Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 11 DE Novembro 2016

 

O ÚLTIMO domingo foi bastante animado para os amantes do desporto motorizado na cidade de Maputo, estes que desfrutaram de momentos espectaculares com a disputa da quinta (última) prova do Campeonato de “Drag Racing” e que marcou o fim da época.

 

Em causa estavam os títulos das diversas categorias nesta prova de velocidade em que ganha o piloto com o melhor tempo ao segundo nas distâncias de 400 ou 1000 metros.

 

O piloto Faudo Sidique destacou-se nos carros com tracção à frente (FWD normal aspirado com nitrogénio). Aliás, foi o único inscrito no campeonato, portanto com direito a pontuar entre os demais pilotos que participaram nas provas.

 

Já os irmãos Danilo e Dário Serage se juntaram na classe FWD normal aspirado, com o primeiro a sagrar-se campeão, numa categoria em que foram únicos inscritos.

 

Nos carros com tracção atrás (BWD normal aspirado de quatro cilindros), a proeza foi cometida por Farid Cassamo, também único inscrito no campeonato. Cassamo foi também campeão na classe dos BWD turbo de seis cilindros e teve como principal opositor Ricardo Domingues.

 

Nos carros com tracção às quatro rodas (AWD turbo de quatro cilindros) o campeão é Orlando Settimelli. Daniel Ricolino e Dário Serage ocuparam os lugares subsequentes.

 

Por último, António Manuel conquistou a prova de motas de quatro rodas (acima de mil centímetros cúbicos), na qual foi único inscrito.  

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:35
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Sexta-feira, 11 DE Março 2016

 

A ÉPOCA do desporto motorizado abre amanhã a nível da cidade de Maputo, com a disputa da primeira prova de karting, no autódromo do Automóvel & Touring Clube de Moçambique (ATCM).

 

Grande novidade é a reintrodução da classe DD2, que envolve pilotos dos 13 anos em diante, o que tornará o campeonato mais atractivo. A par dos DD2, evoluirão, na ordem decrescente, as classes Max Júnior (13 a 15 anos), Maxterino (7-13 anos) e Cadetes (4 a 7 anos).

 

A particularidade nas três últimas classes é a subdivisão dos Maxterino em duas categorias “A” e “B”. Integram a categoria “A” os que já competem no escalão. A categoria “B” envolve, por seu turno, pilotos que acabam de ascender de cadetes.

 

A decisão de subdividir a classe Maxterino em duas categorias visa, segundo o presidente do ATCM, António Marques, permitir maior competitividade entre os integrantes destes escalões.

 

 Tal como tem sido apanágio, o campeonato será disputado em sete provas, ao fim das quais serão conhecidos os campeões de cada classe.

 

QUATRO CAMPEONATOS E UMA TAÇA NA AGENDA

 

A Direcção do ATCM agendou quatro campeonatos para a temporada que este domingo se inicia. Para além do tradicional Karting, constam no calendário competitivo os torneios de Special Stage, Auto Cross e Drag Racing, para além da Taça Maputo, esta última que tem a particularidade de ser disputada numa única jornada em todos escalões (as classes movimentadas em Karting). A Taça Maputo será a última prova da época e com a particularidade de ser disputada à noite. Aliás, a pista do ATCM conta desde o ano antepassado com holofotes de iluminação e semáforo para assinalar a partida das provas.

 

Entretanto, mais provas constam do calendário divulgado na passada sexta-feira. Destaque vai para o “Polana Rally Clássico”, que regressa às pistas do ATCM, tendo como ponto de partida a vizinha África do Sul. Portanto, é uma prova envolvendo carros com mais de 25 anos e pilotos sul-africanos, associando a competição e diversão (turismo) ao longo do percurso, durante o qual se fazem classificativas para apurar os melhores em várias etapas do trajecto.

 

Para além do Rally, contam-se as provas de Auto-Cross, Special Stage, Drag Racing e Drift. O Auto-Cross, que envolve a mistura de categorias diferentes, designadamente carros 4x4, motas de quatro rodas e duas rodas (motocross); Special Stage – que consiste em troca de posições entre número determinado de carros no ponto de partida e durante determinadas voltas, com a finalidade de apurar aquele que terminar mais vezes em primeiro lugar.

 

Até o ano passado a prova envolvia três carros, que faziam três provas. Mas a organização este ano não vai limitar o número de carros, para além de que a prova consistirá numa grelha que será definida por via de treinos cronometrados e durará oito a 10 voltas. O Drag Racing, que é uma corrida feita numa recta de 400 metros, ao fim do qual se apura o piloto que fizer a distância em menos tempo. A prova é subdividida em seis categorias de carros de turbinados e não turbinados. Por último, o Drift, que consiste em fazer as curvas com o carro atravessado o máximo possível - as curvas são feitas de lado e o carro a deslizar (derrapar) durante duas voltas, apurando o piloto com melhor perícia. 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 12:00
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Quarta-feira, 08 DE Julho 2015

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O PILOTO moçambicano, Laher Maciel, encontra-se desde domingo na Bélgica, onde participará na segunda fase da Academia da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e que consiste numa série de competições entre os melhores seleccionados do mundo nas diversas categorias de karting, nas idades que variam dos 13 aos 17 anos.

 

Laher Maciel (15 anos) faz parte de 51 pilotos que participarão nas classificativas para a final, sob olhar de clubes internacionais de renome que pesquisam talentos.

 

O jovem piloto segue para mais um teste ao fim do qual serão avaliadas as suas potenciais qualidades que poderão lhe colocar na rota para a alta-competição. Aliás, a sua escolha pela FIA faz parte do projecto de prospeção de talentos, depois de uma apreciação preliminar favorável deste que é actualmente campeão da classe Max Júnior.

 

Laher Maciel participa hoje dos treinos cronometrados, em Eindoven, a anteceder a apresentação na Academia e o treino de adaptação à pista nos dois dias seguintes. Participará nas classificativas no dia 11, sendo que o dia seguinte será reservado para repescagem e a final.

 

Recordar que a primeira fase da Academia foi em Junho último, em Zuera, na Espanha.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:39
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Quinta-feira, 05 DE Abril 2012

Layer Maciel, Ariel e Christan Bounché foram os vencedores da primeira prova de Karts

O kartódromo do ATCM na capital do país acolheu no domingo a Primeira Prova do Campeonato de karts e a segunda de Drifts e Special Stage.

No Karts na categoria Max Júnior em Masculino Layer Maciel após vencer duas mangas sagrou-se o vencedor da tarde, enquanto a sua irmã em femininos ocupou a primeira posição.

 

Na categoria Maxs Challenge, a consagração do dia recaiu sobre o piloto Christian Bounché.
Depois vieram as provas de Drift e Special Stage, e como habitual os pilotos não pouparam esforços não só para ganhar assim como para proporcionar aos presentes um verdadeiro show de máquinas.

 

Richart Khan foi o grande vencedor em Drift enquanto Christian Bounché no Special Stage normal e Marco Abreu no Special Stage turbinados.

António Marques, Presidente do ATCM, mostrou-se satisfeito pelo arranque do campeonato dos karts e a segunda competição do Drift e Special Stage.

 

Recorde-se que esta é a segunda vitória de Christian Bounché e Marco Abreu no Special Stage

 

 

Fonte: TIM

publicado por Vaxko Zakarias às 11:18
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Segunda-feira, 20 DE Fevereiro 2012
Drifts

A ÉPOCA do desporto motorizado abre a 26 de Fevereiro corrente, segundo foi anunciado pela direcção do Automóvel e Touring Clube de Moçambique (ATCM), no encontro com os pilotos realizado recentemente na cidade do Maputo.

 
O lançamento da época terá lugar nas instalações doCasino do Hotel e será marcado pela exposição de karts e de carros pelos pilotos.

O calendário desportivo do presente ano comporta cinco provas, nomeadamente Karting, Drifts, Special Stage, Drag Racing e Todo-o-Terreno (4x4). 

 

ACADEMIA DE KARTS JÁ FUNCIONA


A maior novidade é o relançamento da Academia de Karts, que funcionará simultaneamente com as provas oficiais até ao fim da época.

Salientar que a Academia de Karts reabriu no dia 11 deste mês e conta actualmente com seis petizes. O piloto Cristian Bouché, um dos mais experientes em karts, lidera o projecto de formação, cuja finalidade é aumentar o número de participantes nas competições oficiais nos próximos anos. 

 

Antonio Marques

Questionado pela fraca aderência, o piloto elucidou que o número vai crescer nos próximos dias. Anotou que a Academia parou durante muito tempo, facto que justifica a falta de informação sobre a sua reactivação da maioria parte de pessoas interessadas pela formação em karts. 

 

Fizemos no passado demonstrações nalgumas escolas e alguns encarregados de educação interessaram-se em ver os seus filhos na Academia. Creio que o número de inscritos vai crescer nos próximos dias”, comentou. 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:53
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Quarta-feira, 16 DE Novembro 2011
Eurico (Iço) Gonçalves

O PORTA-VOZ dos clubes filiados na Federação do Desporto Motorizado de Moçambique (FDMM) e vice-presidente pela região centro daquela agremiação, Eurico (iço) Gonçalves disse em entrevista ao nosso Jornal, na Beira, que neste momento não existe qualquer crise na modalidade e muito menos com a respectiva federação.

 

Para ele, que reagia aos recentes pronunciamentos de Alisson Ayob, presidente da Federação Moçambicana do Desporto Motorizado (FMDM), o que existe é a má interpretação sobre o Regulamento da Lei do Desporto, particularmente o artigo 77, que versa sobre as federações.

Manifestou a sua satisfação pelo facto de, depois de muito tempo passado com várias tentativas para a constituição de um organismo visando dirigir o desporto motorizado ter, finalmente, acontecido o que chamou de ‘’coragem’’ por parte do Ministério da Juventude e Desporto em entregar os destinos da modalidade a um conjunto de clubes e associações para a sua promoção.

 

 

‘’Nós achamos que neste momento não há qualquer coisa relacionada com a tão propalada crise no desporto motorizado. Na verdade, existe uma federação do desporto motorizado (FDMM) a qual integra nove clubes em representação de todo o país os quais estão em operação e a movimentarem as provas normalmente nas respectivas regiões. Quando digo que não há crise é porque a FDMM integra os principais sujeitos do desporto motorizado e quem deve estar em crise neste momento é a dita Federação Moçambicana do Desporto Motorizado (FMDM), sobretudo porque não integra nenhuma associação nos seus órgãos sociais, ou seja, os clubes’’- explicou Ico.

 

 

O vice-presidente da FDMM disse que há alguma desinformação que está sendo passada aos amantes do desporto, sobretudo o desporto motorizado porque o que se pretende passar é a eventual legalidade ou não da dita FMDM. Referiu que há quem defenda que 11 pessoas singulares possam ir a Conservatória e fazerem a inscrição de uma federação o que contrasta com Lei do Desporto, particularmente no Regulamento da Lei onde os Decretos são claros quanto a esta matéria.

 

 

Citou o exemplo dos Decretos 3/2004 de 29 de Março e 41/2008 onde se notam claramente os dispositivos atinentes a esta matéria. Ou seja, não se abrem espaços para que pessoas singulares possam, por si, formar uma federação mesmo que esteja agrupada em número de 11 como foi o caso.

 

 

No dizer de Gonçalves, o Governo aligeirou a criação de federações por entender que havia algumas dificuldades nalgum momento dizendo que núcleos desportivos ou clubes desportivos são pessoas colectivas de direito privado que devem constituir uma federação e nunca em nenhum momento se refere a pessoas singulares.

 

 

O que está a acontecer é que nesta federação liderada por senhor Ayob, eles aproveitaram-se da desatenção de alguém do Ministério da Juventude e Desporto, bem como do Ministério da Justiça e os Estatutos que eles propuseram passaram com a respectiva aprovação contra os princípios que regem as normas da Lei sobre o Desporto no país’’’- aclarou a nossa fonte.

 

 

Eurico Gonçalves acredita, no entanto, que tal procedimento tenha sido mesmo “por desatenção’’ e não por qualquer ‘’objectivo oculto’’ de pretender legalizar de forma deliberada este erro, uma vez que os interesses da Lei estão acima dos de um grupo de indivíduos. Para ele, quem errou neste processo tem a oportunidade de dar a mão à palmatória e corrigir o erro para o bem do desporto e, além disso, para que das próximas vezes este tipo de situações não volte a verificar-se no nosso desporto.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:51
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Alisson Ayob

O porta-voz dos clubes que impugnaram a criação da FMDM mostrou-se bastante agastado com os pronunciamentos de Alisson Ayob entre os quais de que a nova Federação do Desporto Motorizado de Moçambique é constituída por pessoas sem escolaridade, o que designou de ‘’analfaburros’’.

 

 

Disse que, contrariamente a isso, a auto-intitulada federação liderada por Ayob é que está desprovida de especialistas do desporto motorizado, pois a liderada por Manuel Ramessane (Nelinho) possui pessoal qualificado como engenheiros, agrónomos, médicos entre outros mas, conforme aclarou, “não importa o grau académico ou directivo que cada um ocupa, mas sim o interesse pelo desporto, e neste caso particular o desporto motorizado, pois a dita federação do senhor Ayob integra pessoas que nunca mostraram cara no desporto motorizado’’.

 

 

Para nós, entanto que federação que representa os clubes, fazer repor a legalidade é o mesmo que corrigir o erro usando a Lei do Desporto interpretando correctamente os Decretos, alíneas e outros dispositivos existentes legalmente e não de forma empírica tentar tapar o sol com a peneira para salvaguardar alguns interesses de indivíduos’’- disse o porta-voz dos clubes filiados na FDMM.

 

 

O artigo 77 do Regulamento da Lei do Desporto refere que “as federações desportivas são pessoas colectivas de direito privado constituídas por associações desportivas com o objectivo de, sob forma associativa e sem fins lucrativos, seguir a nível nacional a materialização dos objectivos definidos no artigo 19, da Lei nº.11/2002, de 12 de Março’’.

 

Enquanto isso, o Conselho de Ministros, através do Decreto 41/2088, que refere que ‘’havendo a necessidade de flexibilizar e conferir maior celeridade ao processo de licenciamento e registo das associações desportivas ao abrigo do artigo 60, nº 11/2002, de 12 de Março, o Conselho de Ministros decreta: Artigo 77: Federação é uma pessoa colectiva de direito privado, sem fins lucrativos que engloba um conjunto de núcleos e clubes desportivos, associações desportivas, distritais e provinciais nela legalmente inscritos com jurisdição em todo o território nacional’’.

 

 

O nosso entrevistado entende ainda que, na sua óptica, houve cenários montados para se atingir algum objectivo na constituição da referida Federação Moçambicana do Desporto Motorizado, nomeadamente a montagem de fins ilícitos para os objectivos que acabaram sendo conseguidos, ou seja, a constituição da federação; membros fundadores tinham mesmo poder deliberativo que um clube e, finalmente, inventar a inscrição de qualquer pessoa bastando pagar 1000,00 mt (mil meticais) para ter pleno direito.

 

 

‘’Isto é para marginalizar completamente o desporto motorizado e, sobretudo, os clubes e as respectivas associações’’- concluiu Eurico Gonçalves.

 

  • ANTÓNIO JANEIRO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:23
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Segunda-feira, 14 DE Novembro 2011
Federação do Desporto Motorizado de Moçambique

O REGISTO das federações nacionais, associações ou clubes passará a depender de pareceres de várias instituições do Governo que lidam com o desporto, para evitar homologações contra a lei e regulamento desportivos em vigor no país.

 
Esta medida, avançada pelo ministro da Juventude e Desportos, surge na sequência dos últimos acontecimentos a nível do desporto motorizado, em que um grupo de 11 pessoas conseguiu formalizar a Federações Moçambicana de Desporto Motorizado (FMDM), impugnada de seguida pelo movimento associativo (os clubes), por se sentirem excluídos do processo.

O movimento associativo insurgiu-se iniciando um outro processo que culminou com a constituição da Federação do Desporto Motorizado de Moçambique (FDMM), advogado pelo Governo. Esta situação provocou polémica após o aparecimento público do cidadão Alisson Ayob, presidente da FMDM, reivindicando a legitimidade da federação que ele e outros membros criaram, registada a 18 de Janeiro de 2011.

 

 

Foi neste contexto que o Ministério da Juventude e Desportos (MJD), depois de várias acusações de Ayob a várias figuras incluindo o próprio titular da pasta, Pedrito Caetano, alegando seu envolvimento no processo levado a cabo pelos clubes praticantes do desporto motorizado para a criação da FDMM, reconheceu haver necessidade de se evitar o aproveitamento jurídico da lei que estipula que 11 pessoas podem juntar-se e criar uma federação.

 

 

Confirmou que a experiência vivida no desporto motorizado mostra que as pessoas podem, cobrindo-se pela lei, criar federações para satisfazer interesses pessoais  e não colectivos.

 

 

 

Depois de termos constatado que efectivamente isto aconteceu, o MJD tomou algumas providências cautelares, para que situações de género não possam mais ocorrer. E para já, algumas das decisões que nós tomamos é de que o registo de todas as federações desportivas deverá conter vários pareceres. O último parecer antes dos respectivos processos seguirem para o registo a nível do Ministério da Justiça deve ser feito pelo MJD. Os pareceres que nós achamos que deveriam ser determinantes, são do Instituto Nacional dos Desportos, do Departamento Jurídico do MJD, do próprio ministro da Juventude e Desportos, da Inspecção-Geral do MJD no sentido de constatar se todos os requisitos que preconizam a legislação foram cumpridos. Depois de todos esses pareceres, é quando o processo será encaminhado ao Ministério da Justiça através do ministro da Juventude e Desportos, que dará o último abono em relação ao processo”, elucidou.

 

 

Contou que neste momento caminha para o fim o trabalho que visa o estabelecimento de vários requisitos que poderão corporizar o processo de registo das federações, que serão divulgados não só a nível do movimento associativo desportivo, mas também nas várias instituições que participam deste processo do registo das federações, bem como as associações e clubes.

 

 

Questionado como é que os 11 membros teriam conseguido registar a federação sem cumprir taxativamente com os requisitos estabelecidos pela lei, o governante negou ter havido erro no processo de registo desta federação por parte do Ministério da Justiça entanto que instituição que homologa. Anotou que uma coisa é registar uma federação de 11 pessoas e outra é oficializar aquela que resultou de um trabalho levado a cabo pelo movimento associativo, assim como acontece neste momento.

 

 

Eu acredito que o Ministério da Justiça deve ter recebido o processo da criação desta federação com os requisitos completos para o registo. Estamos a dizer que nos termos da legislação, bem como no âmbito da recomendação que tínhamos dado, advertimos as 11 pessoas que formalizaram a federação para envolver o movimento associativo no processo da sua criação e não do registo.

 

 

E na altura, porque tivemos muita atenção ao processo, demos a oportunidade ao grupo para se explicar. Convoquei essas pessoas e recebi-as e trabalhamos para corrigir os erros que haviam sido cometidos para que a federação fosse mais envolvente e assim pudesse funcionar. E, em princípio, eles concordaram com as acções que definimos e participaram deste envolvimento. Só que, ficamos depois surpreendidos quando soubemos que a federação tinha sido registada”, esclareceu.

 

 

MOVIMENTO ASSOCIATIVO SERÁ SEMPRE O PRIMEIRO

 


Pedrito Caetano salientou que a lei é clara em relação ao papel do movimento associativo na formação das federações, como fazedores da modalidade, sendo que em nenhum momento o novo critério de constituição das federações o excluiria. Segundo deu a entender, o movimento associativo é base para a concretização a criação das associações desportivas. Aliás, o presidente do Conselho Nacional do Desportos (CND), Eugénio Chongo, também acusado por Ayob de ter apadrinhado a criação da FDMM, realçou que os 11 membros previstos na lei com vista à criação das federações devem sair do movimento associativo entanto que elementos que se identificam com o desporto.

 

Ajuntou que o novo modelo não pressupõe que as associações ou clubes deixam de fazer parte do processo, uma vez que o novo critério veio para facilitar o processo de legalização das federações, sendo que o movimento associativo deparava-se com muitas dificuldades para reunir os requisitos anteriormente estabelecidos. Antes a lei preconizava a existência de um mínimo de seis associações para o reconhecimento de uma federação como tal e, com a dificuldade de os fazedores do desporto satisfazerem esta exigência, muitas federações funcionavam ilegalmente, à excepção de futebol e um número ínfimo de outras modalidades.

 

 

NÃO VAMOS EXTINGUIR NENHUMA FEDERAÇÃO


O titular da pasta da Juventude e Desportos tranquilizou Alisson Ayob e os membros com os quais criou a FMDM de que o MJD nunca promoveu e não irá promover algum processo para a extinção daquela federação. Disse que é pura mentira que o MJD e o CND tenham promovido em algum momento a eliminação daquela federação.

 

 

Pelo contrário, o que nós promovemos foi a tentativa do envolvimento do movimento associativo do desporto motorizado para participar no processo da sua criação. Não tendo produzido resultados a reunião de Chimoio, com a recusa de Ayob de se juntar ao movimento associativo, decidimos com base na declaração assinada por todos os clubes praticantes da modalidade avançarmos para a criação de uma nova federação. Essa federação também apresentou como objecto o desporto motorizado e uma designação diferente. E porque esta foi uma deliberação tomada pelo movimento associativo, o MJD assumiu a decisão que foi tomada e foi dando o apoio para a criação desta federação.

 

Felizmente, depois decidiu-se pela realização de uma assembleia-geral para a eleição de uma nova direcção. E porque nós sabíamos entanto que Governo, que temos como papel apoiar os interesses do movimento associativo, continuamos a apoiar a federação que foi criada através do CND, do Instituto Nacional do Desporto e do Departamento Jurídico do MJD, que era para produzir toda a documentação com vista à sua oficialização”, observou. 

 

 

Pedrito Caetano referiu-se ao facto de no movimento associativo, quer seja desportivo ou juvenil, ser possível aparecerem vários tipos de associações com nomes diferentes, mas com o mesmo objecto de trabalho.

 

 

Então, o MJD não vai promover a extinção de nenhuma destas duas federações. Pelo contrário, o que queremos é que elas trabalhem para o desporto motorizado. Acreditamos que aquela federação que não poder trazer o movimento associativo do desporto motorizado vai se extinguir por si própria por não ter com quem trabalhar. Mas, à partida devo reiterar que neste momento nós estamos a trabalhar com a federação que foi criada pelo movimento associativo na cidade de Chimoio, que tem como presidente de direcção, Manuel Ramessane, e da assembleia-geral, António Marques”, concluiu.
  • Salvador Nhantumbo
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 09:37
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Sexta-feira, 04 DE Novembro 2011
Alisson Ayob

A FEDERAÇÃO Moçambicana do Desporto Motorizado (FMDM), criada por um grupo de cidadãos liderados por Alisson Ayob e oficializada a 18 de Janeiro de 2011 pelo Ministério da Justiça, reivindica legitimidade na sequência do processo iniciado pelos clubes fazedores da modalidade em meados do ano em curso visando a constituição de uma outra, com uma designação diferente.

 

Isso aconteceu depois da confusão que foi gerada pelos protestos levantados por clubes praticantes da modalidade no país, com destaque para os históricos Motor Clube da Beira (MCB) - primeiro a submeter uma carta de impugnação ao Conselho Nacional do Desporto (CND), e depois o Automóvel e Touring Clube de Moçambique (ATCM), quanto aos procedimentos que ditaram a criação da FMDM.

 

 

Para além de recusa de se envolver no processo da criação da FMDM e no seu reconhecimento, os clubes iniciaram demarches com a finalidade de formarem a federação na qual, no seu entender, fossem consagrados os seus interesses, como fazedores da modalidade.

 

O processo, iniciado com encontros realizados em Chimoio, culminou com a realização da Assembleia-Geral, em Julho último, na qual Manuel Ramessane (Nelinho), presidente do MCB, foi eleito presidente da direcção da intitulada Federação do Desporto Motorizado de Moçambique (FDMM).

 

 

A direcção da FDMM, que ainda carece de reconhecimento jurídico, tomou posse há sensivelmente duas semanas, e isso gerou uma nova polémica com o insurgimento de Alisson Ayob quanto à sua legitimidade.

 

 

Ayob veio a público reivindicar a legitimidade da federação que ele juntamente com outros cidadãos criou e que, curiosamente, está dotada de personalidade jurídica segundo documentos comprovativos que apresentou à nossa Reportagem. Prometeu levar o caso até às últimas consequências e acusa o Ministro da Juventude e Desportos, Pedrito Caetano, bem como o presidente do Conselho Nacional dos Desportos, Eugénio Chongo, como os principais responsáveis pela situação que gerou confusão ao admitirem a criação de uma nova federação do desporto motorizado.

 

Aliás, disse ter remetido uma providência cautelar ao Tribunal contra Eugénio Chongo e António Marques, este último presidente do ATCM, acusando-os de serem os responsáveis pelo movimento que culminou com a constituição de um novo elenco, liderado por Manuel Ramessane (Nelinho), que tomou posse e que aguarda pelo despacho jurídico do registo da federação que acaba de ser criada.

 

 

Eugénio Chongo continua a dizer que criou uma federação. Ele não tem competência para isso. Ele tem um processo no Tribunal e o senhor está convidado para o dia da sentença. Você vai ouvir primeiro as declarações dele e depois ouvirá o juiz a dizer a ele que não tem que andar a meter-se nos assuntos que não são da sua competência. Isto quer dizer que o CND tem no desporto menos peso que um clube. É o moço de recados dos clubes e das associações para o ministro da Juventude e Desportos”, sentenciou Ayob.

 

Questionado sobre como gostaria de ver solucionado o caso, Ayob afirmou que “nós temos uma acção contra o senhor Chongo no Tribunal, está lá presente a cautelar. Ele vai ser condenado, tenho a certeza absoluta. O senhor António Marques também, porque eles são os mentores disto. Temos provas escritas e elas estão no Tribunal”.

 

Disse acreditar na opinião de alguns juristas, que prevêem a queda do movimento dirigido por Manuel Ramessane, que tomou posse para gerir a federação, cuja legitimidade Alisson Ayob questiona.

 

 

Quando eles forem derrotados vão entregar os documentos para se inscreverem nesta federação como clubes”, frisou, ajuntando que durante 12 anos agiu-se ilegalmente no desporto motorizado impedindo-se a criação da federação.

 

 

O Motor Clube da Beira foi o primeiro grupo, seja com que objectivos, bem ou mal, que tentou criar a federação, legal ou ilegalmente, e acabou por tomar posse numa federação que não existe”.

 

 

Ayob vincou que o desporto motorizado vai entrar nos carris, porque existe legislação suficiente em Moçambique e os clubes vão ter que cumprir com a lei.

 

 

O consenso nisto tudo passa pelo cumprimento da lei. Eles, os clubes, vão ter que cumprir com a lei, voluntariamente, e filiarem-se na federação como está previsto. Devem ter contabilidade organizada. Pagar os impostos e respeitar os desportistas (pilotos), porque são eles os fazedores da modalidade e que gastam o dinheiro nisto. Devem trabalhar no cumprimento da lei para proporcionar as melhores condições aos pilotos, para que tenhamos espectáculo desportivo. Isto é o que a federação vai obrigar e o clube que não fizer vai ter que fechar”, comentou.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:00
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Manuel Ramessane

SEM querer alinhar no discurso de Alisson Ayob, António Marques e Manuel Ramessane vincaram que foram os clubes que decidiram pelo destino a dar ao desporto motorizado, ao impugnarem a FMDM e ao assumirem a dianteira para a criação de uma federação legítima e íntegra em que todos os seus interesses, ou seja, do movimento associativo, estejam salvaguardados.

 

Aliás, António Marques, presidente da Mesa da Assembleia-Geral da FDMM, não quis comentar acerca das acusações levantadas por Ayob porque, no seu entender, está à procura de levantar poeira onde ela não existe.

 

Manuel Ramessane foi peremptório na sua reacção às declarações de Ayob, ao qual acusa de ter tentado convencer o Motor Clube da Beira, clube que ele vinha dirigindo antes de ser eleito presidente da FDMM no escrutínio de Chimoio, para aderir ao seu projecto de criar a federação.

 

Nós criamos uma federação na qual estão representados todos os clubes do desporto motorizado em Moçambique. Portanto, é uma federação integral, de unidade nacional e legal. Pelo que eu saiba, a federação dele não têm clubes senão um grupo de 10 indivíduos”, comentou.

 

 

Segundo Ramessane, as declarações de Ayob visam trazer confusão onde ela não existe, pelo que a federação ora criada conta com todos os clubes praticantes da modalidade.

 

 

Fizemos tudo dentro dos parâmetros legais. Elaboramos e aprovamos os estatutos com os clubes e submetemos para a formalização da federação. O processo está a correr nos trâmites legais”, esclareceu.

 

Quanto às reivindicações de Alisson Ayob, o presidente da FDMM comentou que ele tem a sua federação e está livre de trabalhar com as pessoas que quiser. Ramessane reiterou que a sua direcção vai trabalhar com os clubes que a elegeram.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:52
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