Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 16 DE Abril 2018

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Ela não usa insígnias, os distintivos são-lhe atribuídos pelo seu “exército”, o mesmo que legitimou a tão prestigiante categoria. A sua voz de comando coloca em sentido os homens por si comandados e que já venceram inúmeras batalhas. E mais: não é uma “general na reserva”, chama a si o título de melhor artilheira de Sofala e uma das melhores a nível nacional.

 

Regina Amadeu Veloso. Este nome deve lembrar-te alguém, pois não?

 

É isso, não é mera coincidência, ela é irmã das atletas Palmira (que se lançou no basquetebol pelo Estrela Vermelha, depois passou pelo Ferroviário, ambos da Beira, e hoje representa a equipa feminina de futebol de Cocorico de Sofala) e Sílvia Veloso (base/extremo transferida em Agosto do ano passado do Ferroviário da Beira para o Seward Country Community College dos Estados Unidos da América).

 

A caminho dos 23 anos de idade, a serem celebrados em Outubro próximo, Regina é uma das mulheres que orgulha o desporto nacional e, por que não, a mulher moçambicana, que neste mês comemora a sua data. Arriscamo-nos a dizer que é a primeira mulher (jovem) a conquistar o segundo lugar do campeonato nacional treinando uma equipa masculina. Ademais, é melhor marcadora do Campeonato Provincial de Sofala, com uma média de 20/25 pontos. Ela é jogadora da equipa do Conselho Municipal da Beira (CMB) e treinadora de juvenis da equipa masculina do mesmo clube.

 

Deanof Potompuanha

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 14:28
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Sexta-feira, 06 DE Abril 2018

Vania Sengo .jpg

 

A basquetebolista moçambicana Vânia Sengo integra a selecção feminina do norte de Portugal para o "All Star Game", embate a ter lugar sábado, as 16h00, em Albufeira.

 

Sengo, que se tem destacado no Olivais de Coimbra, faz parte da listas de 12 jogadoras escolhidas pelos adeptos, através de uma votação ‘online’ disponível no site e Twitter da Federação Portuguesa de Basquetebol.

 

Vânia Sengo brilhou, no passado dia 10 Março, no embate das meias-finais da 55ª edição da Taça de Portugal feminina de basquetebol a contabilizar 17 pontos e oito ressaltos, mas não evitou a derrota da sua equipa diante da A Associação Desportiva de Vagos, por 72-63.

 

"Para ser sincera, não esperava ser convocada. Parece que chegou a fase mais esperada pela maioria dos atletas, o ALL STAR, e um terror para alguns porque é uma responsabilidade e, depois, aquele publico todo", disse Sengo ao "O País".

 

A basquetebolista frisou, por outro lado, que um dos objectivos "é me divertir" e depois "aproveitar a experiência" pois "nunca se sabe quando é que vamos voltar a ter a mesma e espero que seja giro".

 

Olhando para a temporada 2017-2018, Sengo diz que "ao nível individual, o balanço é muito positivo", mas em termos colectivos "não foi tão positivo mas sempre fomos competitivas até ao fim e, infelizmente, na época das decisões, o clube passou por uma fase em que tínhamos quatro atletas muito importantes lesionadas e uma por operar", lamentou Sengo. Esta situação, prosseguiu a basquetebolista, "condicionou para a qualificação para os play-offs".

 

Para além de Sengo, fazem parte da lista de eleitas Inês Faustino (AD Vagos), Joana Canastra (AD Vagos), Raphaella Monteiro (União Sportiva), Isabel Costa (Académico Porto) e Letícia Rodrigues (União Sportiva), Felicité Mendes (União Sportiva), Bárbara Falcão (V. Guimarães), Gabriela Raimundo (Ovarense), Vânia Sengo (Olivais Coimbra), Joana Rochete (Olivais Coimbra), Sara Djassi (União Sportiva) e Khadija Whittington (AD Vagos).

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 10:30
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Quarta-feira, 28 DE Março 2018

 

Voilà. Sílvia Amadeu Veloso, talentosa base-armadora moçambicana, continua a maravilhar nos EUA. Ontem, foi nomeada uma das cinco melhores jogadoras da região VI dos colégios nos EUA juntamente com Mollie Mounsey, sua colega nas “Lady Saints”. Ou seja, Veloso integra a primeira equipa da região VI da NJCAA.

 

Para tanto, contribuíram as notáveis exibições da antiga jogadora do Ferroviário da Beira que terminou com 118 roubos de bola, média de 3.4 por jogo.

 

De resto, documentam as estatísticas das “Lady Saints”, esta a é a sétima melhor marca em uma época no Seward County Community College.

 

Ademais, a medalha de bronze pela selecção nacional de basquetebol no “Afrobasket” de sub-18, no Cairo, Egipto, obteve média de 8.1 pontos, 3.9 ressaltos e 3.9 assistências por jogo.

 

Mollie Mounsey foi a segunda atleta com maior pontuação na região com 18.9 pontos por jogo.

 

Mounsey foi indicada jogadora mais valiosa da “Conferência Jayhawk” pelo segundo ano consecutivo.

 

Mounsey tornou-se, deste modo, na primeira atleta das “Lady Saints” a ser nomeada duas vezes a “All-Region” desde que Rachel Barnes conseguiu este feito em 2009 e 2010. Mounsey terminou sua carreira com 1.360 pontos, segunda mais na história de Seward County.

 

O Seward County Community College foi a única equipa a colocar duas jogadoras na primeira equipa de todas as regiões.

 

Mounsey foi a única atleta de todas as regiões de 15 jogadores nomeadas para as equipas da “All-Region”.

 

Para além de Sílvia Veloso e Mollie Mounsey, foram noemadas Ericka Mattingly, de Butler, Jada Mickens, de Hutchinson, e Kaitlyn Potter, de Cowley, completaram o “All-Region First Team”.

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 11:37
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Quarta-feira, 14 DE Março 2018

 

Modo activo: brilhar. É, por estas alturas, o estado de Sílvia Amadeu Veloso, moçambicana que “navegou” o Chiveve, cruzou o atlântico e  “atracou” no Texas,  precisamente no Seward County Community College (SCCC).

 

Bastaram, e o passado das moçambicanas nesta instituição a inspirou certamente,  alguns meses para se (a)firmar como principal base-armadora das “Lady Saints” e merecer distinções.

 

Pois é: Sílvia Amadeu Veloso, a franzina e craque basquetebolista, foi nomeada há dias para a “1º st Team All-Conference for the Jayhawk Conference”, o equivalente a equipa ideal da conferência  Jayhawk.

 

A indicação aconteceu a 7 deste mês, um dia depois do Seward County Community College ter  vencido o “Torneio da Região VI”, após uma vitória sobre o Independence Community College, por 59-47.

 

Em dia de consagração e, porque não dizê-lo (?), de (re)afirmação do seu potencial, Veloso contribuiu com 10 pontos durante os  34 minutos em que esteve na quadra.

 

A “point guard”, refere o sítio do SCCC, revelou-se uma “grande defensora e determinante” nas “Lady Saints”,  tendo terminado a temporada com 113 roubos de bola, média de 3.4 “steals” por jogo.

 

Perfeito, os registos apontam que esta é a sétima melhor marca de roubos de bola numa temporada no Seward County Community College na sua história.

A sua “relação” com a pontuação é exemplar: 260 pontos, perfazendo uma média de 7.9 pontos por jogo.

 

 Boa, diga-se, a sua percentagem de lançamentos livres é de 64.4 %, enquanto os lançamentos de campo situam-se nos 53.7 %.

 

Mas há mais, em termos de números, desta atleta que foi medalha de bronze com a selecção nacional de basquetebol sub-18, no Africano de 2016, no Cairo, Egipto. Veloso colectou 126 ressaltos, média de 3.8/jogo e fez 131 assistências (média de 4.0 assistências/jogo) e  28% ao nível do tiro exterior.

 

Para além de Sílvia Veloso, a americana Mollie Mounsey foi indicada para a primeira equipa da conferência.

 

Esta terminou a temporada com uma média de 19.0 pontos por jogo, superando a marca de 1000 pontos na sua carreira.

 

Mollie Mounsey obteve médias de 48.8 % (lançamentos de campo), 44.2 % nos lançamentos exteriores, 88.3 %  (lançamentos livres) e 4.4 ressaltos por jogo e 2.6 assistências.

 

Sonho de jogar na WNBA

 

Reza a história do basquetebol moçambicano que apenas, e apenas mesmo, uma atleta disputou a ambicionada e fantástica WNBA, versão feminina da NBA, Liga Profissional de Basquetebol dos EUA. Seu nome? Clarisse Eulália Machanguana, super-profissional tratada carinhosamente por “Match” na terra do Tio Sam. Ela, Clarisse Machanguana, que partiu da União de Santarém (Portugal) para a universidade de Old Dominion e depois selecionada no “draft” da WNBA, em 1999, pelas Los Angeles Sparks, tendo depois representado as Charlotte Sting e Orlando Miracle.

 

Um grande exemplo para as novas gerações que pretendem atingir o seu nível.  E, um dos novos valores do basquetebol moçambicano que não só a admira como também quer singrar nos EUA, é a extremo-base Sílvia Veloso que se tem evidenciado no Seward County Community College.

 

Fã confessa de Machanguana, a atleta disse, antes de rumar aos EUA,  que vai lutar para um dia concretizar o sonho de jogar na WNBA. “ Estou muito feliz. É uma oportunidade muito grande que eu tenho para apreender ainda mais sobre o basquetebol e evoluir visto que, os EUA, são uma referência. É um sonho que vou realizar. Agora, vou lutar para alcançar um dos meus grandes sonhos que passa por jogar na WNBA”, começou por dizer Veloso. E nós acrescemos: sonhe, sonhe...

Foco, disciplina e trabalho.

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 12:10
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Segunda-feira, 12 DE Março 2018

 

Leia “Tanucha” Dongue e Tamara Seda lideran a lista de mais de 20 atletas de basquetebol evoluindo nos EUA, Espanha e Portugal. Esta legião faz acreditar que as Selecções Nacionais podem conhecer dias melhores. Todavia, grande parte dos atletas tem compromissos académicos, o que pode dificultar a sua cedência.

 

Tanucha, que há poucos meses assinou pelo Gernika Bizkaia, da I Liga espanhola, é, sem dúvidas, a principla referência do basquetebol nacional na actualidade. A sua transferência ao campeonato espanhol não constitui novidade.Já em 2016, aproveitando o defeso angolano – estava ao serviço do 1.º de Agosto – Leia Dongue assinou um contrarto de três meses com o Al-Qázeres Estremadura, da II Liga espanhola. A duas vezes MVP (jogadora mais valiosa) de África assinalou 12 pontos nos 13 minutos erm que esteve em campo na sua estreia, numa partida em que a sua então equipa perdeu por 64-66, na deslocação a Araski AES.

 

No jogo que decidiu a ascensão de Al-Qázeres à I Liga espanhola diante do Fundal Alcobendas (73-65), a internacional moçambicana foi a “cestinha” do encontro, ao somar 25 pontos – nos primeiros cinco minutos já havia amealhado 12 pontos –, terminando o primeiro período com 15 dos 20 pontos da sua formação. Tanucha ainda conseguiu oito ressaltos e dois triplos. Estes números, ajuntados com as suas inequívocas prestações em provas nacionais e internacionais, foram decisivos para que Gernika contratasse a poste moçambicana ao 1.º de Agosto de Angola, depois de lá estar por cinco épocas.Leia foi igualmente desejada na Turquia, Sérvia e França.

 

A nova equipa de Leia Dongue, que geralmente participa da EuroLiga – agora se encontra no grupo G, juntamente com Basket Landes (França), Spar Citylift Girona (Espanha) e VBW CEKK Cegled (Hungria) – na última temporada(2016/17), terminou a fase regular em 3.º lugar, tendo, por isso, o acesso aos quartos-de-final da prova, onde foi eliminado pelo Lacturale Arask.Na época 2015/16 ocupou o sexto lugar, a mesma posição conquistada na época 2014/15, período em que ascendeu à Liga.

 

Com 22 anos de existência, Gernika Bizkaia está localizada na cidade de Bilbao. Acatualmente com 22 jogos disputados, com 11 vitórias e igual número de derrotas, contabiliza 33 pontos, numa prova composta por 14 equipas.

 

Fisicamente muito forte e com 1,86m, Tanucha possui um forte jogo interior, é rápida e com bons complexos ofensivos, para além de apresentar uma boa capacidade de marcar cestos à média e longa distâncias.

 

Dongue foi formada no Grupo Desportivo de Maputo, onde teve como mentor o treinador Nasir “Nelito” Salé, com o qual conquistou dois troféus da Taça dos Clubes Campeões Africanos (2007 e 2008) e juntos voltaram a conquistar a mesma prova em 2012, pela Liga Desportiva de Maputo.

 

Deanof Potompuanha

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 13:50
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Quarta-feira, 07 DE Março 2018

 

O internacional basquetebolista moçambicano, Nelson Jossias, irá representar, nas próximas duas temporadas, o Olivais de Coimbra de Portugal, da primeira divisão. "Snoop" regressa, desta forma, a Portugal onde, na temporada passada, esteve em bom plano ao serviço do Imortal Basket, juntamente com Milton Caifaz.

 

Em conversa com "O País", Nelson Jossias disse que o objectivo passa por ajudar a equipa a "apurar-se para a Proliga". O melhor ressaltador da Liga Nacional de Basquetebol, em 2015, disse ainda que pretende "manter a sua forma para continuar a ser chamado para a selecção nacional" que, em Junho, irá disputar a segunda fase das eliminatórias do grupo "D" para o Mundial 2019.

 

Lembre-se que o jogador fora convocado para a selecção nacional que disputou a primeira fase em Maputo, mas a lesão contraída no joelho acabou o afastando da prova.

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 13:06
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Quarta-feira, 14 DE Fevereiro 2018

 

As basquetebolistas moçambicanas Ester Gomes (Ferroviário de Maputo) e Carla Budane (Sport Algés e Dafundo) vão representar Moçambique na 4ª edição do Basketball Without Borders Global (BWB Global), a ter lugar de 16 a 18 de Fevereiro, em Los Angeles (EUA), indica um comunicado enviado à nossa redacção.

 

O evento, já baptizado de encontro das futuras estrelas do basquetebol internacional, é fruto de uma parceria entre a NBA e a FIBA, e vai juntar o top 65 de atletas sub18 oriundos de 36 países do mundo.

 

Ester e Carla estiveram em destaque na última edição do Basketball Without Borders Africa (BWB Africa), que decorreu de 2 a 5 de Agosto em Joanesburgo, na África o Sul. Ester Gomes foi eleita a Melhor Jogadora do Campo (Camp MVP), e Carla Budane a Jogadora Mais Valiosa do All Star Game (All Star Game MVP).

 

O Basketball Without Borders (BWB) é um programa para o desenvolvimento do basquetebol e sua disseminação pelas comunidades de vários países. Foi criado pela NBA e FIBA e desde a primeira actividade, em 2001, já alcançou mais de 2780 jovens atletas de 134 países, dos quais 46 foram indicados para o draft da NBA (evento anual no qual as equipas podem recrutar jogadores que são elegíveis para ingressar na liga).

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 10:08
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Segunda-feira, 22 DE Janeiro 2018

 

Há duas semanas nos Estados Unidos da América, mais concretamente no Estado Federal de Kansas City, Stefânia Chiziane, 21 anos, ou Papelão para quem o basquetebol assim a apelidou, vive os primeiros dias dos tantos que terá para a concretização dos seus sonhos: formar-se numa das áreas em Administração e o jogar basquetebol ao mais alto nível. Uma auto-inspiradora, a atleta não se coíbe de afirmar que quer triunfar para um dia voltar a ajudar o seu Ferroviário de Maputo, a Selecção Nacional. Só dessa forma é que poderá retribuir os que a ajudaram a chegar onde está!

 

É das últimas atletas a ganhar uma bolsa para estudar e jogar basquetebol nos Estados Unidos da América, EUA, onde também evoluem Tamara Seda (Utep Miners), Clitan de Sousa (Oklahoma City), Neyd Ocuane (Utep Miners), Sílvia Veloso (Seward County), Noémia Massingue (Masters School), as irmãs Carla e Vilma Covane (Seward County Saints).

 

Papelão, como que a responder à sua massa fina, e a quem Ernesto Nhalungo ou simplesmente Coach Doggy assim a apelidou, ou Stefânia Chiziane do nome do BI, junta-se à lista da nova geração de basquetebolistas nacionais a acturem nos diversos colégios dos EUA, alguns deles onde tambem passam Ana Flávia, Deolinda Ngulela, Júlia Machaieie, Amélia Gune, Ilda Chambe, Vaneza Júnior, Nádia do Rosário, entre outras, que voltaram astutas e formadas, dando grande contributo à Selecção Nacional e, actualmente, servindo o país em outras áreas de saber. No entanto, Clarisse Machanguana foi e continua a ter o recorde, indubitavelmente, deporta-bandeira de basquetebolistamoçambicana a chegar na tão prestigiosa e difícil liga americana de basquetebol feminino, a WNBA.

 

– Há praticamente duas semanas no HighlandCommunity College, em Kansas City, já se sente adaptada à nova realidade?

 

– Felizmente está correr tudo muito bem, fui bem recebida e inclusive já estou integrada na equipa. Até ao momento já realizei três jogos e pude provar que posso ser uma mais-valia para o grupo. As minhas novas colegas são excepcionais, sabem que estou numa fase de adaptação e têm dado todo o apoio possível para que eu não sinta muitas dificuldades. A língua tem sido o grande obstáculo mas estou em aulas intensivas, com a ajuda do meu treinador mas principalmente no meu colégio.

 

Gilberto Guibunda

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 12:18
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Terça-feira, 16 DE Janeiro 2018

 

A base Onélia Mutombene rescindiu com o Ferroviário de Maputo na última semana e esta tarde  parte para a Espanha, onde terá a missão de liderar o Deportivo Promete, da II Divisão (basquetebol). Em entrevista exclusiva ao desafio, a atleta, de 27 anos, garantiu que foi contratada para assumir a equipa, que também milita na I Divisão.

 

O interesse da formação espanhola iniciou na fase final da Taça dos Clubes Campeões Africanos no ano passado, na cidade angolana de Luanda. Gisela Vega, poste, reforçou a equipa “locomotiva” na eliminatória e na fase final da Taça dos Clubes teria enviado um vídeo ao agente (Nico, da Agência Prodep, a mesma de Leia Dongue) e ele acompanhou o jogo da meia-final. Tendo gostado das exibições da base tratou de entrar em contacto com o treinador e de seguida apresentou a proposta à atleta.

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 11:09
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Quinta-feira, 30 DE Novembro 2017

 

Porque África há muito se curva ao seu talento, Leia “Tanucha” Dongue foi pelo quarto ano consecutivo (2014, na Tunísia; 2015, em Angola; 2016, em Maputo; e 2017, em Angola) eleita para o cinco ideal da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos.

 

Com uma particularidade, desta vez: única jogadora africana indicada para o cinco ideal da 23ª edição do campeonato africano de clubes, prova havida no multiusos do Kilamba.

 

No estrado montado no centro do multiusos do Kilamba para albergar as cinco melhores, subiram ao mesmo a prestativa poste americana Alicia Devaughn, ela que foi nomeada melhor jogadora (MVP); Gizela Vega, a hispano-argentina do Ferroviário de Maputo; Italee Lucas, espectacular base-armadora do Interclube que esteve baixo do seu real valor; e Dominique Wilson, fabulosa base-armadora americana do First Bank.

 

Eu já não espero. Sou aquele por quem se espera”, escreveu Agostinho Neto, poeta e primeiro presidente de Angola

 

E este é o caso de Tanucha, ela é tal por quem se espera!
Para os críticos da modalidade da bola ao cesto ficou sensação de que a explosiva poste moçambicana, e justificava-se, devia ter sido eleita jogadora mais valiosa (MVP) da competição.

 

Não, e não mesmo, se cingindo apenas ao duplo-duplo (23 pontos e 10 ressaltos) arrancando na final em que o D’ Agosto venceu o Ferroviário de Maputo, por 61-55.

 

Foi regular durante toda prova! Mandou nas tabelas!


Com médias de 15.7 pontos/jogos, Tanucha não só foi determinante para a conquista do terceiro título continental de clubes do D’ Agosto, como também terminou a prova como terceira melhor marcadora.

 

Primeiro, dar os parabéns ao Ferroviário de Maputo porque é uma grande equipa. Vencemos porque trabalhamos para tal”, disse ao “O Pais” no final do jogo.

 

E prosseguiu: “foi um bom jogo para nós. Quero parabenizar as minhas colegas, a equipa técnica e direcção do clube que tudo fez para conquistarmos o título”, frisou, radiante.

 

Adiante, a basquetebolista moçambicana ajuntou que “desde Gaberone, Botswana, que demos o nosso melhor para conseguirmos chegar ao título. É uma conquista merecida”.

 

Quatro títulos! é obra!


Esta miúda só sabe ganhar! Um ano depois de ascender ao escalão sénior, em 2008, Tanucha conquistava a sua primeira Taça dos Clubes Campeões Africanos pelo agora moribundo Desportivo.

 

Em Nairobi, Quénia, precisamente no ginásio Nyanyo, a craque viu a águia a colocar-se no pico do Kilimanjaro! Numa final bem disputada, o Desportivo, então orientado por Nazir “Nelito” Salé, derrotou o D’ Agosto por 70-63, com a americana Yolanda Jones e Aleia Rachide a contribuírem com 27 e 17 pontos, respectivamente.

 

Faziam parte da brilhante formação “alvi-negra” Anabela Cossa, Cátia Halar, Deolinda Ngulela (nomeada MVP), Tânia Wachene, Aleia Rachide, Licka Sy, entre outras.

 

Em 2012, nova conquista! Em Abidjan, Costa do Marfim, Tanucha vestiu as cores da extinta Liga Desportiva e ajudou a equipa a derrotar na final o Interclube, por 53-43.

 

Nesta prova, fez, igualmente, parte do cinco ideal, juntamente com as compatriotas Clarisse Machanguana, MVP, e Deolinda Ngulela.

 

Anabela Cossa, Aya Traore, Cátia Halar, Clarisse Machanguana, Deolinda Ngulela, Filomena Micato, Ingvild Mucauro, Jazz Covington, Leia Dongue, Odélia Mafanela, Rute Muianga e Valerdina Manhonga assinaram o quinto título africano de clubes conquistado por um clube moçambicano. De resto, e consta no registo da FIBA-Africa, em 2014, em pleno Salle Olympiqye Raed Bejaoiu, em Sfax, Tunísia, fez estragos e chamou a si o título de melhor jogadora (MVP) e melhor marcadora com média de 21.7 pontos/jogo. No jogo da final, em que a sua equipa perdeu com o Interclube (75-74), arrancou 26 pontos e nove ressaltos e…”simply the best”.

 

Patriotismo rima com profissionalismo


Se a 19 de Novembro - na final da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol -Tanucha, com 23 pontos e 10 ressaltos (duplo-duplo), fez exultar o técnico do D’ Agosto Jaime Covilhã ao liderar as “militares” ao terceiro título, o mesmo não se pode dizer do que fez a 25 de Agosto quando “tramou” o mesmo em Bamako, no Mali.

 

Trocado em miúdos: nos quartos-de-final do “Afrobasket” 2017, Leia “Tanucha” Dongue contabilizou 27 pontos e liderou Moçambique a uma vitória diante de Angola, por 61-47.

 

Orientada por Jaime Covilhã, seu actual treinador no D’ Agosto, Angola falhou o apuramento às meias-finais do “Afrobasket” e, no final da prova, o mesmo pediu demissão.

 

Ossos de ofício, claro. Mas, acima de tudo, profissionalismo e elevado sentido de patriotismo da atleta.

 

E, fruto da sua performance no “Afrobasket” 2017, Tanucha esteve no cinco ideal com médias de 16.9 pontos, 7.6 ressaltos e 1.6 assistências.

 

MVP da prova, a senegalesa Astou Traore foi também indicada para o cinco ideal com uma média de 21 pontos/jogo, 5.6 ressaltos, 2.3 roubos de bola e 1.3 assistências.

 

Completam o lote das melhores do certame, a americana naturalizada angolana Italee Lucas (15,4 pontos, 5 ressaltos e 2,4 assistências), a nigeriana Evelyn Akator (media de 15,3 pontos/jogo) e a maliana Naignouma Coulibali, melhor ressaltadora do certame.

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 11:21
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