Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 12 DE Dezembro 2016

 

DEURRY Mavimbe comete, pela primeira vez, tamanha proeza na classe laser 4.7. O jovem velejador moçambicano caracterizou a sua vitória nos seguintes termos: “Foi bem conseguida, mas também difícil de concretizá-la, porque, apesar de tudo, tínhamos concorrentes de alto nível, casos da Tunísia, Argélia e Seychelles”, referiu.

 

Quanto ao campeonato em si e as adversidades do clima, sobretudo nos últimos dias das provas, disse: “Não foi tão difícil, porque vínhamos precavidos. Com a preparação, tudo ficou mais fácil”, elucidou, deixando a promessa de muito trabalho para concorrer para os próximos Jogos Olímpicos. 

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:11
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MARIA Mabjaia festejou efusivamente a conquista da medalha de ouro ao fim de cinco anos de carreira na vela. Este é mais um título, depois dos Jogos Africanos Maputo-2011, Campeonato Africano em Cape-Town, na vizinha África do Sul, isto na classe “optimist”, e agora no laser radial, a mais avançada. 

  

Questionado como foi possível terminar em primeiro lugar, num campeonato que teve à mistura dias de muito calor e mau tempo, a velejadora moçambicana disse que foi necessário muito esforço e sacrifício.

 

Por muita dedicação que tenho na vela, consegui mais uma vez me tornar campeã africana. Foram dias de muito esforço, porque enfrentamos ventos muito fortes e não estávamos habituados a isso. Os adversários foram também muito fortes, mas com o treinamento tudo foi possível e consegui a medalha de ouro”, comentou, acrescentando que o campeonato foi, de um modo geral, muito bom e divertido.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:55
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A MAIS jovem dos moçambicanos dourados no “Africano” de vela é Deisy Nhaquile, ela que se regozijou pelo quinto título ao nível deste tipo de competições.

 

Estou muito feliz por ter ganho. Esta é a quinta vez que sou campeã africana e sinto muito orgulho por isso. Já fui campeã africana na África do Sul, Tanzania, Marrocos e Argélia, e a minha expectativa em termos de futuro é de também ganhar mundiais e ir às olimpíadas”, realçou.

 

Chamada a comentar sobre o campeonato ora terminado,  a mais jovem campeã africana disse que “estavam todos mais fortes, casos da Tunísia, Argélia e Seychelles, por isso foi difícil, e esta é a razão para ficarmos mais satisfeitos”.    

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:52
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MOÇAMBIQUE dominou o Campeonato Africano de Vela que teve o seu epílogo sábado, na Praia da Costa do Sol, ao conquistar o maior número de medalhas, num total de seis.

 

Foram três de ouro e as restantes de prata (uma) e bronze (duas), num evento que juntou 75 velejadores também em representação da África do Sul, Angola, Seychelles, Argélia e Tunísia. A África do Sul foi, em termos de medalhas, o segundo melhor país com um ouro e duas pratas, seguida de Angola com um ouro e uma prata.

 

Dos 23 velejadores moçambicanos que participaram no campeonato, coube, entre outros que subiram ao pódio, a Deurrik Mavimbe, Maria Mabjaia e Deizy Nhaquile elevar o nome do país bem alto com uma medalha de ouro cada.

 

Deurrik Mavimbe destacou-se na classificação absoluta (masculinos e femininos) da classe Laser 4.7, num grupo de 16 velejadores, à frente da compatriota Deizy Nhaquile e da tunisina Rami Ridene.

 

Para além de prata, coube ainda a Deizy Nhaquile a medalha de ouro já na classificação individual, visto que esteve à frente das restantes concorrentes do sexo feminino naquela classe. As medalhas de prata e bronze ficaram, por sua vez, com Chantal Hoffman, das Ilhas Seychelles, e Lachecheb Santa Fátima, da Argélia.

 

Salientar que não existe, em todas as classes, a classificação individual masculina.

 

Para a terceira medalha de ouro, Maria Mabjaia, por sinal uma das referências moçambicanas nos Jogos Africanos Maputo-2011, isto na modalidade de canoagem, esteve em evidência na classificação individual da classe Laser Radial à frente das argelinas Akil Nouha e Hammiche Lamia Feriel.

 

As restantes medalhas (bronze) foram da autoria de Velik Manhiça e da dupla Diogo Sanches/Doncaro Bira Jr., isto nas classes Laser Radial e 420, respectivamente. Velik Manhiça ficou em terceiro lugar numa competição dominada pelos sul-africanos Asenathi Jim e Calvin Gribbs. Já a dupla Sanches/Bira Jr. dividiu o pódio com os pares angolanos Jeremias de Sousa/José Manasseis e Paulo Sena/Francisco Kilombo. Esta última classe não integrou femininos.

 

Salientar que ainda o “Africano” movimentou a classe Laser Standard, na qual Moçambique participou com apenas um velejador de nome Ezequiel Chachine, mas que esteve bem longe dos lugares cimeiros. Aliás, esta classe não teve igualmente femininos.  

 

Para os detentores do pódio, coube medalhas e troféus.     

 

Ao fim de mais um campeonato de carácter continental que durou uma semana, Moçambique saiu orgulhoso por provar mais uma vez ter talentos assumidos nesta modalidade. O sonho dos velejadores moçambicanos que saíram medalhados deste campeonato é de participar em ventos internacionais, com destaque para as próximas olimpíadas.

 

Aliás, o facto de o “Africano”, ora findo, ter acontecido a estas alturas do ano não permitiu que os vencedores deste envento fossem a tempo de concorrer para as vagas do Mundial, que, segundo o secretário-geral da Federação Moçambicana de Vela e Canoagem, Hélio da Rosa, já está a decorrer na Nova Zelândia.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:48
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Sexta-feira, 09 DE Dezembro 2016

 

A SELECÇÃO Nacional de vela sofreu uma quebra de rendimento no terceiro dia de competição, realizado ontem, na praia da Costa do Sol (defronte ao Clube Marítimo), mas mesmo assim manteve-se nos lugares que dão acesso as medalhas.

 

Na classe Laser 4.7 , Deurry Mavimbe foi o melhor entre os moçambicanos ao conseguir a segunda posição na primeira regata, a terceira na segunda  e a quinta na terceira. Esta prestação permitiu a Mavimbe manter a segunda posição na classificação geral, continuando, portanto, a gozar de um estatuto de medalhado.

 

Já na classe Laser Radial, Velik Manhiça caiu para o quarto lugar na classificação geral ao terminar em quarto na primeira e segunda regatas. Sublinhe-se que Manhiça pagou caro a factura de ter tido uma partida em falso na primeira regata , o que fez com que retomasse a prova. O velejador moçambicano tentará durante o dia de hoje e o de amanhã voltar aos lugares do pódio.

 

Na classe 420, a dupla Adolfo Novela e Alcidio Lino ficou em quarto na primeira e segunda regatas e caiu da terceira para quarta posição na classificação geral.

 

Já na classe de Laser Standard, as chances de conquistar medalhas continuam muito longe. Ezequiel Chachine ocupou a sétima posição na primeira e segunda regatas. É  verdade que subiu do nono para o oitavo lugar na classificação geral, mas continua a ter que fazer um brilharete hoje e amanhã para sonhar com uma medalha.

 

O dia de hoje pode já definir os velejadores que conquistarão medalhas. 

 

De referir que Angola, Seychelles e Tunísia estão bem posicionados para conquistarem medalhas de ouro em cada uma das classes em disputa.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:35
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Quinta-feira, 08 DE Dezembro 2016

 

O SEGUNDO dia do Campeonato Africano de Vela veio confirmar uma selecção moçambicana favorita para amealhar medalhas, pelos menos em duas classes das quatro envolvidas.

 

Na Classe Laser 4.7, Deurry Mavimbe esteve em grande ao conseguir dois segundos lugares em duas regatas. O velejador deu um salto qualitativo na medida em que, no primeiro dia, tinha se classificado na sexta e terceira posições. A boa prestação de Mavimbe levou a que subisse ao segundo lugar na classificação geral atrás do tunisino Rami Ridene.

 

Já na Classe Laser Radial, Velik Manhiça manteve a regularidade do primeiro dia ao classificar-se em segundo na primeira regata e em terceiro na segunda. Tal como Deurry Mavimbe, o talentoso velejador nacional, terminou o dia em segundo na classificação geral. Mantendo estes estatutos, poderão pelo menos arrecadarem medalhas de prata, sendo que o ouro é uma forte hipótese.

 

A Classe Laser Radial é comandada pelo sul-africano Calvin Gribbs.

 

Na Classe 420, o dia não correu bem. A dupla Adolfo Novela/Alcidio Lino baixou de rendimento ao ficar na sétima e quarta posições, na primeira e segunda regatas, respectivamente. No primeiro dia de prova, terça-feira, o par tinha obtido o primeiro e o quarto lugares.

 

A descida de rendimento fez com que caísse um degrau na classificação, ou seja, do segundo para o terceiro posto. O mesmo aconteceu com a dupla angolana Jeremias de Sousa/José Manasseis que caiu da primeira para a segunda posição, cedendo a liderança aos compatriotas Paulo Sena/Francisco Kilombo.

 

Por último, na Classe Laser Standard, as chances de conquistar medalhas tornaram-se ínfimas, visto que Ezequiel Chachine terminou o dia como nono classificado no quadro geral, depois de ter ocupado nas duas regatas o oitavo lugar.

 

Allan Julie, das Seychelles, lidera a prova.

 

Hoje, a competição prossegue com a “largada” a estar marcada para as 9.30 horas, sendo que as altas temperaturas que estão previstas poderão afectar o rendimento dos velejadores.

 

Participam no “Africano” que decorre pela primeira vez em terras moçambicanas seis países, nomeadamente Moçambique, Angola, África do Sul, Argélia, Tunísia e Seychelles.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:26
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Quarta-feira, 07 DE Dezembro 2016

 

A SELECÇÃO Nacional teve uma estreia com sabor agridoce no arranque, ontem, do Campeonato Africano de Vela nas classes de laser, radial e 420 que arrancou ontem na cidade de Maputo com seis países a fazerem-se ao mar, nomeadamente Moçambique, Angola, África do Sul, Tunísia, Argélia e Seychelles.

 

Na classe 420, os velejadores moçambicanos, nomeadamente Adolfo Novela e Alcídio Lino terminaram em primeiro na regata inicial e quarto na segunda, tendo no quadro geral ficado no segundo, atrás da dupla angolana: Jeremias de Sousa e José Manasseis.

 

Na classe Laser Radial, o velejador Velik Manhiça ficou em primeiro na primeira regata e em terceiro na segunda regata, fechando, a sua participação, no primeiro dia de prova, em segundo na classificação geral. Manhiça foi superado pelo angolano Filipe André.

 

A participação moçambicana baixou de rendimento no Laser Standard ao terminar em sexto lugar. Marcolino José representou o país nesta prova, tendo ocupado a quinta e a sexta posições, na primeira e segunda regatas, respectivamente.

 

A prova prossegue hoje no seu segundo dia, sendo que os velejadores nacionais irão procurar dar o seu máximo para lutarem pela liderança.

 

Esta é uma prova em que os velejadores mais regulares, ou seja os que mais vitórias alcançarem no conjunto das duas regatas, até sábado, último dia de prova, serão os campeões africanos. 

 

Moçambique organiza pela primeira vez na história o “Africano” de Vela, através de uma parceria entre a Federação Moçambicana de Vela e Canoagem e o Clube Marítimo de Desportos.

 

Refira-se que Moçambique, Angola e África do Sul participam nas classes de 420 e laser, enquanto Argélia, Seychelles e Tunísia, fazem-se presentes apenas na vertente laser.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:20
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