Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 20 DE Maio 2016

 

NUMA tarde em que os avançados do Maxaquene estiveram com a pontaria desafinada, foi Butana, um defesa, a mostrar como se faz. Foi ele que marcou o único golo que “arrumou” a Liga Desportiva. É caso para dizer que quem não tem cão caça como gato.

 

O golo do triunfo dos “tricolores” surge no período de compensações, portanto aos 46 minutos da primeira parte. Apesar da etapa inicial ter sido marcada, durante maior de tempo, pelo equilíbrio, a vantagem dos comandados de Chiquinho Conde acabou-se justificando pelos melhores últimos 10 minutos, durante os quais o Maxaquene esteve mais afoito no ataque e até poderia ter marcado não fosse o remate desastroso de Isac, na resposta ao passe de cabeça de Luckman.

 

Importa também que se diga que a equipa “tricolor” teve os deuses do seu lado em duas jogadas em que a Liga teve tudo para marcar. Primeiro foi Dainho a falhar o alvo já sem o guarda-redes na baliza, numa jogada que parece ter partido de uma situação de fora-de-jogo. Depois foi Zicco a fazer ainda o pior, já que, depois de tirar Guirrugo do caminho, e com a baliza escancarada, simplesmente não correu para dar o toque vitorioso. Incrível. Talvez por isso tivesse sido substituído por Elias, na segunda parte, numa altura em que a Liga dava tudo em campo para chegar ao empate. E até ficou muito próximo de o conseguir num lance em que Whisk quase oferecia o ouro ao bandido, quando fez um mau atraso e colocou a bola a mercê de Andro, que por pouco fazia o golo. Mas valeu a intervenção do próprio Whisky.

 

Até ao final, os comandados de Dário Monteiro esboçaram muitas jogadas de ataque; bombearam bolas para área, mas a equipa “tricolor” esteve bem a defender e até poderia ter aumentando a vantagem se tivesse, em contra-ataque, aproveitado os espaços cedidos pela Liga.

 

Samuel Chirindza e seus pares fizeram um trabalho digno de registo.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Samuel Chirindza, auxiliado por Baltazar Hilário e Venastácio Cossa. Quarto árbitro: Artur Sitoe.

 

MAXAQUENE: Guirrugo; Butana, Nito, Bernardo e Paíto; Whisky, Okhan, Dangalira (Nelson) e Mayunda; Isac e Luckman (Fachy).

 

LIGA:Milagre; Kito (Norberto), Chico, Gildo e Osvaldo; Hagy, Dainho, Joseph (Geraldo) e Liberty; Andro e Zicco (Elias).

 

DISCIPLINA: Amarelo para Gildo, Elias e Liberty (Liga) e Whisky (Maxaquene).

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:24
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O DETENTOR da Taça de Moçambique, a Liga Desportiva de Maputo, foi, ontem, prematuramente, afastado da prova, pelo Maxaquene, por 1-0, em partida da segunda eliminatória da fase da cidade.

 

Enquanto isso, o Costa do Sol venceu o Estrela Vermelha pela mesma contagem. Assim, os “tricolores” e os “canarinhos” juntam-se ao Ferroviário, Desportivo e 1.º de Maio, na fase regional sul.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:13
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Segunda-feira, 08 DE Junho 2015

LUCKMAN.png

 

ISSO mesmo, o Maxaquene precisou de suar às estopinhas para levar de vencida o Incomáti por 1-0, na tarde de sábado em partida dos oitavos-de-final da Taça de Moçambique. Os “tricolores” necessitaram do prolongamento para desatar o nó, numa partida sem qualidade que se esperava.

 

Jogo morno entre duas equipas que parecem ter entrado em campo para lutar por um nulo.  As jogadas eram feitas de forma lenta e muitas delas mal elaboradas.

 

O Maxaquene tinha o domínio territorial, mas que no entanto não era acompanhado de jogadas de golo iminente. O Incomáti conseguia fechar-se muito bem e foi feliz num dia em que as duas unidades mais irreverentes do Maxaquene (Luckmasn e Isac) praticamente não funcionaram.

 

O Incomáti foi o primeiro a criar um verdadeiro perigo na baliza contrária, com Jafete a chegar ligeiramente tarde para desviar um cruzamento rasteiro vindo da esquerda, numa jogada em que Simplex parecia estar completamente batido, passavam 19 minutos.

 

Cinco minutos volvidos, Isac recebeu um passe há alguns metros da área, tendo invadido muito bem o último reduto dos “açucareiros”, mas o seu remate saiu desenquadrado.

 

Aos 39 minutos, Jafete surge isolado na área, mas deslumbra-se perante Simplex que ficou dono do esférico. Na resposta, Luckman recebe um centro da esquerda, mas incompreensivelmente cabeceou ao lado.

 

O nulo prevaleceu até ao intervalo. No reatamento, o Incomáti veio mais atrevido do descanso, amarrando o Maxaquene aos cordões, obrigando-o a errar, para além de arrendar o seu meio-campo por alguns instantes.

 

Mas a mais flagrante oportunidade de golo pertenceu a Isac, que isolando na área viu o seu remate a ser devolvido pelo poste aos 67 minutos. Logo a seguir, Luckman recebeu um centro bem tirado por Mayunda, mas o seu cabeceamento foi uma oferta para Baia.

 

O Incomáti tentou incomodar a baliza “tricolor” e de livre Mabui obrigou a Simplex a fezer uma boa defesa.

 

Os 90 minutos terminaram sem golos. Foi-se ao prolongamento e ai o Maxaquene foi feliz com o golo de Nelson a surgir no minuto 103. Nelson apareceu na área para concluir a um centro de Michael na cobrança de um livre na direita.

 

O Incomáti tentou forçar o empate, mas foi o Maxaquene que por duas vezes e por intermédio de Isac podia ter ampliado, mas nas duas ocasiões, o ponta-de-lança “tricolor” viu Baía a lhe frustrar o desejo de dar gosto ao pé.Paulo Buque esteve bem.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Paulo Buque, coadjuvado por Júlio Maquissone e Domingos Machava. Quarto árbitro foi Ema Novo.

 

MAXAQUENE: Simplex; Nito, Mayunda, Monis, Nelson, Loló (Mauro), Bernardo, Okman, Rachid (Fachy), Luckman (Michael) e Isac.

 

INCOMÁTI: Baía; Mabui, Mathaus, Torroro (Manuelo), Agú, Maior, Dércio, Carlitos, Mimito, Terry (Dinho) e Jafete.

 

Disciplina: Vermelho para Nito, amarelos para Luckman e Mauro, todos do Maxaquene.

Golo: Nelson, aos 103’.

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:25
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ferro vs textil.jpg

 

OI exactamente isso. O Ferroviário da Beira demonstrou desde o início do jogo até ao fim uma atitude totalmente diferente contrariamente ao seu opositor, o Têxtil, que quanto a nós esteve longe de discutir a segunda vaga para a fase regional da Taça de Moçambique, situação agravada pela pálida actuação da sua defensiva que nos três golos não esteve isenta de culpa, embora mérito seja também atribuído aos marcadores dos tentos dos “locomotivas”.

 

Os comandados do zambiano Wedson Nyirenda foram mais acutilantes e logo aos oito minutos Mário, que parece ter regressado em força e com os golos após longo período ausente devido a lesão, abriu o activo aproveitando-se, tal como dissemos, da fragilidade defensiva dos “fabris”, os “locomotivas” eram mais activos e com maior poderio ofensivo ante um adversário que tentava jogar sempre em contra-ataques que não resultavam, pois as bolas ora morriam nos pés dos defensores contrários ou as jogadas eram mal finalizadas o que se verificou até ao intervalo.

 

No reatamento, Rogério Chapo entrou a apostar no ataque com duas novas unidades, mas tal desejo não foi satisfeito, pois a equipa do Têxtil continuou a claudicar bastante na transição das bolas do meio-campo para a frente bem como a ter dificuldades de penetração no reduto recuado do Ferroviário.

 

Aos 54 minutos aconteceu o segundo golo dos “locomotivas”. Livre frontal à baliza do Têxtil e numa perfeita combinação de uma jogada laboratorialmente feita, Henry e Reinildo trocaram os olhos a defensiva e já no interior da pequena área este último cruzou para Mário dizer “sim” com um toque que deixou o guardião contrário sem hipóteses para a defesa. Após o golo, os “fabris” tentaram reagir, mas a sua reacção não foi por além acabando por ser novamente o Ferroviário a comandar os cordelinhos do jogo até que Maninho, que acabava de entrar para o lugar de Edson, fixar o resultado.

 

A equipa de arbitragem não teve problemas.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: António Hamilton, auxiliado por Manuel Nelson e Dias Sigaúque. Manuel Castigo foi o quarto árbitro.

 

FER. BEIRA: Willard (Bruno); Elísio, Mambucho, Cufa, Edson (Maninho), Pitcho, Henry, Paito, Reinildo, Nelito (Jacob) e Mário.

 

TÊXTIL: Miguel, Edgar, Judy, Kufur, Mário, Gean (Simão), Tazman (Casaco), Mandava, Samorai, Félix (Tico) e Dje.

 

DISCIPLINA: Amarelos para Elísio e Paíto (Ferroviário) e Mário (Têxtil).

 

RESULTADOS

 

ZONA SUL

 

Fer. Maputo-Desp. Maputo (7-8)

Maxaquene-Incomáti (1-0)

Liga Desportiva-Mahotas (5-0)

Chibuto-ENH (1-0)

 

ZONA CENTRO

 

Fer. Beira-Têxtil (3-0)

DIA 21 DE JUNHO

Textáfrica-HCB

Fer. Quelimane-Clube de Moatize

 

ZONA NORTE

 

Fer. Nampula-Fer. Pemba (2-1)

Águias de Lichinga-Liga de Monapo (3-0)

 

ANTÓNIO JANEIRO

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:42
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A TAÇA de Moçambique, a segunda mais importante prova futebolística, que jogou-se no fim-de-semana em todo o país foi caracterizada por sofrimento e goleadas.

 

O confronto entre gigantes – zona sul – foi vivido num ambiente de grande sofrimento. O Desportivo conseguiu eliminar o Ferroviário apenas na segunda série de penáltis por 8-7. Tratou-se de uma partida imprópria para cardíacos, jogada até ao último fôlego. No tempo regulamentar e no prolongamento registava-se um empate a um golo.

 

Se no Estádio da Machava já era de esperar uma partida emotiva, atendendo a rivalidade entre os oponentes, não se pode dizer o mesmo em relação ao que se passou no campo do Afrin. O Maxaquene, líder do “Moçambola”, precisou de ir ao prolongamento para eliminar o Clube de Incomáti, uma colectividade do segundo escalão a actuar no “Provincial de Maputo”. Os “tricolores” ganharam pela margem mínima, 1-0.

 

Ainda nos jogos da zona sul, a Liga Desportiva de Maputo teve um fim-de-semana mais tranquilo, já que goleou o Ferroviário das Mahotas por 5-0.

 

Em Gaza, o Clube de Chibuto, a jogar em casa, bateu o ENH de Inhambane por 1-0.

 

Na zona centro, o Ferroviário da Beira impôs-se com classe diante do rival Têxtil do Púnguè vencendo por 3-0. Os “locomotivas” da Beira aguardam por mais dois acompanhantes que sairão dos encontros Textáfrica-HCB e Ferroviário de Quelimane-Clube de Moatize, que se realizarão no dia 21 do mês em curso.

 

Na zona norte, as Águias Especiais de Lichinga derrotaram sem dificuldades a Liga Desportiva de Monapo por 3-0, enquanto o Ferroviário de Nampula sofreu para vencer o seu homónimo de Pemba por 2-1. 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:59
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Quinta-feira, 14 DE Maio 2015

ISAC1.gif

 

O MAXAQUENE venceu, na tarde de ontem, o Costa do sol, por 2-1, em partida mais importante da Taça de Moçambique, fase da cidade de Maputo. O Costa do Sol tornou-se, desta forma, o primeiro gigante a sair da prova, vítima de um rival que o derrotara há sensivelmente um mês no Moçambola.

 

Noutras partidas que tiveram lugar ontem, o Desportivo de Maputo goleou a Academia Mano-Mano, por 3-0, o mesmo resultado conseguido pela Liga Desportiva de Maputo na recepção ao 1.º de Maio. O Ferroviário de Maputo cilindrou as Águias Especiais, por 4-0.

 

Nas províncias, o destaque vai para a goleada imposta pela HCB ao Ochowa FC, por 7-0, em Tete. Em Inhambane, a ENH derrotou com muitas dificuldades o Baleia FC, por 1-0. Em Nampula, o Ferroviário bateu o Sporting, por 2-1, e o Ferroviário de Nacala foi surpreendido pela Liga Desportiva de Monapo, com quem perdeu por 0-1.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:32
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O HERÓI, como de costume, Isac foi a imagem da reacção pronta do Maxaquene após sofrer o golo de empate (1-1). É caso para dizer feriram o búfalo, já que Isac tratou de pôr os pontos nos ii aos 73 minutos.

ISAC.png

 

Mas vale a pena contar o filme do Maxaquene-Costa do Sol do início. A primeira parte foi jogada a um bom ritmo e com o Maxaquene a ser perspicaz e eficaz no ataque. Com uma linha do meio-campo melhor organizada e mais esclarecida nos processos defensivos e ofensivos roubou muitas vezes a bola ao seu adversário em zonas capitais e depois lançava a velocidade de Isac ou Lukman. Não estranhou por isso que o primeiro sinal de perigo tenha sido protagonizado por Isac que com um gesto técnico consegue tirar Dário Khan do caminho e servir Lukman que atirou ao lado.

 

Aos 17 minutos surge o golo de Muniz aproveitando uma defesa incompleta de Soarito a remate de Lukman. Diga-se que este golo foi fruto do trabalho individual de Lukman, que após tirar dois defensores do caminho ainda sentou o guarda-redes.

 

Uma fífia de Simplex que deixou passar a bola que nem manteiga derretida no Verão entre as mãos valeu o corte pronto de Moniz quase em cima da linha de golo.

 

O Maxaquene, com mais perigo, até porque tirava proveito do adiantamento do bloco defensivo dos “canarinhos”, para em contra-ataque fazer estragos, ficou perto de marcar por Lukman que não conseguiu acertar no alvo após assistência primorosa de Okhan.

 

O Costa do Sol tinha pouco espaço para atacar e de longe tentava a sorte.  Numa dessas tentativas Ussama quase marcava muito por culpa de mais uma intervenção desastrada de Simplex que deixou fugir a bola, sorte que esta foi embater no poste para alívio dos adeptos “tricolores” que já temiam o pior.

A segunda parte começa com Isac a aquecer as luvas de Soarito com um excelente remate em jeito.

 

Os “tricolores” estavam mais perto do segundo golo, minutos depois, mas valeu uma grande defesa de Soarito com os pés para evitar que o cabeceamento de Butana transpusesse a linha de golo. Mas lá está, o futebol não é uma ciência lógica e quando nada fazia prever, o génio de Mfiki soltou-se, arrancou um passe de trivela para Parkim que cara-a-cara com Simplex rematou certeiro.

 

O empate, aos 58 minutos, trouxe mais vibração e emoção à partida, já que os pupilos de Chiquinho Conde, que, depois de entrarem num período de sonolência, passaram a atacar novamente e a verdade é que sempre a dupla Lukman e Isac combinava muito bem e criava enormes dores de cabeça à defesa “canarinha”. Foi visível no passe de ruptura de Lukman para Isac que com um toque de classe tirou Soarito do caminho mas com o seu pior pé, o esquerdo, fez um remate sem nexo quando tinha toda a baliza à sua mercê. Mas estava reservado para o minuto 73 o grande momento para o melhor goleador moçambicano.

 

Isac, ao seu estilo, sempre no momento certo, introduz a bola dentro da baliza depois de uma assistência de cabeça de Butana. Até ao fim, o Costa do Sol tentou restabelecer a igualdade, mas Simplex mostrou-se seguro a duas tentativas de Ruben.

 

Simões Guambe, embora tenha cometido alguns erros técnicos, merece nota positiva.

 

 FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Simões Guambe, auxiliado por João Paulo e Ivo Muiambo. Quarto árbitro: Felisberto José.

 

MAXAQUENE: Simplex; Butana, Zabula, Nito e Mayunda; Whisky, Okhan,  Moniz e Fachi; Isac e Lukman

 

COSTA DO SOL: Soarito; João Mazive, Dário Khan, Gerson e Dito; Ussama (Dainho), Chimango e Elias (Rodrigues); Paulo (Ruben) e Parkim

 

DISCIPLINA: “Amarelo” para Moniz, Isac e Nito, todos do Maxaquene;  João Mazive, do Costa do Sol

 

Ivo Tavares

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:58
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Quarta-feira, 13 DE Maio 2015

C-SOL-X-MAXAQUENE.gif

 

O DESAFIO entre o Maxaquene e o Costa do Sol é o destaque da segunda eliminatória da Taça de Moçambique – fase provincial (Maputo) a realizar-se hoje no campo do 1.° de Maio a partir das 14.30 horas.

 

Espera-se uma partida intensa, emotiva e com muito público nas bancadas, afinal frente-a-frente estarão duas das melhores equipas, não só da capital, como nacionais e que vêm fazendo uma boa campanha no Moçambola. O Costa do Sol a subir de forma e o Maxaquene a manter uma regularidade, facto que lhe confere estar no topo da maior prova futebolística, a par da Liga Desportiva.

 

A boa forma que ambos os colectivos atravessam faz crescer a ansiedade em torno deste “clássico” que irá resultar na queda do primeiro gigante. É que sendo a Taça de Moçambique uma competição a eliminar, a única certeza é que “tricolores” ou “canarinhos” ficarão de fora da segunda mais prestigiada prova nacional.

 

Se o azar do sorteio cruzou o caminho do Maxaquene e do Costa do Sol, o mesmo não se pode dizer da Liga, Ferroviário de Maputo e do Desportivo de Maputo, na medida em que defrontarão adversários do segundo escalão.

 

A Liga mede forças, no seu campo, com o 1.º de Maio; o Ferroviário recebe as Águias Especiais e o Desportivo bate-se com a Academia Mano-Mano.

 

O “team” que tem como patrono, Mano-Mano, actual treinador adjunto dos “Mambas”, goza para já do estatuto de revelação da prova, já que na ronda passada eliminou a Académica, um oponente com tradição, mau grado esteja há uma década a atravessar uma má fase marcada pela incapacidade de ascender ao primeiro escalão.

 

Recorde-se que a Académica participou na última vez no Moçambola em 2005, então treinada por Carmona Mocobola.

 

A segunda eliminatória fica completa sábado quando o Ferroviário das Mahotas e o Matchedje medirem forças no Estádio da Machava.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:57
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Terça-feira, 07 DE Outubro 2014

 

Em virtude da realização, este fim-de-semana, dos jogos da segunda “mão” das meias-finais da Taça de Moçambique e dos compromissos da selecção nacional de futebol.

 

 

A selecção nacional de futebol que defronta a 11 e 15 de Outubro a selecção do Cabo Verde em partidas referentes à terceira e quarta jornadas do grupo “F” de qualificação ao CAN Marrocos 2015 –, o Moçambola terá uma paragem de duas semanas. Assim sendo, os jogos das 24ª e 25ª jornadas foram remarcados para as semanas de 12  e 19 de Outubro.

 

 

A contar para a Taça de Moçambique, este sábado, o Estrela Vermelha de Maputo irá receber, no campo do Costa do Sol, o Ferroviário da Beira, num jogo que se espera muito disputado, até porque, depois da derrota por 4-1 na primeira “mão”, os “alaranjados” da capital de tudo farão para tentarem inverter a eliminatória. Entretanto, este é um desiderato que não se espera fácil, até porque os “locomotivas” da Beira, detentores da Taça, estão determinados a repetir a proeza.

 

 

Já no domingo, os “locomotivas” de Maputo irão receber, em pleno Estádio da Machava, o Costa do Sol. É de resto um clássico que promete proporcionar aos amantes do desporto um bom espectáculo de futebol, mesmo porque o empate sem abertura de contagem – na primeira “mão” – coloca a eliminatória em aberto e deverá obrigar as duas equipas a redobrarem os esforços com vista a verem acesa a esperança de vencer a competição.

 

 

Próximas Jornadas serão de tirar o fôlego

 

 

As três últimas jornadas que se seguem serão determinantes para o destino das equipas que participam no Moçambola. Ora, por um lado, temos o pelotão da frente, composto por Liga Desportiva de Maputo, Ferroviário de Nampula e Ferroviário da Beira, com 44, 43 e 40 pontos, respectivamente. São equipas com diferenças pontuais muito reduzidas... e qualquer deslize pode ser fatal!

 

 

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 11:49
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Segunda-feira, 06 DE Outubro 2014

 

OS Ferroviários de Maputo e da Beira vão disputar a final da Taça de Moçambique/mCel edição 2015, depois de afastarem respectivamente o Costa do Sol e o Estrela Vermelha da capital do país no último fim-de-semana com o agregado nas duas “mãos” de 3-1 (0-0, na primeira “mão” e 3-1, na segunda) e 7-2 (4-1, na primeira “mão” e 3-1, na segunda), respectivamente.

 

 

 

O Ferroviário da Beira parte para esta final como detentor do título conquistado o ano passado no Estádio Nacional do Zimpeto diante do Chibuto, enquanto o de Maputo vai à procura de salvar uma época negra no Moçambola, onde luta pela permanência depois de ter começado como um dos candidatos ao título.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:13
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