Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 24 DE Abril 2017

 

A LIGA Desportiva de Maputo alcançou a União Desportiva do Songo no comando do Moçambola-2017, fruto da vitória ontem sobre o Ferroviário de Maputo, no Estádio da Machava, por 1-0, e beneficiando da derrota do seu concorrente mais directo, em Nacala, por 0-1, frente ao Desportivo local, por 0-1, na oitava jornada.

 

Neste momento, as duas equipas somam 16 pontos, mais dois que o terceiro classificado, o Ferroviário de Maputo. O quarto, quinto e sexto lugares, com os mesmos 13 pontos, são ocupados pelo Costa do Sol, Maxaquene e UP Lichinga, sendo que o representante do Niassa continua a ser a equipa sensação da prova. Ontem recebeu e venceu o gigante Costa do Sol por 1-0, o mesmo resultado com que o Maxaquene havia derrotado, na tarde de sábado, a ENH.

 

No “derby” de Gaza, a AD Macuácua empatou a zero com o Chibuto. O Ferroviário da Beira, actual campeão nacional, continua a subir na tabela classificativa, encontrando-se agora em oitavo, com os mesmos 12 pontos que o sétimo, o Ferroviário de Nampula, e o nono, o Chibuto.

 

Ontem, os “locomotivas” do Chiveve receberam e venceram os seus homónimos de Nacala por 2-0, e os de Nampula bateram, em casa, o Textáfrica, por 1-0.

 

Enquanto isso, o Chingale continua a decepcionar os seus adeptos. Ontem, no seu campo, empatou a dois golos com o 1.º de Maio de Quelimane.

 

Na próxima jornada, o destaque vai para o Costa do Sol-Maxaquene e Ferroviário de Nampula-Ferroviário de Maputo.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:44
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Terça-feira, 04 DE Abril 2017

 

Numa altura em que estão somente decorridas quatro jornadas, há uma nova chicotada psicológica no Moçambola, a segunda em menos de duas semanas. Sebastião Sitoe foi, esta segunda-feira, afastado do comando técnico da Associação Desportiva de Macuácua, facto que se deveu à derrota caseira, por duas bolas a zero, frente ao Maxaquene.


Em quatro jogos, a Associação Desportiva de Macuácua, que a par da Universidade Pedagógica do Niassa é estreante absoluta no Campeonato Moçambicano de Futebol da 1ª Divisão, regista dois empates e igual número de derrotas, encontrando-se na penúltima posição da tabela classificativa, com dois pontos.


Saindo do anonimato, tal como o próprio clube, Sebastião Sitoe foi o responsável pela ascensão da Associação Desportiva de Macuácua ao Moçambola, ao conquistar, no ano passado, o Campeonato da Divisão de Honra da Zona Sul, juntando-se ao Clube do Chibuto como segunda equipa da província de Gaza na maior competição futebolística do país.


O sucessor de Sebastião Sitoe ainda não é conhecido, no entanto, sabe-se que Timóteo Fuel, patrono da Associação Desportiva de Macuácua, tem como preferência Nacir Armando, neste momento sem clube, depois de o seu nome ter sido ventilado para o Textáfrica do Chimoio.


Com apenas quatro jornadas disputadas, esta é a segunda chicotada psicológica a acontecer no Moçambola. A primeira verificou-se no Textáfrica, com o afastamento de Abdul Omar, substituído pelo técnico argentino Leonardo Costas, que, na sua estreia, este domingo, em Quelimane, foi goleado pelo 1° de Maio por 4-0, no primeiro resultado mais volumoso do presente campeonato.

 
Alexandre Zandamela, Maputo
 
 
 
Fonte:Abola
publicado por Vaxko Zakarias às 12:17
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Quarta-feira, 29 DE Março 2017

 

À semelhança dos anos 2011 e 2013, o Costa do Sol regista na presente temporada o pior arranque do campeonato nos últimos 10 anos, somando duas derrotas e um empate. Um outro dado curioso é que de 2007 a esta parte, não há registo dos “canarinhos” terem somado por vitórias as primeiras três jornadas do Moçambola.

 

Há 10 anos que o Costa do Sol não ganha um campeonato sequer, ainda que de ano para ano se multipliquem os discursos encorajadores, consubstanciados na necessidade de devolver a mística ao clube que outrora ostentara. Aliás, a última vez que os “canarinhos” lograram vencer um campeonato foi em 2007 sob comando técnico do João Chissano, ainda na era do glorioso José Neves, coadjuvado pelo laborioso Rui Tadeu.

 

Depois seguiu-se a uma fase nebulosa, em que o Costa do Sol se mostra impotente para repetir a façanha de 2007, ano em que para além de conquistar o campeonato nacional, João Chissano ainda viu-se bafejado pela sorte ao conquistar a Taça de Moçambique. Era o último resquício da famosa “dobradinha”.

 

O eterno José Neves sentindo-se com dever de missão cumprida decidiu pôr termo aos muitos e longos anos de reinado e de muitas glórias. Seguiu-se a era Manuel Cuambe, marcada por algumas remodelações a vários níveis, porém os resultados teimavam em não aparecer. Antes pelo contrário o cenário foi se agudizando cada vez mais.

 

Veio a era Augusto de Sousa, também com uma disposição de conquistar títulos e, por via disso, deixar a sua marca como presidente do emblema “canarinho”, mas a verdade é que viria a não conseguir quebrar o enguiço, não tendo terminado o mandato, muito por força da incompatibilidade de tempo, considerando que foi nomeado ministro da Indústria e Comércio, o que chocava igualmente com Lei Probidade Pública.

 

Face à saída do Eng.º Augusto de Sousa seria eleito Amosse Chicualacuala. Conhecido pela sua versatilidade e fácil trato, o actual presidente do Costa do Sol prometera fazer uma subversão no clube, o que implicaria mexer alguns sectores nevrálgicos, mesmo com intenção de incutir uma mentalidade ganhadora.

 

A verdade, porém, é que o cenário torna-se cada vez mais negro à medida que o tempo vai passando, criando, por isso, uma pilha de nervos no seio da massa associativa.

 

Ibraimo Assamo/Luís Muianga

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 10:04
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Quarta-feira, 15 DE Março 2017

 

Excelente início de temporada para Daniel Portela em Moçambique, ao serviço do Chibuto.



O treinador português, que foi adjunto de Erwin Sanchéz e Petit no Boavista, começou por conquistar a Supertaça da Província de Gaza, o que acabou por fazer com se tenha tornado ainda mais forte a relação com os adeptos desde o início desta aventura.



No campeonato, o Chibuto começou por vencer por 2-0 o Ferroviário de Nacala, empatando depois (2-2) no terreno do 1º de Maio de Quelimane, o que deixa a equipa da Província de Gaza na segunda posição.



Sabendo que é tremendamente complicado envolver-se na luta pelo título, Daniel Portela vai dizendo que acredita nos seus jogadores e que por isso vê condições neste projeto para ter sucesso.



Nesta fase há clubes portugueses que já mostraram interesse na situação de Daniel Portela, que não esconde que acredita que um dia andará pelos grandes palcos como treinador.

 

 

Fonte:Abola

publicado por Vaxko Zakarias às 11:55
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Terça-feira, 14 DE Março 2017

 

O Ferroviário de Maputo venceu o ENH por 2-1, mercê de um golo de Tico, marcado dois minutos depois do tempo regulamentar. Antes desse momento as hostes locomotivas estavam desesperadas, uma vez que acabavam de ceder um empate, por Rachide, deixando os seus adeptos apreensivos.

 

O Ferroviário entrava em campo depois de um empate conseguido frente ao Maxaquene nos últimos minutos e precisava de entrar a carregar para iniciar a resolução do destino da partida com o ENH, que, treinado por João Chissano, a menos de dez dias, ainda estava em restruturação, procurando ganhar pontos antes da consolidação da sua equipa.

 

Os donos da casa entraram bem no jogo, ou seja, mais pressionantes, e com mais ataques, enquanto o ENH tentava tapar as linhas para impedir o avanço dos ataques. Notou-se alguma dificuldade em penetrar na área do representante de Inhambane e Sidique e Mário tiveram de fazer valer o seu poder de remate para incomodar o guarda-redes contrário, mas sem êxito.

 

Aos 18 minutos a equipa de Lucas Barrarijo, que até ao momento era a melhor em campo, beneficiou de um livre perto da área contrária e Timbe, após tirar as medidas a David, levou a bola a fundo das redes da baliza deste, fazendo delirar o público afecto aos locomotivas e não só pela execução perfeita do lance.

 

Joca Estêvão/Luís Muianga

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 13:30
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– Tenho que felicitar a minha equipa por ter mostrado carácter forte para aguentar com o jogo mesmo tendo passado por dificuldades para chegar a Maputo. Apesar de a Liga não se assumir candidata ao título devo dizer que o que mostrou hoje aqui não traduz essa realidade.

 

É uma equipa forte e respeitável. Mas não vou deixar de repudiar a atitude dos meus colegas da equipa técnica da Liga, que não aceitaram adiar o jogo para amanhã, mesmo a pedido da Liga Moçambicana de Futebol. Estes demonstraram falta de fair-play, mesmo sabendo que não tivemos tempo para o merecido descanso. Penso que nós treinadores devemos passar a ser mais humanos e acima de tudo respeitarmos a integridade física dos nossos jogadores. Hoje sou o homem mais feliz do mundo porque tenho homens com carácter, Chiquinho Conde, treinador da UDS.

 

Raimundo Zandamela/Luís Muianga

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 10:18
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Segunda-feira, 13 DE Março 2017

 

Dois golos de nota artística apontados por Luís aos 31 minutos e Banda aos 63 conferiram três preciosos pontos à vice-campeã do Moçambola, a União Desportiva do Songo, que no último sábado venceu incontestavelmente a Liga Desportiva de Maputo por 2-1, na segunda jornada do Campeonato Nacional de Futebol. O resto foi espectáculo.

 

Naturalmente que se Chiquinho Conde tivesse perdido o jogo frente à equipa da Liga Desportiva de Maputo as duras críticas lançadas à equipa visitada no fim do desafio teriam um tom mais acentuado. Mas nem por isso o treinador da União Desportiva do Songo deixou de repudiar a atitude demonstrada pelos seus colegas da Liga, que se recusaram em não aceitar o adiamento do jogo para amanhã (segunda-feira), mesmo sabendo das circunstâncias difíceis com que a equipa visitante se deparou para chegar a Maputo.

 

Chiquinho Conde considerou ter havido falta de desportivismo por parte da equipa técnica liderada por Daúde Razak, ao não relevar o pedido formulado pelo presidente da Liga Moçambicana de Futebol, Ananias Couana para o efeito. O mesmo foi mais longe afirmando que é preciso que os treinadores sejam mais humanos, sobretudo quando se está em causa a integridade física dos atletas. No seu entender, a reviravolta conseguida pelos seus jogadores constitui um prémio e uma lição de fair-play ao seu adversário e às equipas que forem a pautar pelo mesmo comportamento em ocasiões futuras.

 

Os problemas logísticos do Moçambola, caracterizados pelos desarticulados voos da única companhia aérea que transporta as equipas deste campeonato, estarão na origem do repúdio apresentado por Chiquinho Conde.

 

Raimundo Zandamela/Luís Muianga

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 13:24
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Nesta ronda, uma nota saliente vai para o facto de, à semelhança do que aconteceu na abertura, os pontapés livres à meia distância terem estado a ser bem executados. Na Machava, por exemplo, um irrepreensível pontapé de livre directo, apontado por Timbe, abriu a contagem. Ao longo da partida houve mais dois bem executados, a favor dos donos da casa, e que embateram na trave.

 

“Joga-se” mais fora do que dentro

 

De uma forma geral, este início de campeonato tem gerado mais motivos para comentários fora do que dentro das quatro linhas. Às inflamadas declarações de Arnaldo Salvado na sua deslocação a Vilanculos na 1.ª jornada, juntam-se agora aos descontentamentos de João Chissano e Chiquinho Conde, face às cansativas e desorganizadas deslocações a Maputo. E como se não bastasse, o treinador do Ferroviário de Nampula, que viu a sua equipa dominar sem conseguir marcar por manifesta infelicidade, teve que ser escoltado, face aos apupos dos adeptos que já pedem o seu despedimento.

 

De uma forma geral, vê-se que o início titubeante da temporada tem a ver com as longas deslocações e os imprevistos. O público, como nas provas anteriores, tem marcado presença em massa em todos os campos do país, à excepção do que acontece nos bem apetrechados campos de Maputo.

 

Pela positiva, registem-se as boas actuações dos árbitros, pelo que não se registaram até agora casos polémicos.

 

Poucos golos

 

A emoção, que é o sal e pimenta do desporto-rei, tem sido intermitente, também pelo facto de se estar a marcar poucos tentos, neste caso 19, o que equivale a uma média de 2,25 golos por jogo. Mérito dos defesas ou demérito dos avançados? Pelo número de vezes em que as equipas invadem as áreas contrárias e pela quase ausência de desequilibrados claramente em início de época, o capítulo da finalização deve orientar a agenda dos técnicos, de forma a que o Moçambola se aproxime das médias de conversão dos grandes campeonatos do continente e do mundo.

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 10:30
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Sexta-feira, 10 DE Março 2017

 

canarinhos” querem vencer. Por isso, preparam o embate de Domingo frente ao Ferroviário de Nampula ao mínimo detalhe.

 

Feridos no seu orgulho, os pupilos de Nelson Santos pretendem se redimir da sua massa adepta com uma vitória, ainda que isso custe muito sacrifício.

 

Artur Comboio, Treinador-Adjunto do Costa do Sol, reconhece o poderio do seu adversário, mas garante que a vitória é a palavra de ordem na segunda partida do Moçambola ZAP.

 

O jogo entre o Ferroviário de Nampula e o Costa de Sol terá lugar no campo 25 de Junho, em Nampula.

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 11:54
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Quinta-feira, 09 DE Março 2017

 

A FIFA decidiu, a CAF tramitou e nós não estamos a conseguir cumprir. O que está em causa é o licenciamento dos clubes, mediante determinadas exigências, para tomarem parte nas provas da primeira linha competitiva nacional e as que dão acesso às provas internacionais.

 

A orientação “já tem barbas”, vem do início do mandato de Faizal Sidat e está a arrastar-se pelo de Simango Júnior. O organismo máximo do futebol mundial quer “separar o trigo do joio”. Profissionalismo tem regras, alta competição tem exigências. E que são...

 

- Projecto sustentado para o desenvolvimento dos jovens;

 

- Promoção do fair-play;

 

- Cumprimento de princípios mínimos de segurança nos campos e conforto para os adeptos;

 

- Respeito pelas normas internacionais;

 

- Existência de uma auditoria independente às finanças de clubes;

 

- Integração de treinadores e médicos profissionais qualificados.

 

Obrigação ou sugestão?

 

De lá para cá, no nosso país, criou-se uma Comissão para o Licenciamento. E o que ela tem feito? A única coisa que os seus “galões” permitem: apelar, apelar, apelar! Até quando?

 

O Moçambola já é um dado adquirido, está em marcha, misturando clubes licenciados e por se licenciar. É, na realidade, uma prova ilegal, uma vez que nem todos – neste caso a maioria – preenchem os requisitos de participação. À pergunta sobre se as restantes colectividades vão ou não ultrapassar a ilegalidade, a resposta é... “Sim”. Não há coragem para dizer que não há e que, em muitos casos, nem vai haver condições para a resolução do problema. Em que ficamos? Não tarda muito que a FIFA recorra a medidas gravosas, tais como corte do subsídio ao nosso futebol e o progressivo impedimento da presença moçambicana em provas no continente e no Mundo. Os prazos, a condescendência, têm limites, sob pena de se “passar por cima” de uma orientação que está a ser confundida com uma sugestão.

 

Dias antes do arranque do Moçambola, o presidente da Liga Moçambicana de Futebol, Ananias Couana, afirmava que aos clubes não licenciados não seria permitida a participação. Mas acabou fazendo-se “vista grossa”, apenas os Ferroviários da Beira e de Maputo, mais a Liga Desportiva estão licenciados.

 

O cerne da questão

 

Resta agora acrescentar novos prazos aos sucessivos prazos-limite já anunciados. As questões de fundo foram sendo secundarizadas e elas não são poucas. Um superficial “peneirar”, sem ser exaustivo, demonstra que...

 

- Há um clube no Moçambola que, até há pouco tempo, nem conta bancária possuía (tudo era tramitado através da conta do presidente), quando o que se exige, é uma contabilidade organizada e contas auditadas;

 

- Associação Despotiva de Macuácua, 1.o de Maio de Quelimane, UP do Niassa e Maxaquene vão jogar em casa alugada, quando a exigência é de garantir campo e sede, também para a formação das camadas jovens;

 

- Sobre a comodidade dos espectadores, as pedradas de Nacala dizem tudo;

 

- De médicos e treinadores formados, na maioria não reza a história. Há um massagista com uma garrafa de água e um balde de gelo, pronto a servir...

 

O que nos falta? Realismo. No Moçambola, quando o bom-senso aconselhava a redução de 14 para 12 equipas, ou mesmo 10, alargou-se o leque e os resultados estão à vista: “mataram-se” os provinciais, a movimentação das camadas jovens até exige decreto. São megalomanias à mistura com “copy-e-paste” das realidades de sociedades mais avançadas.

 

O que fazer? Simplesmente ter a humildade de dar um passo atrás e repensar modelos que nos permitam a médio prazo dar dois em frente.

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 11:07
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