Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 04 DE Novembro 2016

 

COM uma recarga de cinquenta meticais da Mcel, os milhares de adeptos que certamente irão correr para Zimpeto poderão entrar no campo para assistir à final da Taça de Moçambique/Mcel.

 

Cláudio Chiche, administrador comercial da Mcel, diz que esta medida visa ter o estádio lotado, visto que, no seu entender, sem público o espectáculo que é o futebol perde grande parte do seu encanto. “Queremos que o campo esteja cheio. Queremos que as pessoas vão ao campo em massa. Para tal deverão apresentar na entrada uma recarga de 50 meticais. Esperamos que todas as pessoas que gostam de futebol se juntem e que a final seja uma festa”, afirmou.

 

Chiche avança ainda que espera que o “fair-play” esteja presente em todas as fases do jogo.

 

Já Caetano Sousa, representante da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), organizadora da prova, enalteceu o esforço da Mcel por desenvolver o desporto, no geral, e o futebol, em particular , e avançou que a FMF tem todas as condições logísticas criadas para que a final decorra num ambiente de paz e harmonia.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:04
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Quarta-feira, 19 DE Outubro 2016

 

A FINAL da edição 2016 da Taça de Moçambique/mcel está marcada para 5 de Novembro próximo, às 19:00 horas, no Estádio Nacional do Zimpeto (ENZ), segundo um comunicado da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) recebido na nossa Redacção.

 

A final vai opor o Maxaquene à União Desportiva do Songo, esta última equipa que chega pela primeira vez ao jogo decisivo, enquanto os “tricolores” estão na 12ª final, procurando o 10º título. Aliás, com nove “canecões” ganhos, o Maxaquene é o segundo clube mais vitorioso desta prova, atrás apenas do Costa do Sol que soma 11.

 

Para chegarem à final, o Maxaquene e UD Songo eliminaram, respectivamente, o Ferroviário de Maputo e o Costa do Sol. Os “tricolores” passaram a eliminatória com um agregado de 1-0.

 

Os “hidroelétricos” conseguiram a proeza com um agregado de 3-1, ou seja, uma derrota em Maputo, na primeira “mão” e uma vitória no Songo por esclarecedores 3-0.

 

No dia da final, os portões do Estádio Nacional vão abrir duas horas antes, sendo que para o ingresso bastará a compra de uma recarga da operadora de telefonia móvel que patrocina a prova.

 

Música, dança, concurso de cheerleaders, fogo-de-artifício e outras actividades recreativas marcarão a diversão no dia do embate decisivo.

 

Refira-se que a Liga Desportiva de Maputo é actual detentora desta competição, isto após triunfo na final do ano passado diante do Ferroviário da Beira, que quebrou desta forma um ciclo de dois anos consecutivos (2013 e 2014) de conquistas.

 

A final da Taça, segunda maior e mais importante prova futebolística do país, marca o fim oficial da temporada, sendo que o vencedor junta-se ao campeão nacional nas Afrotaças.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:07
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Segunda-feira, 03 DE Outubro 2016

 

A FORMAÇÃO da União Desportiva de Songo transitou, na tarde de ontem, no seu relvado, para a final da Taça de Moçambique/mcel, ao derrotar o Costa do Sol, por três bolas sem concorrência. O primeiro golo foi marcado aos três minutos por intermédio de Aguiar (auto golo), que na tentativa de desviar o esférico no interior da grande área devido à pressão dos atacantes contrários, acabou o fazendo para o interior da baliza, traindo o seu colega Dércio.

 

Os “canarinhos” não cruzaram os braços. Organizaram o seu fio de jogo com tabelinhas por todos os extremos do rectângulo do jogo, situação que inquietou bastante o banco técnico dos hidroeléctricos e com um maior equilíbrio do jogo,  os donos da casa foram gerindo o resultado  e o Costa do Sol a não encontrar argumentos técnicos possíveis para penetrar na zona mais recuada do Songo, embora com algumas fragilidades.

 

Com esta toada de jogos de ataque por parte dos visitantes, à procura do golo de empate e os hidroeléctricos a defenderem-se bem, foi se ao intervalo com o resultado de 1-0 a prevalecer.

 

Veio a segunda parte com a União Desportiva de Songo mais cautelosa e com maior pender ofensivo e dada a pressão, Jacob recebeu a bola dos pés de Luís na zona central da meia-lua, correu pelo flanco esquerdo, passou por Manuelito e já no interior na pequena área, num cruzamento rasteiro, Pai defesa do Costa do Sol, tocou a bola com a mão e o arbitro, que esteve por ali perto, sancionou para o castigo máximo, que foi bem convertido por Luís. Estava marcado o segundo golo aos 58 minutos.

 

Por que os hidroeléctricos acreditaram no jogo, foram aumentando o caudal ofensivo, apesar do poder de controlo dos “canarinhos”, e numa jogada de entendimento entre Dito e Chimango, os “canarinhos” invadem a grande área da UD Songo e Ruben, frente-a-frente com Swin, chutou por cima do travessão. Numa jogada de contra-ataque, a UD Songo ganha a bola no meio campo, Jacob lança para Cremildo, que empurra para Luís. Este passa por dois adversários, chuta para o interior da baliza e estava marcado o terceiro golo, aos 81 minutos.

 

UD Songo ainda desperdiçou uma oportunidade soberba para dilatar o “score”, aos 85 minutos, com Luis Miquissone a falhar uma grande penalidade a castigar um derrube a Kambala que já estava a caminho da baliza.

 

A equipa de arbitragem esteve bem.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Mário Tembe, coadjuvado por Júlio Muianga e Carlos Mussane. César Colar foi quarto árbitro.

 

UD SONGO: Swin; Sataca Jr, Mano, Mucuapele, Tony, Cremildo, Kambala, Tchitcho, Banda, Luís e Jerry.

Jogaram ainda Jacob e Toni.

 

COSTA DO SOL: Dércio; Pai, Manuelito, Aguiar, Dito, Chimango, Manucho, Paito, Parkim, Ruben e Avelino.

Foram utilizados ainda Lala, Cosme e Onélio.

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Cartolinas amarelas para Jacob, Tony, Paito e Aguiar.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:23
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O MAXAQUENE teve o mérito pela postura assumida ainda na etapa inicial, durante a qual suou a camisola para colher o que tanto pretendia, que é chegar à final. Não porque o Ferroviário não o quisesse, mas foi tacticamente dominado, apesar de muito esforço durante a segunda parte e que redundou no fracasso, pois João Figueiredo, o técnico “tricolor”, foi inteligente. Montou uma estratégia defensiva  que não ofereceu muito espaço de manobra ao adversário. O Ferroviário explorou flaqueamentos, mas sem sucesso, prevalecendo o único tento apontado por Danilo, aos 35 minutos.

 

Com um início relativamente equilibrado, o Maxaquene teve o mérito de ser mais ousado e construtivo, daí que tenha aparecido no último reduto dos “locomotivas” com mais frequência, mas Lukman não teve espaço suficiente de manobra perante a vigilância dos “centrais” e, nalgumas ocasiões, apanhado em situação irregular. Os primeiros dois quartos foram caracterizados por uma forte luta pela posse de bola com ambas as partes a procurarem espaço, muito escasso, para chegarem ao reduto contrário. O Ferroviário tomou a iniciativa, mas o aperto defensivo “tricolor” não permitiu que tais iniciativas lograssem sucesso. E com o “capitão” Paíto a comandar as operações, a partir do flanco esquerdo, o Maxaquene ganhou espaço de manobra e as bolas começaram a chegar com muita frequência ao último terço dos “locomotivas”, a partir do último quarto da etapa inicial, criando susto à defensiva, que foi chamada a grandes intervenções. E foi forçada a cometer algumas faltas, algumas ignoradas pelo juiz de partida, que resultaram em lances de bola parada, mas que não surtiram o efeito desejado. Aliás, Aníbal Armando priorizou muito a lei de vantagem e ignorou pequenos choques para permitir que o jogo fluísse e o espectáculo tivesse lugar, com as equipas a desdobrarem-se e a exibirem o seu máximo, o que tornou o jogo mais interessante.

 

Portanto, o Maxaquene acabou ganhando o golo que lhe levou ao intervalo em vantagem, fruto do seu esforço abnegado e permanente vontade de chegar ao último reduto do adversário. Foi aos 35 minutos que Danilo fez 1-0 para os “tricolores”. Lukman, encostado à direita da grande área, projectou a bola para a baliza “locomotiva”. O guarda-redes César Machava estava um pouco adiantado e, em desequilíbrio, tentou sacudir o esférico com uma palmada, mas a bola foi devolvida pelo travessão. Próximo, Danilo não fez mais nada que empurrá-la para o fundo das malhas provocando uma explosão nas bancadas “tricolores”.   

 

Como era de esperar, o Ferroviário entrou para a segunda parte à busca de soluções e o Maxaquene a reagir às investidas “locomotivas”. Fruto disso, Miamy, aos 23 minutos, provocou susto às hostes “tricolores” com uma biqueira para uma defesa incompleta de Guirrugo e posterior recuperação. 

 

O Maxaquene tornou-se mais defensivo e, por consequência disso, sujeitou-se a sofrer, pois o seu contra-ataque foi menos produtivo. Numa nova incursão “locomotiva”, Jeitoso, encheu o pé c]a do meio da rua, tendo o esférico saído pouco ao lado, aos 32 minutos.

 

O Maxaquene ficou reduzido a 10 unidades já nos minutos finais do tempo com a expulsão de Butana, por acumulação de amarelos. Mesmo assim, manteve a cintura até ao apito final.  Até porque teria conseguido o segundo golo naquele livre batido pelo “capitão” Paíto, próximo da meia-lua, a castigar falta sobre Fachy, já no tempo de compensação. Mas César Machava defendeu.

 

O árbitro da partida, Aníbal Armando, esteve em cima dos acontecimentos. Controlou os ânimos dos jogadores e puniu quando fosse necessário. A dimensão do jogo exigiu de si muita responsabilidade e, neste aspecto, foi excelente. Aliás, esteve técnica e disciplinarmente bem.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO:Aníbal Armando, auxiliado por Zacarías Baloi e Cláudio Macamo. O quarto árbitro foi Felisberto José.

 

MAXAQUENE:Guirrugo; Butana, Bernardo, Nito e Paíto; Talapa (Nelson), Fachy, Dangalila (Whisky) e Danilo; Isac (Bruno) e Lukman.

 

FERROVIÁRIO MAPUTO:César Machava; Elísio, Chico, Jeitoso e Edmilson; Timbe (Muandro), Mastail (Miamy), Sassi, Diogo e Pauluana (Gito); Dudú.

 

DISCIPLINA: Vermelho para o “tricolor” Butana, por acumulação de amarelos. Cartões amarelos para Talapa, Lukman e Whisky, todos do Maxaquene; Jeitoso e Edmilson, do Ferroviário.

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:12
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O MAXAQUENE e União Desportiva do Songo vão disputar a final da Taça de Moçambique/mcel, edição 2016, depois de terem afastado. Ontem, o Ferroviário de Maputo e o Costa do Sol, respectivamente, por 1-0 e 3-1, no agregado das duas “mãos”.

 

Os “tricolores”, que tinham assegurado o nulo na primeira “mão”, ontem, no Estádio Nacional do Zimpeto, venceram os “locomotivas” da capital, por 1-0. Já a UD Songo teve um desempenho surpreendente ao golear o Costa do Sol, por 3-0, depois de ter perdido em Maputo, na primeira “mão”, por 1-0. Assim, o Maxaquene vai á procura do seu nono título, enquanto a União Desportiva do Songo o primeiro. Aliás, os “tricolores” venceram esta, que é a segunda maior prova futebolística do país por oito vezes: em 1978 (primeira edição), 1982, 1986, 1987, 1994, 1996, 1998 e 2001.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:08
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O TIMONEIRO da União Desportiva do Songo, Artur Semedo, assume, mesmo com a desvantagem no “score”, o favoritismo frente ao Costa do Sol. Contudo, reconhece que a missão não será facilitada pelos “canarinhos”, que lutarão para prolongar a vantagem conseguida em Maputo.

 

Sabemos que será difícil, mas, jogando em casa, faremos o máximo para chegar à final. Porventura, o Costa do Sol virá para prolongar a vantagem que detém, por isso cabe a nós contornar a situação. Estamos a prever um Costa do Sol que pautará por um jogo defensivo e com linhas baixas como tem sido habitual”, comentou.

 

Questionado se os últimos resultados no Moçambola poderiam ou não influenciar negativamente o desempenho da equipa no jogo de amanhã, Artur Semedo afirmou que os jogos da taça são de cariz diferente do Moçambola, porque são a eliminar.

 

Apesar de jogarmos em casa e sermos favoritos, não retira as adversidades e dificuldades que vamos encontrar. Teremos de provar esse favoritismo em campo”, frisou, acrescentando que apesar de percalços que a UD Songo foi imposta nas últimas jornadas do Moçambola, a equipa e jogadores mantêm os níveis de confiança e vontade de vencer.

 

Sabemos, porque perdemos em Maputo, mas, mesmo assim, estamos firmes nos nossos objectivos. Apesar de nos terem atrasado, continuamos a ser os maiores favoritos à conquista das principais competições. Aliás, não tiramos nenhuma vírgula sobre o que assumimos desde o início da época, quando definimos como premissa a conquista do Moçambola e da Taça de Moçambique/mCel. Chegados aqui, não há dúvidas de que somos favoritos, sobretudo no Moçambola”, vincou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:00
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O TREINADOR do Costa do Sol, Rui Évora, disse que está mais do que claro que a equipa vai enfrentar uma grande batalha em Songo. Mas frisou que está também claro que os “canarinhos” querem ganhar e conquistar a taça.

 

Rui Évora minimizou a vantagem conseguida no jogo da primeira “mão”. “Não existe vantagem quando se trata de um jogo em duas “mãos”. O jogo está num intervalo e isso não significa vantagem. Por isso, estamos cientes das dificuldades que vamos enfrentar no terreno alheio. A União Desportiva do Songo é forte, daí que estamos a preparar a equipa com especial carinho e ao pormenor por ser um jogo decisivo fora de portas e perante um adversário difícil”, anotou.

 

O técnico frisou que o Costa do Sol não vai à Songo defender o resultado, mas sim jogar para ganhar, sobretudo nesta altura que nada lhe resta senão lutar pela conquista da taça.

 

Como disse, o jogo está no meio e isso implica mais empenho para alcançar o nosso objectivo, que é chegar à final, e a equipa está bem preparada para este embate”, disse.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:57
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AS atenções no desporto-rei estão viradas para a disputa, amanhã, do acesso à final da Taça de Moçambique/mCel, evolvendo quatro das melhores equipas do futebol nacional.

 

Trata-se de jogos referentes à segunda “mão” das meias-finais, ambos marcados para as 15.00 horas. No Estádio Nacional do Zimpeto, o Maxaquene recebe o Ferroviário de Maputo, enquanto o Costa do Sol desloca-se à Songo ao encontro da União Desportiva.

 

Em igualdade circunstancial estão os “tricolores” e “locomotivas” que saíram empatados do jogo da primeira “mão”. Em vantagem está o Costa do Sol, que venceu a União Desportiva por 1-0.

 

Nas vésperas destes grandes embates, os técnicos aguardam pela reacção positiva das suas equipas e não pensam outra coisa senão chegar à final. São os casos dos treinadores da UD Songo e Costa do Sol, respectivamente Artur Semedo e Rui Évora.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:53
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Sexta-feira, 30 DE Setembro 2016

 

O TÉCNICO do Maxaquene, João Figueiredo, afirmou que os últimos resultados têm estado a engrandecer os índices de confiança na equipa e espera para um jogo muito bem disputado, onde o espectáculo não faltará. Sem também assumir favoritismo, Figueiredo diz que a sua equipa tudo fará pela vitória.

 

Temos, comparativamente ao jogo da primeira ʻmãoʼ, uma equipa mais forte, mas que terá pela frente um adversário que tem mérito de ser campeão. Naturalmente que queremos, tal como o Ferroviário, salvar a época. Portanto, será um jogo difícil e muito bem disputado, mas faremos o máximo possível para chegar à final”, prometeu.

 

João Figueiredo fez um apelo à arbitragem para que os interesses desportivos sejam salvaguardados. “Que a arbitragem esteja ao nível do evento, seja isenta e tenha respeito pelo jogo e atletas com vista a engrandecer o espectáculo”, apelou.

 

Quanto à equipa e estratégia do jogo de domingo, o técnico do Maxaquene anotou que a vontade de fazer o melhor é crescente jogo a jogo.

 

A equipa está a evoluir para um nível que me permite afirmar que está mais forte e muito próxima daquilo que é nosso modelo de jogo. Preparamos uma estratégia que, a implementar, podemos sair felizes deste embate”, sintetizou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:24
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CARLOS Manuel (Caló), treinador do Ferroviário de Maputo, disse que ninguém é favorito entre os “locomotivas” e “tricolores”. Mas salientou que há uma grande motivação de vencer na equipa que dirige.

 

Para Caló, o sucesso do Ferroviário vai depender muito da frieza que os jogadores mais adiantados no terreno deverão ter no capítulo da finalização, porque, no seu entender, os “locomotivas” sempre estiveram bem em termos de jogo colectivo, razão pela qual a sua equipa tem chegado com facilidade ao último terço do adversário.

 

O facto de virmos de algumas vitórias coloca-nos numa situação estável e com muita motivação. A grande preocupação continua a residir no capítulo de finalização. Temos trabalhado muito a nível individual, porque colectivamente estamos bem. A equipa consegue chegar, com alguma facilidade ao último terço do adversário, mas falta essa frieza na finalização”, anotou.

 

O Ferroviário de Maputo tem na Taça de Moçambique/mCel a sua última esperança, uma vez já fora da corrida para o Moçambola e a Liga BNI. Porém, o técnico “locomotiva” negou que os “locomotivas” estejam engajados na luta para salvar a época.

 

Se for analisar o nosso percurso, vai perceber que começamos por conquistar a Supertaça e sempre estivemos a um bom nível no Moçambola e podemos terminar numa boa posição. Portanto, terminar a ganhar a Taça de Moçambique/mCel seria bom. Vamos a este jogo com a vontade de transitar. Aliás, o empate sem golos na primeira “mão” dá-nos vantagem, porque uma igualdade a um golo no domingo nos garante a transição. Porém, não vamos com o objectivo de empatar, mas sim de ganhar e passar à final”, assinalou.

 

Quanto ao adversário, Caló afirmou que respeita o Maxaquene, daí que não atribui favoritismo a ninguém.

 

Feitas as contas, estamos igualados a 50 por cento. Mas os índices de confiança na equipa são elevados e o espírito de grupo também é bom. Em suma, reina uma grande motivação nos jogadores”, concluiu.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:18
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