Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quarta-feira, 15 DE Março 2017

 

Excelente início de temporada para Daniel Portela em Moçambique, ao serviço do Chibuto.



O treinador português, que foi adjunto de Erwin Sanchéz e Petit no Boavista, começou por conquistar a Supertaça da Província de Gaza, o que acabou por fazer com se tenha tornado ainda mais forte a relação com os adeptos desde o início desta aventura.



No campeonato, o Chibuto começou por vencer por 2-0 o Ferroviário de Nacala, empatando depois (2-2) no terreno do 1º de Maio de Quelimane, o que deixa a equipa da Província de Gaza na segunda posição.



Sabendo que é tremendamente complicado envolver-se na luta pelo título, Daniel Portela vai dizendo que acredita nos seus jogadores e que por isso vê condições neste projeto para ter sucesso.



Nesta fase há clubes portugueses que já mostraram interesse na situação de Daniel Portela, que não esconde que acredita que um dia andará pelos grandes palcos como treinador.

 

 

Fonte:Abola

publicado por Vaxko Zakarias às 11:55
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Terça-feira, 14 DE Março 2017

 

O Ferroviário de Maputo venceu o ENH por 2-1, mercê de um golo de Tico, marcado dois minutos depois do tempo regulamentar. Antes desse momento as hostes locomotivas estavam desesperadas, uma vez que acabavam de ceder um empate, por Rachide, deixando os seus adeptos apreensivos.

 

O Ferroviário entrava em campo depois de um empate conseguido frente ao Maxaquene nos últimos minutos e precisava de entrar a carregar para iniciar a resolução do destino da partida com o ENH, que, treinado por João Chissano, a menos de dez dias, ainda estava em restruturação, procurando ganhar pontos antes da consolidação da sua equipa.

 

Os donos da casa entraram bem no jogo, ou seja, mais pressionantes, e com mais ataques, enquanto o ENH tentava tapar as linhas para impedir o avanço dos ataques. Notou-se alguma dificuldade em penetrar na área do representante de Inhambane e Sidique e Mário tiveram de fazer valer o seu poder de remate para incomodar o guarda-redes contrário, mas sem êxito.

 

Aos 18 minutos a equipa de Lucas Barrarijo, que até ao momento era a melhor em campo, beneficiou de um livre perto da área contrária e Timbe, após tirar as medidas a David, levou a bola a fundo das redes da baliza deste, fazendo delirar o público afecto aos locomotivas e não só pela execução perfeita do lance.

 

Joca Estêvão/Luís Muianga

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 13:30
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– Tenho que felicitar a minha equipa por ter mostrado carácter forte para aguentar com o jogo mesmo tendo passado por dificuldades para chegar a Maputo. Apesar de a Liga não se assumir candidata ao título devo dizer que o que mostrou hoje aqui não traduz essa realidade.

 

É uma equipa forte e respeitável. Mas não vou deixar de repudiar a atitude dos meus colegas da equipa técnica da Liga, que não aceitaram adiar o jogo para amanhã, mesmo a pedido da Liga Moçambicana de Futebol. Estes demonstraram falta de fair-play, mesmo sabendo que não tivemos tempo para o merecido descanso. Penso que nós treinadores devemos passar a ser mais humanos e acima de tudo respeitarmos a integridade física dos nossos jogadores. Hoje sou o homem mais feliz do mundo porque tenho homens com carácter, Chiquinho Conde, treinador da UDS.

 

Raimundo Zandamela/Luís Muianga

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 10:18
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Segunda-feira, 13 DE Março 2017

 

Dois golos de nota artística apontados por Luís aos 31 minutos e Banda aos 63 conferiram três preciosos pontos à vice-campeã do Moçambola, a União Desportiva do Songo, que no último sábado venceu incontestavelmente a Liga Desportiva de Maputo por 2-1, na segunda jornada do Campeonato Nacional de Futebol. O resto foi espectáculo.

 

Naturalmente que se Chiquinho Conde tivesse perdido o jogo frente à equipa da Liga Desportiva de Maputo as duras críticas lançadas à equipa visitada no fim do desafio teriam um tom mais acentuado. Mas nem por isso o treinador da União Desportiva do Songo deixou de repudiar a atitude demonstrada pelos seus colegas da Liga, que se recusaram em não aceitar o adiamento do jogo para amanhã (segunda-feira), mesmo sabendo das circunstâncias difíceis com que a equipa visitante se deparou para chegar a Maputo.

 

Chiquinho Conde considerou ter havido falta de desportivismo por parte da equipa técnica liderada por Daúde Razak, ao não relevar o pedido formulado pelo presidente da Liga Moçambicana de Futebol, Ananias Couana para o efeito. O mesmo foi mais longe afirmando que é preciso que os treinadores sejam mais humanos, sobretudo quando se está em causa a integridade física dos atletas. No seu entender, a reviravolta conseguida pelos seus jogadores constitui um prémio e uma lição de fair-play ao seu adversário e às equipas que forem a pautar pelo mesmo comportamento em ocasiões futuras.

 

Os problemas logísticos do Moçambola, caracterizados pelos desarticulados voos da única companhia aérea que transporta as equipas deste campeonato, estarão na origem do repúdio apresentado por Chiquinho Conde.

 

Raimundo Zandamela/Luís Muianga

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 13:24
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Nesta ronda, uma nota saliente vai para o facto de, à semelhança do que aconteceu na abertura, os pontapés livres à meia distância terem estado a ser bem executados. Na Machava, por exemplo, um irrepreensível pontapé de livre directo, apontado por Timbe, abriu a contagem. Ao longo da partida houve mais dois bem executados, a favor dos donos da casa, e que embateram na trave.

 

“Joga-se” mais fora do que dentro

 

De uma forma geral, este início de campeonato tem gerado mais motivos para comentários fora do que dentro das quatro linhas. Às inflamadas declarações de Arnaldo Salvado na sua deslocação a Vilanculos na 1.ª jornada, juntam-se agora aos descontentamentos de João Chissano e Chiquinho Conde, face às cansativas e desorganizadas deslocações a Maputo. E como se não bastasse, o treinador do Ferroviário de Nampula, que viu a sua equipa dominar sem conseguir marcar por manifesta infelicidade, teve que ser escoltado, face aos apupos dos adeptos que já pedem o seu despedimento.

 

De uma forma geral, vê-se que o início titubeante da temporada tem a ver com as longas deslocações e os imprevistos. O público, como nas provas anteriores, tem marcado presença em massa em todos os campos do país, à excepção do que acontece nos bem apetrechados campos de Maputo.

 

Pela positiva, registem-se as boas actuações dos árbitros, pelo que não se registaram até agora casos polémicos.

 

Poucos golos

 

A emoção, que é o sal e pimenta do desporto-rei, tem sido intermitente, também pelo facto de se estar a marcar poucos tentos, neste caso 19, o que equivale a uma média de 2,25 golos por jogo. Mérito dos defesas ou demérito dos avançados? Pelo número de vezes em que as equipas invadem as áreas contrárias e pela quase ausência de desequilibrados claramente em início de época, o capítulo da finalização deve orientar a agenda dos técnicos, de forma a que o Moçambola se aproxime das médias de conversão dos grandes campeonatos do continente e do mundo.

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 10:30
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Sexta-feira, 10 DE Março 2017

 

canarinhos” querem vencer. Por isso, preparam o embate de Domingo frente ao Ferroviário de Nampula ao mínimo detalhe.

 

Feridos no seu orgulho, os pupilos de Nelson Santos pretendem se redimir da sua massa adepta com uma vitória, ainda que isso custe muito sacrifício.

 

Artur Comboio, Treinador-Adjunto do Costa do Sol, reconhece o poderio do seu adversário, mas garante que a vitória é a palavra de ordem na segunda partida do Moçambola ZAP.

 

O jogo entre o Ferroviário de Nampula e o Costa de Sol terá lugar no campo 25 de Junho, em Nampula.

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 11:54
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Quinta-feira, 09 DE Março 2017

 

A FIFA decidiu, a CAF tramitou e nós não estamos a conseguir cumprir. O que está em causa é o licenciamento dos clubes, mediante determinadas exigências, para tomarem parte nas provas da primeira linha competitiva nacional e as que dão acesso às provas internacionais.

 

A orientação “já tem barbas”, vem do início do mandato de Faizal Sidat e está a arrastar-se pelo de Simango Júnior. O organismo máximo do futebol mundial quer “separar o trigo do joio”. Profissionalismo tem regras, alta competição tem exigências. E que são...

 

- Projecto sustentado para o desenvolvimento dos jovens;

 

- Promoção do fair-play;

 

- Cumprimento de princípios mínimos de segurança nos campos e conforto para os adeptos;

 

- Respeito pelas normas internacionais;

 

- Existência de uma auditoria independente às finanças de clubes;

 

- Integração de treinadores e médicos profissionais qualificados.

 

Obrigação ou sugestão?

 

De lá para cá, no nosso país, criou-se uma Comissão para o Licenciamento. E o que ela tem feito? A única coisa que os seus “galões” permitem: apelar, apelar, apelar! Até quando?

 

O Moçambola já é um dado adquirido, está em marcha, misturando clubes licenciados e por se licenciar. É, na realidade, uma prova ilegal, uma vez que nem todos – neste caso a maioria – preenchem os requisitos de participação. À pergunta sobre se as restantes colectividades vão ou não ultrapassar a ilegalidade, a resposta é... “Sim”. Não há coragem para dizer que não há e que, em muitos casos, nem vai haver condições para a resolução do problema. Em que ficamos? Não tarda muito que a FIFA recorra a medidas gravosas, tais como corte do subsídio ao nosso futebol e o progressivo impedimento da presença moçambicana em provas no continente e no Mundo. Os prazos, a condescendência, têm limites, sob pena de se “passar por cima” de uma orientação que está a ser confundida com uma sugestão.

 

Dias antes do arranque do Moçambola, o presidente da Liga Moçambicana de Futebol, Ananias Couana, afirmava que aos clubes não licenciados não seria permitida a participação. Mas acabou fazendo-se “vista grossa”, apenas os Ferroviários da Beira e de Maputo, mais a Liga Desportiva estão licenciados.

 

O cerne da questão

 

Resta agora acrescentar novos prazos aos sucessivos prazos-limite já anunciados. As questões de fundo foram sendo secundarizadas e elas não são poucas. Um superficial “peneirar”, sem ser exaustivo, demonstra que...

 

- Há um clube no Moçambola que, até há pouco tempo, nem conta bancária possuía (tudo era tramitado através da conta do presidente), quando o que se exige, é uma contabilidade organizada e contas auditadas;

 

- Associação Despotiva de Macuácua, 1.o de Maio de Quelimane, UP do Niassa e Maxaquene vão jogar em casa alugada, quando a exigência é de garantir campo e sede, também para a formação das camadas jovens;

 

- Sobre a comodidade dos espectadores, as pedradas de Nacala dizem tudo;

 

- De médicos e treinadores formados, na maioria não reza a história. Há um massagista com uma garrafa de água e um balde de gelo, pronto a servir...

 

O que nos falta? Realismo. No Moçambola, quando o bom-senso aconselhava a redução de 14 para 12 equipas, ou mesmo 10, alargou-se o leque e os resultados estão à vista: “mataram-se” os provinciais, a movimentação das camadas jovens até exige decreto. São megalomanias à mistura com “copy-e-paste” das realidades de sociedades mais avançadas.

 

O que fazer? Simplesmente ter a humildade de dar um passo atrás e repensar modelos que nos permitam a médio prazo dar dois em frente.

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 11:07
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Quarta-feira, 08 DE Março 2017

 

O Ferroviário da Beira, atual campeão moçambicano, recebe na tarde desta quarta-feira a Universidade Pedagógica de Lichinga (UP), em partida referente à 2.ª jornada da primeira volta do campeonato nacional de futebol da 1.ª Divisão (Moçambola).



A partida foi antecipada devido aos compromissos internacionais dos Locomotivas da Beira, que no domingo recebem no seu campo o BYC, da Libéria, em jogo referente à primeira mão dos 16-avos-de-final da Liga dos Campeões de África.



Na estreia no Moçambola 2017 as duas equipas tiveram sortes diferentes: o Ferroviário da Beira perdeu diante do Desportivo de Nacala, por 1-2, e a UP de Lichinga venceu (1-0) o Chingale de Tete.



Jogando em casa, o Ferroviário da Beira segundo o treinador Aleixo Fumo, «tem obrigação de ganhar, tendo em conta que a equipa vem de uma derrota».

 

 

Fonte:Abola

publicado por Vaxko Zakarias às 11:37
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Terça-feira, 07 DE Março 2017

 

 

Atento ao que foram os dias conturbados da LMF pela não realização da primeira Assembleia-Geral, Alberto Nkutumula lançou uma bicada à LMF na cerimonia de Abertura do Moçambola.

 

– Ficámos satisfeitos por, desta vez, a LMF ter conseguido realizar a sua AG, na qual participaram os clubes que fizeram parte na edição anterior do Moçambola e os novos integrantes. O futebol é a modalidade que mais une os moçambicanos. Consequentemente o desporto mais praticado em Moçambique. Temos a noção desta realidade. Queremos que o futebol continue a desempenhar este papel de união, num ambiente apartidário, onde não haja religiões, sexo ou idade.

 

Gilberto Guibunda/Urgel Matula

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 11:49
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Activo interessado por aquilo que são os compromissos da Selecção Nacional neste ano, Abel Xavier fala da importância do arranque do Moçambola/2017.

 

– É fundamental e essencial, sem dúvidas. Há que enaltecer todos os agentes e estruturas que tornaram possível este arranque do Moçambola/2017. Espero que os jogadores, que são os protagonistas, colaborem de forma positiva para o aumento da nossa visibilidade nos factores competitivos e também de valor. Quem sai a  ganhar é também a Selecção Nacional, que bebe muito da influência do trabalho feito nos clubes. Deixo a mensagem de que todos os jogadores moçambicanos são seleccionáveis. Temos duas competições-chaves (uma para CHAN e CAN) para este ano e só com jogadores já potenciados é que podemos discutir as qualificações sem sobressaltos, observa Abel Xavier.

 

Gilberto Guibunda

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 11:11
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