Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 23 DE Maio 2017

 

 

 

Provavelmente, este não seja o período ideal para o campeão moçambicano realizar uma das mais importantes partidas na sua aventura pela fina-flor do futebol continental a nível de clubes. É que, após três derrotas consecutivas em outras tantas competições diferentes, o Ferroviário da Beira recebe, esta terça-feira, o El Hilal, do Sudão, em desafio da segunda jornada do Grupo A da Fase de Grupos da Liga dos Campeões.


A actuar no Estádio Nacional do Zimpeto, em Maputo, portanto, fora do seu `habitat´, o caldeirão do Chiveve, o Ferroviário da Beira entra para o embate com o campeão sudanês pressionado a vencer, tendo em consideração as contas do seu técnico, Aleixo Fumo, que passam por ganhar os jogos em casa, como forma de alimentar as suas aspirações de qualificação para os quartos-de-final da prova.


Porém, o momento atravessado pelos locomotivas do Chiveve não é dos melhores. Nos últimos três jogos que efectuou, foi pura e simplesmente derrotado. Para a Liga dos Campeões, na Tunísia, foi goleado (5-0) pelo Étoile Sportive du Sahel; para o Moçambola, perdeu (1-0) em casa com o Ferroviário de Maputo; e, para a Taça de Moçambique, fase provincial de Sofala, foi afastado pelo Sporting da Beira (3-2 no desempate através de pontapés da marca de grande penalidade, após 1-1 no tempo regulamentar).


Entretanto, apesar destes desaires – o único comprometedor foi com o Sporting, pois representou a eliminação da Taça de Moçambique –, Aleixo Fumo afirma que a sua tropa mantém-se com o astral em cima e acredita numa exibição que leva ao triunfo diante do El Hilal, de forma a manter intactas as suas possibilidades de transição para os quartos-de-final.


O técnico beirense acrescenta que os jogadores estão conscientes da responsabilidade que pesa sobre si, no caso concreto, a representação do país, e vão apagar a má imagem que trouxeram da Tunísia, «até porque, perdendo este jogo, praticamente nos despedimos da corrida, e o nosso objectivo, é precisamente o contrário, isto é, continuar a lutar pelos dois primeiros lugares».


A turma sudanesa, que já se encontra em Maputo, estará no Zimpeto com todo o seu esquadrão, que inclui jogadores doutras nacionalidades como dois nigerianos, dois ganeses, um camaronês, um marfinense e um sul-sudanês. Após empate (1-1) com o rival El Merreikh, na jornada inaugural da prova, o técnico tunisino Nabil Kouki faz as contas de uma vitória em Moçambique, pois, segundo sustenta, a disputa dos lugares cimeiros é essencialmente com o Étoile Sportive du Sahel.


O desafio no Estádio Nacional do Zimpeto, cujo início está marcado para as 15.00 horas (14.00 de Lisboa), será dirigido por um trio da Zâmbia, chefiado por Wisdon Chewe, coadjuvado por Romeo Kasengule e Kabwe Chansa.


O outro jogo do grupo, também esta terça-feira, acontecerá no Sudão, envolvendo o El Merreikh e o Étoile Sportive du Sahel.
 
 
Alexandre Zandamela, Maputo
 
 
Fonte:Abola
publicado por Vaxko Zakarias às 10:48
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