

Pedrito Caetano frisou que os hoquistas merecem todo o apoio do Governo. “Estamos aqui para transmitir as nossas felicitações a estes jovens e também as saudações do Presidente da República que recebeu com muito ânimo e muita alegria os resultados que estes jovens conseguiram”.

 

 

Afirmou que nos próximos dias vai começar a definir-se o programa de apoio ao hóquei de modo que no próximo mundial o resultado seja ainda melhor. “A partir de agora teremos alguns desafios pela frente. Vamos ter de colocar o Instituto Nacional de Desporto a reunir com a Federação Moçambicana de Patinagem no sentido de estabelecer um programa ousado para permitir que em 2013 possamos conseguir um resultado ainda melhor”.

 

 

O titular da pasta do MJD salientou a importância que o empresariado privado e público terá no auxílio à Selecção Nacional. “É preciso apelar a todo empresariado privado e público para apoiar estes jovens, que no decurso da preparação não tiveram espaço para se prepararem da melhor maneira. Na altura da preparação, a maior parte dos campos estava a ser reabilitado para os Jogos Africanos, mas mesmo assim conseguiram este feito histórico.

 


Reiterou o envolvimento do mundo empresarial no apoio ao hóquei. “Exorto e convido todas as empresas a darem o seu apoio para que em 2013, quem sabe, possamos levantar o canecão do Campeonato Mundial de hóquei em patins”.

 

 

Questionado sobre se estava a ser preparada uma cerimónia de homenagem aos hoquistas, Pedrito Caetano respondeu: Estamos a preparar. Mas não vale a pena adiantar pormenores porque ainda vamos coordenar. Uma coisa é certa vamos homenageá-los da melhor forma porque estes jovens merecem, pelo empenho e pelo sacrifício durante o Campeonato do Mundo”.

 

 

Interpelado sobre como o Governo vai resolver o problema da falta de campos, a grande lacuna que a modalidade vem enfrentando, o Ministro do MJD replicou: “Depois deste feito terão de ser encontradas maneiras de adaptar os campos que não estavam adequados para receber a modalidade. O hóquei em patins pode ser praticado em condições não muito exigentes. Vamos ver o que se pode fazer”. 

 

 

 

Fonte:Jorna Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:19
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Nicolau Manjate

“O QUARTO lugar é fruto de muito sacrifício”, palavras de Nicolau Manjate, presidente da Federação Moçambicana de Patinagem.

Disse que o sucesso da equipa nacional na competição é fruto da vontade de ganhar dos hoquistas, técnicos e dirigentes.

 

 

Estamos todos de parabéns. Apesar das dificuldades que encontrámos no período de preparação, conseguimos superar o objectivo principal que passava por chegar aos quartos-de-final. Mas esta equipa deu mostras que tem muita qualidade e chegou às meias-finais. Foi pena não termos transitado para a final”.

 

 

Nicolau Manjate defende ser necessário traçar desde já os planos de preparação, nos quais a sociedade moçambicana tem também a sua responsabilidade. “Precisamos do apoio de todos os moçambicanos, não só dos que gostam de hóquei, mas de todos os desportistas, porque este quatro lugar é de todos que gostam de desporto”.

 

 

Afirmou estar satisfeito pelo facto de Moçambique fazer parte das quatro melhores potências mundiais no hóquei, tendo classificado de extraordinária a prestação dos hoquistas nacionais no Mundial.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:12
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Pedro Tivane,

O NOSSO objectivo era a manutenção no Grupo A. Mas o grupo demonstrou bastante ambição e conseguiu ir muito além das expectativas”, palavras de Pedro Tivane, seleccionador adjunto.

 

 

Pedro Tivane afirma que não foi fácil o processo de preparação. “Tivemos problemas de campo para treinar. No estágio na Espanha procurou-se compensar o tempo perdido. Realizáamos alguns jogos de controlo que serviram para consolidar o grupo. Foi preciso um grande espírito de entre-ajuda para chegarmos às meias-finais”.

 

 

Descrevendo o encontro contra a Espanha, Tivane sublinhou o excelente esquema de jogo, baseado no contra ataque. “Sabíamos que contra o tricampeão do mundo não podíamos jogar de igual para igual. Optámos por privilegiar a defesa e sair em contra ataque, acabou funcionando. Penso que por aquilo que fizemos merecíamos estar na final.”

 

 

Disse ainda que a equipa moçambicana tem de continuar a trabalhar com mais força ainda. “Agora somos alvos a abater. Muitas selecções vão se preparar para ganhar a Moçambique. Foi a primeira vez que uma equipa africana conseguiu apurar-se para as meias-finais”.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:59
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Abdul Azize

“É DIFÍCIL descrever o que aconteceu. Foi um feito inédito de muita alegria para nós. Demos mais uma prova que é preciso apostar nesta modalidade”, disse Abdul Azize, Vice-Presidente da Federação Moçambicana de Patinagem para Alta Competição.

 

 

Acrescentou que a equipa nacional demonstrou ter potencial para ir mais além. “Provámos que temos muita qualidade. No meio de muitas dificuldades conseguimos ser a quarta melhor selecção do mundo. Vamos agora desfrutar deste momento e tirar algum proveito deste brilhante momento”.

 

 

Perspectivando o próximo Mundial, afirmou que o objectivo é mais ambicioso. “Em 2013 entramos com objectivos mais ambiciosos e temos de encarar todos jogos com espírito de vitória. Não será fácil, visto que as outras selecções vão olhar-nos de uma outra forma, estarão mais atentas”.

 

 

Abdul Azize considera que será mais difícil manter o estatuto. “Penso que será mais difícil manter este estatuto. É preciso estarmos com os pés bem assentes no chão. Não fugirmos à nossa realidade. Em conjunto, temos de procurar resolver os nossos problemas. Não é nada mais, nada menos, que um trabalho de conjunto, de muita garra e humildade”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:55
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Quinta-feira, 06 DE Outubro 2011
Festa à chegada dos

DEPOIS do sucesso de San Juan, os hoquistas moçambicanos já pensam numa prestação mais brilhante no próximo “Mundial” que se realiza em 2013, na capital angolana, Luanda.

 

Será a primeira vez que a competição vai disputar-se em terras africanas e por isso os “Guerreiros” de San Juan pretendem voltar a deixar a sua marca.

 

 

Ainda em festa pelo quarto lugar conquistado na capital mundial do hóquei, San Juan, os hoquistas regressaram à capital do país na noite de terça-feira e deixaram vincada a vontade que têm em sagrar-se campeões do mundo. Depois de terem ganho o estatuto de equipa-revelação e dos que mais progrediram a nível mundial, ao subir sete lugares, do 11° de Vigo para 4° em San Juan, os índices de confiança estão elevados.

 

 

Por isso, o objectivo é o mais ambicioso possível. Ser campeão do mundo na próxima edição é um sonho que, de acordo com os internacionais moçambicanos, pode tornar-se realidade.

 

 

Mas para lograr tal objectivo é necessário que a preparação seja mais intensa e mais regular. Para os atletas, o trabalho preparatório é que vai definir a prestação da formação moçambicana. Se assim for, os hoquistas crêem que Moçambique pode voltar a fazer história, desta vez em Luanda, mas como campeão do mundo.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:43
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Spiros Esculudes (Kiko)

FOI algo inédito. Diria até que foi algo de outro mundo. Ninguém acreditava. Foi preciso um grande espírito de sacrifício. Sabemos que as coisas são muito complicadas em Moçambique, mas o povo merece viver esta alegria. Agradeço a recepção, vieram nos receber como se fôssemos os campeões do mundo”, palavras de Spiros Esculudes (Kiko).

 

 

Destacou o facto da equipa ter chegado às meias-finais: “Não esperávamos chegar até às meias-finais e estar entre as quatro melhores selecções do mundo. Contra Angola foi muito difícil ganharmos com o golo de ouro e fomos perder com os campeões do mundo da mesma forma. Foi tudo muito emocionante”.

 

 

Kiko defende que com muito trabalho o combinado nacional pode ter uma melhor prestação. “Podemos ser campeões do mundo em Angola. Temos qualidade para tal. Mas é preciso que a nossa preparação seja mais regular e haja mais apoios no hóquei”.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:38
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José Sigalette (Siga)

 “HÁ que desfrutar deste momento. Antes era um sonho, agora virou realidade e temos que aproveitar ao máximo. Depois há que começar a pensar na preparação da equipa da melhor maneira, visto que no próximo mundial temos muitas responsabilidades”, disse José Sigalette (Siga). 

 

 

 

Afirmou que o facto de Moçambique ter se apresentado tranquilo em todos os jogos e a praticar o seu hóquei, sem acusar pressão em nenhum momento foi um aspecto-chave para o sucesso. “Entramos tranquilos e a jogar o nosso hóquei. O campeão do mundo viu-se aflito para nos ganhar. Alcançamos um feito inédito”.

 

 

Comentando o jogo contra a Espanha disse: “já não existem equipas pequenas e grandes, pelo que naquele jogo os espanhóis estavam nervosos. Nós entramos à vontade. A pressão estava do lado deles. Na condição de campeões do mundo tinham que provar o seu poderio dentro do campo. O que se viu foi um jogo equilibrado. A Espanha teve sorte”.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:33
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