Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 23 DE Outubro 2012

O COSTA do Sol escapou à derrota, domingo, na Beira, frente ao Têxtil, empatando a um golo no decurso da 22ª jornada do Moçambola-2012, que caminha a passos largos para o fim. Os “canarinhos” suaram para evitar a derrota, conseguindo a igualdade já na ponta final da partida.

 
Enquanto os “fabris” travavam os “canarinhos”, o Ferroviário da Beira foi derrotado no Songo com a HCB, por 2-0, perdendo o precioso terceiro lugar à favor do Vilankulo FC, que até à anterior ronda ocupava a quarta posição. Aliás, com este desfecho negativo para o Ferroviário, verificou-se a troca de posições entre os “locomotivas” e a turma de Inhambane. 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:39
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A HCB venceu, no seu reduto, mas sem convencer, o Ferroviário da Beira, por 2-0, num jogo em que ambas as equipas pouco fizeram para um belo espectáculo, senão uma série de falhanços sobretudo para os caseiros.

 

Fabrice, com a bola nos pés, teria nos minutos iniciais aberto o marcador a favor da equipa da casa, mas complicou-se próximo da área chutando frouxo para a defesa sem esforço de Willard.

 

 

A HCB continuou na mó de cima e o Ferroviário um mero espectador. Os tetenses inundaram a zona mais recuada dos “locomotivas” ensaiando tabelinhas, mas que resultavam em nada, pois os remates saíam mal direccionados. O Ferroviário manteve-se apático, nada fez para justificar o quarto lugar que neste momento ocupa. A equipa estava irreconhecível e quem se aproveitou dessa situação foi logicamente a HCB que, embora também “coxo”, conseguiu marcar aos oito minutos, por Elidio, a agradecer uma “bandeja” oferecida pelo guarda-redes Willards. O “keeper” beirense teve uma saída precipitada na tentativa de cobrir o ângulo quando se apercebeu da aproximação de Charley, avançado do HCB, que assistiu Elídio.

 

 

Começou a desenhar-se um cenário negro para o Ferroviário da Beira, pois o seu fio de jogo carecia de objectividade. Porém, a HCB acusou falta de imaginação e determinação. Os tetenses estavam a passear a sua classe e a fazer um futebol para animar o público, esquecendo-se do mais importante que são os golos.A turma da casa continuou muito tempo na posse de bola e a produzir um espectáculo fora do normal, mas com os jogadores a pautarem por infantilidades.

 

 

O Ferroviário acabou acordando do sono profundo já à entrada da meia hora do jogo, com alguns lances vistosos a partir do meio-campo, que obrigaram a HCB a confinar-se no seu reduto para assegurar a vantagem ao fim da primeira parte.

 

 

Veio a etapa complementar durante a qual a HCB demonstrou vontade de aumentar a vantagem. Mas, porque já não tinha pernas para andar, foi jogando à sua maneira. Por seu turno, o Ferroviário tentou protagonizar algumas jogadas mas sem grande perigo para o guarda-redes Chico, que passou maior parte do tempo quase a sonecar entre os postes, porque ninguém teve a ousadia de o incomodar ou dar-lhe o trabalho.

 

 

Porém, Antoninho despertou-lhe do sonho com um tiro forte para uma defesa espectacular, desviando a bola com uma palma para cima do travessão. E não tardou que surgisse o golo de tranquilidade da HCB. Zuma II, recém entrado, passou por dois defesas antes de rematar cruzado para a área, tendo a bola tabelado na muralha defensiva e se aninhado nas malhas, quando passavam 74 minutos. Com este resultado o jogo chegou ao fim.O experiente árbitro, António Massango, fez um bom trabalho.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: António Massango, auxiliado por Adão Chitache e Baltazar Hilário. O quarto árbitro foi Manuel Ribeiro.

 

 

HCB: Chico; Gervásio, Mambucho, Rogério, Antoninho, Elídio, Fabrice, (Manuel), Dangalira (Henry), Zuma ll, Charley e Gerald (Andro).

 

 

FER. BEIRA: Willard, Hilário, Carlos, Caló, Renildo, Mupoga, Paito, (Bernard), Goodcent (Edmundo), Barrigana, Maninho e Mário.

 

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartolinas amarelas para Dangalira e Carlos.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:32
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COMECEMOS assim: era uma vez um jogo de futebol entre duas equipas, sendo uma, aanfitriã, da segunda maior cidade do país e a outra, visitante, da cidade capital.

 

As duas equipas lutam para objectivos diferentes, ou seja, a que recebia faz dastripas o coração para não descer de divisão enquanto a outra, a recebida, estáem busca de um lugar ao sol, concretamente o melhor posicionamento entre os chamados grandes da prova, já que teve um inicio de época bastante turbulento.Sendo assim, era óbvio que as duas equipas encarassem a partida com grandescautelas para não perderem pontos. Até porque os ‘’fabris’’ começaram apartida com algum pendor ofensivo fazendo crer que queriam resolver o assunto o maisrápido possível, ou seja, marcar golos e vencer a partida ante o seu público bastante interventivo no apoio.

 

 

O Costa do Sol também foi estudando o seu adversário e conseguiu equilibrar acontenda quase só minuto 30. Mas antes disso, aos oito minutos Mano poderia termarcado se o seu cabeceamento não tivesse sido devolvido pela trave, enquantoJordão viu o guardião Gervásio a negar-lhe o golo aos 40 minutos na conclusão de uma jogada soberba dos fabris.  Aos 45 minutos, Jordão embrulhou-se na área com um defensor tendo o juiz JoséMaria Rachid apontado para a grande penalidade confirmada pelo seu auxiliar, MárioTembe. Chamado a marcar, o ‘’capitão’’ Mano não teve contemplações e fez o 1-0 com que terminou a etapa inicial.Nos últimos 45 minutos assistiu-se uma partida com dois cenários.

 

 

 

O primeiro emque os ‘’fabris’’ da Manga para além de terem-se remetido ao seu redutorecuado defendendo o resultado, optaram por um sistema de ‘’cai-cai’’ anteum Costa do Sol que se endiabrava cada vez mais em busca de empate, tendo-oconseguido aos 91 minutos por intermédio de Thembo que se aproveitou de um erro de macacão na defensiva contrária.Posto isto, já não havia mais tempo para se jogar tendo o juiz apitado para o fimapós um trabalho que consideramos de razoável tendo em conta alguns deslizes ao longo dos 90 minutos do desafio.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITRO: José Maria Rachid, auxiliado por Olivio Adriano e Mário Tembe. Manuel

Castigo foi o quarto.

 

 

TÊXTIL: Neco, Obel, Judy, Ussama, Tony, Muniz, Mendes (Marcy), Mouka, Mano, Jordão

(Quimbo) e Santos.

 

 

COSTA DO SOL: Gervásio, João Mazive (Parkim), Zé, Dito, Gildo, Mambo (Sanito),

Manuelito I (Thembo), Alvarito, Manuelito II, Eboh e Reginaldo.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:25
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Terça-feira, 02 DE Outubro 2012

 

O DESPORTIVO caiu novamente na zona de despromoção ao empatar sem abertura de contagem, no domingo, com o Ferroviário da Beira, no caldeirão do Chiveve.
 
Com este desfecho, os “alvi-negros”, que haviam trocado de posição com o Chingale na ronda anterior, fixando-se sobre a linha da água, restituíram o lugar aos tetenses que, por seu turno, receberam e derrotaram o Têxtil.
O Desportivo é o primeiro no trio que ocupa a zona de despromoção à frente do Incomáti, carrasco do líder Maxaquene (1-0), e do Ferroviário de Pemba, que perdeu também por uma bola frente ao seu homónimo de Maputo. 
Fonte::Jornal Noticias
 
publicado por Vaxko Zakarias às 11:12
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NUM jogo de futebol, importante ou não, mesmo que os jogadores das equipas envolvidas tenham grande determinação e faça uma boa exibição, perante o público, não bastará, enquanto não tiverem a consciência profunda de que numa partida do género o mais importante é ter ambição de vencer. Não é o que tem acontecido, muitas vezes, com os jogadores do Ferroviário de Nampula.

 

A aparente falta de ambição chega a ser demais, como aconteceu com Jamal, que na sequência de um pontapé de canto apareceu repentinamente, mas incompreensivelmente tirou da baliza contrária a bola que caminhava para o fundo das redes, passavam 56 minutos.

 

 

Os “locomotivas” demonstravam assim falta de ambição em vencer a partida. Houve muitas jogadas boas e de mestria até à boca da baliza que, no entanto, não foram traduzidas em golos.Aos 21 minutos surge outra grande oportunidade de os visitados abrirem o marcador, através de Sankani, que rematou forte, obrigando Simplex a uma defesa de recurso.

 

 

Durante todo o primeiro tempo, os comandados por Alex Alves estiveram na mó de cima, mas mesmo assim a primeira etapa terminaria com o Vilankulo a tentar sacudir a pressão do adversário.No segundo tempo, Chiquinho Conde fez entrar Tendai e Mário, nos lugares de Sissoco e Eurico, respectivamente, substituições que trouxeram outra dinâmica ao jogo do Vilankulo. Aliás, a partir daí o jogo passou a ser disputado sob signo de equilíbrio, embora os forasteiros tivessem poucas oportunidades de marcar.

 

 

Isso foi muito notório depois de a equipa da casa ter ficado reduzida a 10 jogadores, depois de Tchitcho “apanhar” um vermelho directo. Apesar de o jogo ter sido disputado sob esse signo, a equipa local beneficiava de mais oportunidades para facturar.

 

Mesmo sem ter feito um grande jogo, o Vilankulo conseguiu sair de Nampula com um ponto, agradecendo sobremaneira a gentileza de Jamal que evitou o golo da sua própria equipa na primeira parte.O árbitro Ainade Ussene fez um trabalho razoável, apesar de alguns erros que poderiam manchar o jogo.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Ainade Ussene, auxiliado por Gimo Patrício e Daniel Filipe.

 

FERROVIÁRIO DE NAMPULA: David, Osvaldo, Magido, Dondo, Rodjas, Hipo, Emanuel, Jamal (César Bento), Tchitcho, Sankani e Belito.

 

VILANKULO FC: Simplex, Félio, Kadri, Charles, Luís, Abílio, Sissoco (Tendai), Novidade, Eurico (Mário), Diló e Edson.

 

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Vermelho para Tchitcho e amarelos para Charles e Félio.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:52
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O CHINGALE conseguiu, ao apagar das luzes, alcançar preciosos três pontos rumo à manutenção no Moçambola, ao derrotar o Têxtil do Púnguè por uma bola sem concorrência, na tarde do último domingo na cidade de Tete.

 

Logo nos minutos iniciais, os donos da casa mostravam um futebol bastante ofensivo e Jocas, à passagem do minuto quatro, recebeu no interior da grande área um cruzamento de Paulo e de cabeça desviou a bola para a baliza de Neco, onde surgiu Jude que atirou ao lado.

 

 

Momentos depois, foi a vez de Magaba, que depois de receber um passe de Bobo, no extremo direito da área defendida pelo Têxtil, rematou forte e a bola passou por escassos centímetros da barra transversal dos visitantes.

 

 

O Têxtil não se assustou com o caudal ofensivo do adversário e aos poucos foi controlando os ânimos do Chingale, mas mesmo assim foi a equipa da casa que voltou a pisar no acelerador na tentativa de resolver o jogo ainda mais cedo.

 

 

Akil Marcelino, treinador do Têxtil, apercebeu-se das brechas no meio-campo do Chingale, e aos 20 minutos mandou os seus jogadores mais criativos subirem mais no terreno, daí que Santos penetrou na área e depois atirou bem forte, mas a bola passou por cima do travessão, numa rápida jogada de contra-ataque.

 

 

O primeiro tempo não trouxe mais jogadas dignas de realce. Na segunda parte, incompreensivelmente, o Chingale mudou o seu sistema de jogo, remetendo quase toda a sua equipa à defesa, ficando a assistir as investidas do Têxtil que, no entanto, não trouxeram nada de novo.

 

 

O Chingale, já no tempo de compensação, no primeiro dos três minutos ditados pelo árbitro Estêvão Matsinhe, num lance de bola parada, marcou, através de Zé, que se encontrava bem desmarcado na pequena área. Recebeu a bola de cabeça, tendo a introduzida na baliza de Neco.

A equipa de arbitragem dirigida por Estêvão Matsinhe fez um bom tralbalho.  

 

 

FICHA TÉCNICA



CHINGALE:Goodfrey, Celso, Fred l, Fred ll, Jonas, Jocas (Maurício), Zé, Manecas, (Alone), Bobo, (Hadjy), Magaba e Paulo.

 

TÊXITIL DO PÚNGUÈ: Neco, Obel, Jude, Tony, Hossana, Marcy, (Luís), Moniz, Moka, Mano, Jordão, (Stiven), Santos, (Dino).

 

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: amarelos para Fred l, Celso e Hossana.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:40
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Sexta-feira, 28 DE Setembro 2012

 

A VIGÉSIMA primeira jornada do Moçambola-2012, que se disputa este fim-de-semana, está rodeada de grande expectativa. Para além do atractivo Liga Muçulmana-Costa do Sol, amanhã, teremos outros encontros interessantes, colocando frente-a-frente formações que lutam pelos lugares cimeiros e pela sobrevivência.

 

Aliás, o duelo entre “muçulmanos” e “canarinhos” reveste-se de muito interesse não apenas pelo facto de envolver equipas de renome, mas porque há interesses antagónicos. O Costa do Sol parte para este embate com objectivo de alcançar o pódio, um feito que ainda não logrou atingir esta época. Os “canarinhos” ocupam actualmente o quinto lugar com 32 pontos, menos dois que os Ferroviários de Maputo e da Beira, que estão na segunda e terceira posições.

 

 

A Liga Muçulmana, por sua vez, quer encurtar a distância que lhe separa do pódio, entanto que sexto classificado.  Os “locomotivas” da capital defrontam, amanhã, no Estádio 25 de Junho, em Nampula, o seu homónimo de Pemba, condenado à despromoção. Esta é uma oportunidade ímpar para os comandados de Nacir Armando se relançarem na corrida ao título, que está mais próximo do Maxaquene, que lidera com nove pontos de vantagem sobre a dupla “locomotiva”.

 

 

Os “locomotivas” da Beira, por seu turno, recebem, no domingo, o Desportivo. Este jogo reveste-se igualmente de tamanha importância, pois temos os beirenses projectados para a luta pelo título, senão a manutenção no pódio, e os “alvi-negros” que se desdobram para se livrarem da zona perigosa.   

 

  

Quem procura recuperar os lugares cimeiros é o Vilankulo FC que, ao empatar na anterior ronda com os “locomotivas” da capital, caiu da terceira para a quarta posição. O Vilankulo desloca-se ao reduto do Ferroviário de Nampula, que viu a sua situação a complicar-se na derradeira ronda com a derrota frente ao Maxaquene. Os “locomotivas” procuram ascender aos lugares confortáveis da tabela, ocupando neste momento a nona posição, portanto não tão distantes da zona de aflição.

 

 

Enquanto isso, o líder Maxaquene vai ao reduto do Incomáti, que se vai afundando de jornada em jornada. Passam muitas jornadas que os açucareiros lutam para sair da zona de despromoção, mas sem sucesso. Portanto, isto torna este jogo muito arriscado para os “tricolores”, que não querem manter a sua vantagem intacta de modo a evitar surpresas de mau gosto.  

 

 

Aflito está também o Chibuto, que igualmente se vai quedando de jornada em jornada. Os gazenses, muito próximos da zona de despromoção, recebem a HCB pensando apenas na vitória, que é a única via de salvação. Embora jogando fora de portas, os tetenses não facilitarão porque vêm de duas derrotas consecutivas, que lhes empurraram dos lugares mais confortáveis para o meio da tabela.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:11
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Segunda-feira, 17 DE Setembro 2012



O MAXAQUENE demonstrou a lição de bem jogar aliada ao valor colectivo no duelo com o Ferroviário, sábado, no Estádio da Machava, vencendo merecida e categoricamente, por 2-0. Os golos foram apontados na segunda parte por Betinho e Jair.

 

As expectativas à volta do embate acabaram sendo manchadas pela chuva miúda que caiu quase ininterruptamente ao longo do dia, não oferecendo as condições necessárias para a prática de um bom futebol e uma maior afluência do público ao recinto do jogo. Mesmo assim, houve momentos memoráveis protagonizados pelo Maxaquene.

 

 

Os “tricolores” exibiram-se com uma qualidade acima da média, dada à excelente circulação de bola e maior articulação entre os sectores. Isso conferiu-lhes maior posse de bola e capacidade ofensiva, forçando os “locomotivas” a recuarem na estratégia e a cometerem muitos erros na abordagem do seu jogo.Diga-se em abono da verdade que o Maxaquene teve maior produção de jogo, tendo por isso sido a equipa que mais oportunidades de golo criou.

 

 

O jogo teve uma primeira parte menos boa em termos de qualidade de espectáculo, talvez tenha concorrido para isso a maior precipitação (chuva) registada nesse período comparativamente à segunda metade. As equipas jogaram mais pelo coração, portanto de forma atabalhoada. O esférico esteve mais vezes nas alturas.

 

 

 Contudo, foi notório, do lado “tricolor”, um esforço para fazer o melhor. Arrancou algumas jogadas bem desenhadas. O Ferroviário experimentou sérias dificuldades para sair a jogar perfeitamente, dada a pressão exercida pelos “tricolores” à entrada do meio-campo “locomotiva”.

 

Foi muitas vezes forçado a recuar, optando por despachar o esférico. Só que o Maxaquene esteve melhor tanto a defender como a atacar tendo, por isso, sido primeiro a chegar à baliza contrária, com Kito a fazer uma excelente assistência para o isolamento de Betinho, aos 11 minutos. Mas este atirou desenquadrado com baliza, com Kampango um pouco adiantado nos postes em apuros. De seguida, Macamito fez quase o mesmo, com um passe bem tirado para o isolamento de Jair que, vendo Kampango em sua direcção, atirou em jeito, mas a bola não teve a direcção certa, com a baliza escancarada. 

 

 

Entretanto, a segunda parte arranca com ambas as partes desejosas de melhorar a sua prestação. Mas o Maxaquene continuou na mó de cima. O Ferroviário tentou jogar como mandam as regras, mas pecava no fim, perdendo a bola de forma infantil. A entrada de Hélder Pelembe para o lugar do médio-ofensivo Liberty, que jogava como falso ponta-de-lança, foi uma mais-valia para os “tricolores”.

 

 

Logo à entrada foi encarregue de marcar o livre próximo do vértice direito da grande área “locomotiva”, que ditou o primeiro golo do Maxaquene. Atirou contra a barreira, tendo o esférico se projectado para a pequena área onde, depois de tanta insistência, a bola sobrou para Betinho, que atirou a visar, aos 71 minutos.

 

 

O Ferroviário foi atrás do prejuízo e quase chegou ao empate, naquele tiro de Tchitcho para o poste, na marcação de um livre, aos 81 minutos. Continuou a lutar, mas sem sucesso, porque a defensiva “tricolor” foi intransponível e resguardava com êxito os cruzamentos projectados à área, tanto por Zabula, bem como por Diogo.

 

 

O Maxaquene manteve-se na mó de cima e endiabrado, com Kito a rasgar o meio-campo da direita para a esquerda, confundindo a defensiva “locomotiva” e assistindo com frequência o ataque. Betinho teria bisado, aos 85 minutos, naquela oferta da defensiva a Jair que, vendo Betinho em posição privilegiada, fez o passe para o atacante “tricolor” atirar com precisão, mas Chico foi a tempo de tirar a bola na linha de golo.

 

E acabou sendo o próprio Jair a fazer o 2-0, no primeiro minuto dos sete de compensação, numa outra má saída da defensiva “locomotiva”. Jair interceptou o passe de Zabula, galgando do meio-campo até à baliza de Kampango, que não teve como evitar o golo.

 

 

O Ferroviário tentou o possível. Acácio evitou aquilo que seria o golo certo de Whisky. Dois tiros bem direccionados forçaram o guarda-redes “tricolor” a duas palmadas para canto.A equipa de arbitragem, liderada por Aníbal Armando, fez um trabalho aceitável.

 

 

FICHA TÉCNICA



ÁRBITRO: Aníbal Armando, auxiliado por João Paulo e Estrela Gonçalves. O quarto árbitro foi Arlindo Silvano

 

FERROVIÁRIO – Kampango; Butana, Zabula, Chico e Vling (Imo); Rachid (Manucho), Whisky, Tchitcho e Diogo; Luís e Clésio (Fanuel)

 

 

MAXAQUENE – Acácio; James, Campira, Gabito e Eusébio; Kito, Macamito, Payó e Jair e Liberty (Hélder Pelembe); Betinho (Mário)

 

 

DISCIPLINA: cartolinas amarelas para Zabula e Liberty

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:44
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MEDÍOCRE jogo de futebol. É o que se pode dizer efectivamente, sobre esta partida protagonizada por duas equipas com distintas situações da tabela classificativa do presente Moçambola.

 

Ou por outra, o Ferroviário de Pemba está praticamente despromovido, enquanto o Chibuto ainda luta para fugir desse destino, talvez fosse esse o factor decisivo para os dois conjuntos praticarem um futebol muito desagradável de seguir, com poucas oportunidades de golo e de muita incorrecção, daí que o resultado se acabou por ajustar perfeitamente ao desenrolar da partida.

 

 

  A ser verdade, os forasteiros são os que mais perderam com este empate, aliás, o jogo interessava mais a formação do Chibuto do que propriamente à equipa do Ferroviário de Pemba, daí que, logo à partida, fosse, em nossa percepção, a obrigação da equipa forasteira vencer o jogo para “alimentar” mais a sua actual posição na tabela classificativa.  

 

 

É preciso sublinhar ainda que o jogo, de uma maneira geral, não foi bem disputado, a qualidade de futebol foi bastante fraca e sem grandes primores técnicos, em parte devido à falta de entrega dos jogadores dos dois lados, onde igualmente a prática do futebol aéreo foi a nota dominante.

 

 

Porém, o primeiro tempo teve ascendente ligeiro do Ferroviário de Pemba, que entrou aparentemente decidido no jogo em relação ao seu oponente directo, e aos 28 minutos criou o primeiro e único perigo junto da baliza de Ró. A partir daqui quase não se viu nada de futebol, senão a demonstração de debilidades técnicas de ambos os intervenientes no prélio.

 

 

Quando se esperava que no reatamento da partida os contendores viessem com outra ambição de ganhar, eis que a tónica do jogo continuou a ser a mesma, mesmo com as substituições feitas, as intenções dos respectivos técnicos nunca foram concretizadas, pois que os jogadores nada fizeram para correspondê-los, dando o seu máximo.

 

 

Nesta etapa o FC do Chibuto foi o único que criou perigo junto da baliza contrária, quando no minuto 55, Vivaldo, depois de uma jogada rápida, rematou forte e obrigou Sozinho a fazer uma defesa espectacular. Daqui em diante o jogo continuou a ser disputado do mesmo ritmo, até parecia que os dois intervenientes não tinham vontade de vencer a partida. Em suma, num jogo medíocre, o empate afigura-se inteiramente justo.

 

 

FICHA TÉCNICA



ÁRBITRO: Inácio Sitoe e auxiliado por Nelsa Abílio e Isac Domingos.

 

 

FERROVIÁRIO DE PEMBA- Sozinho, Franco, Ibrahimo (Reginaldo), Emídio, Binó (Madeira), Albachir, Cassimo, Ozias (Megaz), Muerrufu, Vivaldo e Paunde.

 

 

FC DE CHIBUTO- Ró, Nito, Chaguala, Duda, Zé Rasta, Jacinto (Getinho), Jossias, Jonas, Freitas (Kamaru), Lalá, Chana (Ndjusta)

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:39
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DEPOIS da retumbante vitória por duas bolas sem resposta, sábado, diante do arqui-rival, Ferroviário de Maputo, o Maxaquene ficou a um passo de se tornar novo campeão nacional.

 
Os “tricolores” somam 40 pontos, mais sete que os “locomotivas” em segundo lugar, uma vantagem que dificilmente pode ser desfeita se se tiver em conta que faltam sete jornadas para o fim da presente edição do Moçambola.
Por outro lado, os comandados de Arnaldo Salvado têm poucas deslocações em relação ao seu mais directo perseguidor.
Na próxima ronda, por exemplo, o Maxaquene recebe o Ferroviário de Nampula, enquanto o Ferroviário desloca-se ao sempre complicado reduto do Vilankulo FC, num jogo que se espera bastante renhido, pois as duas equipas lutam, de forma titânica, pelo segundo posto.
Mas a ronda 19 ficou igualmente marcada pela goleada imposta pela Liga Muçulmana ao Chingale por claros cinco a zero e da vitória do Desportivo na sua deslocação à Songo por uma bola sem resposta.
Aliás, há mais de cinco meses que os “alvi-negros” não conheciam o sabor da vitória. O Costa do Sol foi ao “canavial” bater o Incomáti, a mesma sorte aconteceu na deslocação do Têxtil à Nampula onde venceu o Ferroviário local por uma bola sem concorrência. O Ferroviário da Beira derrotou o Vilankulo também por um a zero e o Chibuto arrancou um empate aos “locomotivas” de Pemba sem golos, na estreia de Vítor Pontes como treinador principal.
Fonte:Jornal Noticias
 
 
publicado por Vaxko Zakarias às 13:21
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