Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 22 DE Setembro 2014

O DESPORTIVO foi estrategicamente superior na forma como se apresentou e actuou diante do líder, que, mesmo jogando em casa, acusou certa ansiedade pela pressão exercida pelos seus mais directos perseguidores na tabela, o que acabou afectando o seu desempenho no rectângulo do jogo. Jogando abertamente ao ataque e de forma desinibida, o Desportivo arrancou uma excelente exibição tendo valido, sobretudo, a colocação das suas pedras no terreno.

 

 

Actuando inicialmente com um 4x5x1, os “alvi-negros” ganharam a luta pela posse de bola no miolo e complicaram as saídas da Liga para o ataque. Foi sobretudo durante a primeira parte que o Desportivo mais se notabilizou, com Lanito sempre igual a si, galvanizando o ataque pela aza esquerda para o interior da grande área. Apesar de ter apenas Jójó mais adiantado, o Desportivo teve em Jair e Cremildo, estes dois encostado à direita, os impulsionadores do ataque, com o segundo a aparecer com alguma frequência na zona da finalização. Mas foi o meio-campista Geraldo a chamar aos reflexos de Milagre, com um tiro fora da grande área que forçou o guarda-redes a ceder canto, aos 11 minutos.

 

 

Jair, que ontem apareceu a jogar mais para o interior da aza direita, do que habitualmente como ala, teve a oportunidade mais vistosa de marcar, mais a intercepção à solicitação de Lanito foi contra o corpo de Milagre, aos 16 minutos. O Desportivo, como um jogo progressivo e objectivamente virado para o ataque, continuou na mó de cima e só no último quarto da etapa inicial a Liga reagiu. O jogo directo não foi opção certa contra uma equipa que trocava muito a bola e movimentava-se em toda largura do terreno. E foi Zicco, que, após tabelinha entre Kito e Avelino, é colocado à frente dos centrais atirando à figura de Wilson.

 

 

Posto isto, Telinho foi à linha de fundo flanquear para a zona, tendo Zicco desviado defeituosamente para o segundo poste, onde Muandro apareceu a encostar o esférico mas para fora. Depois, Lanito voltou a centrar para entrada de Jojó, de cabeça, mas o árbitro considerou infração na disputa do esférico com Milagre.

 

 

Este lance fechou a primeira parte. A Liga regressou com outra postura, mas não chegou a contrapor a tendência “alvi-negra”, que continuou sem rodeios e receios. E acabou tendo o prémio merecido, com o tento de Jojó, aos 66 minutos, bem colocado por Cremildo, que aproveito um alívio defeituoso do esquerdino Eusébio. O jogo já havia ganho algum equilíbrio, com alternâncias ofensivas. O técnico Sérgio Faife fez entrar o ponta-de-lança Jerry, o médio ofensivo Nando Imo à procura do golo de empate, mas não logrou o seu almejo. Imo até esteve quase a marcar, numa rápida desmarcação para a antecipação a Wilson, mas a bola ficou embrulhada nos pés do “keeper”. Feito isto, o Desportivo geriu o tempo com substituições à última hora e com simulações de lesão à mistura.O árbitro Sérgio Lopes fez bom trabalho.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITROSérgio Lopes, auxiliado por Amisse Djuma  e Baltazar Inhacumbe. O quarto árbitro foi Filimao Filipe.

LIGA DESPORTIVA – Milagre; Kito, Gildo, Chico e Eusébio; Telinho, Momed Hagy, Liberty (Jerry) e Muandro (Nando) ; Zicco e Avelino (Imo).   

DESPORTIVO – Wilson; Sidique, Agy, Hermínio e Jorge; Cremildo, Jair, Ussama (César Bento), Geraldo e Lanito (Lalá); Jojó (Ernesto).

DISCIPLINA: cartolina amarela a Geraldo.

 

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:30
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ALEGRIA voltou a Machava! Há muito tempo que não se via o Ferroviário a praticar um futebol tão vistoso. A bola a circular rápido rente a relva, de pé para pé e com passes de ruptura. Houve harmonia e espírito de entreajuda, condimentos que resultaram numa vitória sobre o Chibuto por 3-0, numa exibição de mão cheia. Apetece perguntar: Por onde andava esta locomotiva?

 

 

Com uma entrada de rompante, os “locomotivas” já podiam estar em vantagem, antes dos 10 minutos, quando Jeitoso com um cabeceamento cheio de intenção obrigou Zacarias a aplicar-se a fundo. Ficou o aviso, e dois minutos depois Andro deu melhor seguimento a um passe de ruptura de Diogo. Estava aberto o marcador. O Chibuto estava meio atónito face a dinâmica e agressividade imposta pelo opositor. Denotava enormes dificuldades em transpor a defesa contrária. Apenas por uma vez, na primeira parte, através de um remate de Dário, curiosamente ex-Ferroviário, incomodou o guarda-redes Leonel.

 

 

O perigo “morava”  doutro lado e aos 28 minutos, Chico de cabeça, atirou certeiro, na sequência de um canto bem apontado por Timbe. Animados pelo golo, os “locomotivas” mantiveram o pé no acelerador. Luís quase fazia o golo com um tiro de fora da área, valeu a intervenção de Zacarias, que diga-se de passagem teve uma tarde muito trabalhosa.  O Chibuto que não tinha feito nada para marcar, quase reduzia a desvantagem numa jogada em que a bola sofre um desvio na perna de Chico e passa caprichosamente ao lado do poste.

 

 

Os visitantes entraram para a segunda parte mais atrevidos e podiam ter chegado ao golo. Primeiro remate por Nhabanga e depois por Chicualacuala que na recarga rematou por cima. No entanto, foi sol de pouca dura, já que rapidamente os “locomotivas” voltaram a ter p controlo do jogo e foi com alguma naturalidade que chegaram ao terceiro golo numa jogada de insistência em que Chico remata e Luís faz o desvio vitorioso. Estavam jogados 66 minutos. A vantagem de 3-0 dava tranquilidade aos comandados de Víctor Pontes, enquanto os de Victor Urbano continuavam a procura do golo de honra de Cedric por duas vezes ficou perto desse feito.

 

 

No final do jogo, os adeptos verde-e-brancos estavam eufóricos e gritavam em viva voz “a…a moleza..”O árbitro teve uma falha grave ao não apitar uma falta sobre Andro. Um empurrão claro que todos viram, menos Estevão Matsinhe que antes já tinha feito vista grossa a uma carga sobre sobre Diogo.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITRO: Estevão Matsinhe, auxiliado por Júlio Muianga e Salomão Filipe. Quarto árbitro: Zefanias Gordandes.

FER.MAPUTO:  Leonel; Belo, Chico, Jeitoso e Solomon; Tchitcho, Timbe, Diogo (Mupoga) e  Andro (Danito Parruque); Manucho (Barrigana) e Luís.

CHIBUTO: Zacarias; Changuala, Nito,Maninho e Nhabanga; Dário,  Palatao, Cédric e Chicualacuala (Alimo); Johane (Adebayor) e Stanley   

 DISCIPLINA: Amarelo para Chico e Leonel.

 

 

IVO TAVARES

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:18
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EFECTIVAMENTE, foi uma partida que opôs duas equipas da mesma casa cujos interesses fizeram com que estas se defrontassem, por estas alturas do campeonato, com objectivos diferentes, ou seja, uma a querer suplantar a outra na tabela classificativa, enquanto a outra luta para liderá-la. Foi uma "colisão’’ entre duas "locomotivas’’, sendo uma proveniente da estação Ferroviária da Beira e a outra de Nampula que, ao fim dos 90 minutos não houve danos senão a irmandade prevalecente.

 

 

O jogo era de cartaz. Assim, as duas equipas entraram em campo a tentarem ser mais precisas na medida do possível, particularmente a nível do meio campo de forma a não ferir os seus intentos. O Ferroviário da Beira apostou no 4x4x2 enquanto o seu homónimo, sabendo das dificuldades que iria encontrar no terreno alheio, entrou com um sistema defensivo de 5x4x1 que se desfazia no contra-ataque para 3x5x2.

 

 

Aos 15 minutos o lateral esquerdo dos beirenses, Edson tirou a bola no risco de golo quando uma bola parada cobrada por Dondo foi até à cabeça do dianteiro Skaba que apanhou o guardião Willard fora dos postes, evitando-se assim o golo.Os treinados de Lucas Bararijo eram mais perigosos nos contra-ataques, enquanto o combinado de Nampula fazia-nos de forma lenta. Isto aconteceu até ao intervalo.

 

 

No reatamento da partida, as duas equipas voltaram a apostar no mesmo esquema de jogo e isso, até, levou a que a partida ganhasse monotonia. Aos 78 minutos Mário viu ´´vermelho’’ directo depois de ter entrado a margem das leis sobre um adversário na luta pela possa da bola na área dos nampulenses, deixando o Ferroviário da Beira reduzido a 10 unidades.

 

 

A partir dai os ´´locomotivas’’ da Beira ao invés vergarem foram mais acutilantes, mercê, até, de algumas alterações feitas pelo ‘’banco’’ com as entradas de Henry, Pitcho e Sankanie para os lugares Carlitos, Reinildo e Mfik, respectivamente o que deu ainda mais fôlego aos donos de casa.

Apesar de estar a jogar em vantagem numérica, o Ferroviário de Nampula não foi capaz de aproveitar-se disso e remeteu-se, ainda mais, no seu reduto recuado o que se viu até ao apito final do juiz Mário Tembe que teve um trabalho razoável.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITROS: Mário Tembe, auxiliado por Célio Mugabe e Carlos Guambe. Manuel Castigo foi o quarto.

FER. BEIRA: Willard, Elísio, Mambucho, Cufa, Edson, Reinildo (Pitcho), Paito, Carlitos (Henry), Maninho, Mário e Mfik (Sankanie).

FER. NAMPULA: Germano, Ernest, Stelio, Dondo, Vasil, Hipo, Óscar (Tony), Kalanga, Taibo (Massawa), Vivaldo e Skaba (Calton).

Amarelos para Mambucho (Fer. da Beira) e Dondo, Taibo e Vivaldo (Fer. de Nampula). Vermelho para Mário.

 

 

 

ANTÓNIO JANEIRO

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:10
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FOI a primeira goleada e histórica que a equipa do Desportivo de Nacala conseguiu nesta prova desde que ascendeu a este escalão, com Carvalho a fazer o seu também primeiro “hatc-tric”, numa partida em que os donos da casa, como lhes competia, entraram com a intenção de resolver o jogo cedo a seu favor como forma de lutar para uma manutenção tranquila o que foi conseguido.

 

 

Isto pode-se provar quando Carvalho, aos 16 minutos da contenda isolado, não consegue bater Miguel que defende “in-extremis” para canto o seu remate, para evitar aquele que seria o primeiro tento da partida. Mas com o jogo bastante intenso e virado para o ataque, Carvalho que tem sido perdulário, abre o activo na partida com um cabeceamento de belo efeito, aos 20 minutos.

 

 

Estavam abertas as portas para uma goleada, muito embora o Têxtil do Púnguè não se rendesse a superioridade do seu adversário, ripostando as investidas contrárias com o irrequieto e pequeno jogador, Xirico, mas seriam os locais a desfrutarem de mais uma flagrante oportunidade de marcar por intermédio de Stiven, aos 37 minutos que valeu a defesa atenta de Miguel para canto.

 

 

As duas equipas recolheram para o intervalo, depois de o Desportivo marcar o segundo golo da partida por intermédio do estreante Nené, aos 41 minutos, que foi a aposta de Akil Marcelino para o onze inicial.

 

 

Na etapa complementar, os “fabris” da Manga entraram melhor no jogo, muito bem sincronizados no seu meio campo, pecando apenas no capítulo da concretização. E como diz a máxima quem não marca, numa partida acaba sofrendo, Carvalho, aos 58 minutos, numa fuga, deixa um contrário pelo caminho e com pé esquerdo remata vitorioso para o terceiro golo do Desportivo de Nacala.

 

 

Com um futebol corrido e rendilhado, com o esférico a rodar de jogador para jogador, o Têxtil do Púnguè reduziu a desvantagem com um golo apontado por Carlos, quando estavam decorridos 62 minutos da partida, num lance em que a defensiva contrária teve imensas culpas.

 

 

Carvalho, neste jogo mostrou algum faro pelo golo, tendo aos 76 minutos, desfeiteado pela quarta vez o guardião “fabril” Miguel e conseguido o terceiro tento da sua conta, tendo o recém-entrado Essien feito o quinto do Desportivo de Nacala, com um remate portentoso de fora de área sem hipóteses de defesa para Miguel, resumindo o jogo numa histórica e agradável goleada para o gáudio dos nacalenses.Arlindo Nuvunga e seus pares tiveram a sua missão de dirigir a partida muito facilitada, merecendo uma nota positiva pelo seu empenho.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITROS: Arlindo Nuvunga, auxiliado por Ivo Muiambo e Zacarias Balói.

DESPORTIVO DE NACALA: David; Osvaldo, Idrissa, Miter e Rodjas; Daúdo, Zé, Nené (Essien) e Betão (Sunde); Stiven (Zuma) e Carvalho.

TÊXTIL DO PÚNGUÈ: Miguel; Félix, Micas, Kofur (Tinho) e Toni; Xirico (Djongue), Luís e Gabito (João); Kadri, Carlos e Kelo.

ACÇÃO DISCIPLINAR: Amarelos mostrados a Rodjas e Daúdo, ambos do Desportivo de Nacala.

 

 

 

LUÍS NORBERTO

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:52
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Sexta-feira, 19 DE Setembro 2014

A VIGÉSIMA segunda jornada do Moçambola traz consigo aliciantes duelos que podem provocar muitas mexidas na tabela classificativa sobretudo no topo, zona na qual os quatro primeiros jogam entre si.

 

 

O desafio mais esperado da ronda é o “derby” entre a líder da prova, a Liga Desportiva, e o Desportivo. É uma partida agendada para domingo na Matola e aguardada com enorme expectativa, pois pode ser decisiva no que às contas do título diz respeito.

 

 

É que uma vitória dos “muçulmanos” pode devolver ânimo aos campeões nacionais rumo à revalidação, mas uma derrota ou empate teria contornos incalculáveis, sendo de destacar uma possível perca do primeiro posto a favor do Ferroviário de Nampula.

 

 

Enquanto isso, para os “alvi-negros” um triunfo poderia os relançar para a luta pelo terceiro lugar. Na Beira, o Ferroviário local recebe o seu homónimo de Nampula, numa partida que se espera eletrizante.

 

 

As duas equipas não podiam estar mais motivadas a estas alturas. Os beirenses vêm de um ciclo de bons resultados, no Moçambola, assim como na Taça de Moçambique, e os nampulenses estão super-galvanizados com as escorregadelas da Liga Desportiva, que em quatro jornadas perdeu oito pontos em relação aos “locomotivas da capital do norte.Portanto, se o Ferroviário de Nampula vencer, e a Liga não triunfar, alcança a liderança, e se o Ferroviário da Beira ganhar alcança o seu homónimo da capital do norte no segundo posto.

 

 

Na Machava, o aflito Ferroviário de Maputo recebe o Chibuto que tem a manutenção quase garantida. Os “locomotivas” continuam com a permanência tremida, e não terão facilidades perante os gazenses.

 

 

No Matchiki-tchiki, o Costa do Sol bate-se com o Ferroviário de Pemba, equipa que ocupa o último posto, com 18 pontos. Depois de um período de recuperação pontual, o Costa do Sol voltou a vacilar e ocupa apenas o 8.º lugar.

 

 

No Zimpeto, o Maxaquene defronta a HCB num dos jogos de difícil prognóstico. As duas equipas estão moralizadas pelos bons resultados obtidos diante dos campeões nacionais. Os “tricolores”, na qualidade de anfitriões, são favoritos aos três pontos, mas o representante de Tete já demonstrou a capacidade de conquistar ponto em qualquer terreno.

 

 

Em Nacala, o Desportivo local recebe, amanhã, o aflito Têxtil de Púnguè. Espera-se enormes dificuldades para a equipa visitante que viaja a Nacala sob alerta máximo, ou seja, uma derrota coloca os “fabris numa situação muito delicada na tabela.

 

 

O Ferroviário de Quelimane mede forças, amanhã, com outro aflito Estrela Vermelha da Beira. O representante da Zambézia é de longe favorito aos três pontos, sobretudo neste embate que é caseiro.À excepção do Ferroviário de Quelimane-Estrela Vermelha e Desportivo de Nacala-Téxtil de Púnguè que têm lugar amanhã, todos os embates têm início às 15:00 horas de domingo.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:55
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Quinta-feira, 18 DE Setembro 2014

VERDADE seja dita: o Ferroviário da Beira entrou de rompante, a puxar de si os galões de que milita no escalão maior do futebol nacional e, por isso, juntando-se ao facto de estar a jogar em sua casa e diante do seu público, tinha a obrigação de mandar. E mandou, efectivamente.

 

 

Foram precisos cinco minutos de total sufoco para que os ‘alaranjados’ conseguissem chegar à baliza do seu adversário. Aos 31 minutos o Ferroviário chegou ao primeiro golo através de Reinildo, resultado com que terminou a primeira parte. Na segunda parte o Estrela Vermelha entrou disposto a inverter a situação e chegou ao empate por intermédio de Kuibas num remate sem hipóteses para o guarda-redes Willard, isto aos 61 minutos. Foi um total susto para as hostes locais que, afinal, não passou disso.

 

 

Posto isto os “locomotivas” deram volta ao resultado, com Henry, que acabava de entrar para o lugar de Carlitos, a cabecear ao 2-1 para aos 86 minutos o ‘capitão’ Maninho aproveitar-se, e bem, da desatenção da defensiva contrária e elevar para 3-1. Já quase no final do jogo, isto é, aos 90 minutos, Mário desferiu um remate que também voltou a bater pela quarta vez o guarda-redes do Estrela Vermelha, fixando assim o resultado final. O juiz da partida esteve bem.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITRO:Arão Júnior, auxiliado por Bento Chengeranao e Manuel Nelson. Manuel Castigo foi o quarto.

FER. BEIRA:Willard; Elísio, Cufa, Mambucho, Edson, Reinildo (Gildo), Paíto, Carlitos (Henry), Maninho, Mário e Nelito (Mfiki).

E. VERMELHA:Elves; Chuza, Pedrito (Kley), Anselmo, Edmundo, Dino, Valy, Dainho, Mambo, Balaca (Ivan) e Kuibas.

 

 

ANTÓNIO JANEIRO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:07
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O HCB travou na tarde de ontem a Liga Desportiva no seu próprio reduto, ao empatar sem abertura de contagem em jogo em atraso da 20.ª jornada do Moçambola-2014. O resultado coloca os campeões nacionais na “corda-bamba”, ou seja, com a revalidação do título cada vez mais tremida.

Com o nulo de ontem a Liga viu-se com apenas dois pontos de vantagem sobre o segundo classificado, o Ferroviário de Nampula, numa altura em que restam cinco jornadas para o fim do campeonato.O embate foi pobre a todos os níveis. As duas formações estiveram mal técnica e tacticamente, o que fez com que escasseassem as oportunidades de golo.

 

 

Mesmo jogando fora, a equipa de Tete foi bastante ousada, discutiu o jogo taco-a-taco. Os “hidroeléctricos” foram mais esclarecidos no primeiro tempo e dispuseram de duas oportunidades claras de golo.

 

 

Aos 21 minutos Luís responde de cabaça a um centro bem tirado por Gervásio, mas o esférico saiu por cima. A estas alturas o HCB atacava mais pelas alas, sendo que os “maputenses” funcionavam em bloco, sendo que Imo e Kito, com apoio de Hagy, desempenhavam a função de construtores de jogadas.

 

 

Numa das suas investidas pela esquerda Eusébio desfere um portentoso remate para a figura do atento Chico, passavam 32 minutos. Mas a perdida da tarde pertenceu a Babo, que depois de “roubar” o esférico a Bhéu isolou-se e perante Milagre, já no interior da grande área, chutou escandalosamente ao lado.

 

 

Foi-se ao intervalo com o nulo a prevalecer e no reatamento a qualidade do espectáculo deteriorou-se. A Liga passou a assumir as despesas do jogo, mas não traduzia o seu domínio em oportunidades claras de golo. A excepção foi o remate de Bhéu quase na linha-limite da área, descaído para a direita, que, entretanto, saiu ao lado.

 

 

O HCB jogava em contra-ataques, e num dos contra-golpes quase chegava ao golo por Jacob, mas este, em plena área, é desarmado com falta por Gildo, mas o árbitro não assinalou um penalte claríssimo.Era o cúmulo dos vários erros cometidos pela equipa da arbitragem dirigida por António Massango, que não esteve à altura da partida.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

LIGA DESPORTIVA: Milagre; Gildo, Bhéu (Nando), Chico, Eusébio, Hagy, Imo (Liberty), Kito, Telinho, Zicco e Jerry (Avelino).

HCB: Chico; Gervásio, Mucuapel, Rogério, Tony, Luís, Cambala, Fabrice (Dangalira), Babo (Jacob), Payó (Eurico) e Masha.

Disciplina: Amarelo para Eurico (HCB).

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:58
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Terça-feira, 16 DE Setembro 2014

 

 

É VERDADE. A cada jogo as contas vão-se complicando por parte da família “fabril” em termos de manutenção na alta-roda do futebol nacional. Com uma mão cheia de oportunidades perante o seu público, o Têxtil não conseguiu levar de vencida a turma “canarinha”.

 

 

Apesar de o Costa do Sol ter entrado com o golo logo aos cinco minutos, os dois conjuntos parece que combinaram o resultado pela forma como abordaram o jogo durante os 90 minutos, empatando em todos os aspectos, desde falhanços, mediocridade, infantilismo e, até, na forma empírica em que os jogadores faziam as leituras tácticas.

 

 

Saiu a turma visitante e desde logo começou à procura de melhor entrosamento ante um adversário que entrou desastrado mas que, a pouco e pouco, foi-se encontrando até equilibrar os acontecimentos em campo.

 

 

Foi logo aos cinco minutos que a turma visitante chega ao golo num lance que partiu do lado direito onde o experiente Alvarito tirou pelo caminho três contrários e cruzou para a grande área e de cabeça apareceu o David a dizer sim a bola, fazendo o primeiro golo da partida.

 

O têxtil tentou equilibrar os pratos na balança depois de ter sofrido o golo. Depois de 15 minutos de equilíbrio, os homens do português Nelson Santos voltaram a assumir o controlo do meio-campo, e aos 20 minutos Miguel nega o golo do Costa do Sol, onde na grande área João rematou forte para a defesa incompleta do guarda-redes.

 

 

Os beirenses reorganizaram-se na intermediária e o jogo voltou novamente a estar equilibrado com os locais um pouco mais ascendentes no volume atacante, mas a serem perdulários na finalização.

 

 

Num lance idêntico que resultou no primeiro golo, no mesmo lado direito, Carlos driblou dois adversários e de seguida cruzou para o coração da área onde surgiu Félix com um remate fortíssimo e a “menina” foi morrendo no fundo das malhas para alegria dos beirenses, estavam transcorridos 26 minutos do jogo. Com este resultado foi-se ao intervalo.

 

A segunda parte começa com os treinados de Ivo Gonçalves mais balançados ao ataque com o intuito de chegarem ao golo da vitória só que, tal como acontecia na etapa inicial, os atacantes pecavam em todos os aspectos esbanjando as inúmeras oportunidades de golo criadas.

 

 

Os dois técnicos operaram substituições mas nem com isso as coisas melhoraram, antes pelo contrário os falhanços se multiplicaram sobretudo nas hostes beirenses como aquele que aconteceu aos 70 minutos quando João não conseguiu dar seguimento a uma jogada bem elaborada por Xirico.

O trio de arbitragem bem auxiliado.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO:Arlindo Silvano, auxiliado por João Paulo e Domingos Machava. Afonso Xavier foi o quarto árbitro.

TÊXTIL DO PÚNGUÈ:Miguel, Félix, Micas, Kofuri, Tony, Luís (Madeira), Gabito (Xirico), Cadry, Carlos, Kelo, Djongue (João).

COSTA DO SOL:Gervásio; James, Elias, Campira, Moses, João (Manucho), Alvarito, Tchaka, David, Paulo (Matinde), Rodrigues (Themba).

DISCIPLINA:Amarelos para Félix e Kelo, ambos do Têxtil, e Alvarito, do Costa do Sol.

 

LAITON SIFA

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:36
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A LUTA pela sobrevivência no Moçambola está cada vez mais renhida depois da realização da 21.ª jornada no último fim-de-semana.

 

 

É que neste momento são três equipas que partilham o último lugar, nomeadamente o Ferroviário de Pemba, na cauda, o Estrela Vermelha da Beira, penúltimo, e Têxtil do Púnguè, antepenúltimo, todos com 18 pontos. Mais acima estão os Ferroviários de Maputo e de Quelimane, ambos com 22 pontos.

 

Com se pode depreender, a concorrência é maior e as últimas jornadas desta prova vão ser mesmo a doer, a começar pela próxima, portanto a 22ª. O mais caricato nisto tudo é que o Ferroviário de Maputo, que partiu para esta prova como candidato ao título, está neste momento numa situação bastante complicada e pode, a qualquer momento, cair para o fundo do posso, apesar de jogar com o Clube de Chibuto, no Estádio da Machava, na próxima ronda e beneficiar do facto de os seus mais directos concorrentes terem embates complicados.Porém, a sobrevivência nesta que é a maior prova futebolística do país depende de cada um dos intervenientes.  

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:15
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O GRUPO Desportivo da Hidroeléctrica de Cahora-Bassa (HCB) protagonizou na tarde de domingo no seu campo, na vila do Songo, uma goleada ao Chibuto de quatro bolas a uma, num dia em que a dupla técnica zambiana esteve fora do banco, e Orlando Assupainho, um dos adjuntos assegurou bem a equipa.

 

 

Foi uma tarde alegre no Estádio 27 de Novembro em que os hidroeléctricos entraram para o jogo entusiasmados com um caudal ofensivo caracterizado por jogadas em grupo o que desequilibrou o meio campo e a dianteira do Chibuto.

 

 

Foi assim que logo aos dois minutos surgiu o primeiro aviso quando Lewis, depois de receber a bola de Babo, correu até junto à linha do fundo, do lado direito, tendo cruzado para Eurico que de cabeça rematou por cima do travessão.

 

 

Os visitantes ainda estavam a organizar a equipa, quando surgiu o golo da HCB, por intermédio de Lewis que, só com Zacarias pela frente, escolheu o ângulo e atirou certeiro, isto aos sete minutos.

 

 

O Chibuto não se intimidou, acreditou que ainda havia muito tempo de jogo e foi assim que dois minutos após o golo restabeleceu a igualdade num tento fantástico de Johane, de um livre directo.

 

 

Com um futebol de muita categoria, aliado às individualidades técnicas dos seus jogadores, fundamentalmente Johane, Stanley e Cédric, o Chibuto foi crescendo aumentando o seu poder atacante e criando alarmes na defensiva contrária, sobretudo quando o esférico estivesse nos pés deste trio.

 

 

A HCB optou por contra-atacar em bloco e sempre apanhou a defensiva do Chibuto em contrapé, e numa dessas acções e num cacho de jogadores no interior da pequena área a bola bate no braço de Maninho e como árbitro esteva por ali perto não teve dificuldades em assinalar o castigo máximo.Fabrice, chamado a cobrar, não teve dificuldades em enviar a bola para um canto e Zacarias para o outro. Estava desfeita a igualdade aos 36 minutos.

 

Foi a partir deste golo que os hidroeléctricos abriram as suas comportas, descarregando certeiro para a baliza de Zacarias. O terceiro golo não tardou e surgiu por cima dos 45 minutos por intermédio de Rogério, de cabeça, a finalizar um cruzamento de Cambala.Veio a segunda parte com o Chibuto a desbobinar o seu belo futebol, mas sem encontrar caminhos para o golo, pois, apesar da HCB denotar fragilidades no seu meio campo.

 

 

Já na ponta final do jogo, isto aos 83 minutos, surgiu o quarto da HCB por Cambala que rematou rasteiro.

A arbitragem foi de Luís Jumisse, coadjuvado por Ivo Miambo e Elina da Silva.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

HCB: Chico; Gervásio, Mucuapele, Rogério, Tony, Luís, Cambala, Fabrice, Babo, Eurico e Lewis.

Alinharam ainda Caló, Jacob e Nichola.

CHIBUTO: Zacarias; Nito, Chicualacuala, Stanley, Nhabanga, Maninho, Johane, Obel, Palatão, Dário e Cédric.

Entraram Paíto e Christopher.

GOLOS: Lewis, Fabrice, Rogério e Cambala (HCB); Johane, do Chibuto.

 

 

BERNARDO CARLOS

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:41
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