Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 06 DE Outubro 2011
Vila Olimpica

O MINISTÉRIO das Obras Públicas e Habitação ainda não aprovou nenhum plano sobre o destino a dar aos 848 apartamentos da Vila Olímpica do Zimpeto, na cidade de Maputo, mas confirma a existência de várias propostas em fase de avaliação, incluindo a que tem sido objecto de abordagem na comunicação social.

 

O porta-voz do Ministério das Obras Públicas e Habitação, Joaquim Cossa, explica que as propostas na mesa foram submetidas tanto pelo Fundo para o Fomento da Habitação (FFH) como por várias outras entidades interessadas no debate sobre o destino a dar às infra-estruturas da Vila Olímpica. Segundo Cossa, qualquer decisão em definitivo sobre a matéria, será tomada pelo Conselho de Ministros, com base na proposta que deverá ser-lhe submetido pelo MOPH.

 

 

Mesmo sem adiantar prazos fixos para tais procedimentos, Joaquim Cossa assegurou que o trabalho de triagem das propostas a nível do seu Ministério deverá ser concluído ainda antes do final do ano em curso. 

 

 

Entretanto, dificuldades de obtenção de garantias sobre os investimentos têm estado a condicionar o acesso a fundos para financiar projectos do sector de habitação no país, razão por que o Governo procura mecanismos para assegurar um encaixe financeiro capaz de funcionar como garantia para a obtenção de financiamentos para o sector.

 

 

 

Uma das propostas nesse sentido, ora em avaliação, preconiza a venda de 768 apartamentos da Vila Olímpica a jovens funcionários e agentes do Estado, dos quais 250 seriam negociados em regime de pronto pagamento, a preços de mercado, e outros 518 a título de crédito com prazos até 25 anos.

 

 

 

Nos termos desta proposta, o produto da venda dos 250 apartamentos a pronto pagamento, que se estima seja na ordem de 1,4 mil milhões de meticais, seria aplicado na elevação da robustez financeira do Fundo para o Fomento da Habitação (FFH), instituição criada pelo Executivo através do Decreto 24/95 de 6 de Junho, com a missão de assegurar o suporte financeiro dos seus programas na área da habitação.
Com a elevada robustez financeira do FFH, acredita-se que será possível desenvolver projectos com recursos próprios, bem como aceder a financiamentos bancários nas condições impostas pelo mercado.Os apartamentos da Vila Olímpica são do tipo III, distribuídos em edifícios de quatro pisos.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:52
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Segunda-feira, 03 DE Outubro 2011
Inácio Bernardo da comissão organizadora

O Tempo Técnico (Involeibol – Maisvoleibol) Encontrou o senhor Inácio Bernardo, Director Nacional de Desporto e chefe da Missão Moçambique, organismo responsável pela coordenação e preparação das Selecções Nacionais para os Jogos Africanos. Inácio Bernardo é um profundo conhecedor e entusiasta do desporto, visto que antes de ocupar importantes cargos no Desporto Nacional, ele também foi treinador e Seleccionador Nacional de basquete.

 

Tempo Técnico- Boa tarde senhor Inácio Bernardo, Como o senhor resume o trabalho de Moçambique nos Jogos Africanos?

 

Inácio Bernardo – Bem em primeiro lugar obrigado pela oportunidade, dizer que os Jogos Africanos que se realizaram em Maputo do 3 a 18 de setembro, foram organizados pensamos nós ao mais alto nível e que também poderemos concluir que foram um sucesso. Foram um sucesso, atendendo primeiro: Aquilo que eram nossos objectivos inicialmente quando nós nos propusemos, que era realizar os jogos com todo a tranquilidade e que nossas equipas apresentassem níveis competitivos  ao mais alto nível, e em segundo aspecto : Por aquilo que os próprios países que acá estiveram, claramente em termo de várias intervenções, também subsidiaram informando que os jogos teriam decorrido da melhor maneira.

 

Tempo Técnico – Qual o maior legado deixado pelos Jogos Africanos para Moçambique?

 

Inácio Bernardo- O primeiro legado dos jogos Africanos para Moçambique é a questão das infra-estruturas desportivas. Nós quando avançamos com a organização, estávamos muito claro de quais seriam os pontos forte para nós nesta organização. O primeiro dos quais seria a questão das infra-estruturas. Sentimos que o pais saiu valorizado, iniciamos algumas infra-estruturas de raiz, outras que foram reabilitadas, com são os casos: do pavilhão do Maxaquene, Desportivo, Académica e o pavilhão do Estrela Vermelha que a mais de vinte anos não recebiam alguma reabilitação adequadas as condições reais para realizações de competições. Hoje temos qualquer um destes pavilhões com níveis internacionais para a realização das próprias competições. Os outros de raiz como é o caso particular da canoagem em Nhambavale - Chindeguele, a questão da própria sede, da área técnica liga a questão da vela; A infra-estrutura do Estadio Nacional, também as piscinas olímpicas, as duas piscinas olímpicas, a de aquecimento e a de competição, assim como a aldeia dos jogos onde conseguimos alojar todos os atletas que acá participaram.

 

O segundo legado para nós foi a restruturação das próprias Federações Desportivas Nacionais. As Federações apareceram muito mais fortes, subsidiaram as Federações desportivas africanas na organização das provas, tanto tiveram papel para o sucesso da própria prova.

 

 E por ultimo, o plano Nacional de Preparação das Selecções Nacionais. Portanto hoje sabemos o que que as selecções Nacionais podem nos dar, sabemos o quando, onde em termo de resultados palpáveis na perspectivas se aparecemos em Londres ou no Brasil, porque tudo que agora fizemos, o ponto mais alto de preparação e de participação será nos jogos Olímpicos no Brasil em 2016. Portanto tudo que nós fizemos não foi só para agora, foi iniciar de um projecto a longo prazo que poderá ter seu corte avaliativo em 2016 no Brasil.

 

Tempo Técnico – Os jogos deixaram uma grande infra-estrutura para o desporto de Moçambique, porém há modalidades que não foram contemplada, com estas infra-estruturas, como é o caso do Voleibol. Há algum plano para sanar esta deficiência?

 

Inácio Bernardo- Bem o nosso plano para sanar esta deficiência, tínhamos sido claro com a Federação de Voleibol logo no início, que deveria escolher um pavilhão cuja reabilitação poderia beneficiar por muito longo anos em termo de actividade do voleibol, e ela optou pelo pavilhão do Maxaquene. E sabemos nós  que o pavilhão do Maxaquene, é um pavilhão essencialmente para o Basquetebol, mas neste momento estamos a fazer a respectiva redistribuição iremos pensar num dos pavilhões onde o voleibol ficar qualificado, porque o Maxaquene e o Desportivo vai ser qualificado praticamente para o Basquetebol, portanto o Estrela para o Boxe e o Académica vai ser qualificado para o próprio Handebol.

 

Portanto vamos ver  quais dos pavilhões, entre a liga Muçulmana, incluindo o próprio Académica e os outros tanto, qual seria qualificado para o Voleibol. O problema é que não partimos bem, mas nesta requalificação poderemos acomodar a questão do voleibol.

 

Tempo Técnico- O senhor também foi um grande torcedor nos Jogos Africano. A involeibol destacou sua presença no Jogo entre Moçambique X Seychelles O que o senhor achou do jogo?

 

Inácio Bernardo -Bem eu sou um torcedor de Voleibol, apesar de ser Director Nacional, porque não só por ser Director Nacional, mas também faz parte do grupo de modalidades que sinto que possa ter tido um grande crescimento nos últimos anos, e conforme sabes, nós a nível de Voleibol, achávamos e mesmo na planificação da confederação desportiva estava claro que o Voleibol de praia nos traria uma medalha e estávamos claros que o Voleibol de Sala poderia trazer não  uma medalha, mas que o seu nível de participação seria interessante. Gostei do jogo, simplesmente senti que apesar de que termo crescido muito, ainda não conseguimos atingir aqueles níveis mínimos capaz de ombrear de igual para igual com qualquer umas das selecções que por aqui andaram, mas sinto que estivemos bem e pensamos nós que alguns atletas fizeram o seu melhor para conseguir um bom resultado, isto não tenho dúvidas nenhuma, e conforme eu digo: Apesar de estarmos num nível muito abaixo, sinto que houve uma grande evolução do voleibol.

 

 Tempo Técnico- Existe uma grande deficiência de conhecimento no voleibol Moçambicano. Os Técnicos, os Árbitros não estam bem preparado para exercer a função.Há algum projecto para sanar esta deficiência?

 

Inácio Bernardo -Sim temos, nós temos um projecto de auxílio a formação de agente desportivo. O nosso grande foco neste 3, 4 anos será dar continuidade a formação de treinadores. Sentimos que a parte da gestão, a parte do treinamento é uns dos pontos franco no desenvolvimento do nosso Desporto e por isso, com este sistema de formação de agente desportivo, queremos levar a formação de treinadores a nível de todas as províncias e estamos a levar, mas queremos elevar o nível de qualidade deste mesmos treinadores em termos de conhecimento em termos físicos, técnicos, e por ai também trazer aquilo que é capacidades dos nossos árbitros poderem de uma maneira clara ajuizar estes tipos de jogos, porque conforme sabes, sempre temos grandes competições internas. Sem termos o nível de competição bastante elevados dos nossos treinadores e atletas, dificilmente poderemos ter atletas no mais alto nível, por isso que nos queremos potenciar cada vez mais a melhoria na formação dos nossos sector desportivo, incluído os treinadores e os próprios árbitros.

 

Tempo Técnico- Para finalizar a entrevista, o senhor poderia deixar uma mensagem para a comunidade voleibolista de Moçambique?

 

Inácio Bernardo- Precisamos de uma vez por todas e cada vez mais de conseguirmos distritar a questão das nossas competências. Nós como Governo, cabe-nos claramente criar condições para a pratica do próprio voleibol, fiscalizar, avaliar, fazer a monitoria, definir as politicas desenvolvimento do próprio voleibol em conjuntos com a respectiva Federação, mas compete ao movimento associativo criar condições para lideranças dos seus respectivos processos, criar condições de perceber até que ponto nós poderemos chegar, porque para melhoria de qualquer uma das modalidades, cabe aos seus próprios fazedores fazer força para que esta modalidade apareça acá acima e nós como Governo estaremos pronto para dar o respectivo segmento e enquadrar de acordo com suas potencialidades e de acordo com suas devidas capacidades. Estamos satisfeitos pois o vólei melhorou bastante, mas estamos consciente que o vólei poderá dar muito maior alegria a Moçambique e particularmente o voleibol de praia, sem deixar de pensar no voleibol de praia que sim poderá ser uma potencia nos próximos anos.

 

                                                                                                                                                                                        Tempo Técnico

                                                                                                                                                                                       Hildeberto Araujo

publicado por Vaxko Zakarias às 10:51
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Quarta-feira, 28 DE Setembro 2011
Raimundo Diomba premeia Theura Chang

NHAMBAVALE, Chidenguele e Gaza passaram definitivamente para a história, inscritos com letras de ouro no mapa africano e do mundo, ao acolher de forma suprema as provas de canoagem durante os recentes Jogos Africanos realizados no nosso país”. Este sentimento foi manifestado pelo governador Raimundo Diomba, durante a recepção oferecida aos atletas e os mais de 200 voluntários que deram o seu contributo, durante aquele evento internacional.

 

As excelentes condições naturais e infra-estruturais de que dispõe a lagoa de Nhambavale permitiram que naquele local fosse realizado, nas vésperas das competições que movimentaram um total de 15 países, o congresso da Federação Africana de Canoagem.

 

 

Na ocasião, vários países com grandes tradições na modalidade como é o caso da África do Sul, manifestaram vontade de regressar àquela região, para a realização de estágios e competições.

 

 

Ficou provado que não obstante esta ter sido a nossa primeira experiência, acreditamos que com trabalho sério e bem planificado poderemos colocar o nosso país no patamar da prática de modalidades aquáticas. Nos próximos eventos queremos estar no pódio com muito ouro, prata e bronze, porque temos capacidade e potencialidade para atingir esses objectivos”, disse Diomba.

 

 

O papel das escolas e dos clubes para a realização desse sonho, segundo aquele governante, será determinante, tendo apelado, por seu turno, a um maior protagonismo por parte do empresariado local no seu envolvimento em iniciativas de carácter cultural e desportivo, porque podem se tirar vantagens no incremento dos seus negócios e na sua participação como precursores de iniciativas que levem a juventude e a sociedade em geral a primar pela prática desportiva, visando o aprimoramento de uma vida sã

 

 

Na sua alocução, o governador de Gaza enalteceu o papel dos voluntários pela forma disciplinada e abnegada como se entregaram para garantir o sucesso dos trabalhos em Chidenguele e dos atletas da província.

 

 

Uma palavra de apreço vai para os dois atletas de Gaza, destacados para representar o nosso país em tão prestigiada competição internacional, e esperamos que com o seu trabalho, dedicação e empenho, possam atingir níveis que nos possam orgulhar”, afirmou.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:15
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Quinta-feira, 22 DE Setembro 2011
Atletas

OS atletas moçambicanos que conquistaram medalhas de prata nos X Jogos Africanos Maputo-2011 irão receber, cada um, o montante de 100 mil meticais, a ser pago pelo Governo, à luz do estabelecido no Regulamento de Premiação Desportiva em vigor no país desde Dezembro de 2006.

 

Trata-se dos jogadores da Selecção Nacional de Basquetebol masculino, do barreirista Kurt Couto, do atletismo, da nadadora Mirian Corsini, e das integrantes da equipa de karate, designadamente Marisa Macie, Lina Mucavele e Pu Ping.

Por seu turno, e de acordo com a mesma legislação, os medalhistas de bronze terão um prémio pecuniário de 50 mil meticais cada.

 

 

Este valor cabe a Watch António e Cremildo Artur, boxe; Luís das Mercês, Eric Santos e Eddie Santos, karate; Maria Mabjaia, vela; Maria Elisa Muchavo, atletismo para pessoa portadora de deficiência; Kelvin Viriato, taekwondo; Vânia Vilhete, xadrez; Mussá Tualbudine e Joaquim Lobo, canoagem.

 


O Regulamento de Premiação Desportiva prevê, em relação aos treinadores, um acréscimo de 25 porcento sobre o valor a ser pago aos atletas, e 25 porcento para os treinadores-adjuntos.

 

 

Mas, para que o Governo, através do Ministério da Juventude e Desportos, proceda à premiação dos medalhistas é necessário que as respectivas Federações Nacionais accionem os mecanismos previstos na legislação, nomeadamente um requerimento a solicitar tal pagamento, fazendo referência à competição em que os mesmos tomaram parte, no caso vertente, Jogos Africanos.

 

 

Esta documentação deve ser acompanhada da homologação do resultado pela entidade responsável pela prova, que é a Confederação Africana da modalidade em causa, para além da lista nominal de todos os integrantes da selecção e sua função na mesma.

 

 

Recorde-se que para a Olimpíada continental a medalha de ouro é premiada com o montante de 250 mil meticais.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 11:27
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Voluntários (A. Marrengula)

EM qualquer parte do mundo e em qualquer competição de grande magnitude eles são imprescindíveis, apesar de, regra geral, serem a parte oculta da competição propriamente dita. Eles estão em todo o lado. Servem de guias e intérpretes, auxiliam as delegações, os jornalistas, os turistas e até o público. Estão nos locais dos jogos, nos transportes, na residência dos atletas e nos hotéis dos oficiais. Convivem com os atletas e o seu sorriso simpático e a solicitude que se lhes impõe fazem com que mereçam a admiração de toda a gente.

 

Na hora do encerramento dos Jogos Africanos ninguém se esqueceu do seu papel fundamental. Eles são jovens, a maioria estudantes, que com o seu trabalho quiseram – e conseguiram – contribuir para o sucesso do evento. Referimo-nos aos voluntários. Aos milhares de voluntários que diariamente, de manhã até à noite, calcorreavam os vários locais relacionados com o acontecimento, oferecendo o seu saber e inteligência para que tudo decorresse dentro da normalidade.

 

 

Alguns até, provavelmente, nem chegaram a presenciar as competições, porque os seus postos de trabalho, como por exemplo a Vila Olímpica, restaurante dos atletas e hotéis dos oficiais, não lhes permitiam que pudessem arregalar a sua vista com as peripécias desportivas dos participantes. Porém, nem com isso se sentiram à margem desta grande festa continental, pois Jogos Africanos não são apenas competições, mas também um vasto conjunto de actividades e realizações que servem de suporte para que as competições realmente aconteçam.

 

 

No domingo, no Estádio Nacional do Zimpeto, foi bonito e gratificante ver aquele mar de voluntários a desfilar, na mesma pista em que desfilaram os atletas, sob uma forte ovação do público, em sinal de reconhecimento da sua missão. Tratava-se de uma vénia merecida para quem, sem ser actor directo de todo o processo dos Jogos, a sua presença, no entanto, assumia uma importância primordial.

 

 

No seu discurso, o Presidente da República não se esqueceu de um “muito obrigado” aos voluntários, nacionais e estrangeiros, estendendo, o Chefe do Estado, o seu reconhecimento, igualmente, ao pessoal do protocolo, às Forças de Defesa e Segurança, motoristas, cozinheiros e serventes. Armando Guebuza agradeceu, também, aos patrocinadores, cuja contribuição foi decisiva para a realização dois Jogos Africanos.

 

 

O mesmo foi referenciado pelo presidente do Conselho Superior do Desporto de África, Leon Alfred Opimbat, quando, na sua intervenção, disse que o trabalho dos milhares de voluntários conferiu o brilho e o êxito à Olimpíada continental.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:17
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Quarta-feira, 21 DE Setembro 2011
Moçambique vs Nigeria

A CONQUISTA de medalhas, aliada ao facto de o país dispor agora de um parque infra-estrutural novo, moderno e dentro dos padrões internacionais, mercê do investimento do Governo para os X Jogos Africanos, vai impulsionar o desporto nacional e será um factor de motivação para os atletas.

 

Esta ideia é partilhada pelos medalhistas moçambicanos na Olimpíada continental, que, satisfeitos e orgulhosos com a sua conquista, prometem, doravante, aplicar-se ainda mais na sua actividade, até porque, segundo sustentam, depois de o país ter organizado o evento a um nível invejável, na próxima edição dos Jogos Africanos, Brazzaville-2015, a responsabilidade sobre os nossos atletas será acrescida.

 

 

Por exemplo, em relação ao basquetebol, no qual a selecção masculina ganhou a medalha de prata, Fernando Manjate, capitão da equipa, e Octávio Magoliço, entendem que, apesar de inicialmente as atenções do público terem estado viradas para os femininos, em virtude do seu historial em África, eles conseguiram superar todas as barreiras e demonstrar que afinal têm potencial.

 

 

Deste modo, realçam, Moçambique, em masculinos, também passará a ser respeitado no continente, pois o que fez nos Jogos Africanos foi simplesmente maravilhoso, considerando que, à partida, não figurava no grupo dos candidatos aos lugares do pódio.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:26
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Octávio Magoliço

TODOS estavam com as atenções viradas para os femininos, mas nós demonstramos que com muito trabalho podemos ir longe”, disse Octávio Magoliço, medalha de prata no básquete.

 

Magoliço lamentou o facto de não ter sido possível conquistar o ouro. “Foi pena não termos ganho o ouro, mas estivemos muito bem. Penso que todos moçambicanos estão felizes com a nossa prestação”.

 

 

Questionado sobre o segredo do sucesso, o poste, respondeu: “Estamos a fazer um trabalho de base. Corrigimos alguns erros já no Africano em Madagáscar onde jogamos com selecções de alto nível. Encaramos esta competição mais confiantes e chegamos a final com todo mérito”.

 

 

Magoliço afirmou que as outras selecções africanas passarão a respeitar-nos. “No último Campeonato Africano, em Madagáscar, equipa anfitriã, escolheu Moçambique para fazer o jogo de estreia, pensando que era a mais acessível, mas penso que a partir de agora creio que mais nenhuma selecção vai escolher Moçambique para começar a prova.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:13
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Fernando Manjate

A UNIÃO e a crença foram a principal receita para conseguirmos a medalha de prata. Ninguém acreditava que pudéssemos alcançar este feito, mas acreditamos em nós, no nosso potencial, e de acordo com aquilo que era o valor dos nossos adversários trabalhamos e conseguimos surpreender”, Fernando Manjate.

 

Fernando Manjate, mais conhecido por Nandinho no mundo desportivo, sublinhou que o nível de jogo exibido no Campeonato Africano em Madagáscar deu-lhes força e confiança. “Já no Campeonato Africano tínhamos estado bem. A jogar em casa com o apoio do nosso público tínhamos em mente que teríamos que lutar por uma medalha”.

 

 

Disse que o facto de ninguém acreditar na conquista de uma medalha por parte da equipa masculina fez com que o grupo se engrandecesse e jogasse para provar a eles mesmos que era possível subir ao pódio, um feito em princípio inalcançável.

O base-extremo frisa que após este feito, os responsáveis pela modalidade devem fazer um esforço redobrado.

 

Cabe a quem de direito investir um pouco mais de modo a manter-se este nível, porque doutra forma podemos voltar à estaca zero”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:08
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Maria Elisa

SINTO-ME muito feliz por fazer parte dos atletas medalhados. Esforcei-me muito para conseguir conquistar o bronze. Em certo momento da corrida senti que era possível chegar a medalha de prata ou mesmo de ouro, mas não foi possível”, disse Maria Elisa visivelmente satisfeita pelo sucesso.

 

 

Afirmou ainda que sendo a sua primeira experiência internacional foi uma excelente estreia. “Foi a primeira vez que participei numa prova com esta grandeza e não podia ter uma estreia melhor. A medalha de bronze vem dar-me forças para continuar a treinar com o mesmo empenho”.

 

 

Maria Elisa mostra-se satisfeita por ter dado uma medalha ao país e felicita ao Governo por ter se esforçado para que fosse preparar-se em Portugal, um estágio que acabou sendo fundamental para atingir o sucesso.

 

 

Tive um estágio em Portugal. Foi fundamental para ter uma boa prestação nos Jogos Africanos”, ajuntou, frisando o facto de ter melhorado a sua marca pessoal.

 

 

Daqui para frente, Maria espera que as pessoas responsáveis pelo atletismo continuem a investir para que os atletas nacionais possam competir mais vezes em provas internacionais.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:01
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Cremildo Artur

FOI um bom desempenho. A preparação que tivemos em Cuba deu-nos ritmo competitivo e confiança”, Cremildo Artur, medalha de bronze no boxe.

 

 

Cremildo acredita que o estágio naquele país, com uma forte tradição no boxe, foi determinante para o sucesso. “Temos que agradecer o estágio fora do país. Fomos adquirir mais experiência e isso permitiu-nos enfrentar os adversários dos outros países com maior segurança”.

 

 

Cremildo Artur considera que o pugilismo moçambicano subiu de nível, mas ainda há muito trabalho pela frente. “Temos que trabalhar mais para que possamos atingir um nível superior a este. O boxe deve merecer uma maior atenção da parte dos dirigentes”.

 

 

O pugilista agradece o facto de já existir um ringue, mas frisa que não pode ser visto como um equipamento básico para o desenvolvimento da modalidade. “Temos o ringue, mas não iremos treinar sempre nele. Precisamos de um ginásio apetrechado para o boxe”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:56
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