Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 29 DE Agosto 2016

 

O COSTA do Sol bateu o Ferroviário de Nampula por 1-0, com o único tento do desafio a ser apontado por Avelino, aos 68 minutos, resultado que castiga os visitantes, que estiveram melhor num jogo em que tiveram muitas oportunidades de marcar.Viril no primeiro tempo e com maior ascendente para a turma de Nampula, prevaleceu a atenção do guardião “canarinho”, Tchando, para que as duas formações recolhessem aos balneários com o “placard” em branco.

 

Deliberadamente atirado ao ataque, o Ferroviário de Nampula soube estancar o Costa do Sol, fechando as linhas de passe depois da linha divisória e recorrer ao jogo duro quando se visse em desvantagem numérica, num flagrante anti-jogo.

 

Os “canarinhos”, a jogar num sistema táctico de 4-5-1, alternado com 4-4-1-1, experimentavam imensas dificuldades para visar com algum sucesso a baliza de Pinto.Aliás, foram os “locomotivas” os primeiros a criar pânico, com Banda a rematar com muito perigo ao lado, quando se jogavam 10 minutos. O Costa do Sol respondeu sete minutos volvidos, com Parkim a ver o seu remate em arco a sair caprichosamente ao lado.


Astutos, os nampulenses fizeram questão de reter a bola e fazer um jogo de paciência, com as jogadas a serem minuciosamente elaboradas. Foi desta forma que uma combinação entre Vivaldo e Imo culminou com um “tiro” deste último da zona da meia-lua para a figura do atento Tchando. Já à beira do intervalo, Banda quase fazia o golo de levantar o estádio, mas o guarda-redes do Costa do Sol respondeu com uma defesa espectacular para canto.

 

Foi-se ao descanso com o nulo a castigar a equipa visitante, que teve maior volume de jogo. No reatamento, a tendência do jogo não mudou. Os “locomotivas”, mais pressionados a ganhar para se manterem na luta pelo título, encostaram o adversário, mas não conseguiam desatar o nó. Banda, logo nos instantes iniciais, ganhou uma segunda bola na área “canarinha” e encheu o pé para uma enorme defesa de Tchando, mais uma. O Costa do Sol não se abalou e viu Manucho a responder um centro de Rúben com um remate ao lado. Parkim, da zona frontal, tentou a sorte, mas o seu tiro foi detido por Pinto. Contra a corrente do jogo, os “canarinhos” chegaram ao golo por intermédio do recém-entrado Avelino, que correspondeu de cabeça a um cruzamento bem tirado por Manucho na direita.

 

O tento abalou a equipa de Arnaldo Salvado, que doravante ficou mais vulnerável ao segundo dos “canários”, mas estes foram perdulários nos vários contra-ataques de que dispuseram em face da subida das linhas do Ferroviário. O empate esteve perto, na sequência de um livre, com Tchando a sair aos papéis e Kalanga a rematar de cabeça ao lado, com a baliza “canarinha” desgovernada.

 

O Costa do Sol respondeu com outra perdida clamorosa de Avelino que, após receber um passe de Parkim, fez rotação na área, deixando um adversário sem cintura e, na cara de Pinto, atirou por cima, naquele que foi o último lance vistoso do desafio.


Simões Guambe fez um bom trabalho, de uma forma geral, embora na primeira parte tenha evitado expulsar dois jogadores do Ferroviário de Nampula por jogo perigoso.


FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Simões Guambe, auxiliado por Domingos Machava e Cláudio Macamo. O quarto foi Estêvão Matsinhe.

 

C. SOL: Tchando; Pai, Gerson, Manuelito, Dito, Manucho (Artur), Chimango, Paíto (Avelino), Rúben, Parkim e Lalá (Cosme).

 

FER. NAMPULA: Pinto; Gervásio, James, Salomão, Belo, Kalanga (Kwali), Imo, Banda, Raúl, Ndazione (Green) e Vivaldo.

 

DISCIPLINA: Amarelos para Kalanga e Gervásio (Fer. Nampula).

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:44
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Segunda-feira, 02 DE Novembro 2015

 

O FERROVIÁRIO de Maputo conquistou ontem o título de campeão nacional de futebol, que lhe escapava há sensivelmente cinco anos, ao empatar a uma bola, no Estádio 25 de Junho, na cidade de Nampula, com o seu homónimo local, em jogo referente à última jornada do Moçambola.

 

Ao fim de um dos campeonatos nacionais de futebol incaracterístico do país, em que o campeão é encontrado na última jornada, e que dividiu opiniões dos críticos, particularmente quanto as supostas facilidades que os “locomotivas” de Nampula haveriam de proporcionar aos seus “irmãos”, para sagrarem-se campeões nacionais, encontrou-se o vencedor do Moçambola, edição 2015.

 

O jogo aconteceu numa tarde quente, mas convidativa para se “ir ao futebol”. Dai que os adeptos do “desporto-rei” tenham quase lotado as bancadas do Estádio 25 de Junho na cidade de Nampula, ainda mais, tratando-se de um jogo decisivo do Moçambola que tinha todavia a particularidade de colocar frente-a-frente duas equipas “irmãs”, uma delas com a possibilidade de conquistar o título de campeã nacional de futebol. 

 

Aliás, a consagração de título de campeão nacional aos “locomotivas” da capital do país, foi acompanhada por um ambiente de festa nas bancadas do 25 de Junho, não só pelos adeptos da colectividade desportiva, como também de todos amantes do desporto, em particular o futebol da capital do norte.

 

Entretanto, a Vice-Ministra da Juventude e Desportos, Ana Azinheira, que procedeu a entrega do troféu aos vencedores, disse que a forma como foi disputado o Moçambola trouxe uma consistência e nova dinâmica no nosso futebol, pois que teve pontos bastante positivos que podem ajudar o desenvolvimento da modalidade.

 

Aquela governante acrescentou que até porque nos últimos tempos o futebol conheceu um desenvolvimento qualitativo nas províncias, por isso que hoje em dia as equipas da cidade de Maputo quando vão às províncias não se pode prever quem será o vencedor, pois as disputas têm decorrido em pé de igualdade, e esse é o resultado dos esforços que têm sido desenvolvidos pelo Governo no âmbito desportivo em todo o território nacional.

 

Ana Azinheira anotou que o facto de o campeão ser encontrado na última jornada reflecte e dignifica efectivamente o nosso Moçambola no que respeita fundamentalmente à evolução competitiva do nosso futebol, e apelou para que tudo seja feito em prol da evolução da modalidade.

 

No entanto, esforços continuarão a serem feitos no sentido de conferir a qualidade do nosso futebol pois que, segundo a governante os moçambicanos gostariam que esta qualidade prevalecesse para sempre.

 

O Presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Alberto Simango, que igualmente presenciou o jogo da consagração do Ferroviário de Maputo, deu parabéns a equipa vencedora e elogiou a atitude competitiva demonstrada pela equipa derrotada.

 

MOUZINHO DE ALBUQUERQUE

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:30
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O FERROVIÁRIO de Maputo chegou ontem ao décimo título nacional, superando deste modo o Costa do Sol com quem estava empatado e que lutou por este canecão até ao último minuto da jornada do Moçambola, que ontem chegou ao fim.

 

Na estatística cumulativa dos títulos, desde 1976, em que o primeiro foi ganho pelo Textáfrica, o Ferroviário da capital do país, como já o dissemos, comanda com 10, seguido pelo Costa do Sol, com nove. O Desportivo de Maputo, que até ontem lutava pela manutenção e conseguiu, soma seis. O Maxaquene tem cinco, enquanto a Liga Desportiva contabiliza quatro. Depois seguem o Matchedje com dois, o Ferroviário de Nampula, Têxtil do Púnguè e Textáfrica com um cada.

 
 
Fonte:Jornal Noticias
 
publicado por Vaxko Zakarias às 11:03
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O FERROVIÁRIO de Maputo só pode estar convencido de que apenas conseguiu cumprir a sua missão, que era tornar-se campeão nacional, edição 2015, em função daquilo que foi o seu desempenho durante a partida.

 

 É que, a ser derrotado não seria escândalo para miguém. No cômputo geral, foi uma equipa apática que nunca conseguiu suster o ímpeto dos donos da casa que não parecia estar interessado em sair do Estádio 25 de Junho com o troféu que esperava.

 

 Iniciado o jogo, um dos de fundo da última jornada do Moçambola, dai a razão da enorme expectativa criada em seu torno, cedo os visitados assumiram a dianteira, fazendo várias e perigosas incursões à baliza contrária. Depois de tanto “sofrimento” dos visitantes e quando parecia equilibrarem as operações, surgiu o golo do adversário. Diga- se com justiça, dando iniciativa ao adversário, Massaua partiu em rápido contra-ataque, demonstrando a sua superioridade técnica, cruzou, da esquerda, para Avelino que obtém o golo para os locais, aos 15 minutos.

 

Como corolário do domínio absoluto e entendimento dos jogadores dos donos da casa, cinco minutos volvidos, numa jogada de envolvimento, com passe da direita, Massaua, que foi peça basilar da equipa treinada por Rogério Gonçalves, não consegue finalizar com êxito.  

 

Os jogadores do Ferroviário de Maputo continuaram a parecer que para eles a vitória afigurava-se importante, e era obrigatória para levarem o troféu de campeão. Tinha que ser isso que fizesse para que os seus jogadores entrassem para o “confronto” determinados em conseguir um golo logo nos primeiros minutos da partida. No segundo tempo o jogo manteve as mesmas características, com os locais a intensificarem ataques e os “forasteiros” a optarem pelos contra-ataques.

 

Quando eram decorridos 90 minutos, o Ferroviário de Maputo marca o golo de empate, através da marcação de uma grande penalidade, que foi convertida por Lewis, em resultado de uma falta cometida de forma desnecessária de um jogador local. Estava feito o resultado que deu o título ao Ferroviário de Maputo.

 

 FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Filimão Filipe, auxiliado por Júlio Muianga e Carlos Manuel.

 

FERROVIÁRIO DE NAMPULA- Pinto, Gervásio, Salomão, Samito, Dondo, Kalanga (Daudo), Gildo, Buramo (Óscar), Massaua e Avelino. 

 

FERROVIÁRIO DE MAPUTO: Leonel, Jeitoso, Chadreque, Chico, Sassi, Edmilson, Diogo, Timbe, Lewis), Manucho (Luís) e Dangarila.

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Amarelo para Edmilson.

 

MOUZINHO DE ALBUQUERQUE

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:49
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SIM! para o Desportivo de Maputo conseguir a manutenção no Moçambola precisou das diligências de um 1.º de Maio que teve a ousadia de ir à Nacala vencer ao Desportivo local, pois, frente ao HCB os “alvi-negros” não conseguiram os três pontos que eram a condição para não dependerem de terceiros.

 

Num jogo pobre, sobretudo na segunda parte, mas com muitas oportunidades de golo, o Desportivo foi o primeiro a dar sinais claros de sair do Zimpeto com os três pontos e a consequente manutenção, o grande objectivo.

 

Dário Monteiro mandou a sua equipa instalar-se no meio-campo contrário e fazer a pressão alta no último reduto dos “hidroelétricos”, sobretudo quando estes tivessem a bola.

 

Na sequência dessa pressão alta, Stélio, central do HCB, na tentativa do Songo, mas o seu remate em zona privilegiada saiu fraco, passavam 28 minutos.

 

Momentos antes, o HCB havia perigado a baliza de Helvêncio por intermédio do irrequieto Luís.

 

Instantes depois, Carlitos ganha uma segunda bola à entrada da área, engana um contrário e ajeita o esférico para o meio, mas o seu remate saiu desastroso. Lanito envolveu-se duas vezes no festival de falhanços perto do intervalo. E quando tudo indicava que as duas equipas iam aos balneários com empate a prevalecer, eis uma jogada de laboratório desenhada pelo trio Lanito, Clemente e Lalá, com este último a dar gosto ao pé aos 46 minutos. O avançado “alvi-negro” foi muito frio no momento exacto, apesar da pressão da defesa do HCB.

 

Foi-se ao intervalo com algum alívio a reinar nos “alvi-negros”. No reatamento, o HCB foi mais ousado e procurou os caminhos da baliza de Helvêncio. Jerry, acabado de entrar, desperdiçou a primeira oportunidade, mas à segunda foi de vez, empatou o jogo de cabeça aos 51 minutos, a castigar a apatia da defesa “alvi-negra”.

 

Daí em diante deu-se o festival de falhanços, com o mesmo Jerry a ameaçar perigosamente a baliza do Desportivo, como foi naquele remate forte devolvido pelo poste, com o guardião das “águias” já batido.

 

O resultado não mais alterou-se, Arlindo Silvano fez um bom trabalho numa partida em que o empate aceita-se perfeitamente.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Arlindo Silvano, auxiliado por João Paulo e Ivo Muiambo. O quarto foi António Munguambe.

 

DESPORTIVO: Helvêncio; Sidique, Agy, Laque, Hermínio (Jorge), Henriques, Carlitos, Mambo (Sataca Jr. e depois Infren), Clemente, Lanito e Lalá.

 

HCB: Charles; Aguiar (Jerry), Mucuapel, Stélio, Tony, Kambala, Cremildo, Payó (Tchitcho), Banda, Orlando (Darly) e Luís.

 

DISCIPLINA: Amarelos para Orlando e Mucuapel e vermelho para Cremildo, todos do HCB.

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:40
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DESILUSÃO total foi aquilo que os adeptos e simpatizantes do Desportivo de Nacala sentiram na pele e no seu âmago, ao assistirem a sua equipa a ser derrotada e despromovida da maior competição futebolística do país, depois de duas épocas em que teve a manutenção garantida ao meio da prova.

 

Tudo tinha a seu favor para garantir-se na prova, mesmo sabendo que dependia de resultados de terceiros, no caso em concreto com o seu homónimo de Maputo e nessa ansiedade, aos seis minutos, a equipa treinada por Antero Cambaco adianta-se no marcador com tento apontado por Odilo.

 

Mas o 1.º de Maio de Quelimane não se fez de rogado e aos 19 minutos, Jr. atesta os reflexos de Valério com um remate potente que o “keeper” do Desportivo de Nacala defende para canto e noutras jogadas em que Nelson foi muito perigoso com as suas investidas, mas que não permitiu violar a baliza dos locais até que as equipas recolheram ao intervalo.

 

No reatamento, o 1.º de Maio entrou mais pressionante e aos 46 minutos poderia ter empatado a partida por intermédio de Nelson, tento da igualdade que viria a acontecer aos 64 minutos por este jogador que foi a unidade mais valiosa em campo que, com um remate cá do meio da rua, fez o golo, repondo a verdade no marcador.

 

Depois deste golo dos “operários”, verificou-se um total desnorte dos jogadores do Desportivo de Nacala, principalmente da sua zona defensiva, onde apenas Valério era a unidade mais válida, mas que não conseguiu evitar o segundo golo apontado por Danito em tempo de compensação, para a tristeza dos locais que não conseguiram evitar a despromoção, mesmo sabendo que uma das equipas que também estava nessa condição estava em desvantagem.

 

José Maria Rachide fez um trabalho positivo numa partida em que estava em jogo a permanência no Moçambola de uma das equipas mais populares de Nacala-Porto.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITROS: José Maria Rachide, auxiliado por Joaquim Meirinho e Pedro Justino.

 

DESPORTIVO DE NACALA: Valério; Idrissa, Miterland, Lordio (Gito), Isaías e Maninho; Essien, Odilo e Emanuel, Zé (Ramudua) e Joa (Scander).

 

1.º DE MAIO DE QUELIMANE: Mfoafo; Fred, Marcos, Félix e Wazir; Nelson, Agenor e Eurico (Massuano); Jr., Mário (Tchitcho) e Onélio.

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Amarelos a Mário e Miterland.

 

LUÍS NORBERTO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:13
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OS amantes do futebol residentes na considerada capital turística da província de Inhambane conviveram sábado com o passado, dois anos depois, com o antigo técnico principal de Vilankulo FC, Chiquinho Conde, que, liderando o Maxaquene, brindou os seus fãs como uma vitória frente ao ENH FC por 2-1.

 

Os adeptos do Maxaquene não só puxaram pela sua equipa que precisava dos três pontos para melhorar a sua classificação na tabela classificativa, como também, de modo particular, tirou saudades da maneira efervescente como Chiquinho Conde espevitava os seus pupilos para um bom desempenho.

 

O jogo começou com os donos da casa a carregarem no acelerador, pois, mais do que fechar a época com a “chave de ouro” em casa depois de duas derrotas consecutivas fora de portas, ENH precisava da vitória para homenagear de melhor forma Muzarafo King, filho do seu presidente, que morreu carbonizado na madrugada daquele sábado em casa dos pais. Muzaraf, 16 anos de idade, foi eleito melhor marcador no torneiro de pesquisa de talentos promovido pelo VFC, ao marcar 30 golos em 18 jogos e pela façanha já tinha sido inscrito na equipa dos juvenis do VFC, “marlins” de futuro e já tinha sido referenciado por um dos colossos do nosso futebol.

 

Como querer vingar a morte do muito talentoso, os pupilos de Boris Pucic entraram com dentes cerrados com o intuito de intimidar o seu opositor, uma intenção que não passou de simples exibições de músculos, pois, as trocas de bolas e mudanças constante de flancos não passavam de “quadradinho”, a actual dança dos jovens, já que Maxaquene repelia todas as investidas dos anfitriões.

 

A clarividência do Maxaquene, que tinha o seu técnico a jogar também fora das quatro linhas, ia se contabilizando quando Nito, num corte de mestre, tira o pão da boca quando Sergito, depois de limpar a zona, dispara o seu remate e devolvido pelo pé deste central que naquela tarde chegava para todas encomendas.

 

Aos doze e dezoito minutos, Sande e Kampira, também não tiveram arte nem engenho para a gizar a baliza à guarda de Sozinho. Sande chutou à figura de Sozinho e Campira teve medo da perseguição de Butana e atirou para fora depois de penetrar na pequena área. Este era o momento mais alto da equipa da casa que tinha apoio incondicional do público. Aliás, estava na tribuna de honra, um espectador especial, Presidente do Conselho da Administração, Omar Mitȃ,que pela primeira vez quis ver a sua equipa que já está a preparar-se uma Assembleia-Geral. Mitȃqueria ver o nível de competitividade da sua equipa, vale a pena investir um pouco mais no próximo ano ou não.

 

Se calhar foi o facto do ENH entrar para o jogo a contar com o patrão na bancada que tudo que quis fazer não saia e como quem não marca está sujeito a sofrer como se diz na gíria desportiva, a primeira vez que o Maxaquene subiu marcou, foi aos 20 minutos e Lukman recebeu um passe de Isac e colocou no ângulo muito distante de Guirugo. Vinte minutos depois, os “tricolores aumentam a vantagem novamente por Lukman que, como “diabo à solta”, foi buscar a bola lá atrás, apanhou uma auto-estrada e à entrada da área, disparou para um frango de Guirugo que foi apupado pelo público.

 

No segundo tempo o ENH reagiu e aos 49 minutos reduz a desvantagem por Kingongo que acabava de entrar. Com este golo, o ENH reanima-se e parte para as hostilidades, mas tudo sem perigo, pois, os cruzamentos de Moses e Kampira passavam em frente da pequena área onde nem Eurico e muito menos Sande chegavam para emendar a trajectória da bola até que Luís Jumisse deu por terminado o jogo com a vitόria sem apelo, nem agravo de Chiquinho Conde no seu regresso à Vilankulo onde trabalhou dois anos e meio ao serviço do Vilankulo FC.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Luis Jumisse, auxiliado por Célio Mugabe e Teófilo Mungoi. Quarto árbitro: Salvador Cumbe.

 

ENH FC:Guirugo, Kampira, Ali Kadri, Filipe e Sergito, Abílio, Moses, Gonçalves (Valdo) Matlhombe, (Betinho), Sande (Kingongo) e Eurico.

 

MAXAQUENE:Sozinho, Nito, Nelson, Butana, Mayunda, Bruno, Danilo, Bernardo, Whisk (Okhamen), Lukman (Lolo) e Isac.

 

ACÇÃO DISCIPLINAR:Dois cartões amarelos para Isac (Maxaquene) e Abílio (ENH).

 

Golos:Lukman aos 28 e 42 minutos (Maxaquene) e Kingongo aos 49 minutos (ENH)

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VICTORINO XAVIER

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:56
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2015: Clube Ferroviário de Maputo.

2014: Liga Desportiva Muçulmana.

2013: Liga Desportiva de Maputo.

2012: Clube de Desportos Maxaquene.

2011: Liga Deportiva de Maputo.

2010: Liga Desportiva de Maputo.

2009: Clube Ferroviário de Maputo.

2008: Clube Ferroviário de Maputo.

2007: Clube de Desportos da Costa do Sol.

2006: Grupo Desportivo de Maputo.

2005: Clube Ferroviário de Maputo.

2004: Clube Ferroviário de Nampula.

2003: Clube de Desportos Maxaquene.

2002: Clube Ferroviário de Maputo.

2000/2001: Clube de Desportos da Costa do Sol.

1999/2000: Clube de Desportos da Costa do Sol.

1998/99: Clube Ferroviário de Maputo.

1997: Clube Ferroviário de Maputo.

1996: Clube Ferroviário de Maputo.

1995: Grupo Desportivo de Maputo.

1994: Clube de Desportos Costa do Sol.

1993: Clube de Desportos Costa do Sol.

1992: Clube de Desportos Costa do Sol.

1991: Clube de Desportos Costa do Sol.

1990: Clube de Desportos Matchedje.

1989: Clube Ferroviário de Maputo.

1988: Grupo Desportivo de Maputo.

1987: Clube de Desportos Matchedje.

1986: Clube de Desportos Maxaquene.

1985: Clube de Desportos Maxaquene.

1984: Clube de Desportos Maxaquene.

1983: Grupo Desportivo de Maputo.

1982: Clube Ferroviário de Maputo.

198: Grupo Desportivo Têxtil do Púnguè.

1980: Clube de Desportos Costa do Sol.

1979: Clube de Desportos Costa do Sol.

1978: Grupo Desportivo de Maputo.

1977: Grupo Desportivo de Maputo.

1976: Textáfrica.

 

QUADRO DE RESULTADOS E CLASSIFICAÇÃO FINAL

 

Chibuto-Costa do Sol                                     (1-0)

Fer. Nampula-Fer. Maputo                             (1-1)

Desp. Nacala-1º Maio                                     (1-2)

Desp. Maputo-HCB                                        (1-1)

Liga-Fer. Beira                                                (2-0)

Fer. Quelimane-Fer. Nacala                            (1-0)

ENH-Maxaquene.                                           (1-2)

 

                                                J           V         E          D         B         P

1.º FER. MAPUTO               26        12        8          6          34-18   44

2.° Costa do Sol                      26        12        7          7          27-17   43

3.° Liga Desportiva                 26        12        7          7          22-12   43

4.º Fer. Beira                          26        11        6          9          24-21   39

5.° HCB                                  26        10        9          7          22-16   39

6.° Fer. Nampula                     26        9          10        7          18-18   38

7.º Maxaquene                        26        10        6          10        21-21   35

8.º Chibuto                              26        8          10        8          24-22   34

9.° Fer. Nacala                        26        9          7          10        17-15   34

10.° ENH                                26        9          7          10        23-27   34

11.º Desportivo                       26        7          9          10        17-25   30

12.° 1.° de Maio                      26        6          11        9          17-24   29

13.º Desp. Nacala                    26        6          9          10        16-27   27

14.° Fer. Quelimane                26        3          10        13        9-26     19

publicado por Vaxko Zakarias às 08:59
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Quinta-feira, 01 DE Outubro 2015

 

O DÉCIMO título “locomotiva” ficou, a partir da tarde de ontem, muito perto de se confirmar, isto após vitória sobre a Liga no jogo de cartaz da 25.ª ronda, por 1-0. A inspiração da dupla Luís-Maurício no minuto 16 pode ter determinado o rumo de um campeonato cuja decisão vai à “negra”.

 

Não foi um grande jogo como se perspectivava, sobretudo na primeira parte, praticou-se um futebol morno e insosso, com as duas equipas receosas, talvez por causa da situação sensível na tabela classificativa. A Liga Desportiva tem mais bola, mas muito pouco tira proveito da sua posse. Os “locomotivas“ optaram por contra-ataques na perspectiva de explorar a velocidade dos seus elementos mais ofensivos, Maurício, Luís, Diogo ou Jair.

 

Jogando num 4X5X1, o Ferroviário conseguia de certa forma estancar as unidades mais preponderantes da Liga, que adoptou um sistema táctico de 4X3X3, com um homem que devia estar no centro da área “locomotiva”, Sonito, que andou muito longe da baliza de Leonel, que quase não teve acção na primeira metade.

 

Decorriam 16 minutos, quando numa jogada aparentemente inofensiva, Luís rasgou a área “malçumana” pela direita e na dobra estava Maurício que, mal foi assistido, bateu o Milagre, era o 1-0 para o delírio dos adeptos do Ferroviário, afinal a contenda estava decidida.

 

Instantes depois há uma triangulação entre Maurício, Diogo e Luís, com o capitão a rematar para a defesa atenta de Milagre para canto.

 

A estas alturas tudo saía mal para a Liga, os passes não eram certeiros. O jogo não tinha profundidade, sobretudo no último terço do terreno. Entretanto, num alívio mal tirado por Jeitoso, Andro quase que de forma involuntária empatava, mas valeu a atenção de Leonel.

 

Aos 40 minutos, Diogo na direita do ataque “locomotiva” fez um cruzamento milimétrico para o centro da área, mas Milagre antecipou-se a Luís que só tinha de encostar a cabeça para fazer o 2-0.

 

Já sobre o intervalo, a Liga fez o seu único perigo à baliza do Ferroviário. Tudo começa num cruzamento de Andro, com Leonel a fazer uma defesa incompleta na tentativa de ficar com o esférico que sobrou para Telinho que da zona do penalte rematou para o cabeceamento de Jair sobre a linha de golo.

 

Foi-se ao intervalo, no reatamento optou por fazer a gestão contra uma Liga que entrou com tudo para pelo menos empatar e manter-se na luta pelo título.

 

Mas tal como na primeira parte, a Liga foi uma equipa pouco objectiva e não conseguiu visar a baliza de Leonel. Telinho, numa das poucas oportunidades do empate, rematou para as nuvens depois de uma boa combinação com Sonito.

 

Manucho e Diogo, 83 minutos, combinam muito bem na área “muçulmana”, mas o remate do esquerdino saiu por cima.

 

Até ao fim, os “locomotivas” andaram próximos das redes de Milagre, mas o 1-0 prevaleceu, num jogo bem dirigido por Estêvão Matsinhine. Nas hostes “locomotivas”’ já se festeja o 10.º título a partir desta vitória, com os adeptos a fazerem festa rija no final da contenda, bem como todo o “staff” do Ferroviário.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Estevão Matsinhe, auxiliado por Teófilo Mungói e Cláudio Macamo. O quarto foi António Munguambe.

 

FERROVIÁRIO: Leonel; Jeitoso, Calima, Edmilson, Sassi, Timbe (Timbe), Chiza, Jair, Diogo, Luís (Lewis) e Maurício (Manucho).

 

LIGA DESPORTIVA: Milagre; Chico (Osvaldo), Gildo, Eusébio, Zé Luís, Kito, Liberty (Manuelito), Hagy, Andro (Washington), Telinho e Sonito.

 

DISCIPLINA: Amarelos para Calima (Ferroviário) e para Manuelito (Liga).

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:35
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O FERROVIÁRIO de Maputo já começou a encomendar as faixas de campeão nacional, isto na sequência da vitória ontem frente à Liga Desportiva por 1-0, o último grande obstáculo no sinuoso caminho, mas o Costa do sol não vacilou, bateu o Desportivo de Nacala também por 1-0, forçando a decisão do 10.º título para a 26.ª e última jornada.

 

Aliás, as duas formações estão neste momento empatadas com 43 pontos e igualadas também no confronto directo, 0-0 em ambos os jogos. O desempate é neste momento possível graças ao gol-average, aí sim, os “locomotivas” levam uma clara vantagem, 33 marcados e 17 sofridos, contra 27-16 do Costa do Sol. Na última ronda, os dois gigantes jogam fora. Os “locomotivas” vão a Nampula bater-se com o Ferroviário local e os “canarinhos” vão a Chibuto, em ambos os lados tudo é possível. Entretanto, a 25.ª ronda também ficou marcada pelo afastamento do Ferroviário da Beira da luta pelo título na sequência do empate caseiro a uma bola frente ao Chibuto, passando a somar 39 pontos.

 

A Liga também já está fora do baralho. Quanto à luta pela manutenção, o Chibuto conseguiu a permanência com 31 pontos, deixando o Desportivo de Maputo, Desportivo de Nacala e 1.º Maio de Quelimane à nora, isto é, com o futuro a definir na última ronda. Já com a manutenção assegurada, o HCB venceu a ENH, por 2-0, o Ferroviário de Nacala empatou com o homónimo de Nampula a uma bola e o Maxaquene não foi para além de um nulo frente ao já despromovido Ferroviário de Quelimane.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:31
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