Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quarta-feira, 04 DE Abril 2012
afotaças
Superar a desvantagem de um a zero levada de Maputo é o objectivo do Ferroviário de Maputo no jogo do próximo domingo, diante do Al Ahly Shandy do Sudão, enquanto a Liga deverá procurar ganhar, ainda que pela margem mínima, para seguir em frente.

Liga Muçulmana, campeã nacional, e Ferroviário de Maputo, detentor da Taça de Moçambique, jogam, este fim-de-semana, cartadas difíceis na Liga dos Campeões Africanos em futebol e Taça CAF, respectivamente. Os “muçulmanos” defrontam, domingo, em Harare, capital do Zimbabwe, o Dynamos, em desafio da segunda “mão” da primeira eliminatória de acesso à fase de grupos da “Champions”. Trata-se, de resto, de uma partida que se espera difícil para o conjunto orientado por Artur Semedo, que na primeira “mão” empatou a duas bolas, no seu reduto.

Os zimbabweanos, que em 2008 afastaram o Costa do Sol na mesma prova, apresentam uma boa estrutura, para além de terem experiência e andanças nesta competição. Aliás, em 1998, disputaram a final da Liga dos Campeões Africanos, dez anos depois, atingiram as meias-finais do certame.

Os campeões nacionais, que na última jornada do Moçambola-2012 empataram com o Ferroviário de Pemba, a três bolas, pretendem contrariar o Dynamos e seguir em frente na prova. Para tal, terão de se apresentar na sua melhor forma e evitarem os mesmos erros da primeira “mão”.

Artur Semedo, no entanto, parte para o jogo diante do Dynamos com algumas limitações no que respeito ao plantel, porquanto foram inscritos vinte jogadores nesta prova. Por outro lado, não poderá contar com os préstimos de Momed Hagy (a recuperar de uma lesão), Miro e Josimar (jogadores que não foram inscritos).

O embate entre o Dynamos e Liga Muçulmana, referente à segunda “mão”, da primeira eliminatória da Liga dos Campeões Africanos, será dirigido por um trio de arbitragem da África do Sul. Trata-se de Hlungwani Tinyko (árbitro principal), Molefe Enok e Siwela Zakhele Thusi (auxiliares). A CAF indicou ainda o tswana Dintle Mhphele como comissário do jogo.

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 10:29
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Segunda-feira, 26 DE Março 2012
Ferroviario

FOI um duro golpe para o Ferroviário que lutou incansavelmente à busca no mínimo da igualdade para minimizar a desvantagem e acreditar na possível viragem no encontro da segunda “mão” frente ao Al Ahly Shandi do Sudão do Norte.

 

Infelizmente, os “locomotivas” acabaram pagando caro pelo único erro de palmatória cometido pelos “centrais”, que não estiveram à altura de interceptar o centro geométrico de Fariz para os pés de Francis que, antes de visar, ainda se deu ao luxo de escolher o melhor ângulo, para o gáudio dos forasteiros, poucos minutos depois do início da segunda etapa do jogo.

 

 

Os sudaneses venceram na estratégia defensiva, que tornou a sua segunda metade praticamente intransponível. Exigia-se do Ferroviário uma outra dinâmica no seu sistema ofensivo, que conferisse maior velocidade ao ataque. Por outro lado, exigia-se maior capacidade individual dos atacantes para romper a grande área a partir da zona frontal, porque os flanqueamentos tornavam-se menos exequíveis perante as “torres” que protegiam a área.

 

Tanto Imo, pela direita, e Vling, pela esquerda, ensaiaram alguns despejos, sem sucesso, porque os sudaneses se defendiam muito bem nas alturas. Uma das alternativas ensaiadas foram os cruzamentos à meia-altura, mas não surtiram o efeito desejado.

Actuando de forma indiferente e explorando o factor surpresa, os sudaneses foram muito perigosos nas suas descidas e passavam, nalguns momentos, por despercebidos no reduto mais recuado dos “locomotivas”, mas sem atinarem perfeitamente com a baliza.

 

Como era óbvio, deixaram o Ferroviário tomar a iniciativa do jogo, reagindo em situações concretas e sempre que houvesse espaço para tal, ou seja sem grandes aventuras. Muito bem nas desmarcações e na leitura do jogo, os sudaneses privilegiaram o futebol cumprido (passes longos), colocando o esférico sempre nos flancos quando descessem em contra-ataque e cruzamentos intensos para a área. Porém, Chico e Zabula responderam com perfeição, falhando na única mancha que deu espaço para o golo de Francis.

 

ABORDAGEM CONFUSA NA PRIMEIRA PARTE 


Para os sudaneses, a melhor forma de estancar as manobras ofensivas passava pelo exercício de maior pressão, para inibir o pensamento e, consequentemente, a reacção do adversário. A pressão começava à entrada do seu meio-campo, com o bloqueio das linhas de passe na zona frontal e nos flancos.

 

O Ferroviário era forçado a recuar e, com pressão, perdia o controlo do jogo, soltando nalgumas vezes o esférico para os pés do adversário, que partia logo em vantagem sobre os defesas, obrigando sobretudo os “centrais” a um esforço redobrado para evitar o pior.

Que o digam Chico e Zabula naquela primeira acção inimiga, em que Faris foi lançado em profundidade depois de uma perdida “locomotiva” nas suas “aventuras”. De traz para a frente, desfez-se da linha defensiva, dominou o esférico, sorte porque Pinto saiu em antecipação e a tempo de aliviar o esférico nos pés do atacante sudanês, que se preparava para violar a baliza moçambicana, aos seis minutos.

 

Até aqui o Ferroviário não tinha se encaixado perfeitamente no seu jogo, apesar do esforço para tal. E com sorte não sofreu o golpe de vista ensaiada por Nadir que, à esquerda do ataque, colocou o esférico na cabeça de Razak, tendo este desviado ligeiramente ao lado, aos 18 minutos.

 

Embora o Ferroviário descesse com frequência para o ataque, não encontrava espaço para rematar com sucesso, porque os sudaneses continuaram a defender-se bem até ao fim da primeira parte.

 

UMA CORRERIA DEBALDE


Pareceu-nos que os sudaneses tivessem colhido as melhores ilações para a segunda parte, pois em oito minutos tiveram resposta aos seus anseios, quando Francis aproveita o deslize da defensiva e faz o 1-0. Aliás, o sinal havia sido dado logo no reatamento do jogo, quando Nadir venceu em velocidade Zabula, em mais um contra-ataque, e vendo Pinto ligeiramente adiantado dos postes projectou o esférico com medida para o encaixe, mas o “keeper” foi à altura de alcançá-lo.

 

Minuto depois, a defensiva “locomotiva” perdeu o esférico na área e este chegou ao “capitão” Hamuda, porém não teve jeito e nem medida. O remate foi às alturas.

 

Estes acontecimentos não justificavam, porém, o domínio do Al Ahly Shandi sobre o Ferroviário. Mas sim, a capacidade dos sudaneses tirarem proveito das falhas do adversário e a sua visão na abordagem do jogo, que lhes proporcionava a possibilidade de reagir às circunstâncias da partida. O segredo continuou a consistir no seu sistema defensivo.

 

O Ferroviário correu que se fartou, mudando de um flanco para outro, mas sem solução. Acelerou a marcha, com a defensiva a subir mais no terreno para reforçar as manobras ofensivas, mas nada resultava. Nacir Armando foi mexendo no xadrez e a equipa foi elevando o caudal ofensivo, mas nada surtia o efeito desejado.

 

Nem o milagroso ponta-de-lança Clésio conseguiu trazer a solução, apesar da entrega desmedida.

Com o andar do tempo, o Al Ahly Shandi ficou completamente confinado ao seu reduto, reagindo apenas em contra-ataque, pois o Ferroviário subia em massa, ensaiando toda táctica possível. Imo foi um caso notável na ofensiva, mas os seus tiros saíam fracos e não atinou com a baliza nalguns lances de bola parada.

 

Buramo e Manucho estiveram igualmente na “quebrada” infrutífera. O primeiro desferiu um tiro que passou escassos centímetros do travessão, aos 73 minutos. Antes havia igualmente falhado por pouco o alvo, ao desviar um lançamento longo de cabeça quase a roçar o poste.

No entanto, o pior desperdício pertenceu a Imo que, assistido por Tó de cabeça e na boca da baliza, prendeu o esférico ao invés de fazer a tabela para o golo, aos 75 minutos.

 

Dai para a frente, assistiu-se a uma luta inglória “locomotiva” até ao fim dos 90 minutos regulamentares.

O árbitro da partida, Joshua Bondo, não foi isento de erros, mas não esteve mal.

 

FICHA TÉCNICA


Quarteto de arbitragem do Botswana, liderado por Joshua Bondo. Meshacie Medupi e Moemedi Monaianane foram o primeiro e segundo auxiliares. O quarto árbitro foi Omphile Phuthego.

 

FERROVIÁRIO – Pinto; Butana, Zabula, Chico e Vling (Diogo); Rachid (Tó), Tchitcho, Buramo e Imo; Manucho e Clésio.

 

AL AHLY SHANDI – Abou Baharam; Sadam, Malik, Anur e Faris (Francis); Zacario Nacio; Bachir, Hamuda (Walid) e Razak; Faris e Nadir (Mussa).

 

DISCIPLINA: cartolina amarela a Razak.

  • Salvador Nhantumbo

 

 

Fonte.Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:45
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Dynamos do Zimbabwe

O EMPATE a duas bolas obtido pela Liga Muçulmana frente ao Dynamos do Zimbabwe teve um sabor amargo, isto porque ficaram por marcar mais golos, sobretudo na segunda parte, período em que o campeão nacional deixou de respeitar em demasia a formação zimbabweana e passou a acreditar mais no seu potencial.

 

Ouso afirmar que se a Liga não tivesse levado tanto em consideração a superioridade do palmarés e até de experiência do panorama futebolístico continental do Dynamos, outro galo teria cantado.  Aliás, o facto de Semedo ter apresentado um “onze” sem nenhuma referência de ataque e ter optado por povoar o meio-campo reflecte, por si só, o receio existente.

 

No entanto, contra todas as dificuldades que podiam advir da ausência dos chamados “artilheiros”, a Liga, na sequência de um pontapé de canto, criou uma situação flagrante de golo e esteve bem perto de inaugurar o marcador, aos seis minutos, quando Carlitos desferiu um cabeceamento forte e colocado, valeu a intervenção do guarda-redes zimbabweano.

 

Este lance veio apenas disfarçar a falta de um verdadeiro homem de área já que daí para a frente a Liga não conseguiu criar uma situação de ataque digna de registo pese embora os “muçulmanos” tenham ficado a pedir uma grande penalidade, quanto a nós existente, visto que Magaripo terá metido mão à bola após centro de Telinho.

 

Telinho que mostrava ser o homem de ataque agressivo voltou a estar em evidência aos 19 minutos quando rematou forte com o “keeper” contrário a desviar com uma palmada para canto.

 

Contrariamente à Liga, o Dynamos procurava jogar na defensiva, explorando ao máximo os pontos fraco da defensiva contrária. E foi propriamente num deslize da equipa muçulmana que o Dynamos chegou ao golo, aos 21 minutos, por intermédio de Chinyama. O avançado, tira proveito da falha de marcação da defesa muçulmana, com espaço livre pela frente galga alguns metros até tirar Nelinho do caminho e dar o toque vitorioso.

 

Os forasteiros cresceram e aos 26 minutos poderiam ter dilatado a vantagem, mas Nelinho teve uma excelente defesa.

Neste período, ficou evidente que era preciso mexer na equipa muçulmana para dar à volta ao marcador e a solução passava claramente por reforçar o ataque, embora Telinho e Muandro tentassem remar contra a sólida defesa zimbabweana.

 

Foi preciso esperar quase 20 minutos para ver um remate da Liga, outra vez por Telinho. Mas como o futebol não é uma ciência exacta e por vezes acontecem coisas inesperadas foi no mais “morto” período do encontro que a Liga chegou ao golo em cima dos 45 minutos. O médio mostrou ter faro de golo ao aproveitar um mau alívio da defesa contrária – mesmo em cima da linha – após cabeceamento de Muandro.

 

A Liga chegava ao empate na melhor jogada de encontro onde é de assinalar a abertura fantástica de Carlitos para Cantona executar um cruzamento milimétrico com Muandro a subir ao “primeiro andar” a cabecear colocado pena mesmo é que a defesa do Dynamos tenha rechaçado, mas não conseguiu evitar a recarga vitoriosa de Telinho.

 

O golo apareceu em bom momento, visto que veio dar alento aos comandados de Artur Semedo para etapa complementar.

Já com Reginaldo na equipa, que entrou para o lugar de Cantona, a Liga foi mais atrevida no ataque fazendo antever uma segunda parte triunfal. Mas sofreu um grande balde água fria quando estavam jogados 49 minutos com Chinyama a desferir um remate portentoso não dando quaisquer chances de defesa a Nelinho.

 

A Liga respondeu de pronto com um remate de Telinho. No seguimento da jogada, foi Nelson a cabecear por cima da trave. Estes lances galvanizaram o campeão nacional e aos 73 minutos, voltou a gritar-se golo. Muandro respondeu com categoria a um cruzamento de Nelson e restabeleceu a igualdade (2-2). Um resultado que já se justificava dado o ascendente atacante da Liga e as oportunidades de golo criadas.  

Aos 84 minutos, Sonito, que também já tinha entrado para o lugar de Carlitos, “roubou” a bola a Mbava e já na zona da meia-lua rematou para uma defesa arrojada do “keeper” zimbabweano.

Antes disso, Reginaldo tinha criado apuros junto a baliza de Arupon.

O árbitro do encontro, o namibiano Rainhold Shikongo, realizou um trabalho aceitável.

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Rainhold Shikongo, auxiliado por David Shaanika e Simson Shahunga. Quarto árbitro: Alex Tiyeho

LIGA MUÇULMANA: Nelinho; Aguiar, Mayunda, Kalima e Mustafa; Zé Luís, Carlitos (Sonito), Muandro, Cantona (Nelson) e Micas (Reginaldo); Telinho.

 

DYNAMOS FC: Washington Arupon; Dario Kutyauripo, Augustine Mbava, George Magaripo e Patson; Leo Kurauzivione (Mutuma), Devon Chafi (Mukapa), Tawanda Muparati (Chafa) e Martin Vengesai; Denver Mukamba e Takesure Chinyama. 

 

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Kalima e Dario Kutyauripo, Makopa e Denver Mukamba.

 

GOLOS: Chinyama (21 e 49 min), Telinho (45 min) e Muandro (73 min).
  • Ivo Tavares

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:12
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OS representantes moçambicanos nas Afrotaças, nomeadamente Liga Muçulmana e Ferroviário de Maputo derraparam na primeira “mão” da primeira eliminatória das Afrotaças.

 
Mesmo a jogar em casa, a Liga Muçulmana, para a Liga dos Campeões, não foi para além de uma igualdade a dois golos perante o Dynamos do Zimbabwe. O Ferroviário, esse foi pior, porque consentiu uma derrota, por uma bola sem concorrência, frente ao Al Ahly do Sudão, em pleno Estádio Nacional do Zimpeto.
As contas para as duas equipas nacionais ficaram bastante complicadas para os embates da segunda “mão” em que têm obrigatoriamente que superar os desfechos de sábado. Os “muçulmanos” têm que empatar por mais de dois golos ou vencerem pela margem mínima se quiserem continuar nas competições africanas.
Os “locomotivas”, por sua vez, só lhes valerá a vitória por mais de um tento. Porém, pela avaliação feita sábado, tanto uma como a outra equipa tem possibilidades de transitar à etapa seguinte, bastando para isso jogar o tudo por tudo, apesar de se reconhecer que será uma missão bastante difícil. 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:29
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Quinta-feira, 22 DE Março 2012

O desejo de Calima, jogador de grande referência no sector defensivo da Liga Muçulmana, é uma vitória bem gorda, pois os índices motivacionais não foram abalados pelo empate diante do Vilankulo FC, na abertura do Moçambola.

 

O futebolista sublinha: “espero um bom jogo de futebol, com vitória, fruto de muita entrega. Convido todos os amantes do futebol a irem a ao campo, para verem a Liga, de novo, a fazer um bom resultado. Em nenhum momento nos passa pela cabeça perder o jogo. 

 

O empate com Vilankulo não acredito que vai diminuir os índices de confiança da equipa. Trata-se de duas competições diferentes. É verdade que ficamos tristes, mas não cabisbaixos. Também ficámos satisfeitos com a maneira como abordámos o jogo. Acredito que, se fizermos um pouco mais de nós, podemos ultrapassar o Dynamos. Vontade, determinação e atitude não faltam em nós”.

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 11:48
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Segunda-feira, 12 DE Março 2012
Mafundzo f.c vs Liga Muçulmana

O JOGO entre a Liga Muçulmana e o Mafunzo FC de Zanzibar começa a ser contado a partir do golo marcado por Telinho logo no primeiro minuto. Aquilo que era esperado começava assim a ganhar forma: a vitória do campeão nacional e o apuramento para a primeira eliminatória da Liga dos Campeões Africanos.

 

Mas talvez muitos não faziam a ideia que a Liga chegasse tão cedo à vantagem. Telinho, numa primeira parte de sonho, tratou de dar alegria aos adeptos “muçulmanos” quando alguns ainda faziam fila para adquirir o bilhete.

Se a missão dos pupilos de Semedo se antevia fácil, ficou ainda mais acessível com este golo madrugador se se atender que os índices de confiança cresceram ainda mais para o bem do futebol.

 

Sempre que a Liga se aproximasse da grande área contrária, a defesa do Mafunzo tremia por todos os lados, e com um guarda-redes muito pouco seguro não se podia esperar outro destino para o campeão de Zanzibar.

 

O domínio da Liga era tanto que o guarda-redes Caio, sem trabalho, “dormiu” por instantes e ofereceu a melhor situação de golo para o Mafunzo. Tudo começa com um atraso de Mustafa, sendo assim, o “keeper” não podia agarrar a bola, mas fê-lo originando um livre indirecto já dentro da sua grande área, no entanto para sorte da equipa “muçulmana” Mohamad Abdul rematou por cima.

 

O melhor da etapa inicial estava reservado para o homem do jogo, Telinho. Aos 36 minutos, após um deslize do guarda-redes Gy Salim, o internacional moçambicano rouba o esférico e já sem muito ângulo de remate dá um efeito primoroso ao esférico com esta a entrar no ângulo mais distante.

 

Até ao intervalo, a Liga, já com a eliminatória na “mão”, foi trocando a bola a seu belprazer para delírio do público.

Ciente de que só algo de outra galáxia faria com que os campeões nacionais perdessem, Artur Semedo tirou os dois homens da frente, Telinho e Maurício, entrando para os seus lugares Nelson e Reginaldo.

 

A tónica do jogo manteve-se com a Liga a passear a sua classe até porque Nelson e Reginaldo tinham entrado muito bem no jogo, encaixando-se perfeitamente no ritmo dos seus colegas.

 

Logo no segundo minuto, isto aos 47, Mayunda dispôs da primeira oportunidade para aumentar a vantagem. Sabia-se que o terceiro golo era uma questão de tempo, dado o potencial ofensivo da equipa moçambicana. Reginaldo, de cabeça, deu trabalho ao guarda-redes, na segunda tentativa acertou no alvo num remate cruzado com o seu melhor pé, o direito.

 

O mesmo jogador poderia ter bisado, mas desta vez o guarda-redes ganhou no duelo. O encontro já decorria mais a ritmo de treino com a Liga a brincar autenticamente com o Mafunzo. Nesse período criou várias situações de golo com Reginaldo, Nelson e Cantona a desperdiçarem oportunidades claras para aumentar o “score”, no entanto a facilidade que a defesa contrária dava era tanta, que se deslumbravam na hora de atirar à baliza.

 

No período complementar, nota ainda para duas intervenções categóricas de Caio que evitou o golo de honra do Mafunzo. O público, que acorreu em bom número ao campo da Liga, aplaudiu a estirada do guarda-redes brasileiro, mas queria era o quarto golo que não chegou a acontecer. A Liga passou a eliminatória com um agregado de 5-0 na medida em que tinha ganho, por 2-0, na primeira “mão”.

O zambiano Welligton Kaoma, árbitro do encontro, realizou um bom trabalho.

 

FICHA TÉCNICA:


ÁRBITRO: Welligton Kaoma (Zâmbia), auxiliado por Moses Mwate (Zâmbia) e Zwari Mizinga (Zâmbia). Quarto árbitro: Aníbal António. Comissário da CAF: Wilfred Mukun (Zimbabwe)

 

LIGA MUÇULMANA: Caio; Aguiar, Kalima, Mustafa (Cantona) e Mayunda; Zé Luís, Carlitos, Micas e Muandro; Telinho (Telinho) e Maurício (Reginaldo)

 

MAFUNZO FC: Gy Salim; Captei Hagi (Kheir Salum), Haly Juma, Haj Aboy e Jussuf Macame (Fikirini); Said Mussa (Bakari Ayoub), Wahio Ibaim, Mohamad Abdul e Salle Halli; Sadik 1Habib e Haku Juma

 

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Micas, Caio e Sadik Habib  

 

GOLOS: Telinho (1 min e 36) e Reginaldo (62 min)

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:33
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Mafundzo f.c vs Liga

A Liga é uma grande equipa. Sabíamos que não tínhamos muitas chances frente a este adversário que tem jogadores bons tecnicamente e, acima de tudo, muito experientes”, Amed Mo, treinador do Mafunzo, rendido ao poderio do campeão nacional.

 

Falando sobre o jogo, Amed afirmou que foi muito difícil e que a sua equipa tentou contrariar a força da Liga, mas não foi fácil.

Penso que em certos momentos do jogo até conseguimos equilibrar. Mas temos uma equipa muito nova que comete erros que não são admissíveis a este nível competitivo”.

 

O técnico terminou a sua intervenção felicitando a Liga pela boa exibição.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:14
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Artur Semedo

A AVALIAR pelo nosso caudal ofensivo podíamos ter feito mais golos. Desperdiçámos algumas situações claras para marcar que contra o Dynamos do Zimbabwe não podemos repetir”, Artur Semedo, treinador da Liga, que, apesar da vitória, não estava de todo satisfeito com a produção dos seus pupilos.

 

Ainda num alerta aos seus jogadores, Semedo disse ter “puxado” a orelha aos seus jogadores no intervalo pelo facto de terem entrado em campo relaxados. “A equipa entrou muito relaxada. Chamei atenção aos jogadores para esse facto e na segunda parte já abordámos o jogo de uma outra maneira, embora continue a dizer que este resultado peca por ser escasso”.

 

Numa abordagem à próxima eliminatória com o Dynamos defendeu ser preciso um maior empenho por parte de todos os jogadores, porque o grau de dificuldade será maior. “Vamos encontrar um adversário forte e que com certeza vai exigir de nós uma maior entrega e concentração”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:52
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Telinho

APESAR de só ter jogado na primeira parte, Telinho afirmou-se como homem do jogo ao apontar os dois primeiros golos da Liga. Por isso, no final do encontro, o médio estava visivelmente satisfeito com a sua exibição. “Treinei muito ao longo da semana. Consegui marcar dois golos que são fruto de muito trabalho”.

 

Sobre o jogo, Telinho afirmou que a equipa deu o máximo e foi coroada com a passagem para a próxima eliminatória. “Penso que cumprimos o pedido do “mister”. Demos o nosso máximo e conseguimos vencer”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:28
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Sexta-feira, 09 DE Março 2012
Ferroviario

A PRESSÃO que o Ferroviário será sujeito em Nairobi por parte da estratégia implementada pelo Gor Mahia, do público queniano e até por questões climáticas, devido a altitude, é uma realidade que o representante moçambicano na Taça CAF, que segue hoje para Nairobi, está ciente que terá que conviver com ela.

 

Por isso, é com muitas cautelas que os “locomotivas” defrontam, amanhã, a partir das 15:00 horas, no “Nairob Stadium”, a equipa queniana em partida da segunda “mão” da pré-eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça CAF.

 

É certo que o triunfo na primeira “mão”, em Maputo, por 3-0, dá uma certa tranquilidade ao representante moçambicano. Permiti-lhe gerir a eliminatória de forma serena sem entrar em turbulência. No entanto, conforme Nacir Armando fez questão de frisar “é preciso que não percamos a concentração. Será um jogo difícil em que teremos que superar várias barreiras”.

 

O técnico realçou o problema da altitude, um factor que não é bem-vindo e pode influenciar negativamente no rendimento da equipa. Aliás, uma das medidas adoptadas pela direcção “locomotiva” para minimizar os problemas da altitude foi agendar a viagem mesmo para as vésperas do jogo de forma que os jogadores sintam o menos possível as contingências desse fenómeno climático.

 

O Ferroviário começará a ter o primeiro contacto com essa nova realidade ao final da tarde de hoje quando efectuar o habitual treino de adaptação no relvado do “Nairobi Stadium”.

 

Em relação à equipa que deverá se apresentar de início, Nacir equaciona algumas alterações, visto ser um desafio em que interessa mais defender do que atacar. Assim sendo, não é de estranhar que o “mister” aposte num meio-campo mais preenchido e musculado, optando por um 4x5x1 em detrimento do habitual 4x4x2. 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 14:38
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